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herhalde, üzerine gelen Sancak Beyi ordusuna karşı, zorun

Belgede EVRENSEL BASIM YAYIN (sayfa 106-147)

sıra V urla pazarına gelip öğrendiklerini orada kalmış diğer casuslara aktarmak görevini verdi. Ne var ki, bu kişilerden dişe dokunur bilgi ge

O, herhalde, üzerine gelen Sancak Beyi ordusuna karşı, zorun

Os indicadores escolhidos para traçar o perfil dos/as assistentes sociais são: o sexo, a faixa etária, ano de formação, Pós-Graduação, cargo e tempo de trabalho na instituição de acolhimento. Na análise referente ao sexo dos/a profissionais, evidencia-se maior incidência do sexo feminino (92%), contando com apenas um homem, conforme o Gráfico 1.

Fonte: Primária

A presença da mulher na profissão é uma tendência histórica e reflete a continuidade do papel atribuído na divisão sexual do trabalho: indivíduos com qualidades naturais e vocacionais para lidar com tarefas familiares, de cunho educativo e filantrópico.

Intelectualmente o homem é empreendedor, combativo, tende para a dominação. Seu temperamento prepara-o para a vida exterior, para a organização e para a concorrência. A mulher é feita para compreender e ajudar. Dotada de grande paciência, ocupa-se eficazmente de seres fracos, das crianças, dos doentes. A sensibilidade torna-a amável e compassiva. É, por isso, particularmente indicada a servir de intermediária, a estabelecer e manter relações (KIEHL, 1940 apud IAMAMOTO; CARVALHO, 2000, p.171).

A partir dessas considerações, o trabalho do/a assistente social nas instituições de acolhimento para crianças e adolescentes é percebido à luz do papel feminino, como se fosse uma extensão das atividades domésticas. Corroborando este pensamento, evidencia-se que o único homem inserido nas instituições desenvolve o papel de coordenador, uma posição hierárquica que lhe confere uno status de superioridade em relação aos demais profissionais.

O Gráfico 2 mostra os dados sobre a faixa etária dos/as assistentes sociais que trabalham nas instituições de acolhimento e mostram uma predominância de idade acima dos trinta anos (83,4%), dentre este percentual 58,40% possuem entre

40 a 50 anos, ou seja, em plena fase adulta.

Gráfico 2 – Faixa etária dos/as profissionais entrevistados/as. João pessoa/PB, 2012.

Fonte: Primária

Esse resultado se contrapõe ao que tradicionalmente ocupou maior espaço na População Economicamente Ativa: indivíduos entre 25 e 39 anos. A realidade reflete as mudanças que vêm ocorrendo a partir dos anos noventa no mundo da produção e que afeta e modifica o mercado de trabalho, desestruturando empregos fixos e incrementando o desemprego, principalmente no que diz respeito à população jovem (KRELING, 2004).

Quanto ao ano de Formatura, o Gráfico 3 ilustra que 75% dos/as assistentes sociais se formaram após o ano de 1990. Dentre este percentual, 66,6% concluíram após as Novas Diretrizes Curriculares aprovadas em 1996.

Gráfico 3 – Ano de formação dos/as profissionais entrevistados/as. João Pessoa/PB, 2012.

Fonte: Primária

Com base nesses dados, os/as profissionais inseridos/as nas instituições de acolhimento acompanharam os debates envolvendo a Lei da Regulamentação da Profissão, as Diretrizes Curriculares e o Código de Ética de 1993, que consolidaram o novo Projeto Ético Político do Serviço Social. Por conseguinte, são profissionais que absorveram as discussões inovadoras da profissão, por conceber a relação e unidade entre as três dimensões investigativas (teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa) e advertir a necessidade do processo de pesquisa e produção de conhecimento na intervenção profissional.

Sobre o acesso à Pós-Graduação, as respostas dos/as entrevistados/as revelaram que 66,6% dos/as profissionais possuem cursos em nível de especialização em diferentes áreas, como educação, direitos humanos, saúde, entre outros. Somente um/a profissional confirmou possuir mestrado acadêmico e outro/a sinalizou ainda estar cursando o mestrado, como evidencia o Gráfico 4.

Gráfico 4 – Nível de Pós-graduação dos/as profissionais entrevistados/as. João Pessoa/PB, 2012.

Fonte: Primária

A diversidade dos cursos de especialização qualifica o profissional a atuar em diversos campos de trabalho, além de melhorar o próprio desempenho profissional. Contudo, esta qualificação permanente e diferenciada atende às demandas exigidas pelo mercado, estabelecendo parâmetros para o trabalhador manter-se competitivo e disputar um posto de trabalho: polivalente, multifuncional, capacitado para atender diferentes demandas e situações através de um conhecimento mais generalizado.

Em relação ao cargo e tempo de trabalho na instituição de acolhimento, a pesquisa verificou que um/a profissional desempenha a função de coordenador e dois de assistentes sociais, além de serem contratados/as como técnicos, assumem cargos de coordenação. Isto significa um acúmulo de cargo e de trabalho na instituição devido a poucos trabalhadores contratados, fato que mostra a precariedade do mundo do trabalho com poucas vagas disponíveis no mercado. Além disso, as prerrogativas diferentes, estabelecida por cada função, afeta o desempenho e a qualidade dos resultados das atividades e das responsabilidades.

No que tange ao tempo de trabalho na instituição, o Gráfico 5 demonstra que a maioria dos/as assistentes sociais alegaram trabalhar na instituição entre um a dois anos; 1 declarou trabalhar entre três a cinco anos e outro/a profissional há mais de seis anos.

Gráfico 5 – Tempo de trabalho dos/as entrevistados/as na instituição. João Pessoa/PB, 2012.

Fonte: Primária

O pouco tempo de trabalho nos locais da pesquisa, expresso pela maioria dos/as profissionais, evidencia certa rotatividade e, portanto, falta de estabilidade dos/as assistentes sociais nesses serviços, acarretando a precariedade do atendimento nas instituições de acolhimento, que exige continuidade e regularidade no desenvolvimento das atividades, prejudicando, desta forma, os resultados esperados. Ainda, o trabalho pode não corresponder aos anseios profissionais, e torna-se um espaço de “passagem”, em vista de um melhor e mais estável emprego.

Ressalta-se que 66,6% dos/as profissionais entrevistados/as atuam nas instituições públicas, contra o 33,4% de organizações não governamentais. Resultado que confirma os dados apontados pelas pesquisas citadas nas páginas 68 e 69, demonstrando a inserção expressiva dos/as assistentes sociais em órgãos públicos.

Por conseguinte, os dados expostos revelam que o/a assistente social que trabalha nas instituições de acolhimento para criança e adolescente, é mulher, funcionária pública e possui idade acima dos 35 anos, permanecendo entre um a dois anos no espaço ocupacional e em contínua formação para o mercado de

trabalho.

4.3 Acolhimento Institucional e Convivência Familiar: novos desafios à prática

Belgede EVRENSEL BASIM YAYIN (sayfa 106-147)