• Sonuç bulunamadı

5.6. BUĞDAY VADELİ İŞLEM BORSASI

5.6.1. Türkiye ve Dünyada Buğday Üretimi ve Ticareti

5.6.1.1. Devletin Buğday Piyasasına Müdahalesi

4.2.1 Analisador de imagens – LEICA Qwin, v.2.4, Leica Imaging Systems

Ltd. Cambridge, England.

4.2.2 Balança de precisão – Modelo BG 400 - Ganaha. São Paulo, SP,

Brasil.

4.2.3 Forno de microondas – Modelo 2100 – Sensor Crisp. Brastemp.

Manaus, AM, Brasil.

4.2.4 Fresa para acabamento de resina N0 H79E 104 060 - Komet-

4.2.5 Metalizadora Sputter coater - Modelo SCD 050 – Balzers, Alemanha 4.2.6 Micropipeta de 100-1000 µL – Boeco, Alemanha

4.2.7 Microscópio eletrônico de varredura – Leo Sterioscan 440 – Leo

Electron Microscopy Ltd. Buehler, Lake Bluff, Il, USA.

4.2.8 Mufla nº 6 - Bethil Ind. e Co Ldta, Marília, SP, Brasil.

4.2.9 Paquímetro analógico. Mitutoyo Corporation, Tóquio, Japan.

4.2.10 Placa de Vidro

4.2.11 Politriz – Modelo Metaserv 2000. Buehler, Lake Bluff, Il, USA. 4.2.12 Prensa hidráulica - Delta Máquinas Especiais, Vinhedo, SP, Brasil. 4.2.13 Prensa manual - OGP Produtos Odontológicos Ltda, SP, SP, Brasil. 4.2.14 Termopolimerizadora – Modelo P100 – Termotron Equipamentos

4.3 Método

Este trabalho foi aprovado, em 14 de dezembro de 2004, pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Araraquara – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Apêndice).

Para a realização deste experimento, foram selecionadas 4 resinas acrílicas autopolimerizáveis indicadas para reembasamento imediato de próteses removíveis e uma resina termopolimerizável, indicada para a confecção de bases de próteses e para o reembasamento, tipo mediato, de próteses removíveis, como parâmetro de comparação (Quadro 1)

Quadro 1 – Materiais, siglas, proporções pó/líquido e tempo de polimerização

Material Sigla Proporção pó/líquido

Condições de polimerização

Kooliner K 1,4 g/1,0 mL 10 min à temperatura ambiente

New Truliner NT 1,34 g/1,0 mL 10-15 min à temperatura ambiente

Tokuso Rebase TR 2,056 g/1,0 mL 5,5 min à temperatura ambiente

Ufi Gel Hard UGH 1,76 g/1,0 mL 7 min à temperatura ambiente Lucitone 550 L 2,1 g/1,0 mL 90 min a 730C e 30 min a

Quadro 2 – Composição do pó e líquido dos materiais utilizados Material Pó Líquido

K Polietil metacrilato-PEMA

Peróxido de Benzoíla-PB Isobutil metacrilato NT PEMA

PB Isobutil metacrilato Dibutil n-ftalato TR PEMA

PB Hexanediol dimetacrilato-1,6 HDMA ß-metacriloil oxietil propianato DPT-Dimetil p-toluidina UGH PEMA

PB Hexanediol dimetacrilato-1,6 HDMA Dimetil p-toluidina-DPT L Polimetil metacrilato-

PMMA Metil metacrilato Etileno glicol dimetacrilato

Para possibilitar a obtenção dos corpos-de-prova, inicialmente foi construída uma placa de resina acrílica termopolimerizável incolor, semelhante a uma placa miorrelaxante, para arcada superior, com cobertura total do palato. Para a confecção dessa placa, foram realizadas moldagens com alginato do arco dental superior e inferior de um indivíduo,e em seguida, foi realizado o vazamento com gesso pedra, tipo IV. Posteriormente os modelos foram montados em articulador semi- ajustável de maneira convencional. Em seguida, a placa foi encerada, utilizando-se três lâminas de cera 07, para se obter a espessura de aproximadamente 3mm. Duas perfurações em forma retangular foram confeccionadas no palato, na região dos molares com dimensões de 12 mm de largura, 22 mm de comprimento e 3 mm de espessura, com o objetivo de proporcionar a confecção dos corpos-de-prova. Após o enceramento, obedecendo aos princípios funcionais, a placa foi incluída

em mufla n0 6, utilizando gesso pedra. Após a presa do gesso, a cera foi eliminada, a resina prensada e polimerizada, utilizando-se o ciclo de polimerização recomendado pelo fabricante. Finalizada a polimerização, foram realizados os procedimentos de acabamento e polimento, e, posteriormente, o ajuste clínico foi realizado diretamente na boca, com a finalidade de se conseguir contatos oclusais bilaterais, simultâneos e estáveis (Figura 1). Para a padronização do experimento, um único voluntário, foi selecionado para a obtenção de todos os corpos-de-prova.

4.3.1 Obtenção dos corpos-de-prova das resinas autopolimerizáveis

Para a obtenção dos corpos-de-prova das resinas autopolimerizáveis (K, NT, TR, UGH), os orifícios da placa foram então,

temporariamente vedados na sua parte externa com cera 07, para permitir o confinamento do material reembasador. Posteriormente foram isolados com vaselina sólida para evitar a união do material reembasador com a resina acrílica da placa. O material reembasador selecionado foi

proporcionado e manipulado segundo as recomendações do fabricante (Quadro 1), e, colocado no centro de cada orifício. O conjunto placa/material reembasador foi assentado na arcada superior do indivíduo, e pressão constante foi exercida sobre a placa, por meio da intercuspidação da arcada inferior sobre a placa, durante o tempo de presa de cada material (Quadro 1). Concluída a polimerização, a placa foi retirada da cavidade bucal do indivíduo (Figura 2) e os corpos-de-prova foram cuidadosamente removidos (Figura 3) com uma espátula Lecron, lavados em água corrente e imediatamente colocados em Glutaraldeído a 2%, durante 10 min, para uma desinfecção prévia. A seguir, os excessos laterais foram recortados e as dimensões padronizadas com o auxílio de uma fresa maxicut. As dimensões finais de 10 mm de largura, 20mm de comprimento e 3mm de espessura foram verificadas com um paquímetro analógico (Figura 4).

Figura 2 - Material reembasador polimerizado na placa. Figura 3 - Corpo-de- prova sem acabamento. Figura 4 - Corpo-de- prova com acabamento.

4.3.2 Obtenção dos corpos-de-prova da resina termopolimerizável

Para a obtenção dos corpos-de-prova da resina termopolimerizável (L) os orifícios da placa foram temporariamente vedados na sua parte

externa com cera 07. O material de moldagem (poliéter) foi proporcionado em partes iguais sobre uma placa de vidro, manipulado com espátula nº 24, flexível, de acordo com as recomendações do fabricante e vertido no centro de cada orifício. O conjunto placa/poliéter foi posicionado na arcada superior do indivíduo e uma pressão constante foi exercida pela intercuspidação da arcada inferior sobre a placa, enquanto aguardava-se o tempo de presa do material. Concluída a polimerização, a placa foi removida da cavidade bucal do indivíduo (Figura 5), os corpos-de-prova foram cuidadosamente removidos da placa (Figura 6) e receberam o mesmo tratamento para desinfecção das resinas autopolimerizáveis. A seguir os excessos laterais foram recortados com tesoura (Figura 7).

Figura 5 - Material de moldagem polimerizado na placa. Figura 6 - Réplica de poliéter sem recorte. Figura 7 - Réplica de poliéter com recorte.

Posteriormente, os corpos-de-prova de poliéter foram incluídos em mufla com gesso pedra, tipo IV. Após a presa do gesso, os corpos-de- prova foram removidos e duas camadas de isolante para resina acrílica foram pinceladas na mufla e na contra-mufla. A resina foi manipulada em um pote de vidro, durante 30 segundos, à temperatura de 230C,

aguardando-se a sua fase plástica para o preenchimento da cavidade do molde. Uma folha de papel celofane umedecida foi então posicionada sobre a resina, para a realização da prensagem de prova, em prensa hidráulica, com pressão lenta e gradual, até atingir 0,5 tonelada permitindo a acomodação da resina e o escoamento dos excessos. Após o fechamento completo da mufla, esta foi novamente aberta, o papel celofane removido e os excessos de resina recortados com uma lâmina de bisturi. Em seguida, a mufla foi novamente fechada na prensa, aplicando-se uma força de 1,25 tonelada. Decorridos 30 min, após a resina ter atingido a fase plástica, a mufla foi transferida da prensa hidráulica para a prensa manual, sendo iniciado o ciclo de polimerização (Quadro 1). Concluída a polimerização, a mufla foi resfriada por 30 min, sobre a bancada, e 15 min, em água corrente. Após a demuflagem, os excessos foram removidos com fresa maxicut e as dimensões verificadas com um paquímetro analógico. As amostras foram mantidas em água destilada por 48 h, a 370C, seguindo as especificações para resinas acrílicas termopolimerizáveis4.

4.4.3 Irradiação por energia de microondas

Os corpos-de-prova foram submetidos à irradiação por energia de microondas, utilizando-se um forno com dupla emissão de ondas, a uma potência de 650 W e um tempo de 6 min, imersos em 200 mL de água destilada57. Os corpos-de-prova foram divididos em quatro grupos:

• grupo 1 (G1): corpos-de-prova sem tratamento - grupo controle;

• grupo 2 (G2): corpos-de-prova submetidos a 2 ciclos sucessivos de irradiação, no mesmo dia. Este grupo caracterizou o ciclo mínimo de desinfecção necessária, simulando um ajuste da prótese;

• grupo 3 (G3): corpos-de-prova submetidos a 1 ciclo diário de irradiação, durante 7 dias, com as amostras imersas em 200mL de água destilada. Este grupo caracterizou o efeito cumulativo das desinfecções sucessivas. Os corpos-de- prova permaneceram armazenados, a 370C, em água destilada, entre os ciclos;

• grupo 4 (G4): corpos-de-prova imersos em água destilada por sete dias a 370C.

4.4.4 Preparo dos corpos de prova e obtenção das microfotografias no microscópio eletrônico de varredura

Para este procedimento, os corpos-de-prova foram cobertos com uma fina camada de liga de ouro, com espessura variável de 75 a 100nm, em metalizadora, por um período de 300 segundos, tornando as amostras eletricamente condutivas. Posteriormente, foram examinados em microscópio eletrônico de varredura, onde foram realizadas imagens digitais dos corpos-de-prova em 2 campos de 3,2 mm de largura X 2,1 mm de altura, sendo um na região central e outro na borda posterior medial dos mesmos (Figura 8), com um aumento de 100x. Posteriormente as imagens foram examinadas em analisador de imagens.

Figura 8 - Áreas

selecionadas para análise da porosidade.

4.4.4 Análise das porosidades

As imagens foram analisadas em um software específico, Leica

Qwin. Inicialmente o perímetro dos poros foi circundado com o cursor do

mouse e a área do poro foi preenchida automaticamente com a coloração

verde. As medidas de área superficial dos poros observados foram então realizadas e quantificadas em escala micrométrica, por meio de parâmetros previamente estabelecidos no próprio software (Figura 9).

Figura 9 - Medidas de área superficial dos poros.