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Ekolojinin İnsanın Psikolojik Sağlığına Etkis

Belgede Ekoloji, insan ve din (sayfa 44-47)

EKOLOJİ VE İNSAN

2.2. Ekolojinin İnsanın Psikolojik Sağlığına Etkis

As técnicas prospectivas estão baseadas na aplicação de questionários/entrevistas com o usuário para avaliar sua satisfação ou insatisfação em relação ao sistema e sua operação. Ela mostra-se bastante pertinente na medida em que é o usuário a pessoa que melhor conhece o software, seus defeitos e qualidades em relação aos objetivos em suas tarefas. De acordo com Shneiderman (1998), a realização de pesquisas de opinião, especialmente através da aplicação de questionários, está entre as técnicas mais utilizadas para avaliação de usabilidade.

O questionário é um “conjunto de perguntas sobre um determinado tópico que não testa a habilidade do respondente, mas mede sua opinião, seus interesses, aspectos de personalidade e informação biográfica” (Günter, 1999 apud Lima, 2003).

A partir de questionários, os avaliadores detectam as impressões dos usuários causadas pelo sistema durante a sua interação. Além disso, através dos questionários, os avaliadores conseguem determinar o perfil do usuário entrevistado, suas dificuldades de interação com o sistema e sugestões. O questionário pede ser adotado em qualquer fase de desenvolvimento do sistema.

Segundo Pimenta (2003), um questionário pode ser estruturado, semi-estruturado ou misto. O questionário estruturado é formado por questões fechadas e o semiestruturado é formado por questões abertas. No questionário semiestruturado, as questões são padronizadas, mas as respostas ficam a critério do entrevistado. Uma vantagem deste

modelo é que ele permite que o entrevistado manifeste suas opiniões, seus pontos de vista e argumentos, o que não ocorre com o questionário estruturado. Já o questionário misto pode conter tanto questões abertas quanto fechadas. Um espaço para opiniões e sugestões livres deve sempre ser proposto ao usuário. O que determina o tipo de questionário a ser elaborado é o propósito da pesquisa a ser realizada.

De acordo com a literatura em usabilidade, a opção por esta forma de avaliação tem várias justificativas, pois é relativamente barata; permite determinar o grau de severidade das falhas detectadas e, conseqüentemente, estabelecer prioridades para as ações interventivas; possibilita estimar o impacto mercadológico das qualidades e falhas encontradas no produto; é um bom complemento para os testes e inspeções de usabilidade (Nielsen e Molich, 1990; Shneiderman, 1998).

Nielsen e Molich (1990) ensinam que, tradicionalmente, um modelo de questionário baseia-se nas experiências e heurísticas particulares de seus elaboradores. À medida que é utilizado em pesquisas reais ou simuladas, o modelo depara-se com circunstâncias e necessidades não previstas inicialmente. Estes fatores determinam os ajustes e refinamentos, que aplicados sucessivamente, permitirão a evolução das questões e dos dados de qualificação da amostra populacional.

2. 3.2.3 Técnicas Empíricas

As técnicas empíricas contam com a participação direta de usuários. Referem-se basicamente aos ensaios de interação e os sistemas de monitoramento, que são sessões com sistemas espiões.

Ensaios de Interação ou Testes de Usabilidade

“Um ensaio de interação consiste de uma simulação de uso do sistema da qual participam pessoas representativas de sua população alvo, tentando fazer tarefas típicas de suas atividades, com uma versão do sistema pretendido. Sua preparação requer um trabalho detalhado de reconhecimento do usuário alvo e de sua tarefa típica, para a composição dos cenários que serão aplicados durante a realização dos testes”(Cybis, 2003).

Para Moura (1997) citado por Lima (2003), a tarefa de testar a usabilidade de um produto de software não é uma tarefa tão simples. Para se realizar um teste de usabilidade é necessário um grande número de técnicas e investimento em recursos, incluindo especialistas treinados trabalhando em laboratórios especiais e equipamento de registro

sofisticado. Entretanto, mesmo o investimento mais simples, de um escritório ou sala de conferência, filmadora, cronômetro e bloco de notas envolve um grande número de técnicas.

O cenário ideal para a realização dos ensaios de interação deve induzir à realização das tarefas, encobrindo a artificialidade do teste que estará sendo realizado. Cada cenário deve dar aos participantes todas as informações necessárias para a execução da tarefa, estando diretamente ligado à situação que se quer criar. A idéia é fazer com que os usuários recrutados para o teste sintam-se como usuários reais, que estão usando o produto em seus ambientes naturais.

Sistemas de Monitoramento

Sistemas de Monitoramento ou Sistemas Espiões são ferramentas informatizadas utilizadas em avaliações empíricas, ou seja, avaliações onde existe a participação direta do usuário. Os sistemas de monitoramento ficam residentes no computador do usuário e registram toda a interação com a interface que está sendo avaliada.

Segundo Cybis (2003) “esta técnica permite contornar dois inconvenientes dos ensaios de interação. Pois mesmo que os usuários estejam cientes dos testes, os sistemas espiões não causam constrangimentos ao usuário e capturam as interferências causadas por sua realidade do trabalho. Por outro lado, não há como incentivar ou registrar as verbalizações dos usuários. Os sistemas espiões apresentam também limitações de ordem técnica, relacionadas principalmente, a portabilidade das ferramentas de espionagem face a diversidade de ambientes de programação existentes. A quantidade de dados a tratar pode se tornar muito grande. Dessa forma, a duração dos testes deve ser bem planejada pelos analistas.”

Classificação das Técnicas Característica Exemplos de Técnicas Avaliação Heurística Preditiva ou Diagnóstica

As técnicas diagnósticas dispensam a participação direta de usuários nas avaliações. Baseiam-se em verificações e inspeções de versões intermediárias ou acabadas de software interativo, feitas pelos projetistas ou por

especialistas em usabilidade.

Inspeção Ergonômica via Checklist

Prospectiva

Está baseada na aplicação de questionários/entrevistas com o usuário para avaliar sua satisfação ou insatisfação em relação ao sistema e sua operação. Ela mostra-se bastante pertinente na medida em que é o usuário a pessoa que melhor conhece o software, seus defeitos e qualidades em relação aos objetivos em suas tarefas.

Aplicação de Questionários

Ensaios de Interação ou Teste de Usabilidade Empíricas As técnicas empíricas contam com a participação direta de

usuários. Sistemas de Monitoramento Tabela 2: Classificação das Técnicas de Avaliação de Usabilidade (Cybis, 2003)

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