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B. Terörle Mücadele Kanunu Açısından İntihara Yönlendirme Suçu 41

I. GENEL OLARAK 44

Sistema construtivo

A partir da inferência acima, pode-se dizer que, na amostra de edifícios habitados do bairro, as paredes são compostas por alvenaria de blocos cerâmicos ou de concreto, e sua grande maioria emprega o sistema construtivo autoportante.

Revestimento

Como revestimento das paredes externas dos edifícios da amostra, são aplicados, sobre reboco, pintura, cerâmica e/ou pedra (mármore, granito ou ardósia).

Forma

As formas predominantes são derivadas de operações booleanas de adição e subtração feitas quase que exclusivamente a partir do cubo. Outros sólidos, utilizados em menor escala nessas operações, são os cilindros e os prismas retos de base hexagonal ou octogonal. Quando a forma básica do edifício não é um cubo simples, sua articulação provém dos procedimentos listados a seguir:

a) As varandas estão presentes em grande parte das edificações, quase sempre subtraídas ou adicionadas à forma básica da edificação e executadas com alvenaria e/ou serralheria; b) reentrâncias adicionadas ou subtraídas ao volume básico do pavimento-tipo acomodam

em planta as demandas do programa de espaços ou exigências legais de iluminação e ventilação (FIG. 30);

FIGURA 30- Edifício com reentrâncias subtraídas ao volume básico do pavimento-tipo. c) as aberturas para janelas são efetuadas vazando-se planos de alvenaria, não tendo sido

encontrados casos em que as esquadrias compusessem planos autônomos;

d) caixas de escada, quando salientes, compõem volumes que se destacam por serem mais altos que os demais para abrigar por vezes também a caixa d’água e o acesso ao telhado (FIG. 31);

FIGURA 31- Edifício com caixa de escada saliente compondo volume que se destaca.

e) alguns movimentos da forma são criados pela diferenciação em planta entre os raros pavimentos de cobertura de apartamentos duplex e os pavimentos-tipo situados abaixo dos mesmos (FIG. 32);

FIGURA 32- Movimento da forma criado pela diferenciação entre o pavimento de cobertura de apartamento duplex e os pavimentos-tipo situados abaixo do mesmo.

f) a ausência de alinhamento entre dois tipos de revestimento assentados sobre a mesma parede externa sugere a justaposição de elementos e definição de volumetria (FIG. 33);

FIGURA 33- Edifício onde a ausência de alinhamento entre dois tipos de revestimento assentados sobre a mesma parede externa sugere volumetria.

g) em um caso, observou-se a variação horizontal do posicionamento de varandas da elevação frontal nos diversos pavimentos-tipo (FIG. 34);

FIGURA 34- Edifício com posicionamento de varandas variável nos diversos pavimentos. h) em um edifício apenas (FIG. 35), as unidades autônomas não estão dispostas em

pavimentos-tipo, mas ao longo do terreno;

FIGURA 35- Edifício com unidades autônomas dispostas ao longo do terreno.

i) alguns edifícios apresentaram composição de volumes horizontais e verticais, criando volumes compostos em L. Em um desses casos, esse efeito foi obtido através da fusão de parte da platibanda com um elemento vertical repetido nos pavimentos-tipo (FIG. 36).

FIGURA 36- Edifício com composição de volumes cúbicos horizontais e verticais.

Sem pretender esgotar as estratégias de articulação da forma encontrada na amostra, a relação acima procurou apresentar aquelas que foram mais utilizadas, sendo que as exceções não chegam a ser significativas. Os elementos de articulação são utilizados algumas vezes em tentativas de solução do programa de projeto e, por outras vezes, estão livremente dispostos pelas fachadas dos edifícios, sem que alguma demanda programática os tivesse solicitado. Estes são como adições incluídas no projeto. Observa-se também um maior empenho na articulação da fachada frontal do que nas demais elevações.

Coroamento

Denomina-se aqui como sendo coroamento o tratamento diferenciado de uma faixa horizontal das elevações dos edifícios situado entre os níveis da última laje de cobertura de pavimento-tipo e o arremate superior dos planos dessas elevações. Os coroamentos cumprem as funções de esconder os telhados, emoldurar a cobertura de um edifício ou parte dela, proteger as elevações das chuvas ou ainda arrematar a composição volumétrica do edifício. Quando utilizados para proteção contra chuvas, a projeção da cobertura avança sobre o pavimento-tipo. Na amostra observada, o coroamento, quando está presente, é feito através do emprego de platibandas e/ou marquises (FIG. 37). As platibandas são, por vezes, lisas, e, por outras, apresentam recortes, aberturas, desníveis e variações de cor e material (FIG. 38). Supôs-se que algumas das platibandas desniveladas em seu arremate superior acompanham o caimento dos telhados que escondem. Nas platibandas, encontra-se a maior parte dos elementos de projeto desvinculados de programa objetivo (FIG. 39). Esses elementos são possibilitados através da articulação de cores, volumes e/ou materiais empregados.

FIGURA 37- Edifício com coroamento em marquise e platibanda.

FIGURA 38- Edifício com coroamento em platibanda saliente e frisada.

FIGURA 39- Edifício com coroamento em forma livre.

Alguns edifícios não possuem coroamento algum (FIG. 40). Nesses casos, as platibandas também estão presentes, mas não se diferenciam do conjunto volumétrico.

FIGURA 40- Edifício sem coroamento. Cores

As cores utilizadas nas áreas externas dos edifícios são, em sua maioria, claras, em tons de beges, brancos, caramelos, cinzas. Alguns edifícios têm parte de suas áreas externas pintadas com cores mais escuras, mas essas áreas são sempre mais restritas que as áreas pintadas com cores claras. Exceções a essa regra são os azuis, amarelos e vermelhos saturados utilizados para enfatizar alguns elementos volumétricos (FIG. 41).

FIGURA 41- Edifício onde o emprego de cores ressalta as formas dos volumes.

As cores são intensamente utilizadas para articular as formas dos edifícios. Por vezes, elas estão livremente distribuídas em planos de fachada (FIG. 42). Por outras, elas vêm associadas a planos e volumes específicos dentre aqueles que compõem a forma (FIG. 43).

FIGURA 42- Edifício com cores livremente distribuídas pela fachada.

FIGURA 43- Edifício onde o emprego de cores está associado aos diversos planos e volumes que compõem as fachadas.

Frisos e molduras

Quando as aberturas não são dispostas livremente pelos planos verticais, elas são alinhadas e aprumadas por meio de frisos executados através da diferenciação de cor, material de revestimento ou ainda de saliências ou reentrâncias na alvenaria, que têm o objetivo de alinhar, emoldurar (FIG. 44) e estabelecer referências para o posicionamento dessas aberturas. Por vezes, os frisos agigantam-se para incluir em seu corpo as próprias aberturas, tornando-se assim faixas interrompidas por elas (FIG. 45). Estas dispõem-se tanto no sentido vertical como no horizontal.

FIGURA 44- Friso periférico com o objetivo de emoldurar o volume da edificação.

FIGURA 45- Edifício com frisos agigantados (faixas) que promovem a continuidade da seqüência de janelas da fachada, formando um único elemento visual.