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2.3. Genel Öğretim Teknikleri Kullanımı ve Özellikleri

2.3.1. Grupla öğretim Teknikleri

2.3.1.7. Eğitsel Oyunlar

Comte não apresenta de forma explícita o seu método porque considera que o método e a sua aplicação são inseparáveis, e é, portanto, no seu uso efetivo que o método pode ser abordado. A apresentação do método separado da prática, como uma teoria abstrata, seria uma forma de conhecimento metafísico.

Quando se trata não apenas de sabe o que seja o método positivo, mas de ter dele um conhecimento bastante nítido e profundo para usá-lo efetivamente, é mister considerá-lo em ação. [...] O método não é suscetível de ser estudado separadamente das investigações em que se emprega; ou ao menos, este é apenas um estudo morto, incapaz de fecundar o espírito que a ele se entrega. (COMTE, 1978, p. 14-15)

A partir do postulado de que a Matemática é a base da filosofia positiva e, portanto, é indispensável para o estudo dos demais fenômenos, afirma que é dela que nasce o método positivo. No Discurso sobre o Espírito Positivo, Comte afirma que o espírito humano deve renunciar à busca de conhecimentos absolutos, típicos do estado teológico e metafísico e redimensionar seus esforços para o domínio da observação, que é a única fonte segura de conhecimento. Aponta como regra fundamental para a produção do conhecimento “[...] que toda proposição que não seja estritamente redutível ao simples enunciado de um fato,

particular ou geral, não pode oferecer nenhum sentido real e inteligível.” (COMTE, 1978c, p. 48) Destarte, Comte estabelece o fato observável como critério para o conhecimento científico.

Com relação à observação, Comte considera-a a partir de três processos diferentes. Inicialmente, a mera observação, que é o exame direto do fenômeno como ele se apresenta. Mas como esta não é produtiva, deve ser substituída pela experimentação, isto é, a observação do fenômeno controlado por circunstâncias artificiais, ou seja, orientado por meio de uma teoria. E finalmente a comparação, que é a consideração gradual de casos análogos, nos quais se verifica a simplificação do fenômeno. Segundo Timasheff (1960), a comparação podia ser aplicada entre as diferentes partes de uma sociedade, entre diferentes sociedades humanas, entre sociedades de diferentes épocas e entre as deferentes classes, etnias, raças de uma mesma sociedade. O método histórico seria o corolário metodológico da filosofia positiva, no qual a comparação seria substituída pela filiação gradual. Este, para Comte, não era a busca das relações causais entre os fenômenos, mas a determinação das leis gerais a respeito da opinião pública, especialmente com relação aos três estados.

Rejeita tanto o que chama de empirismo quanto o misticismo, e afirma que é entre ambas que se deve proceder, pois não é possível a observação dos fatos sem uma teoria que os oriente, e também não há teoria sem os fatos observáveis. Na terceira lição do Curso de Filosofia fundamenta-se em Bacon para afirmar que “[...] somente são reais os conhecimentos que repousam sobre fatos observados” (COMTE, 1978, p. 05). Mas afirma que a observação deve ser acompanhada de uma teoria, pois,

[...] se contemplando os fenômenos, não os vinculássemos de imediato a algum princípio, não apenas nos seria impossível combinar essas observações isolada e, por conseguinte, tirar daí algum fruto, mas seríamos inteiramente incapazes de retê-los; no mais das vezes, os fatos passariam despercebidos aos nossos olhos. (COMTE, 1978, p. 05)

Entretanto, tal teoria não pode ter o caráter absoluto da Teologia e nem ser especulativa, como a Metafísica, pois seu objetivo não é determinar as causas, mas sim analisar com exatidão as circunstâncias que produzem os fenômenos observados e vinculá-los a outros fenômenos, explicitando as relações de sucessão e similitude. Assim,

[...] o caráter fundamental da filosofia positiva é tomar todos os fenômenos como sujeitos a leis naturais e invariáveis, cuja descoberta precisa e cuja redução ao menor número possível constituem o objetivo de todos os nossos esforços, considerando como absolutamente inacessível e vazia de sentido

para nós a investigação das chamadas causas, sejam primeiras, sejam finais. (COMTE, 1978, p. 07)

O verdadeiro objetivo do conhecimento científico é ver para prever, ou, a ciência gera a previsão e a previsão permite a ação, pois o “[...] conhecimento das leis dos fenômenos, cujo resultado constante é fazer com que sejam previstos por nós, evidentemente pode nos conduzir, de modo exclusivo, na vida ativa, a modificar um fenômeno por outro, tudo isso em nosso proveito.” (COMTE, 1978, p. 23) Destarte, a observação dos fatos fornece tão somente os materiais indispensáveis para a ciência. Cabe ao espírito, a partir dos dados observáveis, descobrir as relações constantes entre os fenômenos a partir do dogma da invariabilidade das leis naturais. Depois de determinar tais relações, torna-se possível prever convenientemente os fenômenos e assim ter o poder de modificá-los, num processo contínuo de descoberta de novas relações.

Ora, considerando a destinação constante dessas leis, pode-se dizer, sem exagero algum, que a verdadeira ciência, longe de se formada por simples observações, tende sempre a dispensar, quanto possível, a observação direta, substituindo-a por essa previsão racional que constitui, em todos os aspectos, o principal caráter do espírito positivo. (COMTE, 1978b, p. 50)

Com a publicação do Discurso sobre o conjunto do positivismo, Comte dá uma nova orientação ao método positivo, ao afirmar a importância do princípio subjetivo, iniciando a fase religiosa de seu pensamento. Segundo ele, a teoria sobre a evolução humana, alicerçada sobre bases objetivas, deve subordinar-se espontaneamente à inspiração subjetiva.

Pois é somente como subjetivas, nunca como puramente objetivas, que nossas especulações reais podem ser verdadeiramente satisfatórias, quando se limitam a descobrir na economia natural as leis que, duma maneira mais ou menos direta, influenciam com efeito nossos destinos. (COMTE, 1978c, p. 114)