• Sonuç bulunamadı

2. BEŞERİ COĞRAFYA ÖZELLİKLERİ

2.1. Nüfus

2.1.2. Batman Şehir Merkezinin Mekansal Gelişimi

Em várias partes deste texto, utiliza-se o termo AVA para descrever os ambientes de ensino a distância ou para designar sistemas de aprendizado eletrônico que reúne vários recursos e funcionalidades. Neste tópico, em que o tema é abordado com maior profundidade, introduz-se a definição:

Um AVA pode ser definido como uma mídia que habita o ciberespaço para promover o ensino/aprendizagem. Ele ocorre por meio de interfaces que favorecem a interação e a colaboração a distância entre os diversos atores do processo e o conteúdo a ser aprendido, incluindo ferramentas para atuação autônoma, oferecendo recursos para aprendizagem coletiva e individual (Ambientes virtuais de aprendizagem são cenários que habitam o ciberespaço e envolvem interfaces que favorece a interação de aprendizes. Inclui ferramentas para atuação autônoma, oferecendo recursos para aprendizagem coletiva e individual. O foco desse ambiente é a aprendizagem. Não é suficiente "escrever páginas", é preciso programar interações, reflexões e estabelecer relações que conduzam a reconstrução de conceitos (ALMEIDA; VIEIRA; LUCIANO, 2001, p.432).

Quando se fala em AVA, logo se pensa nos ambientes de ensino a distância como: Teleduc, Moodle, dentre outros. Com o advento do sinal digital, como se apresenta no Capítulo 3 deste texto, a TVDi se tornou um importante instrumento de ensino/aprendizagem podendo transmitir áudio, vídeo e dados para grande parte da população. A autora finlandesa Päivi Aarreniemi-Jokipelto (2006) complementa que a TVD é de grande importância quando comparada à transmissão analógica, devido às suas características de feedback e comunicação bi-direcional. Além disso, a TVD suporta o e-Learning e permite a aprendizagem quando a internet não está disponível. Assim como na internet, o aprendizado virtual pela televisão necessita de um AVA onde os estudantes podem interagir com o conteúdo. São necessários recursos tecnológicos e pedagógicos para elaborar um AVA para a TVDi.

Os recursos tecnológicos são os elementos referentes e necessários à infraestrutura de tecnologia para prover a criação, desenvolvimento e fruição de conteúdo para TVDI: canal de transmissão, comunicação, segurança das informações, confiabilidade e usabilidade. (AARRENIEMI-JOKIPELTO, 2006, p.296- 300).

Canal de transmissão: segundo Aarreniemi-Jokipelto (2006), é o meio pelo qual a programação de uma emissora de televisão é transmitida e que aplicativos computacionais são enviados para os dispositivos fixo e móveis permitindo que o usuário interaja com eles pelo controle remoto ou através de outras interfaces.

Comunicação: o AVA deve promover meios de comunicação entre os participantes e os conteúdos.

Segurança das informações: inclui as características de integridade, autenticação e privacidade. Em relação à integridade dos dados, o sistema deve garantir que informações de acessos e registros de atividades desenvolvidas sejam armazenadas de maneira correta e confiável. No que diz respeito à autenticação, o sistema deve permitir que, de acordo com as características do curso, apenas pessoas autorizadas tenham acesso às informações (Belda, 2009). Em relação à privacidade, o sistema deverá garantir que as informações sigilosas trafeguem em segurança e ainda, que os dados dos participantes não sejam acessados ou alterados de forma indevida (Tonieto, 2006).

Confiabilidade: as falhas decorrentes de performance, qualidade de áudio e vídeo e na utilização de programas, levam o usuário a uma negação do serviço de TVDI, provocando descrédito em toda a infraestrutura montada (Tonieto, 2006). Neste contexto, o sucesso de serviços de t-Learning depende primariamente da confiabilidade do AVA utilizado para interagir com o usuário.

Usabilidade: de acordo com Aarreniemi-Jokipelto (2006), a usabilidade ruim pode afetar o aprendizado, de maneira que este, apesar de se estender ao longo de toda a vida, vincula diferentes necessidades com o passar do tempo. Os estudantes também podem ser portadores de necessidades especiais, e neste caso, requisitos de qualidade de som, textos e imagem podem variar conforme as necessidades do público-alvo.

Além dos requisitos técnicos, Aarreniemi-Jokipelto (2006) aponta os requisitos pedagógicos que podem ser definidos como os requisitos que se referem às estratégias didáticas que o AVA deve dar suporte, como: acessibilidade ao

conteúdo, interação, avaliação, personalização da aprendizagem. AARRENIEMI- JOKIPELTO (2006, apud ZANCANARO, p. 104).

Acessibilidade ao conteúdo: em sua obra, as autores Moore e Kearsley (2008) afirmam que um curso é formado por elementos como: objetivos do aprendizado, conteúdo pedagógico do curso, apresentação das informações, estudos de casos, ilustrações gráficas, vídeos, áudios, exercícios, entre outros. Porém, a qualidade do curso depende de como estes elementos serão dispostos, a sua acessibilidade e o cuidado com que eles serão estruturados.

Interação: a interação na TVDI pode ocorrer de forma síncrona ou assíncrona e depende da interatividade e funcionamento do canal de retorno.

Avaliação: assim como na internet, nos aplicativos educacionais para TV digital, utilizamos a avaliação para verificar os conhecimentos e as competências adquiridas pelos alunos no processo de ensino/aprendizagem. Filatro (2008) afirma que a avaliação deve estar centrada no aluno e deve ser especifica ao conteúdo apresentado no curso, pois uma avaliação que funciona bem em um curso pode não funcionar em outro.

No aprendizado eletrônico, a avaliação deve, portanto, estar fundamentada em uma clara abordagem pedagógica/andragógica, com critérios e padrões transparentes para os alunos . E ela tem melhor resultado quando acontece de forma integrada, processual e multidimencional, o que quer dizer que deve estar alinhada aos objetivos de uma ou mais unidades de aprendizagem e ao objetivo geral do curso. (FILATRO, 2008, p.131).

Aarreniemi-Jokipelto (2006) propõe três tipos de avaliações no t-Learning: autoavaliação (avaliação formativa), por pares (avaliação diagnóstico) e avaliação somativa.

Na autoavaliação, conforme exibe a Figura 24, o próprio sistema oferece a correção imediatamente após a resposta do aluno.

Figura 24 – Avaliação formativa

Fonte: elaborado pela autora

Na avaliação por pares (avaliação diagnóstico), ilustrada na Figura 25, ocorre a participação ativa no trabalho em grupo, além de estimular a discussão e o

feedback. Pelo fato dos docentes não estarem o tempo todo presente, pode-se, de

alguma forma, perder informações importantes a respeito do desempenho do estudante. Por isso, ouvir o ponto de vista dos colegas que têm outras experiências pode levar a mudanças positivas de comportamento.

Figura 25 –Avaliação diagnóstico

Já avaliação somativa, exibida na Figura 26, tem a função de avaliar a eficácia do curso e classificar o estudante atribuindo-lhe uma nota (Polak, 2009). Em cursos voltados para o t-Learning, este tipo de avaliação requer um canal de retorno para que as notas sejam armazenadas em um banco de dados ou então, que a prova seja realizada presencialmente.

Figura 26 – Avaliação somativa

Fonte: elaborado pela autora

Personalização da aprendizagem: em geral, o objetivo do ensino personalizado é fornecer um caminho de aprendizagem que é adaptado às necessidades e habilidades do estudante, resultando em maior eficiência no processo (Bellotti et al., 2008). Para Aarreniemi-Jokipelto (2006), este método objetiva fornecer vários caminhos de aprendizagem para que estudantes, com diferentes objetivos e backgrounds, tenham condições de acompanhar os estudos individualmente.