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Barışın Korunması ve İnsan Haklarının Korunması Bağlantısı

BİRLEŞMİŞ MİLLETLER GÜVENLİK KONSEYİ VE KORUMA SORUMLULUĞU

2.1.1. Barışın Korunması ve İnsan Haklarının Korunması Bağlantısı

A influência da lateralidade e do sexo na involução espontânea da hidronefrose idiopática também foi pesquisada. Os resultados são apresentados através de quadros que exibem os testes estatísticos pertinentes às análises. Cada quadro é constituído de 3 tabelas de contingência, cada uma delas contendo ainda o respectivo valor do qui-quadrado e o nível de significância correspondente.

Em cada quadro, as tabelas de contingência da esquerda retratam transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal, Dil(F) Dil(P). As do centro retratam transições ocorridas entre o primeiro e o último ultra-som pós-natal, Dil(P) Dil(U). As da direita retratam transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o último ultra-som pós-natal, Dil(F) Dil(U).

Nas tabelas de contingência, uma primeira coluna, encabeçada por “Sim”, mostra o número de ocorrências em que houve regressão. A segunda coluna, encabeçada por “Não”, mostra o número de ocorrências em que não houve regressão. A terceira coluna, encabeçada por “S/N” mostra a proporção entre unidades que regrediram e unidades que não regrediram. Uma célula da tabela mostra o valor do χ2 para o teste da hipótese de independência (da lateralidade ou do sexo, conforme o caso) e outra célula mostra a probabilidade de significância para o teste realizado.

O QUADRO 6 refere-se à casuística descrita em 4.1.6 (somente a unidade mais grave de cada portador de hidronefrose isolada). A tabela de contingência da esquerda retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. A do centro retrata aquelas ocorridas entre o primeiro e o último ultra-som pós-natal. A da direita as entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. Observa-se que a influência da lateralidade, considerada a transição entre a dilatação fetal e a primeira pós-natal, é estatisticamente significante (p = 0,03).

Quadro 6 - Testes de significância estatística para lateralidade

a) fetal pós-natal b) pós-natal final c) fetal final

Regressão χ2 Regressão χ2 Regressão χ2

Lateralidade Sim Não S/N 4,76 Sim Não 0,04 Sim Não S/N 1,06

Direita 16 17 0,94 p 16 17 0,94 p 23 10 2,30 p

Esquerda 9 29 0,31 0,03 18 21 0,86 0,84 22 16 1,38 0,30

O QUADRO 7 refere-se ainda à casuística descrita em 4.1.6 (somente a unidade mais grave de cada portador de hidronefrose isolada). A tabela de contingência da esquerda retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. A do centro retrata transições ocorridas entre o primeiro e o último ultra-som pós-natal. A da direita retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. Observa-se que a influência do sexo não é estatisticamente significante.

Quadro 7 - Testes de significância estatística para sexo

a) fetal pós-natal b) pós-natal final c) fetal final

Regressão χ2 Regressão χ2 Regressão χ2

Sexo Sim Não S/N 1,93 Sim Não 0,78 Sim Não S/N 0,09

masculino 22 34 0,65 P 28 28 1,00 P 36 20 1,80 p

feminino 3 12 0,25 0,16 6 10 0,60 0,38 9 6 1,50 0,76

S/N = relação entre casos com regressão e casos sem regressão

O QUADRO 8 refere-se à casuística descrita em 4.1.7 (até duas unidades por paciente, desde que ambas com hidronefrose isolada). A tabela de contingência da esquerda retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. A do centro retrata transições ocorridas entre o primeiro e o último ultra-som pós-natal. A da direita retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. Observa-se que a influência da lateralidade é estatisticamente significante tanto para a transição da dilatação fetal para a primeira pós-natal, como para a transição entre dilatação fetal e última pós-natal.

Quadro 8 - Testes de significância estatística para lateralidade

a) fetal pós-natal b) pós-natal final c) fetal final

Regressão χ2 Regressão χ2 Regressão χ2

Lateralidade Sim Não S/N 9,65 Sim Não 0,01 Sim Não S/N 7,21

Direita 34 22 1,55 p 21 36 0,58 p 43 13 3,31 p

Esquerda 18 39 0,46 0,00 21 37 0,57 0,94 30 27 1,11 0,01

S/N = relação entre casos com regressão e casos sem regressão

O QUADRO 9 refere-se ainda à casuística descrita em 4.1.7 (até duas unidades por paciente, desde que ambas com hidronefrose isolada). A tabela de contingência da esquerda retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. A do centro retrata transições ocorridas entre o primeiro e o último ultra-som pós-natal. A da direita retrata transições ocorridas entre o ultra-som fetal e o primeiro ultra-som pós-natal. Observa- se que a influência do sexo não é estatisticamente significante.

Quadro 9 - Testes de significância estatística para sexo

a) fetal pós-natal b) pós-natal final c) fetal final

Regressão χ2 Regressão χ2 Regressão χ2

Sexo Sim Não S/N 0,00 Sim Não 0,71 Sim Não S/N 0,15

masculino 42 49 0,86 P 28 28 1,00 P 58 33 1,76 p

feminino 10 12 0,83 0,95 6 10 0,60 0,40 15 7 2,14 0,70

5.6 - Conclusões

Os resultados expostos permitem a conclusão de que a regressão da dilatação ocorre em proporção significantemente mais acentuada nas unidades de lateralidade direita, quando se comparam ultra-sons fetais com os primeiros após o nascimento. Quanto a uma possível influência do sexo, não constatamos nenhuma associação estatisticamente significante.

Capítulo 6 – RESULTADOS: VARIABILIDADE E POTENCIAL

PREDITIVO DE MEDIDAS CLÍNICAS E ECOGRÁFICAS

6.1 - Introdução

Neste capítulo são apresentados resultados de duas análises preliminares, que não constituem o foco principal desta dissertação, mas que contribuíram muito para o delineamento dos estudos que serão feitos no próximo capítulo, que trata da acurácia diagnóstica das medidas da pelve renal.

Inicialmente são mostrados resultados comparativos das variabilidade das medidas que constituem as séries evolutivas, com ênfase nas medidas ultra-sonográficas. Essa análise permitiu-nos comprovar, quantificar e comparar a variabilidade das medidas de DAP, permitindo-nos propor alternativas analíticas para minimização dos efeitos negativos dessa variabilidade.

Em seguida são mostrados resultados relativos à capacidade preditiva dos parâmetros de caracterização das séries evolutivas consideradas. Foram buscadas, através de regressão logística e análise por ROC, associações estatisticamente significantes das diversas variáveis explicativas com a ocorrência de uropatias e/ou eventos cirúrgicos que caracterizam as variáveis-resposta consideradas. Essa extensa análise preliminar ampliou nosso conhecimento sobre as associações entre as diversas variáveis envolvidas, capacitando-nos a escolher com mais critério e eficiência as variáveis explicativas que estarão presentes nos estudos delineados no capítulo que trata da acurácia diagnóstica de medidas do DAP.

Salvo referência diversa, a casuística considerada neste capítulo é a descrita em 4.5, constituída de 260 unidades renais resultantes da exclusão (no banco de dados completo) de pacientes portadores de “outras uropatias”.