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4- Bugünkü durumla kıyaslarsak, söz konusu kurumları kamu hukuku tüzel kişilerinin kamu idareleri ve kamu kurumları kısımlarına benzetebiliriz. Çünkü bu

2.2.4.5. Hilfü’l-Mutayyibin:

A validação é a averiguação da adequação do modelo proposto ao problema definido, ou seja, uma análise para checar se o modelo descreve de forma adequada o comportamento do sistema real. Um procedimento eficaz para tal verificação é comparar os resultados do modelo com dados históricos. Uma observação válida, nesse caso, é o fato de que a solução do modelo terá validação altamente influenciada pela qualidade dos dados de entrada e pelos parâmetros anteriormente definidos.

Destaca-se na literatura o esquema de validação de modelos de PO, proposto por Oral e Kettani (1993), que se baseia em um tetraedro imaginário e em suas facetas. Os autores consideram que há quatro elementos básicos correlatos que caracterizam um problema de PO – Situação Gerencial, Modelo Conceitual, Modelo Formal e Decisão – e propõem que cada um desses elementos constitui vértices de um tetraedro imaginário. Dessa forma, uma análise tridimensional contemplando três desses vértices, seria o suficiente para caracterização da maioria dos problemas de PO, ou seja, o problema seria classificado como pertencente a uma das facetas do tetraedro. A Figura 9 ilustra o tetraedro de validação proposto.

Figura 9 – Tetraedro de validação de problemas de Pesquisa Operacional Fonte: Adaptado de Oral e Kettani (1993)

A partir daí, Oral e Kettani (1993) definem as quatro facetas:

a) Faceta Protótipo: formada pelos vértices Situação Gerencial, Modelo Formal e Decisão. Caracteriza problemas nos quais o Modelo Conceitual, em geral, está em segundo plano por se tratarem de problemas já bastante conhecidos e estudados como, por exemplo, o Problema do Caixeiro Viajante;

b) Faceta Descritiva: formada pelos vértices Situação Gerencial, Modelo Conceitual e Modelo Formal. Nos problemas classificados como pertencentes à essa faceta, a decisão não é o foco principal, a ênfase está sobre o entendimento do sistema ou da organização sobre os quais está alocada a Situação Gerencial;

c) Faceta Pragmática: formada pelos vértices Situação Gerencial, Modelo Conceitual e Decisão. Em geral, essa faceta abrange problemas demasiadamente complexos, para os quais a construção do modelo formal não necessariamente é a melhor alternativa para a tomada de decisão;

d) Faceta Teórica: formada pelos vértices Modelo Conceitual, Modelo Formal e Decisão. Aplica-se a casos para os quais se assume que o Modelo Conceitual já representa a Situação Gerencial com considerável fidelidade, logo o foco maior é aplicado na busca de um Modelo Formal e na construção de métodos de solução; Em um segundo momento, os autores definem as principais práticas de validação de problemas em PO, que serão utilizadas para viabilizar a validação de cada uma das quatro facetas do tetraedro:

a) validação da formulação: validação do grau de relevância das proposições e teorias do modelo formal, bem como da sua capacidade de representação da situação gerencial;

b) validação da legitimidade: consiste no uso de uma avaliação equivalente ao conjunto das validações experimental e lógica, porém realizada com base na percepção de envolvidos com uma situação gerencial real e não com base no modelo formal. Avalia a adequação da solução obtida e aceitação do modelo em um caso real; c) validação da competência: avaliação da representatividade, da usabilidade, da

sinergia proporcionada e do custo envolvido na solução do modelo na tomada de decisão. Assemelha-se ao processo de validação operacional, porém se diferencia por apresentar a sinergia com o negócio sob um aspecto mais amplo;

d) validação da verificação: validação de um processo de verificação de um modelo e de suas soluções, a fim de se realizarem os processos de validação conceitual e operacional em uma pesquisa que não envolve uma situação gerencial real;

e) validação experimental: validação do método de solução empregado sobre o modelo formal, bem como da qualidade das soluções proporcionadas pelo método;

f) validação operacional: avalia a viabilidade e a efetividade da operacionalização do modelo e implementação de suas soluções. Considera-se o tempo de solução, os recursos necessários para a solução e o quão distante essa se encontra de uma decisão; g) validação conceitual: pondera a qualidade do modelo conceitual, ou seja, consiste na

aferição de quanto esse modelo capta a percepção dos principais atores envolvidos no problema gerencial;

h) validação lógica: avaliação do processo de transformação do modelo conceitual em modelo formal, ou seja, averígua-se a fidelidade do modelo formal em relação ao modelo conceitual desenhado;

i) validação de dados: validação dos dados do modelo avaliando suficiência, acurácia, mantenabilidade, confiabilidade e custo dos dados.

Por fim, Oral e Kettani (1993) correlacionam as facetas do tetraedro com diferentes práticas de validação de modelos em PO, conforme ilustrado no Quadro 3:

a) Faceta Protótipo: devem-se utilizar a validação da formulação, a validação experimental, a validação operacional e a validação de dados. A validação experimental pode ser substituída pela validação da legitimidade e a validação operacional pode ser substituída pela validação da verificação;

b) Faceta Descritiva: devem-se utilizar a validação da legitimidade, a validação operacional, a validação conceitual e a validação de dados. As validações operacional e conceitual podem ser substituídas pela validação da verificação;

c) Faceta Pragmática: devem-se utilizar a validação da competência, a validação conceitual, a validação lógica e a validação de dados. A validação conceitual pode ser substituída pela validação da verificação e a validação lógica pode ser substituída pela validação da legitimidade;

d) Faceta Teórica: devem-se utilizar a validação da verificação, a validação experimental, a validação lógica e a validação de dados. As validações lógica e experimental podem ser substituídas pela validação da legitimidade.

Q ua dro 3 Co rr el açã o ent re fa ce ta s do t et ra edro e prá tica s de va lid açã o em P esq uis a O pera cio na l F onte : Ada pta do de O ra l e K et ta ni ( 19 93 )