3.2. Gaz Nitrürleme Yöntemleri ve Proses Kontrol Teknolojileri…
3.2.1. Kontrol parametresine göre yöntemler…
6.1 C
ONSIDERAÇÕESF
INAISO foco deste trabalho foi a produção de uma forma de aço para pisos mistos de pequena altura e o estudo do seu comportamento estrutural frente aos esforços cisalhantes.
A metodologia utilizada envolveu análise experimental e teórica para a avaliação do comportamento de uma tipologia de piso misto constituído com a forma de aço desenvolvida no presente estudo.
Foram realizados seis ensaios, com modelos de laje com 300 e 150 cm de comprimento. Os ensaios foram realizados de acordo com especificações do Eurocode 4 1- 1 (2004) e permitiram obter resultados satisfatórios.
6.2 C
ONCLUSÕES6.2.1 A
NÁLISEE
XPERIMENTAL Os ensaios realizados foram baseados nas recomendações do Eurocode 4-1-
1, que é uma das normas mais utilizadas na literatura técnica sobre o assunto, tanto que é recomendada pela ABNT NBR 8800: 2008, o que permite afirmar que a pesquisa desenvolvida seguiu uma metodologia adequada e os resultados obtidos foram bastante satisfatórios.
As análises foram feitas baseando-se nas curvas força versus deslizamento relativo de extremidade, força versus flecha no meio do vão, força versus deformação no concreto e na forma de aço. Essas curvas descreveram muito bem o comportamento do sistema, permitindo identificar o modo de ruptura caracterizado por cisalhamento longitudinal. Este modo de ruptura é muito semelhante aos de outros sistemas de laje mista de aço e concreto relatados na bibliografia sobre o assunto. E, é também, o modo de ruptura considerado por vários pesquisadores, como modo governante de ruptura das lajes mistas de aço e concreto e, geralmente, o que limita a resistência das lajes.
De acordo com os resultados dos ensaios, a forma de aço se comportou como esperado demonstrando, pela análise dos resultados uma resistência considerável ao cisalhamento longitudinal, que foi composta pela aderência natural entre a forma de aço e o concreto (aderência química) e pela resistência mecânica devido às mossas. Fato constatado a partir do comportamento das curvas força versus deslizamento relativo de extremidade e força versus flecha no meio do vão.
As geometrias, da forma de aço e das mossas, tiveram um bom
comportamento frente aos esforços cisalhantes podendo ser utilizados em trabalhos futuros. Portanto, foi possível atingir o objetivo principal que era desenvolver uma forma de aço que atendesse às necessidades de uma forma de aço que possa ser utilizada no sistema de pisos mistos de pequena altura, podendo ser produzida no Brasil.
Para os modelos com o vão de cisalhamento menor (325 mm), os ensaios cíclicos, realmente romperam a aderência química como esperado, porém nos modelos com vão de cisalhamento maior (700 mm), a aderência química foi apenas enfraquecida, provavelmente pelo fato da área da interface ser o dobro da área do modelo menor. Porém, os modelos do Grupo 2 ( vão menor) tiveram uma ruptura mais frágil que os modelos do Grupo 1 (vão menor).
As formas eram compostas em duas partes, todas análises foram feitas considerando o sistema como um todo, porém alguns pontos ficam com valores significativamente diferentes, o que pode ter sido causados por diversos fatores nas diversas fases do estudo, como a fase da montagem dos modelos, concretagem ou da instrumentação.
Observou-se, também, no início dos ensaios, as lajes apresentaram a linha neutra no meio da seção da forma, o que não foi confirmado pelo dimensionamento. Porém, o dimensionamento admite que a seção funcionando com interação completa, portanto, para que o sistema atingisse a resistência determinada no cálculo do momento fletor resistente, o comportamento frente ao cisalhamento longitudinal teria que ser otimizado. Foi observado em algumas lajes, que próximo a carga de ruptura da aderência química a mesa superior da forma de aço começou a trabalhar à tração, porém em função da laje estar já com a interação parcial, a laje logo se rompeu não e não atingiu a resistência máxima determinada nos cálculos do momento fletor.
6.2.2 A
NÁLISET
EÓRICA Com relação à análise teórica, os valores obtidos a partir do dimensionamento pelo método m-k, se mostraram satisfatórios uma primeira
análise do comportamento geral da laje mista, com esta configuração de forma de aço, geometria de mossas, e resistência de concreto.
A forma mostrou resistências comparáveis às resistências das lajes mistas usuais de aço e concreto, comercializadas no Brasil.
A resistência da laje mista frente ao cisalhamento longitudinal é um tanto quanto complexa de ser dimensionada, e o método m-k, aqui utilizado é bastante conservador. Portanto, seria necessária uma análise mais profunda, tanto da forma de aço, quanto de outros parâmetros da própria laje mista para um dimensionamento mais otimizado.
6.3 S
UGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROSO método m-k não é leva em consideração a ancoragem de extremidade e a armadura adicional nas lajes mista. Portanto, uma das sugestões é a análise do mesmo sistema com ancoragem na extremidade e armadura adicional, por outros métodos, afim de se ampliar os estudos relativos a lajes mistas para pisos de pequena altura.
Também como sugestão tem-se o estudo do mesmo sistema utilizando ensaios de pequena escala, para prever melhor a resistência ao cisalhamento longitudinal.
A modelagem numérica do sistema utilizando a calibração com resultados experimentais obtidos, seria um bom estudo para entender as tensões atuantes e que não foram possíveis observar no ensaio experimental, isto se obter um melhor entendimento sobre o comportamento da laje mista.
Outro ponto para explorar dentro do assunto é o ensaio do sistema viga I mais a laje de aço e concreto, pois neste trabalho somente foi avaliado a forma de aço que pode ser utilizada neste sistema.