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DOĞU EGE ADALARI’NIN OSMANLI EGEMENLİĞİNDEN ÇIKIŞI A Yunanistan’ın Doğu Ege Adaları’nı İşgal

D. Nüfus ve Nüfus Hareketler

II. DOĞU EGE ADALARI’NIN OSMANLI EGEMENLİĞİNDEN ÇIKIŞI A Yunanistan’ın Doğu Ege Adaları’nı İşgal

- ainda existe muito preconceito com relação à diversidade sexual

- a sociedade está melhorando sua forma de olhar para a diversidade sexual

- a mídia tem trazido muito isso na TV e as pessoas estão ficando mais acostumadas - quando eu era jovem minha mãe achava um absurdo duas mulheres juntas

- meu pai sempre aceitou as mudanças, era uma pessoa mais crítica

- meu filho não aceita a homossexualidade, depois que virou evangélico ficou mais intolerante ainda

- nesta escola tenho vários colegas homossexuais e a convivência é natural entre todos - já tive colegas de trabalho que pensam que não tem preconceito, mas tem

- as orientações na área da sexualidade são direcionadas apenas à prevenção da gravidez e de DST

- não existem orientações relacionadas à diversidade sexual - quando o assunto surge na aula, fazemos comentários sobre isso - sempre gostei desta temática

- sempre fui chamada nas escolas em que trabalhei para dar aulas de educação sexual - quer que eu fale sobre isto? Eu vou! Nunca tive vergonha

- já fui chamada de “a professora que dá aula de sexo!” na rua

- sempre encarei pensando: se eu não souber algo, vou atrás e descubro - meu pai falou comigo sobre minha menstruação

- acho que meus alunos tem que saber!

- estava cansada de ver meninas saindo correndo sem saber o porquê estavam sangrando - aqui mesmo com professores homossexuais, os alunos são preconceituosos, na outra escola os professores eram homossexuais e os alunos agiam naturalmente frente à diversidade sexual

- fiquei brava quando a professora mediadora da escola presenciou uma cena de homofobia na escola e não fez nada

- contentamento ao encontrar alunos gays que se aceitaram e estão felizes com são - As identidades LGBT são apresentadas em todas as turmas e se surge interesse, existe uma discussão maior sobre elas

- no oitavo ano muitas vezes eles estão imaturos ainda, e no terceiro ano (quando o assunto deve ser abordado de novo), acredito que é muito tarde

- caso necessário, abro um espaço no planejamento do nono ano ou primeiro colegial para retomar a educação sexual

- projeto “Prevenção também se ensina” - estagiários e a educação sexual

- atrito com pais que não querem que seus filhos tenham aulas sobre sexualidade

- indignação por ter que pedir permissão aos pais para realizar um projeto de educação sexual

- o respaldo para tratar a sexualidade em aulas é sempre o currículo

- como o currículo diz que a educação sexual começa no oitavo ano, apenas daí pra frente trabalhamos o tema

- nunca planejei e realizei uma discussão sobre diversidade sexual - homossexuais são pessoas normais

140 - a influência familiar é marcante nas ideias dos alunos sobre diversidade sexual

- quando se fala em sexualidade na escola, a influência religiosa é muito forte

- já trabalhei em uma escola para alunos especiais e lá a diversidade sexual era vista naturalmente entre os alunos

- alunos mais jovens não são preconceituosos, a faixa dos 14, 15 anos já começam a ser mais resistentes

- meninos são mais homofóbicos que meninas

- meninos não se aproximam muito de alunos gays pois são machistas - meninas geralmente são amigas de todos, são mais abertas

- trabalhar a sexualidade em sala de aula é papel de todos, inclusive o professor de Ciências uma vez que este trata de aspectos da reprodução

- tinha um colega, professor de educação física, que sempre era questionado sobre sexualidade pelos alunos, ele tirava dúvidas comigo

- em minha formação inicial não tive nenhum preparo relacionado à diversidade sexual - durante a formação continuada fez cursos relacionados à sexualidade e gênero

- nunca tive alunos transgêneros

- se já tem preconceito com homossexuais, se eles viessem travestidos então, capaz de apanharem!

- tenho ex-alunos transexuais, que se transformaram após a escola - indignação ao ver alunos preconceituosos

- nós professores precisamos estar sempre atualizados para dar boas aulas de educação sexual

- acredito que meus alunos mudam alguns pensamentos e atitudes após minhas aulas de educação Sexual

- existe um preconceito ou medo por parte dos gestores no que diz respeito à sexualidade na escola

- reconhece a carência na formação dos professores quanto à sexualidade

- minha educação sexual na época de escola foi restrita à aspectos básicos da reprodução, “saí da escola sem saber que o pênis entrava na vagina!”

- os alunos vem sabendo muitas coisas, que aprendem na TV, família, amigos

- o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema geralmente é restrito, errado ou incompleto

- falta avanços na questão das diretrizes curriculares relacionadas à educação sexual - indignação diante de uma professora que se negou a ministrar aulas de sexualidade para os alunos do oitavo ano, julgando o assunto muito avançado para eles

- a mídia e a TV ensinam muito aos jovens de hoje em dia

- quando minha prima homossexual foi expulsa de casa, minha mãe ajudou a resolver a situação

- se eu tivesse um irmãos gay ou irmã lésbica, acredito que seria tudo bem quanto à aceitação familiar

- se eu tivesse um irmão travesti a indignação familiar seria forte

- a mudança de aparência de um sujeito travesti não seria aceita pela família - a escola é o lugar para formar novas percepções sobre a diversidade sexual

- Ciências tem a obrigação de abordar a sexualidade na escola, não só reprodução, mas sexualidade

- o professor de Ciências é o que deve estar preparado para tratar questões relacionadas à sexualidade na escola

141 - minha irmã me incumbiu de conversar sobre sexualidade com meus sobrinhos

- os alunos acham que o professor de Ciências vai responder tudo na área sexual e médica

- não me sinto preparada no que diz respeito à diversidade sexual

- não fui muito preparada sexualmente, nem por meus pais, nem pela escola - os pais e a educação sexual escolar

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