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3.2 KARAR TÜRLERİ

3.3. ÇOK KRİTERLİ KARAR VERME

3.3.7. Çok Kriterli Karar Verme Yöntemler

Ao lado da exploração e do conseqüente povoamento de todo o interior paulista, a partir de meados do século XIX, pode-se acompanhar, em meio a produção discursiva de determinados jornais e revistas, tanto da capital quanto do interior, a formação de uma crítica ambiental em São Paulo. A análise desse conjunto de textos permite compreender como uma parte das elites e dos setores médios letrados, que formavam fundamentalmente a base de colaboradores dessas mídias impressas, entenderam as relações ecológicas que se desenvolviam nas regiões mais distantes do Estado.

Tais ecologias se baseavam na idéia preponderante que justificava todo tipo de exploração da natureza em nome do desenvolvimento econômico. Da mesma forma, o mundo natural era compreendido como um bem manipulável e totalmente vinculado aos interesses humanos, o que acabou por fortalecer ainda mais as forças produtivas que impulsionaram milhares de pessoas às novas zonas pioneiras. Imersos nesta concepção, brasileiros e imigrantes se dirigiram, em número crescente, às terras férteis e virgens do território paulista, em busca da riqueza e do trabalho que emergiam das plantações de café, de algodão, da pecuária, ou de tantos outros setores da economia que se desenvolviam no interior.

Nesse momento em que novas terras eram desbravadas, a natureza exerceu um papel essencial. Foram as matas e sua diversidade ambiental que ajudaram, em um primeiro momento, no estabelecimento desses enormes contingentes populacionais, em regiões praticamente isoladas e distantes dos grandes centros urbanos. Logo, das matas saiu a madeira para a construção de casas e para o fornecimento de lenha. Do mesmo modo, a caça, a pesca e a coleta ajudaram na manutenção alimentar básica das famílias pioneiras, ao mesmo tempo em que as cinzas da vegetação queimada ofereciam o adubo necessário para o início das plantações que, aos poucos, conquistaram o espaço antes ocupado pela floresta.

A dependência em relação aos recursos naturais gerou uma enorme pressão sobre o meio ambiente, impulsionando a rápida transformação de toda a paisagem do Estado de São Paulo. Assim, o que até meados do século XIX era floresta quase intocada pelo homem, se viu então substituído por cidades, pela pecuária, ou principalmente, por grandes plantações extensivas, dos mais variados gêneros. Todas essas mudanças, de maneira geral, foram motivo de orgulho para

grande parte dos observadores contemporâneos desse processo. A floresta derrubada significava a chegada do progresso e do desenvolvimento, que era almejado não somente no Brasil, mas também em boa parte do mundo ocidental. Não se pode esquecer de que, durante o século XIX, o neocolonialismo europeu - também fundamentado nesse sentimento de conquista - ocorria ainda de forma ostensiva. Como afirma Eric Hobsbawm (1996), a respeito das forças que impulsionavam o imperialismo do século XIX, “Explorar significava não apenas conhecer, mas desenvolver, trazer o desconhecido e, por definição, os bárbaros e atrasados para a luz da civilização e do progresso” (p.83). Nos Estados Unidos, o mesmo pensamento, de crença nos valores do progresso agrícola e industrial, mostrou-se na conquista do Oeste, que tanto contribuiu para o fortalecimento da economia norte-americana e a conseqüente entrada do país no mundo das grandes potências internacionais.

Esse modelo de desenvolvimento, que enaltecia a expansão econômica e o progresso material, por meio da conquista do meio ambiente pelo homem, também é evidente em São Paulo. Não é de se estranhar que a chegada das ferrovias e dos grandes contingentes populacionais, assim como o crescimento urbano nas zonas pioneiras, era comumente chamado de faroeste paulista, em uma referência direta ao far west americano, do século XIX. Portanto, não se pode perder de vista a inter-relação entre esses processos de desenvolvimento capitalista, que estavam ocorrendo em escala internacional, e que, segundo Hobsbawm (1988, p. 95), atingiu “progressivamente as mais remotas paragens do mundo, numa rede cada vez mais densa de transações econômicas, comunicações e movimentos de bens, dinheiro e pessoas ligando os países desenvolvidos entre si e ao mundo não desenvolvido”.

Contudo, apesar da crença generalizada nos valores positivos do progresso econômico, na virada do século XIX, pode se observar, no Estado de São Paulo, a formação de um contra- discurso, que se opunha a esse pensamento, apontando a interferência do homem no meio ambiente como negativa e prejudicial. Tais discursos entendiam a destruição da floresta e da vida animal, a poluição das águas, ou então, o desperdício das riquezas naturais, não como símbolos do progresso, mas sim tragédias anunciadas, que, em breve, trariam conseqüências ao próprio homem.

Esses contra-discursos lutavam por novas formas de interação entre o homem e a natureza. Os argumentos utilizados eram principalmente de ordem econômica - como a possibilidade de aumentar os lucros por meio da exploração racional -, científica, vinculados ao

desenvolvimento da biologia e da ecologia, e até emocional, como aqueles que invocavam os sentimentos humanitários como justificativa para a proteção da natureza. Esse conjunto de novas propostas de interação com o mundo natural, entre os grupos letrados paulistas, mostra a emergência de uma crítica ambiental, na medida em que estes procuraram refletir sobre os processos de degradação do meio ambiente, em curso na primeira metade do século XX.

O panorama dos debates sobre as relações entre o homem e o meio, que se desenvolvia nas esferas intelectuais paulistas, encontra-se, portanto, dividido em dois principais pólos antagônicos: de um lado, aqueles que apontavam para as vantagens da exploração do mundo natural, entendendo a destruição das florestas e da vida animal como uma conseqüência normal do progresso. De outro, alguns que criticavam esta idéia de progresso, buscando novas formas de convivência com a natureza e utilizando argumentos científicos, racionais, estéticos e até emocionais para ações protecionistas.

A compreensão dessa dicotomia permite entender um pouco mais sobre as formas como a natureza era representada, entre esses grupos letrados, durante o processo de expansão agrícola rumo aos chamados sertões, entre o final do século XIX e meados do século XX. Tais representações da natureza transitavam entre uma visão utilitarista, de um lado, que acreditava no progresso a todo custo; e de outro, por meio de uma visão que pode ser definida como ambientalista, pois apontava para a necessidade de novas formas de compreensão do papel da natureza no mundo. Cada qual, dentro de sua especificidade, acabou fortalecendo diferentes práticas em relação ao meio ambiente.

A visão ambientalista, ao exigir o respeito ao mundo natural, acabou despertando, mesmo que de forma tímida, ações de preservação e conservação, que se mostram por meio tanto de ações individuais, como no caso da denúncia de ações contra o meio ambiente, quanto coletivas, que acabaram pressionando pela aprovação de leis, que tentavam regulamentar e controlar a utilização dos recursos naturais. Entretanto, foi o pensamento utilitarista que preponderou, impulsionando as práticas que pouco espaço deixavam para a proteção da natureza. O resultado foi evidente: o desaparecimento de grande parte da diversidade ambiental do Estado, entre o final do século XIX e meados do século XX.

Mesmo que a compreensão das forças que contribuíram para a vitória da visão utilitarista, naquele momento da história paulista, não contribua para a formação de novas ações ambientais, ou mesmo de políticas protecionistas, pelo menos pôde esclarecer sobre as origens de alguns dos

problemas ecológicos enfrentados na atualidade e que são motivo de preocupação e debates no Brasil e no mundo.

FONTES

Capítulo I

Jornais:

Ainda existem grilos por estes sertões. In: A Notícia, São José do Rio Preto, 17 de dezembro,

1931, s.n.

Anúncio. Absolutamente incontestáveis...In: O Município, São José do Rio Preto, 22 de fevereiro, 1931, s.n.

Anúncio. Com todas as garantias... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 3 de abril, 1931, s.n. Anúncio. 50 alqueires de terras... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 20 de janeiro, 1925, s.n. Anúncio. Escriptório de engenharia... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 3 de abril, 1925, s.n. Anúncio. O carro que tem... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 29 de março, 1928, s.n. Anúncio. Um Ford tornará... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 12 de novembro, 1924, s.n. Anúncio. Um Ford conduzir-vos... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 21 de abril, 1925, s.n. Anúncio. Vende-se 500 alqueires... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 29 de janeiro, 1925, s.n. Anúncio. Venda de lotes... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 13 de janeiro, 1925, s.n.

Anúncio. Venda de terras... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 22 de setembro, 1925, s.n.

Carne de vaca, lombo de... In: O Município, São José do Rio Preto, 15 de maio, 1925, s.n. Chegou a hora de Rio Preto... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 8 de março, 1942, s.n. Como o sertão se transformou em 10 anos. In: A Notícia, São José do Rio Preto, 7 de julho,

1946, s.n.

Esteve em festas Ontem... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 20 de julho, 1925, s.n. Não existe em todo o Estado... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 7 de julho, 1946, s.n. O famoso explorador... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 18 de outubro, 1927, s.n.

Ponte sobre o rio Paraná: Feitas as Estradas... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 3 março,

Revistas:

CAMPÓO, Eduardo. Relactório Geográfico da Comarca de Rio Preto. In: Álbum da Commarca de Rio Preto. São Paulo: Casa Editora Duprat-Maybuça, 1927/1929.

CARVALHO, José Ribeiro Sá. O desbravamento dos sertões de Araçatuba. In: Revista do IHGSP. v. XLIV, 1945.

CAVALHEIRO, A. Rio Preto atravéz da lenda In: Álbum da Commarca de Rio Preto. São Paulo: Casa Editora Duprat-Maybuça, 1927/1929.

Em rio preto só... In: Álbum de Rio Preto – secção do Estado de São Paulo, 1918-1919, s.n.

FERNANDES, José. Cinqüentenário de Bauru. In: Revista do IHGSP. v. XLVI, 1946. FERREIRA, Tito Lívio. Fundadores e povoadores de Jaú. In: Revista do IHGSP. v. L, 1950.

Fertilíssimo, é formado... In: Revista Agrícola de Catanduva, 1925, s.n.

FREIRE, Hilário. O primeiro século de Jaú. In: Revista do IHGSP. v. L, 1950. FREITAS Jr, Affonso de. Excursionando... In: Revista do IHGSP. v. XXV, 1927.

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KRUG, Edmundo. As margens do Paranapanema. In: Revista do IHGSP. v. XXIII, 1925. LEMOS, Carlos de. A nossa evolução. In: Revista do Brasil. v. XVII, 1921.

MACEDO, Henrique Affonso de Araújo. Parecer sobre um projecto de estrada de ferro de

tracção elétrica para Matto Grosso, do Sr. Augusto Cambraia. In: Revista do IHGSP. v. X,

1905.

OLIVEIRA, J. J Machado de. Informação sobre o estudo da navegação fluvial na província de

São Paulo, o número de canais e rios navegáveis. In: Revista do IHGSP. v. XVIII, 1913. QUEIROZ, Amadeu de. São Paulo e o Sul de Minas. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo. v. XL, 1937.

SALGADO, César. São Paulo e seu glorioso destino de civilização. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo. v. XVI, 1950.

SAMPAIO, Theodoro. São Paulo no século XIX. In: Revista do IHGSP, v. VI, 1900. SERVA, Mário Pinto. O algodão e o futuro do Brasil. In: Revista do Brasil. v. IX, 1918. TOLEDO, Alfredo de. A zona do Ribeira. In: Revista do IHGSP. v. XV, 1910.

Capítulo II

Jornais:

Acharam um corpo... In: A Cidade, Catanduva, s.d,1935, s.n.

A nossa região precisava... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 5 de julho, 1932, s.n.

Anúncio. Engenho para serrar... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 1 de fevereiro, 1925, s.n. Anúncio. Lenha de superior qualidade... In: O Município, São José do Rio Preto, 12 de fevereiro, 1931, s.n.

Caçada num rio próximo a Uchoa, uma sucuri... In: A Notícia, 6 de novembro, 1936, s.n. Cães e Hidrofobia: utilíssimo na... In: A Cidade, Catanduva, 20 de janeiro, 1948, s.n. Esta villa está se tornando... In: A Cidade, Catanduva, s.d., 1937, s.n.

Na última quarta feira... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 6 de novembro, 1936, s.n. Pobre Creança devorada por... In: A cidade, Catanduva, s.d.,1934, s.n.

Por onde andará a famosa... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 1 de julho, 1933, s.n. Por que os donos... In: Correio de Mirassol, Mirassol, 12 de agosto, 1931, s.n.

Proclama. Na fazenda do Sr... In: O Município, São José do Rio Preto, 21 de julho, 1922, s.n.

Roubaram, esquartejaram e partilharam... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 24 de maio,

1935, s.n.

Utilíssimo na roça... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 15 de julho, 1948, s.n.

Várias firmas inglesas... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 14 de novembro, 1934, s.n.

Revistas:

ALMEIDA, A. Paulino de. Memória Histórica da Ilha de Cardoso. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, v. CXI, 1946.

__________. Bom Abrigo. In: Revista do IHGSP, v. XXXIV, 1938.

CAMPOS, Pedro Dias. As Minas de ouro do Jaraguá. In: Revista do IHGSP, v. XXVII, 1929. CALÓGERAS, Pandiá. O Ferro – ensaio de história natural. In: Revista do IHGSP, v. IX, 1904. CARVALHO, Maria Conceição Vicente de. O pescador do Litoral Leste do Estado de São

Paulo. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, v. XCII, 1943.

CAVALHEIRO, A. Rio Preto atravez da lenda. In: Álbum da Commarca de Rio Preto. São Paulo: Casa Editora Duprat-Maybuça, 1927/29.

CAVALHEIRO, A. A lavoura cafeeira de Rio Preto, comparada com a de todos os Estados da

União. In: Álbum da Commarca de Rio Preto. São Paulo: Casa Editora Duprat-Maybuça,

1927/1929.

CORRÊA, M. Pio. Município de Iguape. In: Revista do IHGSP, v. XI, 1906.

FERREIRA, Tito Lívio. Fundadores e Povoadores de Jaú. In: Revista do IHGSP, v. XL, 1950. GUARACIABA, Lorena. Fernando de Noronha – Histórias, Lendas e Possibilidades

econômicas e estratégicas. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, v. LXXII, 1940.

JAGUARIBE, Domingos. Origens Republicanas do Brasil antes do século XIX. In: Revista do IHGSP, v. I, 1895.

KRUG, Edmundo. As margens do Paranapanema. In: Revista do IHGSP, v. XXIII, 1925. LISBOA, Miguel Arrojado. A Importância Mineral para a riqueza das nações. In: Revista do Brasil, v. XVIII, 1921.

LUEDERWALDT, Hermann. Observações biológicas sobre as formigas brasileiras

especialmente no Estado de São Paulo. In: Revista do Museu Paulista, v. XIV, 1923.

METELLO, Adriano. O sul do Mato Grosso. In: Revista do Brasil, n. 77, 1922.

Não é somente em caçadas... In: Revista O século, Catanduva, 1948.

OLIVEIRA, Sebastião Almeida. Subsídios para a História de Ibirá. In: Revista do IHGSP, v. XLVIII, 1948.

ORLANDO, Arthur. Zonas Geográficas brasileiras. In: Revista do IHGSP, v. XIII, 1908. PEIXOTO, Afrânio. Outros Males. In: Revista do Brasil, v. IX, 1918.

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SAMPAIO, Theodoro. São Paulo no século XIX. In: Revista do IHGSP, v. VI, 1900. _________. IV Centenário do descobrimento do Brasil. In: Revista do IHGSP, v. VI, 1900.

Capítulo III

Jornais:

Anúncio. Quando examinamos as condições...In: A Notícia, São José do Rio Preto, 22 de maio, 1935, s.n.

Não aprenderão apenas... In: O Município, São José do Rio Preto, 29 de maio, 1942, s.n.

Uma cidade dentro de um fazenda. In: O Município, São José do Rio Preto, 16 de julho, 1936,

s.n. Revistas:

FONSECA, José Pinto da. Excursão do snr. José Pinto da Fonseca. In: Revista do Museu Paulista, v. XII, 1920.

GARBE, Ernesto. Relatório de viagem ao sul do Estado da Bahia. In: Revista do Museu Paulista, v. XII, 1920.

IHERING, Hermann Von. Observações sobre a fauna Paulista – recentes explorações do

naturalista Ernesto Garbe. In: Revista do IHGSP, v. VIII, 1903.

________. As abelhas sociaes do Brasil e suas denominações Tupis. In: Revista do IHGSP, v. VIII, 1903.

IHERING, Rodolph. Von. Biologia das abelhas solitárias do Brazil. In: Revista do Museu Paulista, v. VI, 1901.

KRUG, Edmundo. Curiosidades da superstição brasileira (moléstias, remédios, benzimentos). In: Revista do IHGSP, v. XXXV, 1938.

_____, Edmund. As margens do Paranapanema – excursão realizada em 1905. In: Revista do IHGSP, v. XXIII, 1925.

LOBATO, Monteiro. A Nossa doença. In: Revista do Museu Paulista, v. VII, 1918.

MOREIRA, Albertino G. Iguape e outras cidades mortas. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, v. XCIII, 1943.

NAVARRO, Edmundo. Terminologia Florestal. In: Revista do Brasil, n. 80, 1922.

O azoto e a agricultura. In: Revista do Brasil – Debates e pesquisas. Coluna reproduzida do

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ORLANDO, Arthur. Zonas Geográficas brasileiras. In: Revista do IHGSP, v. XIII, 1908.

PAIXA, Rui Miller; MELLO, Maria D. Homem de. Estudo para a agricultura dos sitiantes. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, v. LXXXVI, 1942.

Para manter ou elevar a fertilidade do solo. In: Revista O Século, Catanduva, s.d., 1948, s.n.

SOUSA, Everardo Vallim Pereira de. Futuro econômico da vasta região Paulista. In: Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, v. C, 1945.

Capítulo IV

Jornais:

A Arborização da cidade é outra medida...In: A Notícia, São José do Rio Preto, 13 de janeiro,

1925, s.n.

Aniquilando o sertão. In: A Notícia, São José do Rio Preto, 1 de dezembro, 1943, s.n.

Anúncio. Desapareceu, na madrugada... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 14 de abril, 1925, s.n.

Anúncio. Desapareceu um de raça Lulu... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 27 de outubro, 1925, s.n.

Boa Idéia, por certo... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 23 de julho de 1940, s.n.

Continuam a causar prejuízos inestimáveis... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 12 de

setembro, 1944, s.n.

É incrível, mas é verdadeiro... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 14 de agosto, 1943, s.n. Em nosso Estado, a providência tomada... In: O Município, São José do Rio Preto, 14 de abril,

1927, s.n.

É preciso dizer que também a fiscalização... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 14 de outubro

de 1948, s.n.

Há em todas as cidades... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 18 de outubro, 1928, s.n.

Inadvertência ou embriaguez, mas sempre... In: A Notícia, São José do Rio Preto, 6 de agosto,