3.3. Türkiye’de 1980’li Yıllar Sonrasındaki Sosyal Politikaların Temel Uğraşı
3.3.6. Konut Kapsamındaki Uygulamalar
A abertura comercial brasileira propiciou ganhos de inserção internacional do País, ainda que modestos, mas que permitiram elevação da participação das exportações no PIB, como pôde ser visto na tabela 1 e gráfico 2 deste trabalho. Entretanto, o crescimento apresentado nas exportações do País não aconteceu de maneira uniforme entre as unidades federativas, como é o caso do Ceará. De fato, o Estado era responsável por 0,86% das exportações brasileiras em 1991, elevando sua participação para 1,04%, em 2003, e, a partir deste período, apresentou comportamento declinante até atingir aproximadamente 0,5% de participações nos anos de 2011 e 2012.
Apesar disto, a indústria cearense apresentou crescimento de suas exportações em ritmo superior ao nacional, como pode ser visto no gráfico abaixo, com expansão de 670% no período analisado, contra 369% das exportações do País. A diferença nestes números cria tendências divergentes na participação das exportações de produtos industrializados no total exportado pelas duas economias, com o Ceará elevando a participação da indústria no comércio exterior, iniciando a série histórica com apenas 43% e finalizando com 71%, enquanto a indústria brasileira, antes responsável por 72% do total exportado, vê sua participação reduzir-se a 51%.
Gráfico 18: Brasil e Ceará – Variação das exportações de produtos industrializados (1991=100) e sua participação no total exportado – 1991 a 2012
59
Fonte: Elaboração própria a partir de dados do MDIC
Deste modo, a indústria cearense apresentou elevação em sua participação nas exportações industriais do País, avançando de 0,51%, em 1991, para 0,72% em 2012. Entretanto, o número ainda representa menos da metade da participação do setor no VTI nacional, o que denota a menor inserção internacional do Ceará.
Gráfico 19: Ceará - Variação das Exportações de Produtos Industriais e Básicos (1991=100) e sua participação no País – 1991 a 2012
Fonte: Elaboração própria a partir de dados do MDIC
Um ponto interessante a destacar é a alta concentração das exportações industriais do Ceará, como pode ser visto no gráfico abaixo, o índice de Herfindahl- Hirschman(HHI) das exportações industriais do Estado é extremamente elevado quando comparado ao País, além de apresentar tendência de concentração no período 2007-2011, saltando de 2.878 pontos para 3.589 pontos no período, mais de três vezes o HHI nacional deste mesmo período.
Gráfico 20: Brasil e Ceará - Índice de Herfindahl-Hirschman(HHI) das Exportações Industriais
2007 e 2011
Fonte: Elaboração própria a partir de dados do MDIC
Setorialmente, mais de 80% das exportações industriais cearenses são comercializadas por apenas duas divisões: Calçados e couros (48,6%) e alimentos (33,2%). Apesar de apenas duas divisões não exportarem, apenas outras três divisões tem participação acima de 1% do total exportado pelo Ceará.
Tabela 14: Ceará - Produtividade e Exportações por Divisão Industrial - 2011
Setor de Atividade Produtividade do trabalho (2007=100) Exportações 2011 (US$) Índice de Variação das Exportações (2007=100) Participação nas exportações do Estado Participação nas exportações setoriais do País Couros e Calçados 115,4 551.705.627 123,9 39,3% 15,3% Alimentos 105,9 376.811.884 124,3 26,9% 0,8% Têxteis 117,7 89.445.848 64,5 6,4% 3,3% Máq., ap. elétricos 107,4 26.306.331 85,6 1,9% 0,8% Metalurgia 106,8 23.292.879 94,1 1,7% 0,1% Minerais não-metálicos 74,9 13.108.471 80,7 0,9% 0,7% Máquinas e equipamentos 114,8 12.366.395 44,3 0,9% 0,1% Prod. de metal 100,7 11.099.293 53,9 0,8% 0,5% Confecções 126,7 8.869.247 134,7 0,6% 4,0%
Outros equip. de transporte 223,0 6.617.187 176,4 0,5% 0,1%
Petróleo e biocombustíveis 171,7 6.079.588 334,3 0,4% 0,1%
Químicos 90,1 3.585.760 218,5 0,3% 0,0%
Bebidas 101,9 1.753.667 129,8 0,1% 0,6%
61 Prod. Madeira 97,6 315.256 272,7 0,0% 0,0% Prod. diversos 144,2 68.144 35,3 0,0% 0,0% Celulose e Papel 136,7 50.033 4,9 0,0% 0,0% Impressão e Gravações 112,0 22.565 19,9 0,0% 0,1% Farmacêuticos 91,5 9.259 37,6 0,0% 0,0% Fumo 45,5 0 0,0 0,0% 0,0% Manutenção e instalação 142,2 0 0,0 0,0% 0,0% Ind. de transformação 107,2 1.135.679.606 109,0 80,9% 0,7% Fonte: Elaboração própria através de dados do MDIC
Para melhor visualização, o gráfico abaixo cruza as informações do índice de crescimento da produtividade e das exportações setoriais, com base no ano de 2007. São mostradas no gráfico apenas divisões industriais que respondem por mais de 3% do VTI ou 0,5% das exportações industriais do Ceará.
Como pode ser visto, seis divisões industriais apresentaram avanços na produtividade e nas exportações do Estado entre 2011 e 2007, entre eles os dois setores citados como principais exportadores, fazendo com que a média da indústria de transformação também se localizasse neste quadrante. Destacam-se as divisões de petróleo e biocombustíveis com o maior avanço nas exportações e a de outros equipamentos de transporte, com melhor resultado em relação à produtividade do trabalho.
No quadrante oposto, ou seja, onde se apresenta queda na produtividade e nas vendas externas, apenas a divisão de minerais não metálicos se encontra.
Do mesmo modo, se apresenta uma única divisão no quadrante com diminuição da produtividade e elevação das exportações, no caso, o setor químico.
Por último, cinco divisões apresentam elevação na produtividade, mas queda no valor exportado pelo Ceará: metalurgia; máquinas e equipamentos elétricos; produtos de metal; têxteis; e máquinas e equipamentos. Quatro destas divisões fazem parte do setor eletrometalmecânico, divisões consideradas de média ou alta intensidade tecnológica, em que as empresas cearenses sofrem competição de empresas localizadas em países desenvolvidos e que possuem maior competitividade por disporem de mão-de-obra qualificada, educação de qualidade, infraestrutura eficiente, etc.
Gráfico 21: Ceará – Produtividade e exportações das divisões industriais – 2011 (2007=100)
63 8 CONCLUSÃO
Com a abertura econômica brasileira, surgiu um novo ambiente competitivo para a indústria nacional, com extinção das principais barreiras não tarifárias e diminuição de tarifas de importação, elevando a participação da corrente de comércio do PIB nacional e a consequente inserção internacional de nossa economia, apesar da mesma ainda ser considerada fechada para os padrões mundiais. O grau de competição de produtos industriais no País se acentuou no período 2007-2011 com a valorização da taxa de câmbio e a queda do preço de produtos industrializados no período pós-crise econômica mundial, gerando no País a elevação acelerada das importações de produtos industrializados após o ano de 2007.
Por outro lado, a revisão de literatura indica que após a abertura econômica, as prometidas políticas industriais com objetivo de elevar a competitividade da indústria nacional não apresentaram resultados expressivos, com a continuidade de uma série de fatores que elevam os custos dos produtos nacionais e dificultam o acesso a novos mercados, como, por exemplo, a carga tributária, excesso de burocracia, má qualidade da infraestrutura, custo elevado de energia, telefonia e gás.
Os principais trabalhos de comparação entre a competitividade dos países põem o Brasil em péssimas colocações e, como visto, os principais determinantes competitivos que o Ceará poderia desenvolver para se diferenciar indicaram um cenário menos favorável ao Estado, frente às demais unidades federativas.
O parque fabril cearense, apesar de diversificar-se setorialmente no período entre 1996 e 2011, ainda apresenta forte concentração em setores vulneráveis à forte concorrência imposta pelos países asiáticos, notado, principalmente, em setores intensivos em mão-de-obra e com diferencial competitivo de baixos salários, realidade não mais existente no Estado em termos internacionais, devido à política de valorização do salário mínimo e à taxa de câmbio valorizada.
Como visto, entre os gargalos apresentados pelo Estado, a população de baixa escolaridade e a má qualidade da infraestrutura são desafios que devem ser superados para garantir o fortalecimento de setores que dependem de uma quantidade expressiva de engenheiros e outros profissionais de alta escolaridade, considerados de maior intensidade tecnológica, com produtos de maior valor agregado e que dependem de maior integração com as cadeias globais de produção.
A produtividade média da indústria de transformação do Estado representa apenas 58,8% da média do País, e mesmo sendo explicada, em especial, pela composição setorial da indústria, a famosa frase de Paul Krugman evidencia as dificuldades decorrentes desse fato na elevação da qualidade de vida dos cearenses, questão essencial para diminuir o gap entre o PIB per capita do Estado e do País.
A atual estrutura setorial com forte participação de setores considerados pela OCDE como de baixa intensidade tecnológica, como alimentos e vestuário, denota o baixo desempenho estadual não só em questões consideradas ligadas à inovação tecnológica ou intensificadores de eficiência, mas em determinantes primários, como é o caso da educação básica e da qualidade de infraestrutura.
Nesse ínterim, enquanto o Estado apresenta produtividade maior que o País e ganhos de participação nos setores de alimentos, confecções e calçados, intensivos em mão-de-obra, o tradicional parque fabril têxtil, setor intensivo em capital, tem sua participação no mercado nacional reduzida em sua mais relevante classe, a fiação de algodão, com menor produtividade que o Brasil na maioria de suas classes, ou seja, enquanto o setor calçadista se destaca por apresentar alta produtividade e ganhos de participação, em suas principais classes, a indústria têxtil do Estado apresenta resultado oposto.
Além disto, a baixa inserção internacional do Estado dificulta ganhos de qualidade e competitividade descritos na literatura econômica como consequência natural da busca por elevações das exportações para mercados altamente concorridos, como é o caso da Europa e América do Norte. Como visto, apesar da elevação das exportações de calçados, confecções e alimentos, o Ceará contou com reduções das vendas externas em setores intensivos em capital, como é o caso das divisões industriais de têxteis, metalurgia, máquinas e equipamentos, dentre outros.
Nesse contexto, reforça-se a importância da inovação tecnológica para o fortalecimento industrial do Ceará, de modo a diminuir os riscos inerentes à dificuldade de competir em produtos de baixa qualidade e baixo preço com países asiáticos, e, para que esta estratégia tenha sucesso, investimentos na qualidade dos serviços públicos, sobretudo em educação, garantiriam uma população apta para absorver o conhecimento necessário para a implementação de métodos produtivos mais eficientes
65 BIBLIOGRAFIA
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WORLD ECONOMIC FORUM. The Global Competitiveness Report 2013– 2014. – Genebra, Suíça - 2013
67 Apêndice
Classes industriais do Ceará, Produtividade comparada à nacional e participação no VTI nacional e no total da indústria de transformação cearense - 2011
Atividade Econômica Variação de Participação do VTI da Classe Industrial do País no total do VTI do País (2011/2007) Participação do Ceará no VTI Nacional Participação da Classe no VTI Estadual Produtividade (produtividade da classe nacional =100)
Extração de pedra, areia e argila 58,3% 2,6% 0,9% 93,7
Extração de minerais não-metálicos não
especificados anteriormente -7,4% 2,4% 0,2% 114,9
Fabricação de produtos de carne -6,0% 2,6% 0,3% 98,5
Preservação do pescado e fabricação de produtos
do pescado -28,4% 1,8% 0,2% 39,7
Fabricação de conservas de frutas -40,3% 8,4% 1,3% 71,1
Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes -52,1% 2,2% 0,6% 136,6 Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo
de milho 10,9% 0,1% 0,1% 45,0
Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo
de milho -93,1% 1,9% 0,2% 128,0
Preparação do leite -49,3% 2,5% 0,7% 117,6
Fabricação de laticínios -37,0% 1,2% 0,9% 413,3
Fabricação de sorvetes e outros gelados
comestíveis -53,4% 0,4% 0,1% 27,3
Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos
do arroz -6,0% 0,2% 0,0% 21,1
Moagem de trigo e fabricação de derivados -23,5% 9,0% 2,9% 400,1
Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto
óleos de milho 16,5% 0,7% 0,1% 43,7
Fabricação de alimentos para animais -46,5% 3,1% 1,8% 198,5
Torrefação e moagem de café -10,6% 6,6% 0,9% 131,7
Fabricação de produtos de panificação 34,3% 1,5% 0,4% 47,4
Fabricação de biscoitos e bolachas -58,4% 15,3% 4,7% 236,6
Fabricação de massas alimentícias -51,9% 1,2% 0,2% 150,0
Fabricação de produtos alimentícios não
especificados anteriormente 38,7% 0,9% 0,3% 61,7
Fabricação de aguardentes e outras bebidas
destiladas -24,9% 7,2% 0,9% 83,0
Fabricação de malte, cervejas e chopes 8,1% 5,1% 5,2% 178,6
Fabricação de águas envasadas 40,4% 9,5% 0,6% 174,3
Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas
não-alcoólicas -9,4% 2,0% 2,5% 81,9
Preparação e fiação de fibras de algodão -12,2% 15,8% 1,6% 91,2
Tecelagem de fios de algodão -15,0% 14,5% 4,2% 200,2
Fabricação de tecidos de malha 20,7% 7,6% 0,9% 108,3
Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis 5,1% 0,6% 0,1% 53,4
Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico 19,2% 1,9% 0,1% 52,9
Fabricação de artefatos de cordoaria 48,9% 1,4% 0,0% 71,7
Fabricação de outros produtos têxteis não
especificados anteriormente 21,6% 4,9% 0,4% 83,9
Confecção de roupas íntimas 0,2% 14,2% 2,4% 126,8
íntimas
Confecção de roupas profissionais 87,4% 5,4% 0,2% 191,5
Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para
segurança e proteção 89,2% 0,9% 0,0% 41,7
Curtimento e outras preparações de couro -38,6% 13,5% 2,1% 283,7
Fabricação de artigos para viagem, bolsas e
semelhantes de qualquer material 30,9% 3,7% 0,1% 267,8
Fabricação de calçados de couro 9,9% 11,6% 4,0% 137,5
Fabricação de tênis de qualquer material -24,1% 34,1% 5,4% 146,6
Fabricação de calçados de material sintético -7,3% 45,0% 11,4% 197,9
Fabricação de calçados de materiais não
especificados anteriormente 60,3% 4,7% 0,6% 72,0
Fabricação de partes para calçados, de qualquer
material 9,0% 3,7% 0,2% 72,2
Fabricação de estruturas de madeira e de artigos de
carpintaria para construção 7,2% 1,4% 0,1% 65,4
Fabricação de papel -35,9% 0,0% 0,0% 8,8
Fabricação de embalagens de papel -27,6% 2,3% 0,2% 66,3
Fabricação de chapas e de embalagens de papelão
ondulado 9,7% 1,9% 0,7% 136,1
Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel- cartão e papelão ondulado para uso comercial e de
escritório -27,7% 0,3% 0,1% 43,6
Fabricação de produtos de papel para usos
doméstico e higiênico-sanitário -29,9% 1,6% 0,5% 245,2
Impressão de material de segurança 63,7% 1,0% 0,1% 61,8
Impressão de materiais para outros usos 11,0% 1,4% 0,2% 73,6
Serviços de pré-impressão -36,8% 0,2% 0,0% 18,2
Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool 602,8% 2,9% 0,1% 299,6
Fabricação de gases industriais 3,9% 1,7% 0,5% 288,9
Fabricação de produtos químicos inorgânicos não
especificados anteriormente -1,7% 0,4% 0,1% 113,8
Fabricação de sabões e detergentes sintéticos 12,8% 0,1% 0,0% 19,1
Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria
e de higiene pessoal 8,9% 0,2% 0,1% 29,7
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 12,6% 2,3% 1,1% 73,9
Fabricação de medicamentos para uso humano -18,2% 0,6% 0,8% 23,4
Reforma de pneumáticos usados 2,6% 3,9% 0,2% 167,6
Fabricação de artefatos de borracha não
especificados anteriormente 4,4% 0,4% 0,1% 56,4
Fabricação de embalagens de material plástico 14,0% 0,7% 0,4% 78,4
Fabricação de artefatos de material plástico não
especificados anteriormente 27,3% 0,8% 0,6% 83,6
Fabricação de vidro plano e de segurança -9,1% 0,8% 0,1% 85,5
Fabricação de artigos de vidro -26,8% 0,2% 0,0% 9,5
Fabricação de cimento 42,9% 3,6% 2,2% 113,5
Fabricação de artefatos de concreto, cimento,
fibrocimento, gesso e materiais semelhantes 79,0% 1,1% 0,7% 72,2
Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários
para uso estrutural na construção 31,0% 2,2% 0,9% 70,4
Aparelhamento e outros trabalhos em pedras -22,2% 3,2% 0,2% 115,2
Fabricação de cal e gesso 40,5% 1,4% 0,1% 16,0
Fabricação de produtos de minerais não-metálicos
não especificados anteriormente 0,2% 0,8% 0,2% 83,0
69
Produção de artefatos estampados de metal;
metalurgia do pó 21,5% 0,8% 0,1% 32,1
Fabricação de artigos de serralheria, exceto
esquadrias 1,0% 0,3% 0,0% 52,8
Fabricação de produtos de trefilados de metal 20,5% 0,3% 0,1% 45,0
Fabricação de artigos de metal para uso doméstico
e pessoal -16,5% 1,4% 0,1% 42,1
Fabricação de produtos de metal não especificados
anteriormente 15,9% 0,1% 0,0% 29,7
Fabricação de equipamentos de informática -10,9% 1,1% 0,2% 233,7
Fabricação de geradores, transformadores e
motores elétricos 47,3% 0,6% 0,4% 68,0
Fabricação de aparelhos e equipamentos para
distribuição e controle de energia elétrica -14,5% 3,1% 0,5% 70,3
Fabricação de equipamentos hidráulicos e
pneumáticos, exceto válvulas 18,8% 0,4% 0,1% 30,6
Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e
comercial -10,2% 0,8% 0,1% 52,2
Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para
veículos automotores 39,1% 0,3% 0,2% 47,0
Fabricação de peças e acessórios para veículos
automotores não especificados anteriormente 17,8% 0,0% 0,0% 23,2
Fabricação de móveis com predominância de
madeira 14,1% 0,4% 0,2% 42,6
Fabricação de móveis com predominância de metal 31,2% 2,0% 0,3% 59,3
Fabricação de móveis de outros materiais, exceto
madeira e metal 13,0% 1,1% 0,0% 68,3
Fabricação de colchões 1,5% 5,4% 0,6% 168,6
Lapidação de gemas e fabricação de artefatos de
ourivesaria e joalheria 89,1% 0,1% 0,0% 4,7
Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes 29,8% 2,9% 0,0% 127,4
Fabricação de instrumentos e materiais para uso
médico e odontológico e de artigos ópticos 26,9% 0,2% 0,1% 31,1
Fabricação de produtos diversos não especificados
anteriormente 16,3% 1,1% 0,2% 103,0
Manutenção e reparação de máquinas e
equipamentos elétricos 4,9% 3,8% 0,2% 108,0
Manutenção e reparação de máquinas e
equipamentos da indústria mecânica 48,1% 0,4% 0,2% 387,2
Manutenção e reparação de veículos ferroviários 3,1% 6,2% 0,1% 62,6
Instalação de equipamentos não especificados
anteriormente 338,9% 0,7% 0,0% 37,2
Indústria de Transformação - 1,75% 100% 58,8