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KUR’ÂN’DA TOPLUMSAL FARKLILIKLA İLGİLİ KAVRAMLAR

Belgede KUR’ÂN’DA TOPLUMSAL FARKLILIK (sayfa 135-141)

Código de Referência: PT/CMCSC-AHMCSC/AASS/GSC Título: Grupo Sportivo de Carcavelos

Datas: 1922-01-18 | 2005-06-20 Nível de Descrição: Fundo

Extensão/Dimensão: 0,55 m.l. – 18 lv. e 6 pt. Suporte: Papel

Nome do Produtor: Grupo Sportivo de Carcavelos

História Administrativa: A história do Grupo Sportivo de Carcavelos, oficialmente fundado em 1921-03-05, encontra as suas raízes no final da primeira década do século XX, quando Aníbal Firmino da Silva, filho do caseiro da Quinta da Alagoa, recebeu uma bicicleta como prémio numa quermesse, com a qual começou a treinar regularmente. Foi nessa altura que Eduardo e José Martins, irmãos apaixonados pelo desporto e importadores do modelo de bicicleta francês Olympique, convenceram Joaquim António Pinto e José Coelho a formar na localidade um clube dedicado ao ciclismo, para que Aníbal Firmino da Silva pudesse levar mais longe o seu talento para a modalidade. O grupo escolheria o seu nome inspirando-se no “Sports”, um dos mais populares jornais desportivos da época. O símbolo adotado foi, naturalmente, uma roda, optando-se, ainda, pelas cores verde e branca. A associação começou a funcionar numa oficina defronte da farmácia de Carcavelos, cedo angariando novos associados, que formariam equipa com Firmino da Silva, como José Sequeira Júnior, António Cristiano e António Augusto de Carvalho, que venceu a I Volta a Portugal em Bicicleta em 1927-05-15. Na sequência da sua participação na V Volta a Portugal, os membros desta equipa ficariam conhecidos como os «açambarcadores de troféus», devido aos

muitos prémios que foram conquistando. Aníbal Firmino da Silva manter-se-ia sempre no clube, vencendo o Campeonato de Portugal por três anos consecutivos e afirmando-se como recordista da Volta a Lisboa. A época de ouro do ciclismo carcavelense terminaria, contudo, em 1964. A secção de futebol do grupo foi criada em 1923, cedo rivalizando com as suas congéneres de Oeiras, Cascais e Parede. Em 1928-11-07 filiou-se na Associação de Futebol de Lisboa, somando vitórias ao longo das décadas de 1930 e 1940, quando já treinava nos campos da Quinta Nova de Santo António, onde veio a receber um terreno ao lado do campo relvado, que ainda hoje utiliza. Na década de 1980 formou-se uma equipa de futebol feminino, que ganharia o I Torneio Internacional em 1983, mas que acabou por ser extinta em 1992. Em 1994, os seniores chegaram à 1.ª Divisão Distrital e em 1995 sagraram-se novamente campeões da 1.ª Divisão da Associação de Futebol de Lisboa. O Grupo veio a fomentar a prática do atletismo e do pingue-pongue nas décadas de 1920 e 1930, respetivamente, ainda que outras atividades começassem também a ganhar protagonismo: o grupo de teatro e a secção de música que esteve na base da Orquestra Solmar, presente em muitos serões e espetáculos até à sua extinção em 1960. Raul Manuel Correia Dinis, um dos maiores vultos do halterofilismo português, começou a sua carreira nesta associação no final da década de 1960, onde veio a formar uma secção dedicada à modalidade, que também integrou, sob a orientação de Ernesto Sales, antiga glória deste desporto. De 1970 a 1990, Raul Dinis foi recordista nacional, participando em 10 campeonatos da Europa e nos Jogos Olímpicos de Munique e de Los Angeles. Chegou, mesmo, a ser o n.º 5 do ranking mundial. Na década de 1950 nasceu a secção de ginástica, que se instalou no salão polivalente da associação. O ténis transformar-se-ia, depois, numa das mais dinâmicas secções deste grupo, sendo praticado no Parque da Quinta da Alagoa, em Carcavelos, onde possui dois courts. Atualmente a associação oferece, ainda, a frequência de aulas de taekwondo

e de ginástica. A sua sede foi transferida para a Rua Capitão Plácido de Abreu, em 1935/1936, onde continua a funcionar História Custodial e Arquivística: O fundo foi depositado pelo Grupo de Solidariedade Musical e O fundo foi depositado pelo Grupo Sportivo de Carcavelos, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)

Fonte Imediata de Aquisição ou Transferência: Depósito aprovado em sessão da Câmara Municipal de Cascais, em 2015-11-23

Âmbito e Conteúdo: A documentação reflete a atividade do Grupo Sportivo de Carcavelos no domínio das funções definidas por estatutos

Sistema de Organização: O fundo é constituído por 2 secções: Órgãos e Secretaria e Arquivo e por 9 séries: Atas da Assembleia Geral (1922-2000); Atas da Direção (1944- 2005); Autos de posse (1936-1974); Registo de presenças na Assembleia Geral (1948-1984); Convocatória da Assembleia Geral (1979-1980); Lista de candidatura aos órgãos dirigentes e programa (1979); Relatório de atividades e contas (1978- 1980); Correspondência recebida (1969) e Fotografias (1924- 1990)

Condições de Acesso: Restrições: Cf. Decreto-Lei 16/93 de 23 de janeiro, Art.º 17.º, n.ºs 2 e 3. Diário da República, I Série A. 19 (1993-01-23) 264-270. Regime geral de arquivos e do património arquivístico

Notas: O fundo encontra-se acondicionado em 5 cx.

Regras Ou Convenções:DIREÇÃO GERAL DE ARQUIVOS; PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO; GRUPO DE TRABALHO DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO -

Orientações para a descrição arquivística. 2.º v. Lisboa: DGARQ,

2007. ISBN 978-972-8107-91-8 Data da Descrição: 2016-06-01

Código de Referência: PT/CMCSC-AHMCSC/AASS/GSMDT Título: Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde Datas: 1930-04-06 | 2015-03-10

Nível de Descrição: Fundo

Extensão/Dimensão: 0,77 m.l. – 18 lv. e 51 pt. Suporte: Papel e vegetal

Nome do Produtor: Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde

História Administrativa: Em 1930-04-20 Domingos de Andrade, Luís Andrade, Francisco Freire, Júlio Freire, Joaquim Freire, Veríssimo Duarte e António Feliciano fundaram o Grupo de Solidariedade e Instrução de Talaíde, destinado à criação de um posto médico para dar assistência à população local. Tendo iniciado a sua atividade numa casa de Domingos de Andrade, em 1941-07-01 passou a funcionar num celeiro, propriedade de Fernando José de Figueiredo Sabido, que contratualizou o aluguer do espaço por 70$00 mensais. Na década de 1930 o Grupo criaria o primeiro agrupamento musical: uma Tuna, com 24 instrumentistas de cordas, que nos anos 50 deu lugar às orquestras e grupos de baile e posteriormente aos conjuntos, com especial destaque para “Os Monroes” e “7ª Arte”. Em 1948-04-20 a associação recebeu o seu primeiro estandarte. A Assembleia Geral reunida em 1967-06-09 aprovou a alteração do nome da associação para Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde, tanto mais que, com a integração do Operário Futebol Clube de Talaíde em 1961, a antiga denominação já não correspondia inteiramente às caraterísticas do Grupo. Em 1967 seriam aprovados novos estatutos, passando, então, a ter por missão «promover o desenvolvimento e a prática de

Banda do Grupo de Solidariedade Musical e Desportiva de Talaíde, c. 1950

[AHMCSC/AASS/GSMDT]

Belgede KUR’ÂN’DA TOPLUMSAL FARKLILIK (sayfa 135-141)