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İki Ve Daha Fazla Teşebbüsler Arası İlişki

II. BÖLÜM

1. UYUMLU EYLEM KAVRAMI, 4054 SAYILI KANUN

1.5 UYUMLU EYLEMİN UNSURLARI VE UNSURLARIN

1.5.1 İki Ve Daha Fazla Teşebbüsler Arası İlişki

No T0, considerando-se as 36 cadelas com piometra, observou-se média de sódio de 144,81±5,66 mEq/L (128 a 152 mEq/L). Na comparação entre os grupos, não houve diferença nas concentrações de sódio em nenhum dos tempos avaliados (tabela 46).

Tempos de avaliação: T0 (diagnóstico e internação); T1 (após reposição hídrica – animais com desidratação); T2 (1 a 2h de fluido

Tabela 46 – Valores médios (e desvios-padrão) de sódio (mEq/L) nos diferentes tempos de avaliação em 36 cadelas com piometra (G1 e G2)

Sódio (Na+) (mEq/L)

Grupo T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 1 145,1 Aa (6,18) 146 Aabc (6,42) 145,9 Aab (5,53) 147,35 Aabc (4,39) 148,9 Ac (3,11) 148,6 Abc (2,91) 147,35 Aabc (2,16) 148,12 Aabc (1,73) 2 144,44 Aa (5,11) 145,8 Aab (4,10) 146,56 Aabc (3,16) 147,88 Abcd (3,50) 147,38 Aabcd (2,03) 148 Abcd (2,07) 148,44 Acd (1,63) 148,92 Ad (2,23) Valores seguidos de letras distintas, maiúsculas na coluna e minúsculas na linha, apresentam diferença significativa (p < 0,05) pelos testes de Mann-Whitney e de Kruskall-Wallis, respectivamente.

Valor de referência de sódio para a espécie canina: 140 – 155 mEq/L (DiBartola, 2012b).

No G1, ao longo dos tempos, observou-se diferença de T0 em relação a T4 e T5, sendo a média do T0 a menor. Houve diferença de T2 em relação a T4, sendo a média do T2 a menor (tabela 46).

No G2, ao longo dos tempos, observou-se diferença de T0 em relação a T3, T5, T6 e T7, sendo a média do T0 menor. Houve diferença de T1 em relação a T6 e T7, sendo a média do T1 menor e encontrou-se diferença de T2 em relação a T7, sendo a média do T2 menor (tabela 46).

Apesar das variações, em ambos os grupos as médias se mantiveram dentro do intervalo de referência para a espécie em todos os tempos de avaliação (tabela 46).

Considerando as avaliações individuais, foi observada hiponatremia somente nos tempos T0 a T3, com frequência baixa em ambos os grupos. No T0, quatro cadelas (11%) (duas cadelas (10%) do G1 e duas (12,5%) do G2) apresentaram hiponatremia. Resultado semelhante (16,7%) foi encontrado por Ferreira (2006) ao estudar 132 cadelas com piometra no momento do diagnóstico. No T1, encontrou-se essa alteração das concentrações de sódio em dois animais (14%) do G1 e um (10%) do G2. No T2, foram observadas duas cadelas (10%) do G1 e uma (6%) do G2, enquanto no T3,

evidenciou-se uma (5%) do G1 e nenhuma do G2 com hiponatremia.

Nos tempos em que os animais receberam manitol (T2, T3 e T4) as frequências de hiponatremia foram menores (T2 e T3) no G2 ou iguais entre os grupos (T4 – nenhum animal com hiponatremia em G1 e G2). Assim, embora o manitol possa provocar hiponatremia devido ao aumento da excreção urinária do eletrólito (Young et al., 1972), esse efeito do fármaco não foi evidenciado no presente estudo. Considera- se a possibilidade dessa ação ser dose- dependente, o que não pôde ser comprovado no presente estudo, uma vez que não foram comparadas doses diferentes de manitol. A hiponatremia pode ocorrer devido a distúrbios gastrointestinais (êmese e diarreia) ou ainda em casos de poliúria com polidipsia (diurese excessiva associada a ingestão de fluido pobre em sódio) (Hedlund, 2005; Stockham e Scott, 2011; DiBartola, 2012), ocorrências observadas no presente estudo (tabelas 1 e 2).

Diferente de Fransson (2003), que encontrou 29% de hipernatremia em 45 animais, no presente estudo foi observada hipernatremia em apenas um animal do G1 (T3) e um do G2 (T5) e com valores próximos à normalidade (156 mEq/L e 157 mEq/L, respectivamente).

5.5.2. Potássio (K+)

No T0, considerando as 36 cadelas com piometra (G1 e G2), observou-se média de potássio de 3,96±0,62 mEq/L (2,5 a 5,7 mEq/L) e 10 animais (28%) apresentaram hipocalemia (6 cadelas do G1 e 4 do G2). Esse resultado foi diferente do obtido por Fransson (2003), que observou 4% de hipocalemia ao estudar 45 cadelas com piometra.

Albuquerque (2010) relata que em cadelas com piometra, as concentrações de potássio encontram-se geralmente normais, mas a

hipocalemia pode ocorrer em casos de vômito frequente. No presente estudo, observou-se correlação significativa negativa fraca (p<0,01; r=-0,23) entre as concentrações de potássio e a ocorrência de vômito, estando em acordo com a literatura consultada.

Na comparação entre os grupos, não houve diferença nas concentrações de potássio em nenhum dos tempos estudados (tabela 47). O resultado sugere que o manitol não interfere significativamente nas concentrações séricas de potássio.

Tabela 47 – Valores médios (e desvios-padrão) de potássio (mEq/L) nos diferentes tempos de avaliação em 36 cadelas com piometra (G1 e G2)

Potássio (K+) (mEq/L) Grupo T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 1 3,99 Aab (0,74) 3,99 Aab (0,62) 3,77 Aa (0,51) 3,71 Aa (0,47) 3,92 Aab (0,54) 4,17 Abc (0,40) 4,48 Ac (0,42) 4,25 Abc (0,40) 2 3,93 Aa (0,45) 4,09 Aab (0,60) 4,00 Aa (0,44) 3,94 Aa (0,37) 3,91 Aa (0,56) 4,13 Aab (0,44) 4,39 Ab (0,35) 4,14 Aab (0,29) Valores seguidos de letras distintas, maiúsculas na coluna e minúsculas na linha, apresentam diferença significativa (p < 0,05) pelos testes de Mann-Whitney e de Kruskall-Wallis, respectivamente.

Valor de referência de potássio para a espécie canina: 3,7 – 5,5 mEq/L (DiBartola, 2012b).

No G1, houve diferença de T2 e T3 em relação aos tempos T5, T6 e T7, sendo as médias dos primeiros menores. Observou-se diferença de T6 em relação a T0, T1, T2, T3 e T4, sendo a média do T6 maior (tabela 47). No G2, observou-se diferença de T6 em relação aos tempos T0, T2, T3 e T4, sendo a média do T6 maior (tabela 47).

Apesar das diferenças observadas ao longo dos tempos, as médias de potássio mantiveram-se dentro da normalidade em G1 e G2 em todos os tempos avaliados (tabela 47).

Considerando as avaliações individuais, no T6 nenhum animal apresentou hipocalemia e no T7 apenas um animal manifestou a alteração, possivelmente devido a causas não relacionadas à piometra. Esses

resultados sugerem a remissão da

hipocalemia observada no T0.

Embora Chew et al. (2011) tenham mencionado que a hipercalemia ocorre mais comumente em animais com oligúria, no presente estudo, considerando todos os tempos estudados, apenas uma cadela do G1 apresentou hipercalemia no T0 e a condição associava-se a um histórico de poliúria.

Tempos de avaliação: T0 (diagnóstico e internação); T1 (após reposição hídrica – animais com desidratação); T2 (1 a 2h de fluido 5.5.3. Cloreto (Cl-)

No T0, considerando G1 e G2, observou-se média de cloreto de 112,65±7,0 mEq/L (100 a 122 mEq/L). Ainda no T0, considerando as avaliações individuais, foram observados dois animais (6%) com hipocloremia (1 cadela do G1 e 1 do G2) e um animal (3%) do G2 com hipercloremia. Esses resultados estão em acordo com o relatado por Albuquerque (2010) de que os valores de cloreto encontram-se normais na maioria das cadelas com piometra.

O cloreto é importante na manutenção da osmolalidade do fluido extracelular e participa ativamente do equilíbrio ácido- base, sofrendo influência das concentrações

de sódio e bicarbonato (Stockham e Scott, 2011; Morais e Biondo, 2012). No presente

estudo, evidenciou-se correlação

significativa positiva moderada (p = 0; r = 0,56) entre as concentrações de cloreto e sódio e negativa moderada (p = 0; r = -0,53) entre as concentrações de cloreto e bicarbonato, estando em acordo com a literatura consultada.

Na comparação entre os grupos, não houve diferença nas concentrações de cloreto em nenhum dos tempos estudados (tabela 48), sugerindo que o manitol, na dose utilizada no presente estudo, não interfere significativamente nas concentrações séricas desse eletrólito.

Tabela 48 – Valores médios (e desvios-padrão) de cloreto (mEq/L) nos diferentes tempos de avaliação em 36 cadelas com piometra (G1 e G2)

Cloreto (Cl-) (mEq/L) Grupo T0 T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 1 113,37 Aab (4,41) 109,64 Aa (10,54) 113,63 Aab (4,61) 113,15 Aab (7,10) 109 Ab (23,51) 114,25 Aab (2,34) 114,4 Aab (2,41) 114,06 Aab (2,95) 2 111,73 Aa (9,43) 111,5 Aa (10,39) 113,13 Aa (7,17) 116,56 Aa (12,08) 113,5 Aa (4,15) 113,06 Aa (3,38) 115,06 Aa (2,38) 115,92 Aa (3,26) Valores seguidos de letras distintas, maiúsculas na coluna e minúsculas na linha, apresentam diferença significativa (p < 0,05) pelos testes de Mann-Whitney e de Kruskall-Wallis, respectivamente.

Valor de referência de cloreto para a espécie canina: 105-120 mEq/L (Morais e Biondo, 2012).

No G1, houve diferença entre o T1 e o T4, sendo a média do T1 a maior (tabela 48).

No G2, não foi observada diferença para o cloreto entre os tempos estudados (tabela 48).

Embora possa ocorrer hipocloremia em pacientes tratados com manitol devido ao aumento da excreção urinária do eletrólito (Young et al., 1972), apenas uma cadela (6%) do G2 apresentou essa alteração, que

persistiu do T0 ao T4, normalizando-se nos tempos subsequentes. Esse resultado sugere que o manitol não altera a concentração de eletrólitos em longo prazo.

5.6. Hemogasometria