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Eleştirel Düşünme İşbirlikli Öğrenme İlişkis

9. Dilbilgisi Çalışmaları: Bu etkinliğin amacı, bu alandaki bilgileri, kurallan öğrenmek değildir Dilbilgisi etkinliklerinin amacı, doğru konuşmayı, doğru

1.5. İşbirlikli Öğrenme

1.5.4. İşbirlikli Öğrenme Sürecinin Temel Öğeler

Trata-se do tipo litológico predominante na área. Morales (1988) apresenta o mapa geológico da area de estudo caracterizado pela divisão das unidades migmatíticas a partir da estrutura migmatítica predominante em cada área, apresentando, assim três unidades migmatíticas: migmatito com predomínio de estrutura bandada, migmatito com predomínio de estrutura oftálmica e migmatito com predomínio de estrutura nebulítica. Em escala de afloramento observa-se que geralmente ocorre mais de um tipo dessas estruturas em um mesmo local, podendo ocorrer também estruturas do tipo agmatítica, flebítica, dobrada e “schlieren”.

Segundo Morales (1988) o migmatito bandado tem como mesossoma/paleossoma, gnaisse anfibolítico e biotítico com ou sem diopsídio, gnaisse kinzigítico, quartzito e rocha calciossilicatada e como neossoma, gnaisses graníticos. O migmatito oftálmico apresenta estrutura oftálmica preservando bandas de gnaisse anfibolítico e biotítico. O migmatito nebulítico apresenta composição granítica, com “schlieren” e bandas de gnaisse biotítico.

Durante os trabalhos de campo realizados na área, observou-se que o migmatito com estrutura bandada é o tipo predominante e geralmente apresenta-se com leucossoma róseo a cinza. No paleossoma/mesossoma observa-se uma gama muito variada de rochas, entre elas gnaisse anfibolítico, com ou sem diopsídio, granulito intermediário ou granulito diorítico e granulito básico com presença de plagioclásio, ortopiroxênio, clinopiroxênio e hornblenda.A presença de biotita está restrita ao granulitos de composição intermediária. Em alguns locais ocorrem corpos de granulito básico de dimensões métricas, encaixados no migmatito bandado.

No caso do paleossoma/mesossoma granulítico a piroxênio gnaisse, a composição geralmente varia de granodiorítica a diorítica, com estrutura gnáissica, formado por plagioclásio, pouco ou nenhum quartzo, pouco ou nenhum feldspato potássico, hornblenda, biotita e piroxênio, onde o piroxênio presente é o diopsídio, podendo ocorrer também ortopiroxênio, em paleossoma granulítico básico ou não.

Segundo Morales (1988) e Morales & Hasui (1990), os nessomas ou mobilizados quartzo feldspáticos podem ser interpretados em termos de três fases de migmatização, sendo a primeira fase anatética, a segunda fase associada à deformação principal e a terceira fase tardi a pós tectônica representada por pequenos corpos lenticulares, veios e diques irregulares. Nos trabalhos de campo, observou-se que os migmatitos bandados geralmente apresentam, em um mesmo afloramento, duas ou mais fases de migmatização, dado os

diferentes tipos de neossomas observados. Segundo Morales & Hasui (1990), a primeira fase de migmatização foi pouco poupada na migmatização posterior, apresenta migmatitos bandados paralelos à foliação principal com alternância entre bandas claras e escuras com pouco feldspato potássico. A segunda fase de migmatização também é paralela à foliação principal, onde o neossoma formado apresenta predominantemente com cor rosa. A terceira fase é formada por pequenos corpos de granito, aplito ou pegmatito, discordante da foliação principal.

Figura 08: A esquerda, bloco de migmatito bandado onde observa-se o mesossoma/paleossoma (cor cinza escuro), o neossoma da primeira fase de migmatização (cor cinza claro a branco) e o nessoma da segunda fase de migmatização (cor rosa). À direita observa-se um afloramento de blocos de granulito básico.

Em alguns locais ocorre, gnaisse kinzigítico e rocha calciossilicatada formando bandamento composicional dentro do migmatito bandado. No caso da rocha calciossilicatada, a mineralogia principal é dada por granada, piroxênio (diopsídio), quartzo, plagioclásio e, em alguns casos, titanita. A rocha apresenta granulação fina e textura granoblástica, podendo apresentar estrutura gnáissica dada pela orientação paralela à subparalela de cristais de piroxênio.

O gnaisse kinzigítico apresenta bandamento composicional dado pela alternância entre porções quartzo-feldspáticas e porções com aluminossilicatos, onde a gnaissificação é dada pela orientação paralela de cristais de cordierita, sillimanita e feldspato.

A presença de rochas com tais composições tem sido interpretada como sedimentos que foram englobados no processo evolutivo da área e sofreram então metamorfismo de alto

grau. No caso dos kinzigitos existe ainda a hipótese de tratar-se de um restito aluminoso formado em processos de fusão parcial.

O melanossoma representa o restito máfico do migmaito bandado e nele observa-se a presença de biotita como mineral principal, associado ou não com anfibólio (hornblenda).

O neossoma do migmatito bandado geralmente apresenta cor rosa (Figura 08) ou branca a levemente acinzentado, sua composição varia de granítica (monzo ou sienogranítica), tonalítica, grandiorítica e raramente quartzo-monzonítica. A mineralogia principal é dada por quartzo, feldspato potássico e algumas micas como biotita e mais raramente muscovita. A granulação geralmente é média, tratam-se de rochas levemente anisotrópicas a isotrópicas, podendo apresentar-se, em alguns casos como gnaisses foliados. A textura é quase sempre granítica.

Figura 09: À esquerda, afloramento de migmatito oftálmico, onde predominam estruturas do tipo ocelares. À direita foto de um afloramento de migmatito bandado, com estrutura dobrada onde se pode observar o leucossoma (neossoma) de cor esbranquiçada e o paleossoma/mesossoma de cor preta entre as bandas de cor branca.

O migmatito oftálmico é caracterizado pela presença de estrutura ocelar (Figura 09), preservando bandas difusas ou passando para bandas nebulíticas. Mesmo em porções mapeadas como corpos de migmatito nebulítico ou oftálmico, é possível observar a presença de migmatito bandado. Nos afloramentos de migmatito oftálmico, visitados, foi observada também a presença de outros tipos de estrutura, tais como “schlieren”, porém a feição de destaque é a presença de mega cristais de feldspato potássico. Segundo Morales (1988), esse tipo de migmatito é predominante na porção central da área, entre os migmatitos bandados, e também a oeste onde forma, estreitas faixas intercaladas, com áreas onde predomina

migmatito nebulítico e bandado. A mineralogia principal da rocha é dada por feldspato potássico, plagioclágio, quartzo e biotita e, em alguns casos, hornblenda. A estrutura da rocha é gnáissica e é caracterizada por uma textura bimodal, dada pela presença de grandes cristais de feldspato potássico e mais raramente plagioclásio, sendo contornados por cristais menores de quartzo, plagioclásio e máficos.

Figura 10: Fotografia de migmatito com paleossoma anfibolítico, onde à esquerda observam- se boudins de anfibolito de cor preta no meio de uma matriz granítica a granodiorítica de cor rosa. À direita, observa-se um bloco de anfibolito com pequeno dique de pegmatito.

O migmatito com estrutura nebulítica é o tipo menos comum dentre os três tipos mapeados. Ocorre na porção norte da área onde constitui uma unidade com forma alongada na direção NW-SE/N-S, além de dois pequenos corpos na porção central da área. Segundo Morales (1988), o migmatito nebulítico agrupa rochas leucocráticas a hololeucocráticas, com composição granítica a granodiorítica preservando “schlieren” e bandas muito difusas. Essas feições estão presentes em boa parte dos terrenos migmatíticos, porém foi individualizado como unidade mapeável, em apenas três regiões dentro da área de estudo. A passagem desse tipo de estrutura para outra é sempre transicional. Essas rochas geralmente são claras, de tons rosados com granulação média e estrutura gnáissica bem desenvolvida, onde a foliação é marcada pela orientação dos cristais e aglomerados máficos e pelas formas lenticulares de quartzo e feldspato.