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Lokal regresyon düzleştiricisi (local regression smoother)

2.5 KANTİTATİF TAHMİN YÖNTEMLERİ

2.5.4 Zaman Serilerinin Ayrıştırılması

2.5.4.2 Lokal regresyon düzleştiricisi (local regression smoother)

Segundo Yin (2005) as evidências para um estudo de caso podem vir de seis fontes distintas: artefatos físicos, documentos, entrevistas, observação direta, observação participante e registros em arquivos. Destaca ainda que alguns princípios são importantes para o trabalho de coleta de dados na realização dos estudos de caso, incluindo o uso de várias fontes de evidência, um banco de dados para o estudo de caso e o encadeamento de evidências. O autor sustenta que a incorporação desses princípios na investigação de um estudo de caso aumentará sua qualidade.

A seguir serão apresentadas as cinco fontes de evidências que serão utilizadas no presente trabalho, assim como os três princípios de coleta de dados, todos estes propostos por Yin (2005). Artefatos físicos não serão utilizados. O autor considera que estes têm uma importância potencialmente menor na maioria dos exemplos típicos de estudo de caso.

i) Documentos: o uso mais importante para os documentos é corroborar e valorizar as evidências oriundas de outras fontes. Se uma prova documental for contraditória ao invés de corroborante, torna-se necessário investigar mais profundamente o tópico.

Neste trabalho é feito um estudo em documentação de planejamento do projeto, relatório inicial, relatórios intermediários, relatórios finais de cada ano, além de relatórios específicos elaborados pela equipe de monitoramento e avaliação do projeto. Examinará também os diversos questionários aplicados aos participantes do projeto e aos alunos da rede estadual de ensino de Goiás, com seus respectivos resultados quantitativos.

ii) Entrevistas: as entrevistas são uma das fontes mais importantes de informação no estudo de caso. O pesquisador ao longo do processo de entrevista tem duas tarefas: seguir sua própria linha de investigação como reflexo do protocolo de seu estudo e fazer questões reais de uma forma não tendenciosa que também atenda às necessidades da linha de investigação.

Serão entrevistados neste trabalho gestores do projeto da equipe de monitoramento e avaliação. As descobertas das entrevistas devem ser preferencialmente corroboradas (ou colocadas em xeque) pelo exame das outras fontes de dados. As entrevistas serão não estruturadas, não existindo rigidez de roteiro e permitindo, assim, explorar as questões centrais e periféricas da teoria utilizada.

iii) Observação direta: ao realizar uma visita ao local escolhido para o estudo de caso o pesquisador estará criando a oportunidade de fazer observação direta. A partir do princípio que os fenômenos de interesse não sejam puramente de caráter histórico serão encontrados disponíveis para observação alguns comportamentos ou condições ambientais relevantes. As observações em geral são úteis para fornecer informações adicionais sobre o tópico estudado.

O pesquisador participou, como observador, do 1º Seminário Periódico do ano de 2005, já tendo em vista a realização do presente trabalho.

iv) Observação participante: a observação participante é um modo de observação especial na qual o pesquisador não é apenas um observador passivo, e pode assumir uma variedade de funções dentro de um estudo de caso. Fornece oportunidades incomuns para a coleta de dados, mas também apresenta problemas.

Segundo Yin (2005) a oportunidade mais interessante está relacionada à habilidade para conseguir permissão para participar de eventos, a capacidade de perceber a realidade do ponto de vista de alguém de “dentro”. Pode também ter a capacidade de manipular eventos importantes, como marcar uma reunião, por exemplo.

O pesquisador participou do planejamento do sistema de monitoramento e avaliação do Multicurso, e participou do seminário de abertura do projeto, denominado Seminário Inicial. Teve participação também em reuniões de planejamento do projeto e de avaliação do mesmo enquanto em andamento em seu primeiro ano. Não está, no entanto, mais ligado ao Multicurso.

Yin (2005) sustenta que os maiores problemas relacionados à observação participante têm a ver com possíveis vieses produzidos. Procurar-se-á minimizar a possibilidade de ocorrência de tal problema apoiando as conclusões das observações participantes com outras fontes de dados.

v) Registros arquivais: os registros em arquivo, geralmente arquivos eletrônicos, também podem ser relevantes. Fornecem informações quantitativas e normalmente precisas. O autor argumenta que somente a quantidade não pode ser considerada, de imediato, um indício de precisão. Para o presente trabalho serão utilizados os registros do perfil dos participantes do projeto e registros de utilização dos meios tecnológicos.

Relativo aos princípios de coleta de dados são descritos a seguir os três propostos por Yin (2005).

i) Utilizar várias fontes de evidência: O autor citado não recomenda, durante a realização de estudos de caso, a utilização de fontes individuais de evidência. Recomenda a triangulação de dados, incentivando a coleta de várias fontes tendo em vista a corroboração do mesmo fato ou fenômeno.

No presente trabalho serão coletados dados das cinco fontes descritas anteriormente e, mais além, serão analisados pontos de vista diferentes dentro da mesma questão. O confronto de dados obtidos será feito, por exemplo, entre gestores e participantes do projeto, e entre estes últimos e seus alunos. Desta forma busca-se eliminar ao mínimo possíveis vieses, além de tornar mais confiáveis as conclusões.

ii) Criar banco de dados para o estudo. Consiste basicamente, de acordo com Yin (2005), na distinção entre o banco de dados separado do relatório do estudo de caso. A

separação dos dados brutos é útil para inspeção independente do relatório, que pode não ter apresentado dados adequados.

Os dados primários deste trabalho vêm de observações participantes, observações diretas e entrevistas. Não há dados quantitativos primários para a construção de um banco de dados. Ressalta-se que os dados secundários devem ser solicitados, se necessário for, aos proprietários de tais dados.

iii) Manter o encadeamento de evidências. Segundo Yin (2005) o princípio consiste em permitir que um observador externo siga a origem de qualquer evidência indo das questões iniciais às conclusões finais do estudo de caso.