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Hz Musa’nın ve İsrail Oğullarının Mısır'da İken Yaşadıkları

V- KUR’AN-I KERİM’İN TÜRKÇE TERCÜMELERİ

6. Hz Eyyûp Hakkındaki Haberler

7.1. Hz Musa’nın ve İsrail Oğullarının Mısır'da İken Yaşadıkları

Segundo historia Andrade (2001), a atividade de Públicas é praticada há milhares de anos, porém seu desenvolvimento como área de estudo deu-se a partir do século XX. Burson (2007) denota que, até 1900, ninguém havia oferecido o trabalho de Relações Públicas como serviço profissional, mas indica que as pessoas começaram a utilizar as técnicas dessa área a partir do momento em que passaram a se relacionar umas com as outras, e o faziam sem saber. Torres e Kunsch (2003) indicam que inúmeros autores sugerem que Relações Públicas remonta à própria origem do ser humano. Isso se torna factível, expressam os autores, em função da necessidade de os indivíduos se comunicarem com seus semelhantes, sendo, assim, praticada a arte do bom relacionamento desde os primórdios da história humana.

Grunig (2001) enfatiza que os historiadores não conseguem precisar quando essa atividade foi praticada pela primeira vez, nem mesmo quem o fez e sua localização geográfica. O autor narra que os norte-americanos acreditam terem sido seus inventores. Por sua vez, os chineses crêem que a sua aristocracia, há mais de cinco milênios, praticava algo semelhante. Andrade (2001), ainda, acrescenta que alguns teóricos atribuem a origem da atividade a Moisés, no Monte Sinai, quando recebeu de Deus duas placas de pedra com os Dez Mandamentos, com o preceito bíblico “Amai-vos uns aos outros como a vós mesmos”. Há outras orientações, como a que atribui sua origem às antigas corporações de ofício da

Idade Média, ou ainda a que considera ser ela produto da Revolução Industrial inglesa (ANDRADE, 2001).

Entende-se que, independentemente de a prática de Relações Públicas ser milenar ou recente, o fato é que, como profissão, existe há um século, como denotam reiteradamente Wey (1986), Kunsch (1997b), Pinto (2000), Amaral (2001), Grunig (2001), Andrade (2001), Teixeira (2002), Xifra (2003), Heath (2005), Burson (2007) e Nassar (2007), tendo, nos Estados Unidos, sua raiz, seu desenvolvimento inicial, com a utilização de conceitos como rapidez e atenção, segundo Torres e Kunsch (2003).

Para facilitar a compreensão, dividiu-se a síntese da evolução histórica de Relações Públicas em oito períodos. O primeiro compreende os seus primórdios, quando era praticada mais pelos próprios princípios do que exatamente por ser uma profissão, não existindo padrões nem princípios éticos norteadores reconhecidos. O segundo período compreende o século XIX, quando, pela primeira vez, em 1807, a denominação Relações Públicas é usada por Thomas Jefferson, terceiro presidente norte-americano, na sua Sétima Mensagem ao Congresso, a fim de destacar a necessidade da prestação de contas ao povo de parte do governo norte-americano. No final do século XIX, a expressão Relações Públicas passa a ser usada com mais freqüência nos Estados Unidos, sendo que, nesse mesmo país, no início do século XX, em 1900, é criada a primeira empresa de Relações Públicas (HEATH, 2005).

No terceiro período, no século XX, marca-se o início do exercício profissional, dando- se destaque a três expoentes: Ivy Lee, Eduardo Pinheiro Lobo e Edward Bernays; os dois primeiros considerados pioneiros e patronos de Relações Públicas, respectivamente nos Estados Unidos e no mundo, e no Brasil, conforme enfatiza, dentre inúmeros teóricos, Wey (1986). Ivy Lee, jornalista, contratado por uma indústria de carvão mineral, de propriedade de John D. Rockefeller, para assessorá-lo no relacionamento com a imprensa norte-americana, melhorando a imagem da família e, conseqüentemente, do grupo Rockefeller, humanizando- os perante o grande público (ANDRADE, 2001). O trabalho de ligar Rockfeller à filantropia e à benemerência foi bem-sucedido junto à imprensa e à opinião pública, conforme aponta Heath (2005), transformando por completo sua imagem. Concomitante aos trabalhos de Ivy Lee, em âmbito nacional, Eduardo Pinheiro Lobo, engenheiro, é o pioneiro da atividade de Relações Públicas quando dirige o primeiro departamento específico dessa área na The São Paulo Light Tramway, Light and Power Company Limited, a atual Eletropaulo (KUNSCH, 1997b). Pinheiro Lobo implanta, com seu trabalho, as diretrizes de Relações Públicas até

hoje, ao lado das novas técnicas, denota Pinto (2000). O objetivo desse setor era dar informações ao público, cuidando do relacionamento entre a empresa e os órgãos da imprensa, explica Torres (2002). Quanto ao terceiro expoente, Edward Bernays é destaque na retrospectiva histórica de Relações Públicas, por ser considerado seu primeiro teórico, lançando tanto o primeiro livro como sendo o primeiro professor dessa área, conforme destacam Torres e Kunsch (2003) e Nassar (2007).

O quarto período compreende as décadas de vinte a cinqüenta do século passado, quando, em âmbito nacional, a prática de Relações Públicas era incipiente (WEY, 1986), limitando-se a poucas atividades. Já em nível internacional, tem-se a edificação da atividade de Relações Públicas na Europa, com o seu desenvolvimento na França, Holanda, Inglaterra, Noruega, Itália, Bélgica, Suécia, Finlândia e Alemanha (AMARAL, 2001; ANDRADE, 2001; XIFRA, 2003). Em relação a tal desenvolvimento europeu, dá-se destaque aos pressupostos teóricos de Ruler e Vercic (2003), que expõem que, independentemente da extensa história de Relações Públicas, restrito é o conhecimento que se tem, mesmo no século XXI, dessa atividade naquele continente. Os autores e outros especialistas crêem que Relações Públicas é praticada na Europa há tanto tempo quanto o é nos Estados Unidos. Em relação ao seu ensino, os cursos nessa área proliferam-se nos Estados Unidos (WEY, 1986). Na América Latina, a atividade tem início na Colômbia e na Venezuela, desvela Andrade (2001).

Saliente-se que, desse período em frente, o mapeamento histórico de Relações Públicas aqui proposto focaliza-se nos fatos acontecidos no Brasil, por se ter interesse de fazer uma retrospectiva sucinta da atividade, e não um relato exaustivo e abrangente.

O quinto momento compreende a década de 1950 a 1965 e é considerado pela literatura como o período de maior desenvolvimento de Relações Públicas no Brasil e na América Latina. Wey (1986) destaca que é em meados da década de cinqüenta que a atividade no Brasil se profissionaliza realmente. Com brevidade, destacam-se alguns feitos na área no Brasil: são criados departamentos de Relações Públicas, com características de Identidade Nacional, em empresas multinacionais; abrem-se empresas de Relações Públicas e Propaganda, assim como cursos de Relações Públicas; a Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP) ganha espaço e discussões teóricas são iniciadas (WEY, 1986; KUNSCH, 1997b, 2002; ANDRADE, 2001; AMARAL, 2001; TORRES, 2002; TORRES; KUNSCH, 2003; NASSAR, 2007). Entre 1950 e 1961, o Brasil, em virtude da nova Constituição, promulgada em 1946, novamente encontra-se em estado de democracia, conforme expõem

Torres e Kunsch (2003), e inúmeras transformações econômicas ocorrem em favor das atividades de comunicação, por conseguinte, de Relações Públicas.

Sob o domínio da ditadura militar, inicia-se o sexto período da história de Relações Públicas, que se entende de 1965 a 1985. Ainda que na década de sessenta as influências sejam negativas para o seu reconhecimento social (KUNSCH, 2002; NASSAR, 2007), nessa década tem-se a regulamentação da profissão, sendo sancionada a Lei 5.377/67, que disciplina o exercício profissional de Relações Públicas, fato inédito no mundo. Como conseqüência, tem-se a criação do Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas (CONFERP), órgão fiscalizador da profissão. Kunsch (1997b, 2002) demonstra que, com a regulamentação da profissão, há, ao mesmo tempo, uma acomodação e uma euforia injustificada da categoria. Na década de setenta, o destaque da atuação das assessorias nessa área se dá no âmbito do governo federal, assim como proliferam-se cursos de graduação de Relações Públicas (KUNSCH, 1997b, 2002).

Por fim, a última fase histórica, situada no final da década de 1980, em toda a década de 1990 e no início do século XXI. Após o fim da ditadura, em 1985, a atividade vive seu auge, expressa Teixeira (2002), e acrescenta que, nesse momento, não consegue consolidar a sua identidade, mas adquire avanços significativos no âmbito empresarial e científico. Há a abertura política brasileira e uma nova entrada na democracia. Kunsch (1997b, 2002) dá destaque à criação do Prêmio Opinião Pública – CONRERP SP/PR (Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas de São Paulo e do Paraná); à Campanha de Valorização Profissional, com a instituição de datas comemorativas; ao Plano de Comunicação Social da Rhodia, referência em Relações Públicas; e às novas configurações e terminologias dos Departamentos de Relações Públicas – Comunicação Social.

Ao aproximar-se do final do século XX e início do XXI, trazem-se à tona os aportes teóricos de Nassar (2007, p.93), que assim entende esse processo:

Ficava claro que, além dos movimentos de reestruturação produtiva e de inserção do Brasil, em processos econômicos cada vez mais internacionais, a década de 1990 também trazia consigo a necessidade de um pensamento e de atividades de Relações Públicas que se mostrassem fundamentais para a cadeia de criação de valor para as organizações.

De acordo com essa perspectiva, expõe-se a proposta de repensar a profissão, por parte de kunsch (2002), que entende esse movimento como essencial à atividade nesse momento.

Além disso, o fenômeno da globalização, logo, de internacionalização, faz surgirem novos desafios e exigências à atividade, o que pode ampliar seu âmbito de atuação (KUNSCH, 2002).

Tem-se, desse modo, transformações em assessorias, terceirizações de serviços comunicacionais, valorização da comunicação, novas posturas organizacionais, iniciativas de discussão e valorização da atividade de parte dos conselhos reguladores – com destaque ao Parlamento Nacional de Relações Públicas, em debate amplo e democrático promovido pelo Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas (CONFERP) juntamente à própria categoria, com o intuito de modernizar a atividade, adequando-a às exigências dos novos tempos –, além do fortalecimento e consolidação da atividade nas áreas científicas e mercadológicas (KUNSCH, 2002).