EKOLOJİ VE İNSAN
2.3. Ekolojinin İnsanın Toplumsal Sağlığına Etkis
Esta seção apresenta uma síntese dos principais trabalhos acadêmicos encontrados na pesquisa ao Banco de Teses da Capes (Capes, 2006). A pesquisa bibliográfica deu mais ênfase à produção mais restrita ao âmbito nacional.
Barros (2003) descreve, em sua dissertação, a avaliação da interface de um aplicativo denominado Sistema de Informatização Processual para Primeira Instância da Justiça Trabalhista (SIP), que visa à realização de tarefas jurisdicionais, tendo em vista a melhoria das condições de trabalho dos serventuários da justiça e a agilidade dos serviços prestados à comunidade. Para a avaliação da interface do SIP, utilizou-se a técnica Pensando em Voz Alta e a Aplicação de Questionário, sendo esse elaborado segundo critérios ergonômicos. Para finalizar, foi realizada uma análise gráfica do design das telas do aplicativo.
Em sua dissertação, Oliveira (2001a) avalia ergonomicamente as interfaces que compõem o site SciELO (Scientific Eletronic Library Online). Nessa avaliação, foram levantados problemas e qualidades da interface, através de Inspeção por Checklist, sob a luz dos critérios ergonômicos, criando assim, o pré-diagnóstico que serviu de hipótese para Ensaios de Interação. Com base nos resultados obtidos nas atividades de avaliação, foram
listados os principais problemas e qualidades de usabilidade da interface, bem como as recomendações ergonômicas que visam auxiliar a resolução dos problemas levantados.
Soares (2004) aborda a avaliação de usabilidade de um software gerenciador de websites, denominado Proweb. O objetivo principal foi medir o índice de satisfação dos usuários finais, em relação à interface do software. Foram coletadas as opiniões dos usuários especialistas em usabilidade para se comparar com a opinião dos usuários finais. A avaliação seguiu os critérios ergonômicos de Bastien e Scapin, e a satisfação do usuário foi avaliada por questionário. A usabilidade do software Proweb em geral foi baixa, principalmente no critério Adaptabilidade, apesar dos usuários estarem satisfeitos com o software.
Bohmerwald (2003) apresenta uma pesquisa, realizada no curso de Mestrado da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que propõe que os estudos das áreas da ciência da informação e ciência da computação sejam usados conjuntamente, complementando-se, com o intuito de se analisar de forma abrangente um sistema de informação em relação à sua interação com o usuário. Para teste da metodologia proposta, foi usada a Biblioteca Digital da PUC-Minas (BDP). A metodologia é composta por cinco etapas: (1) questionário sobre o contexto do usuário; (2) teste de usabilidade em laboratório; (3) questionário de satisfação; (4) estudo do comportamento de busca dos usuários através do teste com busca livre; (5) análise do log.
Almeida (2005) validou o uso de operadores pedagógicos no contexto de EAD, verificando se a organização e estruturação de conteúdo, resultantes do uso de operadores no material instrucional, aumentam a usabilidade do hiperdocumento e conseqüentemente sua qualidade. Para avaliar o uso dos operadores cognitivos no contexto de EAD, foram realizados estudos comparativos nos quais foram aplicadas avaliações de usabilidade em hiperdocumentos com e sem o uso dos operadores. A avaliação da usabilidade aconteceu a partir dos métodos Teste de Usabilidades, Avaliação Heurística e Questionário com diretivas de usabilidade para o conteúdo para a Web.
Padilha (2004) propôs, aplicou e avaliou um questionário, baseado nos conjuntos de normas e recomendações ergonômicas existentes na Web, destinado a todos os criadores de conteúdo Web (autores de páginas e Webdesigner) como ferramenta para a avaliação da usabilidade de sites de Comércio Eletrônico. A pesquisa gerou um modelo de questionário de avaliação de satisfação de clientes de produtos de sites de Comércio Eletrônicos, baseado nas várias normas, diretrizes e recomendações ergonômicas existentes, adaptando- as aos sites de Comércio Eletrônico.
Medeiros (1999) apresenta uma proposta de utilização da norma ISO 9241/10 – Ergonomic Requirements for Office Work with Visual Display Terminals (VDTs) - para a determinação do grau de satisfação de usuários com relação a produtos de software. Ele propõe uma estrutura de correlação entre os critérios avaliados pelo questionário e as partes da norma relativas à adequação ergonômica do software. Ele também elabora uma metodologia para análise dos resultados e intervenção sobre as falhas.
Reitz (2004) apresenta a aplicação de uma metodologia de avaliação qualitativa para medir a usabilidade de websites de Educação à Distância (EaD) na tecnologia de Web Based Training (WBT). O método de inspeção é baseado em recomendações ergonômicas específicas ao ambiente de EaD, compiladas conforme os Critérios Ergonômicos (CE) e Componentes de Interação Homem-Computador. Os resultados são apresentados sob forma de recomendações ergonômicas para o reprojeto do website, visando a melhoria da qualidade de interação do usuário com a interface. A Técnica de Avaliação de Co-Inspeção Ergonômica utilizada é considerada especificamente para inspecionar de forma ergonômica websites de cunho educacional.
Santos (2000) apresenta a usabilidade como ponto fundamental a ser considerado em um projeto de interface e a necessidade de se adotar procedimentos metodológicos na execução de projetos de interfaces para web. É apresentado o método de avaliação heurística como ferramenta eficaz para a avaliação da usabilidade da interface ao longo do ciclo de projeto.
Kulczynskyi (2002) analisa três fatores relacionados à usabilidade de websites: as animações, as propagandas e as formas de auxílio, bem como a influência dos diferentes tipos de conexão com a Internet nestes fatores. Eles foram pesquisados através da literatura existente e de um questionário composto de perguntas de múltipla-escolha, onde foram abordados vários pontos a respeito de cada assunto. A metodologia utilizada foi baseada no estudo de Tom Landauer e Jakob Nielsen, onde são necessários no mínimo 5 informantes para se descobrir 80% dos problemas envolvendo usabilidade. No trabalho, foram utilizados 15 informantes. Os resultados foram divididos por fatores e expostos em tabelas, mostrando-se a porcentagem obtida em cada resposta das perguntas do questionário.
Aragão (2001) aborda a percepção do usuário sobre o fator usabilidade das páginas de sites de comércio eletrônico, segundo a ótica da ergonomia. Utilizando-se do Questionário de Usabilidade, ele procurou validar esse critério para as páginas de sete sites de empresas que utilizam o comércio eletrônico, onde foi possível avaliar, dentre outros fatores, a facilidade de navegação do usuário, a compreensão de seus componentes e a
interação do usuário com o site. Após a análise dos sete sites de comércio eletrônico, constaram-se os seguintes resultados: os sites que possuíam critérios de usabilidade possibilitaram uma maior interação e facilidade de navegação; o questionário desenvolvido para avaliar o critério usabilidade teve fácil aplicação e possibilitou uma avaliação rápida e objetiva; o tempo necessário para realizar uma compra foi menor nos sites que possuíam mais recursos de usabilidade.
Carvalho (2004) realiza uma avaliação da usabilidade da interface de dispositivos móveis (como os handhels), quando utilizados em aplicações de apoio ao ensino à distância. Esta avaliação foi possível por meio da análise dos dados obtidos em um experimento prático, com a apresentação de uma aula à distância, transmitida por uma rede sem fio. A avaliação foi operacionalizada através de: coleta de opinião de usuários através de questionário, observação do usuário durante a sua utilização do ambiente e a coleta da opinião de especialista através da avaliação Heurística.
Lima (2003) avalia a usabilidade da urna eletrônica 2002 e o módulo de impressão externo, bem como fornece informações ao Tribunal Superior Eleitoral - TSE para subsidiar a realização de uma pesquisa abrangente em todo o território nacional, buscando a construção de uma versão de interface para a urna eletrônica que seja a mais adaptada possível às características e particularidades de seus usuários: os eleitores. A trajetória metodológica utilizada foi a Análise Ergonômica do Trabalho – AET, proposta por Guérin (2001). Os procedimentos realizados foram a Avaliação Heurística; Inspeção Ergonômica; Observações Globais e Sistemáticas da interação; Inspeção Cognitiva; Entrevistas abertas e semi-estruturadas com profissionais da área de Informática do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina – TRE-SC, Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal – TRE-DF, entrevistas abertas e semi-estruturadas com: profissionais da área de informática do TSE, TRE/DF, TRE/SC, mestrandos e doutorandos de Informática e Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, mestrandos e doutorandos de Psicologia e Desenho Industrial da Universidade de Brasília – UnB, mesários, escrutina dores, eleitores, e outros profissionais envolvidos no sistema de votação eletrônico; validação e aplicação de instrumento tipo survey e Análise da Atividade de votação.
Nascimento Junior (2000) apresenta a proposta de arquitetura do Sistema Revisor Ergonômico, sistema para avaliação automática de usabilidade. A proposta adota a tecnologia de sistemas inteligentes, unindo Sistemas Especialistas e Reconhecimento de Padrões. Os principais resultados do trabalho são: a modelagem dos conhecimentos
ergonômicos sobre os objetos de interação com o usuário e uma descrição estruturada das classes de objetos de interface com uma perspectiva de avaliação da usabilidade.