4. Bulgular
4.1 Öğrenci Görüşme Analizi Sonucu Elde Edilen Bulgular
Segundo os estudos de W. Burkert604, R. Mar e J. Ruiz de Arbulo605 sobre o tema da vivência religiosa num santuário egípcio, sabemos que pelo efeito de uma tradição milenar, os cultos egípcios dirigiam-se a estátuas, nas quais, pensava-se, a divindade residia. Desde então, necessitavam de uma casa, isto é, um templo, assim como cuidados constantes da parte dos sacerdotes. Isto significa que os membros do clero deviam estar ligados em permanência ao templo606, como foi sempre o caso no Egipto, divididos em dignitários (sumo-sacerdotes), sacerdotes de menor renque e simples servos607.
Pela necessidade de adorar os deuses com os ritos vindo do Egipto, o “Egìpcio” devia estar sempre presente para cumprir o sacrifício com competência608 – conhecer
603 López, 1993, p. 111. 604 Burkert, 2003, pp. 43-45. 605 Mar, 2001, pp. 323- 326. 606
O clero egípcio é absorvido por inteiro pelo seu ministério, vivendo unicamente para o seu templo e do seu templo. Já não constitui, como os colégios sacerdotais de Roma, comissões administrativas regulando os negócios sagrados do Estado sob a vigilância do Senado. Os membros não regressam como cidadãos, aos seus deveres cívicos ou, como magistrados, à direcção dos negócios públicos, assim como o faziam os antigos pontífices romanos, quando tinham cumprido o serviço solene de um dia de festa (Cumont, 1906, pp. 52-53).
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Segundo F. Cumont, o clero estava organizado como o era o do Egipto na época ptolemaica, formando uma hierarquia dirigida por um sumo-sacerdote (Cumont, 1906, p. 115).
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A eficácia da oração não dependia das disposições íntimas do fiel, mas da exactidão das palavras, do gesto e da entoação. Se uma divindade é invocada segundo as formas exactas, sobretudo se se sabe pronunciar o seu verdadeiro nome (na língua egípcia), ela estará constrangida em agir segundo a vontade do seu sacerdote (o culto não se distinguia nitidamente da magia). O nome encontrava-se de facto indissoluvelmente ligado a personalidade. Daí a necessidade de conservar a forma original do vocábulo misterioso (Cumont, 1906, pp. 114, 116-117). Sabemos de facto que muitos deuses no antigo Egipto não eram conhecidos pelo seu nome, que se guardava secreto, porque os Egípcios pensavam que os nomes eram a essência mesma das coisas que designavam. O nome de uma pessoa era uma parte essencial do seu ser. Bastava conhecê-lo para poder exercer uma influência benéfica ou maléfica sobre o seu proprietário. A vida e a morte dependiam do nome (López, 1993, pp. 85-87).
com precisão os detalhes do ritual em aspectos tão complexos como era a leitura e interpretação dos livros sagrados (prophetai e grammateis)609; daí alguns dos sacerdotes, pelos menos, deviam normalmente ser naturais do Egipto (existiam igualmente ajudantes núbios). Para além disso, deviam utilizar livros escritos em hieróglifos e servir-se da água sagrada do Nilo610.
Como no Egipto, os sacerdotes, vestidos “a egìpcia” (com túnica de linho branco, cabeça cuidadosamente rapada e sandálias de papiro611) e obrigados a um voto de castidade612, cumpriam um serviço quotidiano613, de manhã à noite, despertando solenemente os deuses614, vestindo-os615, dando-lhes comida616 e pondo-os no leito. A primeira hora matinal implicava a abertura das portas do templo, seguido do acender do fogo e da purificação lustral com aspersões de água sagrada de todo o recinto e fumigações de aromas prezadas617. As clepsidras e os relógios de sol permitiriam, a
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Os livros sagrados da época greco-romana reproduziam fielmente os textos gravados outrora nas paredes das pirâmides. Cumpriam-se ainda sob os Césares com uma preocupação escrupulosa as antigas cerimónias que remontavam às primeiras idades do Egipto. Este ritual e a ideia que se fazia dele passaram em grande parte nos templos latinos de Ísis e de Serápis (Cumont, 1906, pp. 114-115).
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Sabemos que a água do Nilo, de presença obrigatória nos santuários egípcios, podia ser importada em ânforas e logo guardada em recipientes específicos (Mar, 2001, p. 325).
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A “multidão com roupas de linho e cabeça rapada” era uma fórmula clássica para descrever, na literatura, um santuário egipcizante (Burkert, 2003, p. 45).
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A pureza ritual incluía vários aspectos, desde as abluções à pureza sexual, passando pelo trajar de vestimentas brancas (Boëls-Janssen, 2004, p. 205). É preciso notar no entanto que no antigo Egipto os sacerdotes podiam casar-se, porém a abstinência sexual era de facto rigorosa durante os meses de serviço no templo (López, 1993, p. 148).
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A antiga liturgia quotidiana egípcia, traduzida em grego e depois talvez em latim, e adaptada pelos fundadores do Serapeu a necessidades novas, era fielmente seguida nos templos romanos dos deuses alexandrinos (Cumont, 1906, p. 116).
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O sacerdote, levando consigo um círio especial (Ruiz de Arbulo, 1996, p. 120), despertava o deus chamando-o na lìngua egìpcia (Cumont, 1906, p. 116). Segundo o antigo rito do Egipto, o “despertar” consistia essencialmente em tocar a estátua nos locais onde se situam os órgãos sensoriais para lhe devolver o uso daqueles, fazer-lhe ouvir música e cantos para o apaziguar e o despertar ao mesmo tempo, apresentar-lhe oferendas alimentares para fortificar sua energia e fazer-lhe a homenagem dos produtos do Egipto (Grenier, 1989, p. 947).
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Sabemos que nos Iseus a estátua da deusa devia ser penteada, vestida, enjoiada e toucada convenientemente para que os fiéis, que acudiam a área dianteira para saudá-la com sua oração matutina, pudessem desfrutar sua presença majestosa (Mar, 2001, p. 324).
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Para as divindades alexandrinas, já não se sacrificava somente em tal ou tal ocasião, como faziam os Romanos para os seus deuses, mas duas vezes diariamente (Cumont, 1906, p. 117).
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Ao longo do dia, o santuário e as oferendas eram repetidamente purificadas com a cremação de incenso, mirra ou resinas, inundando o ambiente do imprescindìvel aroma “agradável aos deuses” (Ruiz de Arbulo, 1996, p. 120).
partir deste momento, continuar a jornada e seus diversos actos particulares até ao encerramento oficial das portas do templo618.
Dois frescos procedentes de Herculano619 reflectem fielmente alguns daqueles actos de culto quotidiano celebrados num santuário egípcio. No caso da pintura representando a cerimónia da água sagrada (ver fig. 53), podemos ver um sumo- sacerdote fazendo a sua aparição no pronaos de um templo, flanqueado por esfinges e palmeiras, e levando consigo a jarra com a água do Nilo. A sua presença é anunciada por dois oficiantes que tocam o sistro620. Na área dianteira ao templo, aparecem outros sacerdotes dirigindo o coro dos fiéis (ou iniciados) agrupados em duas fileiras, que acompanham com os seus cantos e com o som de sistros e flautas, o percurso processional do sumo-sacerdote até ao altar representado em primeiro plano e rodeado de íbis (enquanto o sumo-sacerdote está ainda no pronaos, outro oficiante já está queimando oferendas no altar). Por sua vez, na pintura mural representando uma cerimónia com dança ritual, podemos observar uma personagem mascarada bailando no alto do pronaos de um templo, enquanto que à volta dele e na área dianteira ao aedis, dispersos diante de um altar em chama de tipo ptolemaico (com “cornos” angulares) e rodeado de íbis, aparecem sacerdotes e iniciados, crianças e jovens, que cantam, batem palmas, seguram objectos de culto, agitam sistros e tocam flautas e tambores, estando alguns de joelhos em adoração.
Para além dos rituais quotidianos, o carácter mistérico de uma parte dos cultos obrigava ao desenvolvimento de um complexo cerimonial introdutório para converter o simples devoto num iniciado (mystès). As experiências como iniciado isíaco de Lúcio, o protagonista das Metamorfoses de Apuleio, são bem ilustrativas: em primeiro lugar, o sonho milagroso e profético em que a própria divindade se apresenta ao mortal propondo-lhe uma solução aos seus problemas; depois, a frequência continuada do
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Durante toda a manhã, após a cerimónia essencial da apertio, as imagens dos deuses eram oferecidas à adoração muda dos iniciados. Depois, durante a tarde, celebrava-se o serviço do encerramento do templo, fechando e selando o naos para a noite (Cumont, 1906, pp. 116-117). No antigo rito do Egipto, o rosto da divindade era recoberto por um véu aquando do encerramento do naos (Grenier, 1989, p. 947 e López, 1993, p. 137).
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Mar, 2001, estampas XXXIX e XL e textos página 167.
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Na descrição da estampa, R. Mar refere-se a um sacerdote núbio e a um iniciado de larga cabeleira agitando os sistros. Pelo contrário, W. Burkert descreve os dois indivíduos como sendo um sacerdote negro, representando Anúbis, e uma sacerdotisa levando um sistro, representando Ísis, rodeando portanto o oficiante que segura nas suas mãos o vaso contendo a água do Nilo, isto é, Osíris (Burkert, 2003, fig. 8 e texto em “Table des Illustrations”).
santuário e dos seus ritos quotidianos, podendo até alugar um alojamento no recinto do próprio templo; por último, de novo por revelação divina, a aceitação pelo sumo- sacerdote do iniciado, pagando previamente uma quantidade acordada “para custear as rogativas”.
Compreendia esta iniciação a leitura das fórmulas rituais, o banho621 e a purificação lustrais, seguidos de um período de jejum e abstinência depois do qual tinha lugar a cerimónia, nocturna e secreta, da iniciação. Em seguida, o iniciado mostrava-se diante dos devotos vestido com a “estola olìmpica” formada por doze túnicas sobrepostas e uma clâmide ricamente bordada, toucado com uma coroa de folhas de palmeira (para W. Burkert é uma coroa imitando os raios do Sol622) e portador de um archote. Após a apresentação seguia-se um banquete ritual, ambas cerimónias repetidas três dias depois623.
No caso de Serápis, os sacrifícios de animais que lhe eram destinados624, frequentemente gansos e frangos, mas também bois se o devoto era rico, junto a um número muito diverso de oferendas consumíveis, potenciavam um ritual característico dos santuários egìpcios: a “kliné do senhor Serápis”. Tratava-se de um banquete sagrado no qual, depois dos ritos de apresentação dos novos iniciados, participava a própria divindade por intermédio dos sacerdotes, aceitando os initiati em seu seio (este seria o papel da grande sala do Iseu de Pompeia, denominada ecclesiasterion, e da grande sala anexa à entrada do Serapeu A de Delos).
Os momentos em que o culto das divindades egípcias alcançava o seu ponto culminante eram as grandes cerimónias ligadas ao ciclo isíaco, quando as estátuas abandonavam a sua morada em grandes e ruidosos cortejos multicolores. Eram estas fundamentalmente o navigium Isidis (ou Ploiaphesia) do 5 de Março, o grande cortejo que assinalava a retomada da navegação, e a grande festa de Outono (aproximativamente de 28 de Outubro a 3 de Novembro) que rememorava a paixão e
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As formas diversas de purificação, de aspersão ou de ablução de água, nos mistérios assim como em praticamente todos os outros cultos, não devem ser confundidas com o baptismo propriamente dito – imersão numa ribeira ou num tanque, simbolizando o começo de uma nova vida (Burkert, 2003, p. 99).
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Burkert, 2003, p. 95.
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Descrição das experiências de Lúcio e das etapas da iniciação por R. Mar e J. Ruiz de Arbulo (Mar, 2001, p. 324).
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O princípio do sacrifício consiste numa oferenda alimentar à divindade, sendo o sacrifício por excelência o de uma vítima animal. Era pelo intermediário do fogo que a oferenda chegava até ao deus (Boëls-Janssen, 2004, p. 205).
morte de Osíris, a busca dos seus restos e a sua ressurreição encarnado na água sagrada do Nilo, culminada numa alegre procissão festiva (relembramos a festa nocturna da
Lychnokaie). Outras festas menores eram as Pelusia do 24 de Março que recordavam a aparição de Harpócrates, celebradas com emplastos curativos aos viandantes. Nos âmbitos egípcio e helénico outra festa característica era a festa das lâmpadas (lampadeia ou lychnapsia) provavelmente destinada a celebrar o nascimento de Ísis, não esquecendo também a do nyktelion. Por sua vez, em contraste com o ciclo isíaco, as festas concretas celebradas em honra de Serápis são muito menos conhecidas. O calendário de Philocalus menciona as Serapieia romanas do 25 de Abril como uma
grande festa da Primavera625.
Os collegia reunindo os que participavam no culto de uma maneira ou de outra multiplicaram-se, com toda uma hierarquia de iniciados ajudantes encarregados das mais diversas incumbências (de salientar que a documentação epigráfica de cada santuário proporcionou variações próprias): além dos pastophoroi (“portadores de templos” nas procissões) que tinham como função preparar toda a rotina diária das actividades, encontravam-se também os hiéraphoroi (“portadores de objectos sagrados”), mélanophoroi (“que trajam vestimentas pretas”, como a enlutada Ísis em busca de Osíris), sindonophoroi (“que trajam vestimentas de linho”), stolistai (que vestiam e adornavam as estátuas; existiam também os hypostoloi, um grado inferior aos
stolistai), horologoi (responsáveis pela estrita manutenção dos horários de abertura e encerramento), horoskopoi (intérpretes do calendário), oneirocrites (intérpretes dos sonhos), lyknaptriai (guardiãs das lâmpadas), neokoroi e zakoroi (ajudantes e guardiões), entre outros. F. Cumont626 acrescenta ainda os profetas, termo utilizado pelos Gregos para designar os sacerdotes de classe superior, isto é, os “servos do deus”, sendo o “primeiro profeta” o sumo-sacerdote do templo627.
Ao lado deste núcleo estritamente ligado ao culto, existiam ainda, entre os devotos que acudiam ao santuário de forma quotidiana, outros grupos de fiéis (thérapeutai, cultores, katochoi), sem patente nem função específica; alguns de entre eles alugavam até um alojamento no interior do santuário, para viver mais perto da
625
Enumeração das grandes cerimónias egípcias por R. Mar e J. Ruiz de Arbulo (Mar, 2001, pp. 324- 325).
626
Cumont, 1906, p. 115.
627
divindade, o mais tempo que podiam. Em Pérgamo, por exemplo, sabemos da existência de um colégio de simples devotos compostos por thérapeutai, enquanto que no recinto sagrado do Serapeu de Mênfis, hospedarias e casas eram “alugadas” pelo deus especialmente para devotos que queriam viver perto dele, mais precisamente para os
katochoi (“aquele que é retido, agarrado ou possuìdo”). Segundo C. Préaux628, a
semelhança com a condição do “noviço”, que no livro XI das Metamorfoses de Apuleio espera que Ísis, em sonhos, lhe indica que o momento da iniciação chegou, é tão estreita que se pode considerar os katochoi como “noviços”. Os “reclusos” do Serapeu de Mênfis viviam, de facto, num estado de espera mística que não excluía no entanto qualquer relação de negócios com o exterior, de onde provinham os recursos que eles geriam, enquanto que eles eram remunerados por serviços auxiliares juntos dos sacerdotes. No entanto, para R. Mar e J. Ruiz de Arbulo629, os katochoi não eram “noviços”, mas simples mendigos que buscavam alimento e abrigo ao amparo da divindade.
Para os devotos em geral, e no caso da Hispânia, J. Alvar630 afirma que homens e mulheres (incluindo escravos e libertos, pobres e ricos) aparecem em número similar na epigrafia isíaca hispanense631.
Por fim, tíasos632 de estilo grego, isto é, associações de Isiastai, Anubiastai e
Sarapiastai, podiam desenvolver-se à volta do núcleo egípcio.
628 Préaux, 1978, p. 654. 629 Mar, 2001, p. 324. 630 Alvar, 2012, p. 34. 631
J. Alvar afirma também que o sacerdócio dedicado a Ísis foi ocupado maioritariamente por mulheres. Só elas detinham os escassos sacerdócios que se mencionam nas inscrições peninsulares (Alvar, 2012, p. 34).
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O tíaso era um tipo de comunidade que podia persistir através várias gerações (koinon é uma dessas designações mais correntes, e o termo symmystai marca o apego mutual). Há aí membros dedicados que gastam um tempo considerável, energia, dinheiro para o deus e para seus companheiros de iniciação. Os participantes cumprem actos em comum, especialmente sacrifícios, com a refeição de cerimónia que segue; fazem também procissões (pompai) através da cidade. Obrigações semelhantes às de uma amicitia pessoal existiam, compreendendo o auxílio em caso de processo e a assistência nos funerais. Os clubes não eram feitos para aqueles que não tinham nada. São as honras (timai) que eram requestadas entre os symmystai de um tíaso, honras ganhas especialmente por generosas contribuições financeiras (Burkert, 2003, pp. 49-50).