• Sonuç bulunamadı

1.4. Yoksulluğun Ölçülmesi

2.1.4. Dördüncü Sanayi Devrimi (Endüstri 4.0)

2.1.4.4. Dünyada Endüstri 4.0

O trabalho de cunho empírico foi realizado em um dos Centros de Línguas da cidade de São Paulo108 e subdividiu-se em quatro etapas, com diferentes fases cada uma, conforme relatamos a seguir109:

a) Etapa 1

A primeira parte de nosso estudo empírico teve como objetivo conhecer a opinião de um número considerável de alunos de espanhol (161), de nove turmas diferentes, e de seus respectivos professores em um dosCentros de Estudos de Línguas– CEL – da cidade de São Paulo, no que tange especificamente à sua motivação durante as aulas de espanhol.

As perguntas a que nos propusemos responder eram:

a) Os alunos e professores de espanhol dos CEL encontram-se motivados? b) Quais as principais causas dessa (des)motivação?

c) O que os professores entendem por motivação?

d) Que estratégias os professores afirmam utilizar na busca da motivação dos alunos? e) De todas as turmas pesquisadas, qual apresenta o menor nível de motivação e,

portanto, será o focode nosso estudo de caso?

Todos os sujeitos envolvidos nesta primeira etapa da pesquisa preencheram um questionário inicial que nos permitiu responder às perguntas anteriormente apresentadas. Os questionários utilizados encontram-se nos anexos A e B, no final deste volume.

Após a tabulação e a análise dos dados coletados, definimos qual turma, e respectivo professor, participaria da segunda etapa do nosso estudo, que consistiu na observação de aulas, como será descrito mais à frente. O principal critério para a realização dessa escolha foi

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Ressaltamos que, para testar a adequação dos questionários que foram utilizados na primeira e na última etapa de nossa pesquisa, realizamos previamente um teste-piloto (com 21 alunos e sua respectiva professora), anterior ao nosso Exame Geral de Qualificação, em um dos Centros de Estudo de Línguas da cidade de São Paulo. Dessa forma, para a realização da pesquisa que será descrita a seguir foram feitos ajustes nos instrumentos, de maneira a deixá-los mais claros e eficientes.

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Inicialmente tínhamos como propósito coletar informações em oito turmas, de diferentes CEL. No entanto, a coordenação de um dos CEL contatado mostrou-se solícita em permitir a pesquisa em todas as suas turmas de espanhol e, com base nas orientações da Banca Examinadora quando de nosso Exame Geral de Qualificação, optamos por desenvolver a pesquisa unicamente nesse CEL.

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Cada uma das etapas e fases descritas neste item serão amplamente explicadas nos itens 4.4, 4.5, 4.6 e 4.7, assim como os dados e resultados obtidos.

o nível motivacional apresentado pelos alunos através do questionário. A princípio, seria selecionada a turma cujos alunos apresentassem o menor nível de motivação diagnosticado, de forma que pudéssemos observar com maior clareza os possíveis efeitos do futuro processo de intervenção. No entanto, após a tabulação de todos os dados dessa primeira etapa e a conseqüente definição da turma menos motivada, por razões que apresentamos de forma mais detalhada no item 4.5.1, não pudemos realizar a pesquisa com a turma que obteve, no levantamento inicial, menor índice de motivação. Assim, passou a ser o nosso objeto de estudo a segunda turma menos motivada, já que contamos com a colaboração de sua respectiva professora. A segunda etapa da pesquisa é relatada a seguir.

b) Etapa 2

Esta segunda etapa também se constituiu de diferentes fases. Definida a turma que continuaria na pesquisa, conversamos com a professora participante e com a coordenação do CEL de forma a tornar mais clara a próxima fase da nossa pesquisa.

A segunda fase desta segunda etapa da investigação iniciou-se com a realização de uma conversa com a professora envolvida, de forma a detalhar e aprofundar o que se realizaria a partir de então. Em seguida, realizamos a observação de 12 horas-aula. Essa observação teve como foco principal verificar em que medida a professora agia conforme descrito nas respostas ao questionário e se contemplava em suas aulas as estratégias motivacionais apresentadas no capítulo 3 (p. 87-113) e que estão relacionadas ao nível da língua (5 estratégias), ao nível do aluno (6 estratégias), ao nível da situação de aprendizagem, referente ao professor (5 estratégias), nível da situação de aprendizagem, referente ao curso (5 estratégias), nível da situação de aprendizagem, referente ao grupo (2 estratégias).

Após o período de observação, e na quarta fase desta etapa,analisamos as informações obtidas e detectamos quais eram, sob o nosso ponto de vista e à luz das teorias abordadas neste estudo, os aspectos que foram classificados como mais fracos e que mereceriam ser explorados durante o período de intervenção. Elaboramos, então, um plano de ação detalhado, com sugestões de atividades e procedimentos a serem implementados. Tal plano foi discutido com a professora envolvida na pesquisa e posteriormente, colocado – em parte – em prática por ela.

c) Etapa 3

Esta etapa refere-se à aplicação do plano de ação definido de acordo com os dados obtidos e em conjunto com a docente participante da pesquisa.

A professora encarregou-se de colocá-lo em prática durante um mês (12 aulas), com nossa observação e acompanhamento. Ao longo desse período foram mantidas conversas com a docente, antes e após cada intervenção, com o propósito de avaliar o plano e propor adequações.

d) Etapa 4

Ao final do período de intervenção, e integrando a última etapa da pesquisa, os alunos responderam novamente ao questionário inicial, acrescido de algumas questões, de forma que pudemos, através de nova tabulação e análise, verificar em que medida as mudanças realizadas no processo pedagógico foram responsáveis – ou não – por alterações no nível motivacional da turma.

Após cumpridas todas as etapas e fases da pesquisa, acreditamos ter tido condições de responder as perguntas a que este trabalho se propunha, deixando sementes para novos estudos na área de motivação e sua influência na aprendizagem de línguas estrangeiras o que, a nosso ver, se configura como uma contribuição para docentes e pesquisadores.

4.3 – Relações da nossa pesquisa com a etnografia, o estudo de caso e a pesquisa-

Benzer Belgeler