SOSYAL BİLGİLER
2.5. Sosyal Bilgiler Programının ve Ders Kitaplarının Đnsan Hakları ve Demokrasi Eğitimi Açısından Değerlendirilmesi
2.5.2. Ders Kitaplarının Değerlendirilmesi
4.2.1. Pluviosidade
As informações sobre a pluviosidade local foram obtidas em consulta aos registros da FUNCEME (Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos) para a estação meteorológica dos municípios de Aracati e de Fortim, e no Instituto Nacional de Meteorologia (INMET, 2010), desde os períodos anteriores até o dia da coleta.
4.2.2. Marés
As informações sobre a maré foram obtidas pelo marégrafo mais próximo à região do Jaguaribe (CE), localizado no Porto de Areia Branca-Termisa (Rio Grande do Norte), fornecidas pela Diretoria de Hidrografia e Navegação para os anos de 2007,
2008 e 2009 (DHN, 2009). E, também foram utilizadas informações das tábuas de maré para a região de Cananéia-Iguape (SP), fornecida pelo Laboratório de Marés e Processos Temporais Oceânicos (MAPTOLAB) do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (MAPTOLAB, 2009).
4.2.3. Transparência da Água
A transparência da água corresponde à profundidade na qual a incidência de luz é 1%, sendo o limite entre a zona eufótica e afótica. A transparência foi calculada a partir da medida da profundidade de desaparecimento do disco de Secchi. A transparência da água foi determinada a partir do coeficiente de extinção da luz apresentado por Poole & Atkins (1929), segundo as equações a seguir:
K = 1,7 x D-1
Zeu = 4,6 x K-1
Onde: K = é o coeficiente de extinção da luz;
D = é a profundidade de desaparecimento do disco de Secchi (m);
Zeu = é a profundidade da camada de até 1% da luz incidente, que corresponde
ao valor da transparência da água.
4.2.4. Temperatura, Salinidade e Oxigênio Dissolvido
Durante a 1ª campanha de coleta no estuário do Rio Jaguaribe, em junho de 2007, a temperatura, a salinidade e o oxigênio dissolvido foram medidos com auxílio da Sonda YSI modelo 85 (Yellow Springs Instrument Company, Yellow Springs, Ohio, USA), previamente calibrada com solução O2 probe solution.
Nas demais campanhas de amostragens realizadas no estuário do Jaguaribe e as realizadas no complexo de Cananéia e Iguape, a temperatura da água foi medida com o uso de termômetros de reversão protegidos, com precisão ± 0,01 °C.
A salinidade foi determinada pelo método indutivo, com o auxílio de um salinômetro marca Beckman modelo RS10, calibrado com água do mar padrão da Ocean Scientific International Ltd., com precisão de ± 0,005. Os cálculos para conversão da condutividade para salinidade foram feitos segundo as recomendações de Fofonoff & Millard (1983).
O oxigênio dissolvido (OD) também foi determinado segundo o método de Winkler (1888) como descrito em Grasshoff et al. (1999). O método apresenta precisão de 0,02 cm3 dm-3 para teores de 2 cm3 dm-3 e 0,04 cm3 dm-3 para teores superiores.
4.2.5. Percentual de Saturação em Oxigênio Dissolvido
O percentual de saturação em oxigênio dissolvido (% Sat. OD) foi obtido pela tabela da UNESCO, Internacional Oceanographic Tables (UNESCO, 1973), que correlaciona os valores de temperatura e salinidade.
4.2.6. Potencial Hidrogeniônico (pH)
O pH foi medido com o uso de pHmetro da marca ORION modelo 250A (no estuário do Jaguaribe) e modelo 290A (no estuário de Cananéia e Iguape), calibrado com soluções tampão de pH 4,0, 7,0 e 10,0, com precisão de ± 0,001, seguindo as recomendações de Aminot & Chaussepied (1983).
4.2.7. Nutrientes Dissolvidos
4.2.6.1. Fosfato e Silicato
O fosfato e o silicato foram determinados por métodos colorimétricos de modo manual, utilizando a metodologia descrita em Grasshoff et al. (1999). As leituras das absorbâncias foram realizadas em espectrofotômetro da marca Genesys 2 (Bausch & Lomb), sendo os comprimentos ópticos de 880 nm para o fosfato e de 810 nm para o silicato, com precisões de ± 0,01 µM e ± 0,02 µM, respectivamente.
4.2.6.2. Fósforo Total Dissolvido e Fósforo Orgânico Dissolvido
O método utilizado foi baseado na fotoxidação com luz ultravioleta, seguindo as recomendações de Armstrong et al. (1966), Armstrong & Tibbits (1968) e Saraiva (2003), utilizando um câmara de fotoxidação UV (equipamento patenteado por Braga & Braga, 1999) no LABNUT/IOUSP, sendo inicialmente determinado, na amostra d’água filtrada, o fósforo inorgânico dissolvido (PID ou fosfato), e após a fotoxidação de uma alíquota dessa mesma amostra, obtêm-se o valor de fósforo total dissolvido (PTD), ambas as formas foram obtidas segundo o descrito no item 4.2.5.1. Pela diferença entre o PTD e o PID, obtém-se o fósforo orgânico dissolvido (POD).
4.2.6.3. N-Amoniacal
As amostras de água foram obtidas diretamente da garrafa oceanográfica e acondicionadas em frascos de vidro (frascos de reação), sendo adicionados os reagentes logo após a coleta, ainda na embarcação. As amostras foram mantidas ao abrigo da luz. A metodologia utilizada para análise é a descrita por Tréguer & Le Corre (1975), com adaptações de Solórzano (1969), sendo o comprimento óptico de leitura de 630 nm lido em espectrofotômetro da marca Genesys 2 (Bausch & Lomb), apresentando uma precisão de 0,05 M de N-amoniacal (N-NH3 + N-NH4+), sem precisar ser feita
nenhuma correção para equilibrar o efeito salino.
4.2.6.4. Nitrato e Nitrito
A determinação do nitrito e do nitrato seguiu o método colorimétrico, sendo que para o nitrato houve a redução para nitrito, com o uso de coluna de cádmio cuperizado, conforme descrito em Wood et al. (1967). O valor de nitrito total (nitrito + nitrato reduzido) menos o valor do nitrito inicial fornece o valor de nitrato. As análises foram realizadas por procedimento automático utilizando o AutoAnalyzer II (Bran- Luebbe®), em fluxo contínuo com arraste por bolhas, seguindo as recomendações de Grasshoff et al. (1999), Tréguer & Le Corre (1975) e Braga (1997a, 1997b). A precisão do método para nitrito é de ± 0,01 µM e para nitrato é de ± 0,02 µM.
4.2.6.5. Nitrogênio Inorgânico Dissolvido
O Nitrogênio Inorgânico Dissolvido (NID) é obtido pela somatória das frações inorgânicas dissolvidas: N-amoniacal, nitrito e nitrato.
4.2.6.6. Nitrogênio Total Dissolvido e Nitrogênio Orgânico Dissolvido
Determinado por fotoxidação com luz UV a partir da amostra de água filtrada, segundo as recomendações de Armstrong et al. (1966), Armstrong & Tibbits (1968) e Saraiva (2003), utilizando um câmara de fotoxidação ultravioleta e o AutoAnalyzer II (Bran-Luebbe®), para as medidas. O nitrato formado foi lido segundo descrito no item 4.2.6.4. O nitrogênio orgânico dissolvido (NOD) é obtido pela a diferença entre o nitrogênio total dissolvido (NTD) e o nitrogênio inorgânico dissolvido (NID).
4.2.6.7. Ureia
Os teores de ureia foram avaliados utilizando o procedimento descrito por Aminot & Kerouel (1982) e Grasshoff et al. (1999). As amostras foram manuseadas com luvas para diminuir o risco de contaminação. A leitura foi feita em 526 nm de comprimento óptico em espectrofotômetro Genesys 2 (Bausch & Lomb), sendo que a precisão do método é de ± 0,01 M, com resposta linear prevista até 15 M.
4.2.6.8. Relações Molares de N:P e Si:P
A relação entre as concentrações de nitrogênio (representado pela soma das frações inorgânicas dissolvidas: nitrato, nitrito e N-amoniacal – NID) e de fósforo (representado pelo fosfato dissolvido), e de silício (silicato dissolvido) e fósforo (fosfato dissolvido), foram calculadas segundo descrito por Von Sperling (2001). Para determinar a relação N:P e Si:P, as concentrações obtidas para os nutrientes dissolvidos (NID, fosfato e silicato) devem ser divididas pela sua respectiva massa atômica (14, 31 e 28), sendo então calculada a razão entre N e P, e a razão Si e P.
4.2.8. Material Particulado em Suspensão (MPS)
O material particulado em suspensão presente nas águas estuarinas foi determinado por medida gravimétrica, segundo as metodologias descritas em Strickland & Parsons (1968) e APHA (2001).
No laboratório, as amostras de água foram filtradas em filtros de fibra de vidro da marca Whatman GF/F com porosidade nominal de 0,45µm e 47 mm de diâmetro, previamente tratados e secos por 1 hora a 60ºC. Os filtros foram previamente identificados e pesados em balança analítica, sendo utilizadas duas balanças: i) marca SHIMADZU modelo AX200 com precisão de ± 0,0001g; e ii) marca BEL Engineering modelo Mark 210A com precisão de ± 0,0001g. Após a filtração, os filtros foram mantidos a -20°C até sua análise, quando foram descongelados e colocados novamente a 60°C por 1 hora em estufa, resfriado em dessecador e pesado, repetindo o processo de secagem e pesagem até peso constante. A diferença entre o peso final e o inicial forneceu o peso do material particulado em suspensão em mg L-1.
4.2.9. Matéria Orgânica em Suspensão (MOS)
A matéria orgânica em suspensão foi determinada por técnica gravimétrica, após a calcinação da amostra em forno mufla a 450ºC, de acordo como descrito em Strickland & Parsons (1968).
Esta técnica consistiu em levar os filtros utilizados na determinação do MPS para um forno mufla a uma temperatura de 450ºC por um período de 4 horas em temperatura constante. Depois, colocaram-se os filtros em um dessecador até atingir temperatura ambiente. Após o seu resfriamento, pesaram-se os filtros em uma balança analítica, conforme citado anteriormente para MPS. A diferença entre o peso do filtro antes da calcinação (m1) e o resíduo da combustão (m2) representa a perda de matéria
orgânica volatilizada na forma de CO2, sendo que a partir deste dado, pode-se obter o
percentual de matéria orgânica em suspensão.