E.6 Halka arzdan kaynaklanan sulanma etkisinin miktarı ve
6.2. Yatırımlar:
7.1.1. İzahnamede yer alması gereken finansal tablo dönemleri itibariyle ana ürün/hizmet kategorilerini de içerecek şekilde ihraççı faaliyetleri hakkında bilgi:
Na Unidade de Registro (UR), nós selecionamos segmentos específicos do conteúdo, para fazer a análise, determinando, por exemplo, a frequência com que aparece no texto uma palavra, um tópico, uma expressão, um personagem, etc. Podemos também explorar o contexto e não só a frequência. Em geral, o método de codificação escolhido vai depender da natureza do problema, do arcabouço teórico e das questões que norteiam a investigação. No nosso trabalho, a principal unidade de análise, e a impulsionadora de todo o resto, foi a palavra inequações, em português e inglês, inicialmente, e, depois, em espanhol, italiano e francês. A escolha fundamentou-se no fato de ser essa a palavra-chave em relação aos interesses da nossa investigação. Se, em primeiro momento de nossa procura, ela não aparecesse explicitamente, nós aprofundávamos e diversificávamos os modos de buscas. Depois, fazíamos uma leitura diagonal de textos que continham palavras a ser remetidas a inequação, como equação, para verificar se, no interior do trabalho, existia algum tópico que a enfocava ou a relacionava.
Assim, essa unidade serviu para nortear tanto as nossas buscas quanto as análises, pois observamos o contexto atrelado a cada unidade encontrada: tipos de participantes da pesquisa, data, local, autores, tipo de inequação e outros. A frequência da palavra não foi importante em nossas análises da primeira e da segunda tabela. Conforme Franco (2003), a palavra é a menor unidade de registro usada em análise de conteúdo e tem sido utilizada em estudos de fidedignidade, para determinar facilidade ou dificuldade de compreensão de material escrito, na base de referências personalizadas, uso de preposições, uso de prefixos, sufixos, adjetivos, entre outros.
O processo de localização das unidades de contexto conduziu-nos à construção de categorias ou tipologias, que advieram, em primeiro momento, da bagagem teórica
estudo, num processo dinâmico de confronto constante entre teoria e empiria, o que dá origem a novos entendimentos e, consequentemente, a novas bases de interesse (LUDKE; ANDRÉ, 1986). Em nosso processo de categorização, não existiram normas fixas para a criação de categorias.
Para Franco (2003, p.51), “A categorização é uma operação de classificação de elementos constitutivos de um conjunto por diferenciação seguida de um reagrupamento baseado em analogias, a partir de critérios definidos”. A nossa principal preocupação sempre foi transformar a informação obtida junto ao corpus em algo que seja interpretável, que tenha significado para o investigador: as chamadas categorias de análise. Segundo nossa concepção, os trabalhos de pesquisas serão produtivos na medida em que as categorias sejam claramente formuladas e bem adaptadas ao problema e ao conteúdo a analisar.
Bardin (2011) ressalta que o critério de categorização pode ser semântico – por exemplo, todos os temas que estejam relacionados à álgebra podem ficar na categoria álgebra. Pode ser também sintático (os verbos, os adjetivos) ou léxico (classificação da palavra segundo seu sentido, com emparelhamento dos sinônimos e dos sentidos próximos) e expressivo (por exemplo, categorias que classificam as diversas perturbações da linguagem). Neste trabalho, as categorizações foram fundamentadas, também, pelo critério léxico.
Tratar do material é codificá-lo. Coutinho (2005) aponta que a codificação corresponde a uma transformação, efetuada segundo regras precisas, dos dados brutos do texto que, por recorte, agregação e enumeração, permite atingir uma representação do conteúdo capaz de esclarecer o analista acerca das características do texto e das mensagens expressas. Como buscávamos informações que poderiam ser comparadas em cada uma das publicações, decidimos considerar alguns aspectos que, em nossa opinião, seriam bons guias para que trouxéssemos, à luz, elementos relevantes sobre o ensino e a aprendizagem de inequações. Então, depois de algumas leituras e de um processo de pré-análise, surgiram categorias emergentes, ou seja, “quando são obtidas mediante um processo interpretativo, diretamente do material de campo” (FIORENTINI; LORENZATO, 2007, p.135). O fato de que algumas delas não são totalmente disjuntas levou-nos a optar por uma análise vertical, em que cada uma foi examinada separadamente e, ao final, confrontada. A sequência de coleta e análise dos dados não foi linear, pois, ao mesmo tempo em que reiteradas leituras eram realizadas, a fim de
evidenciar os elementos comuns e divergentes subjacentes, novas publicações surgiam e eram incorporadas aos dados anteriores. Uma espécie de desmonte de estruturas e elementos apresentados no exterior dos artigos foi realizada, a fim de extrair diferentes características, aprofundar e ampliar informações.
Em outra etapa da nossa pesquisa, foram levadas em consideração como
contexto, não somente, mas também, as palavras que, por exemplo, no título,
acompanhavam a palavra principal. Isto é, se o termo principal a ser analisado, destacado no enunciado fosse funções, o contexto considerado seria o conjunto das outras palavras que caracterizavam uma completude da ideia de funções, como, por exemplo, ensino médio, Itália, entre outras.
Uma categoria considerada e que revelou dados iniciais importantes foi título ou
tema. Para Franco (2003), o tema é uma asserção sobre determinado assunto e pode ser
uma sentença simples, com sujeito e predicado, um conjunto delas ou um parágrafo. Alguns elementos podem ser apreendidos dele, e, segundo a autora, o tema é considerado como a mais útil unidade de registro em análise de conteúdo, e a unidade de contexto é a parte mais ampla do conteúdo25 a ser examinado, porém é imprescindível para a análise e a interpretação dos textos a ser decodificados.
Enfim, nessa análise, buscamos colocar a tônica não somente sobre o componente destacado, mas também sobre a forma como os componentes da mensagem estão dispostos e o que eles revelam sobre aspectos subjacentes e implícitos. Foram observados como os trabalhos se apresentavam encadeados em uma linha do tempo, como os elementos foram ligados nos títulos, os enfoques dados quanto às metodologias e aos objetivos das pesquisas, os dados quantitativos relativos às publicações e seus autores e quais os eventos e suas características que trouxeram à tona tal assunto, para debater e propiciar a ponderação dos educadores e dos pesquisadores na área de educação matemática.
Bardin (2011) relata que o bom conjunto de categorias deve possuir as qualidades:
Exclusão mútua – cada elemento não pode existir em mais de uma divisão.
outra tantas análises sucessivas; no mesmo conjunto categorial, só se pode funcionar com um registro e com uma dimensão.
Pertinência – uma categoria deve-se adequar à abordagem teórica escolhida e ao material do corpus.
Objetividade e a fidelidade – as diferentes partes do mesmo material, ao qual se aplica a mesma grade categorial, devem ser codificadas da mesma maneira, mesmo quando submetidas a várias análises.
Produtividade- um conjunto de categorias é produtivo quando fornece resultados férteis.
Mapeando-se as inter-relações entre as diversas categorias, nós obtemos esquemas e ou tabelas que revelam uma articulação que servirá de base à interpretação teórica do material. Depois, partimos para interpretar as tabelas e ou esquemas.
Segundo Biembengut (2008):
A interpretação e a avaliação dos entes ou fenômenos de uma pesquisa dependem essencialmente do conhecimento do pesquisador sobre a teoria que sustenta o tema em questão, da percepção e da compreensão dos entes ou dados levantados, do discernimento e da inteligibilidade entre uma teoria e uma vivência em certo contexto. É mediante a interpretação e a avaliação que os entes da pesquisa são integrados e os fenômenos explicitados ou aclarados sob uma determinada estrutura assegurada pela ciência educacional; e uma predição será possível. (p.120)
Estamos cientes de que o acento particular de cada pesquisador é uma questão de analogia, de intercâmbio entre os dados, da forma harmônica com que se apresentam estes dados e assinala os elementos da combinação, do contexto, das diferentes notações, conforme indica Biembengut (2008). Assim, poderíamos ter feito outras escolhas metodológicas para esta pesquisa, e, provavelmente, outro pesquisador assim o faça, porém esse foi o caminho que pensamos ser mais pertinente aos nossos objetivos.
CONSIDERAÇÕES
Neste capítulo, apresentamos a metodologia de pesquisa utilizada segundo nossos objetivos gerais: conhecer e entender os delineamentos, os estacionamentos, as
velocidades, as acelerações, os enfoques, as dimensões espaciais e temporais, as categorias que podem emergir, as inter-relações, as variáveis, fazendo uma espécie de mapeamento das pesquisas relacionadas ao ensino e à aprendizagem de inequações. Em outras palavras, realizar um estado da arte sobre o ensino e a aprendizagem de inequações.
Por tratar-se de uma investigação que usa métodos mistos na análise das mensagens emitidas pelos autores das publicações inventariadas, resolvemos caracterizar a análise qualitativa, a quantitativa e a de conteúdo. Assim, tecemos um “tapete” que propicie subsídios para seguimos caminhando.