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Belgede KLAS‹K SOSYOLOJ‹ TAR‹H‹ (sayfa 196-199)

Este tema aborda o conteúdo dos documentos que trata do governamento da faculdade investigada. As categorias abordadas neste tema são: democracia institucional; autonomia institucional; e dispositivos disciplinares.

Categoria 2.1: democracia institucional

Nesta categoria estão incluídos os recortes de documentos que tratam da democracia institucional como modelo de governamento da faculdade pesquisada.

De acordo com o PPI, a faculdade assume o modelo de governamento democrático, assegurando a participação da comunidade acadêmica nas decisões, via órgãos colegiados.

A gestão da Instituição será democrática, com participação da comunidade acadêmica nas decisões. [...] A gestão institucional deve assegurar a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica, construída a partir de uma lógica de respeito e tolerância e, sobretudo, incentivadora de práticas cidadãs e da formação do conhecimento. Neste âmbito os procedimentos de gestão contribuem

para aproximar e articular espaços institucionais e acadêmicos, delineando a política de gestão democrática, assegurando a existência de órgãos colegiados deliberativos, do qual participam os segmentos da comunidade institucional, local e regional (PPI, p. 23-30).

Para os alunos, o PPI comunica que a política de governamento procura garantir a participação na vida acadêmica da seguinte maneira.

Garantir a representação estudantil, com o objetivo de promover a organização do movimento estudantil; incentivar a participação dos discentes nos eventos da Instituição. [...] assegurar a representação na composição dos órgãos colegiados acadêmicos, com direito a voz e voto, conforme o disposto no regimento geral; garantir à representação estudantil, de natureza essencialmente acadêmica e política, representando os interesses dos estudantes de acordo com a forma de organização do movimento estudantil, visando a melhoria da Instituição e sua integração com a sociedade; [...] garantir a democratização e a qualidade dos serviços prestados à comunidade estudantil (PPI, p. 31-32).

No texto do PDI, ao apresentar os objetivos institucionais do estabelecimento, o modelo de governamento democrático ou participativo é introduzido como base das ações administrativas e acadêmicas, e os valores de liberdade com responsabilidade, justiça e solidariedade humana são defendidos como princípios desse modelo.

A Faculdade desenvolve esforços com a finalidade de manter o processo permanente de atualização administrativa e acadêmica, via gestão participativa, buscando a otimização de seus processos e a consolidação de sua atuação junto à sociedade amazonense. [...] Ser uma instituição social e democrática, a fim de promover a educação integral do ser humano, promovendo ações relacionadas ao o ensino, pesquisa e extensão, em suas diferentes formas e métodos, visando o desenvolvimento científico e a busca de soluções para os problemas ambientais, levando à comunidade de sua área de influência os valores e bens morais, culturais, científicos, técnicos, econômicos e de cidadania e responsabilidade social, contribuindo, desta forma, para o desenvolvimento econômico, social, político e cultural do estado, da região e do país; ser uma instituição social e democrática, aberta a todas as correntes do pensamento, centro dos princípios da liberdade com responsabilidade, justiça e solidariedade humana (PDI, p. 6-7).

Para os alunos, a política de governamento democrático procura garantir a sua participação na vida acadêmica por meio da organização em diretórios e da prática da representatividade.

Viabilizar a representação estudantil, com o objetivo de promover a organização do movimento estudantil, bem como incentivar a participação dos discentes nos eventos da Instituição. [...] A Instituição estimula a organização estudantil como forma de colaborar para a formação política de seus alunos. Desta forma, propicia em suas instalações, espaço adequado para os alunos se organizarem em Diretórios acadêmicos. Neste sentido, entende que a existência da representação estudantil é necessária para a vivência de experiências de organização corporativa, formação de atitudes e competências adequadas para a cidadania (PDI, p. 51-53).

Ainda segundo o que consta do PDI, o regimento geral da faculdade prevê a adoção da democracia institucional por meio de órgãos colegiados deliberativos com a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica, via instrumento da representatividade.

A estrutura organizacional do estabelecimento tem como finalidade propiciar a integração harmônica entre os objetivos institucionais e os objetivos da comunidade interna. Para tanto, estabelece o funcionamento e a representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora e a participação dos segmentos da comunidade acadêmica (corpos docente, discente e técnico-administrativo) nos processos decisórios. [...] A forma pela qual os docentes participam das deliberações ocorre de forma representativa. As deliberações coletivas são tomadas por pessoas especialmente eleitas para essa finalidade. Na Instituição a prática democrática tem a configuração representativa. O regimento que norteia as ações e procedimentos estabelece o caráter da gestão colegiada, valorizando a interação coletiva. Os órgãos colegiados são constituídos por representantes docentes, representantes discentes e representantes do corpo técnico-administrativo (PDI, p. 54-55).

O texto do PDI ainda informa que a faculdade adota o instrumento da eleição para escolha dos representantes nos conselhos e órgãos deliberativos.

Os representantes do corpo docente e do corpo técnico-administrativo são eleitos pelos respectivos pares, para um mandato de dois anos, não permitidos a recondução e, o representante discente é eleito por seus pares para um mandato de um ano, permitida a recondução (PDI, p. 56).

A democracia também está oficializada no CH assegurando aos alunos a participação no processo educativo e o direito à reivindicação e à liberdade, mas com responsabilidade.

O acadêmico exercerá o direito de reivindicação, individual ou coletiva, preferencialmente pela via da negociação. [...] Fica assegurada a todos os membros da Faculdade a liberdade com responsabilidade (CH, p. 2).

Categoria 2.2: autonomia institucional

Segundo o texto do PDI, a autonomia didático-científica prevista no regimento da faculdade concede a ela independência em relação a sua mantenedora, conferindo-lhe liberdade de atuação em assuntos didáticos e científicos, assegurando a pluralidade de pensamentos e métodos e a liberdade de ensinar e aprender.

A autonomia didático-científica amplia a dignidade e a identidade, devendo ser respeitada, caso contrário, o ensino tornar-se vazio e inoperante. [...] No uso da autonomia didático-científica, a Instituição prima por assegurar a pluralidade de pensamentos e métodos e garantir a liberdade de ensinar e aprender. Assim, as ações e programas realizados, com ou sem parcerias, estão subordinadas à sua natureza e finalidades (PDI, p. 63-64).

O texto do PDI, da mesma forma, prevê a autonomia administrativa à faculdade concedendo-lhe liberdade de atuação em assuntos de governamento.

No que tange à esfera da administração acadêmica garante a livre produção, a disseminação, a socialização, a gestão do conhecimento e a racionalização de seus recursos e meios para o fiel atendimento dos objetivos institucionais. [...] Consiste na capacidade de auto-organização e de edição de normas próprias, na administração de seus recursos humanos e materiais. [...] no uso de sua autonomia administrativa, a Instituição assegura a liberdade de: [...] (PDI, p. 63-64).

Categoria 2.3: dispositivos disciplinares

O texto do PDI que prevê a autonomia da faculdade para elaborar seus currículos, ressalva que tais currículos devam ser construídos desde que atendido ao disposto pelas Diretrizes curriculares nacionais.

Neste sentido, é assegurada à Instituição, na garantia de sua autonomia didático- científica, a liberdade de:[...] Elaborar currículos acadêmicos e programas de disciplinas, atendidas as diretrizes legais superiores; [...] (PDI, p. 64).

A redação do PDI também confere competência à faculdade para estabelecer normas e exercer o poder disciplinar sobre o seu quadro de pessoal e sobre o corpo discente.

No uso de sua autonomia administrativa, a Instituição assegura a liberdade de: [...] Estabelecer normas e exercer o poder disciplinar relativamente ao seu quadro de pessoal e ao corpo discente; [...] (PDI, p. 64).

Por seu lado, o CH também prescreve um conjunto de deveres para os alunos que os colocam diante de normas instituídas. Esses deveres são os seguintes:

Ser pontual e assíduo às aulas e às demais atividades teórico-metodológicas; participar das aulas, para questionamentos ou esclarecimentos pertinentes ao assunto que esteja sendo exposto; evitar conversas paralelas, não perturbar as atividades de classe, ficando atento à aula; colaborar para o melhor êxito possível das atividades docentes; não usar meios ilícitos para obter freqüência e resultado de rendimento escolar que não correspondam ao seu desempenho acadêmico; não utilizar qualquer modalidade de violência para resolver conflitos; ter uma conduta ética em qualquer circunstância; cultivar, com ideias e ações, os valores do mundo ocidental consagrado na Constituição do Brasil, na Carta da OEA e na Carta da ONU; conduzir-se, sempre, como cidadão digno e profissional em formação; respeitar os bons costumes, as normas internas da Instituição e as leis; não denegrir a imagem da Faculdade, conduzindo-se como representante da Instituição em qualquer local público onde estiver; não destruir, danificar ou inutilizar tudo aquilo que represente patrimônio da Instituição; estudar, pesquisar e participar de atividades de extensão com empenho regularidade; organizar seus apontamentos, obter textos e adquirir livro de consultas para sua formação profissional; preparar- se para os exames, realizar os exercícios e práticas recomendadas; observar o catálogo do curso; freqüentar bibliotecas e consultar livro, revistas especializadas e jornais para desenvolver sua cultura geral; dirigir-se aos colegas, funcionários e

professores, com humanidade e respeito; observar e cumprir o calendário acadêmico; usar vestuário compatível com o ambiente de um estabelecimento de ensino superior; comparecer aos eventos e solenidades programados pelo Departamento ou pela Instituição, com pontualidade e assiduidade (CH, p. 2-3).

O CH estabelece ainda a obediência às normas emanadas do estado e àquelas instituídas pela faculdade, prescrevendo a aplicação de sanções disciplinares para o aluno que transgredir ou não atender o que está previsto nos textos normativos.

O ato de matrícula importa em compromisso formal de respeito aos princípios éticos que regem a Faculdade, à dignidade acadêmica, às normas contidas na legislação do ensino, no seu regimento e, complementarmente, baixadas pelos órgãos competentes e às autoridades que emanam, constituindo infração disciplinar, punível na forma do regimento da Faculdade, o desatendimento ou transgressão do compromisso acima referido. [...] Na aplicação das sanções disciplinares será considerada a gravidade da infração, assegurando sempre o direito de defesa, à vista dos seguintes elementos: primariedade do infrator; dolo ou culpa; valor do bem moral, cultural ou material atingido e grau de autoridade ofendida (CH, p. 3).

Autoavaliação institucional (dispositivo disciplinar do exame)

Segundo o PDI, a prática da autoavaliação feita com a participação da comunidade acadêmica é uma forma de exercício do governamento democrático que permite ao estabelecimento um olhar sobre suas principais funções no ensino, na pesquisa, na extensão e no atendimento à comunidade na qual está inserida.

A avaliação institucional é uma ferramenta de suma importância para que a Instituição oriente suas ações visando a cumprir, da melhor maneira possível, suas principais funções no ensino, na pesquisa, na extensão e no atendimento à comunidade na qual está inserida. [...] Neste sentido, contribui para a formulação de caminhos para o aperfeiçoamento ou, até, a transformação do modelo de ensino, evidenciando seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e solidária e, portanto, mais democrática e menos excludente (PDI, p. 65).

Belgede KLAS‹K SOSYOLOJ‹ TAR‹H‹ (sayfa 196-199)