5. MODEL STRATEJİLER VE ÖNERİLER
5.3 Model Strateji 3 (S3) : Kaza ve Tehlike Analizi Yöntemlerinin Kimyasal
5.3.1 Başlıca kaza ve tehlike analizi yöntemleri
Este capítulo aborda os processos metodológicos utilizados no desenvolvimento da pesquisa que é voltada para a identificação, a partir da percepção dos seus diretores e colaboradores, da cultura organizacional como uma possível fonte de vantagem competitiva sustentável no Hospital Albert Sabin em Recife/PE.
Será apresentada inicialmente a natureza da pesquisa, seguida pelos itens de delineamento, lócus da pesquisa, seus sujeitos, bem como os métodos utilizados e o pré-teste. Por fim será apresentada a análise e a interpretação dos dados.
3.1 Natureza da pesquisa
Esta pesquisa se constituiu de natureza primordialmente qualitativa por se preocupar em analisar e interpretar os aspectos mais profundos, descrevendo a complexidade do comportamento humano (LAKATOS; MARCONI, 2010).
A abordagem qualitativa justifica-se, por ser uma forma adequada para entender a natureza de um fenômeno social (RICHARDSON et al, 2009), descrevendo a complexidade do problema, compreendendo e classificando os processos dinâmicos sem desconsiderar as variáveis, contribuindo para o processo de mudança do grupo estudado. Como explicam Denzin e Lincoln,
A pesquisa qualitativa envolve uma abordagem naturalista, interpretativa, para mundo, o que significa que seus pesquisadores estudam as coisas em seus cenários naturais, tentando entender, ou interpretar, os fenômenos em termos dos significados que as pessoas a eles conferem (2006, p. 17).
Quanto aos seus fins foi uma pesquisa exploratória, pois se deu uma investigação nas áreas, cultura organizacional e vantagem competitiva sustentável, de acordo com a perspectiva dos seus diretores e colaboradores. Tendo também a referida pesquisa, características descritivas, por expor características de determinada população e fenômeno (VERGARA, 2007).
Para Cooper e Schindler (2003) o estudo exploratório é útil quando não se tem uma ideia clara dos problemas que serão enfrentados durante o estudo, principalmente quando a área explorada é nova ou vaga, pois variáveis importantes podem não estar claramente definidas. Por fim os mesmos autores consideram que a pesquisa qualitativa – que será o caráter desta pesquisa, é o tipo que melhor se adapta ao estudo exploratório.
A investigação se deu através de um estudo de caso, primeiro por se identificar tradicionalmente com a metodologia qualitativa (LAKATOS; MARCONI, 2010) e em segundo, por se referir ao levantamento com mais profundidade de determinado caso ou grupo humano sob todos os seus aspectos.
O estudo de caso reúne também, o maior número de informações detalhadas, valendo- se das técnicas de pesquisa, entrevista e questionário, visando apreender uma determinada situação e descrever a complexidade do fato em questão (VERGARA, 2007).
Este tipo de pesquisa, conforme Gil (2002, p. 72), “é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira a permitir seu conhecimento amplo e detalhado”. Acrescentando a esta reflexão, Cooper e Schindler (2003) relatam que a ênfase de estudo de caso consiste em uma análise contextual completa que abrange poucos fatos e suas interrelações. Eles afirmam também que fontes múltiplas de informação levam a maiores detalhes, o que auxilia na solução de problemas, avaliação e estratégia.
A atual pesquisa, contudo, será qualitativa e utilizará a estratégia do estudo de caso de caráter exploratório, seguindo os preceitos de Yin (2005).
Na seção a seguir será apresentado o delineamento da pesquisa.
3.2 Delineamento da pesquisa
Para Gil (2002), o delineamento da pesquisa consiste no seu planejamento em sua dimensão mais ampla, indo desde a diagramação, passando pela previsão de análise até a interpretação dos dados. Considera o ambiente onde os dados são coletados e as formas de controle das variáveis envolvidas.
A figura 4 apresenta o desenho metodológico da pesquisa, contemplando todas as suas etapas.
Figura 4 – Diagramação da Pesquisa.
Fonte: (adaptação de Gil, 2002).
3.3 Lócus da Pesquisa
A referida pesquisa teve como lócus o Hospital Albert Sabin, situado em Recife/PE, empresa prestadora de serviços em saúde.
Formulação do Problema Como a cultura organizacional do hospital Albert Sabin pode ser uma possível fonte de vantagem competitiva sustentável na percepção dos seus diretores e colaboradores.
Definição dos objetivos Identificar a cultura organizacional do hospital na percepção dos seus colaboradores e diretores como uma possível fonte de VCS;
Caracterizar os traços culturais do hospital na percepção dos colaboradores segundo a perspectiva de Cameron e Quinn (1999);
Analisar a cultura do hospital como um possível recurso intangível na percepção dos seus diretores.
Fundamentação
Aprimoramento sobre os temas cultura organizacional, vantagem competitiva sustentável e tipologias culturais.
Planejamento da Pesquisa
Estudo de caso, pesquisa exploratória e descritiva, observação.
Elaboração do Instrumento Entrevista por pauta e questionário. Pré-Teste Identificação dos ajustes necessários nos instrumentos para obtenção de dados favoráveis para a pesquisa. Coleta dos Dados
Aplicação dos instrumentos.
Análise e Interpretação dos Dados
Análise do conteúdo adquirido com os instrumentos através da categorização de Bardin.
Surgiu em 1º de setembro de 1974, a partir da ideia da construção de um centro hospitalar que viesse a inovar o conceito de hospital corrente na época. O então, Centro Hospitalar Albert Sabin (CHAS) foi o primeiro da rede particular na região, se destacando por uma série de inovações, que viriam a ser percussoras na área médico-hospitalar, como a modernização no serviço de hotelaria.
Dois anos após a inauguração, já ocorria a primeira ampliação com a construção de novas salas de cirurgias, chegando a construção da maternidade, projetando o primeiro berçário em Recife, tendo uma Unidade de Terapia Intensiva – Neonatal, inovando com os serviços de berçário virtual, escola de pais e cursos para orientação às gestantes e aos seus familiares, sobre os cuidados com o bebê.
No entanto a partir da década de 2000, quando se deu a ruptura da sociedade, teve-se início a reestruturação da organização por parte da diretoria atual, inclusive com a desativação do serviço de maternidade e UTI Neonatal.
Nos anos seguintes, houve o que se pode chamar de readequação mercadológica, ocorrendo a partir daí, uma modelagem cultural mais adequada aos parâmetros da época. Então o Centro Hospitalar Albert Sabin, passou a se chamar Hospital Albert Sabin, na regência exclusivamente da família Trigueiro. A estrutura organizacional é constituída da seguinte forma:
Figura 5 - Organograma
Fonte: o autor.
Atualmente a empresa conta com cerca de 650 colaboradores, sendo distribuídos entre as áreas administrativa e assistencial. Tal organização se torna um ambiente favorável ao referido estudo por ter quase meio século de existência, colaboradores com datas de admissão
Diretora Presidente Diretor Médico Operacional Diretor Administrativo Financeiro Diretora de Hotelaria e Governança
variando desde a época de sua fundação até o ano correndo, fazendo com que se possam obter, durante a coleta de dados, e consequentemente na análise de conteúdo, várias visões da mesma cultura organizacional.
3.4 Sujeitos da pesquisa
Fizeram parte como sujeitos da pesquisa, os 4 diretores do hospital (Diretora Presidente, Diretor Médico/Operacional, Diretor Administrativo/Financeiro, e a Diretora de hotelaria e Governança). Também participaram da pesquisa, 34 colaboradores distribuídos nos diversos setores administrativos bem como na assistência, variando nas suas datas admissionais proporcionando assim uma ampla visão da cultura organizacional em questão.
No tocante ao número de colaboradores pesquisados, foi definido por saturação a partir da análise dos dados obtidos através dos instrumentos utilizados. Na figura 5, estão representados os sujeitos escolhidos mencionados no lócus da pesquisa.
Na tabela 2, estão descriminados o cargo e o tempo de empresa de acordo com as questões do protocolo do estudo de caso (apêndice A), que asseguram a confiabilidade do referido estudo.
04 Diretores do Hospital Albert Sabin
Diretor Médico/Operacional Diretor Administrativo/Financeiro Diretora de Hotelaria/Governança
Diretora Presidente
34 Colaboradores hierárquico e do tempo de empresa. Independente do cargo, do nível
Fonte: o autor. Figura 6 – Sujeitos da Pesquisa.
Tabela 2 – descrição dos sujeitos da pesquisa (colaboradores)
Cargo Tempo de Empresa
Diretores(as)
Diretor Médico/Operacional 11 anos
Diretora Presidente 7 anos
Diretora de Hotelaria/ Governança 7 anos Diretor Administrativo/Financeiro 11 anos
Colaboradores(as) Administrativos
Gerente Administrativo/Financeiro 11 anos
Coordenador T.I. 3 anos
Coordenadora DP 7 anos
Auxiliar Administrativo (Tesouraria) 18 anos
Faturista 15 anos
Assistente de Contabilidade 16 anos
Recepcionista 2 anos
Supervisor de Higienização 10 anos
Auxiliar Higienização 5 anos
Costureira 15 anos
Camareira 1 ano 6 meses
Auxiliar de Compras 6 anos
Colaboradores(as) Assistência
Gerente de Enfermagem 8 anos
Enfermeira CCIH 4 anos
Enfermeira Educação Continuada 3 anos
Enfermeira UTI/UC 15 anos
Técnica Enfermagem CME 13 anos
Técnica Enfermagem Alas 7 anos
Técnica Enfermagem UTI/UC 2 anos Técnica Enfermagem Bloco Cirúrgico 1 ano 8 meses
Médica Cardiologista 15 anos
Psicóloga Clínica 2 anos
Médico Clinico Evolucionista 13 anos
Médico Clínico 3 anos
Enfermeira Alas 2 anos 4 meses
Auxiliar Farmácia 5 anos
Farmacêutica 13 anos
Enfermeira Supervisora UTI/UC 18 anos Enfermeira do Trabalho 3 anos 5 meses
Médica do Trabalho 2 anos 2 meses
Técnica Segurança do Trabalho 15 anos
Enfermeira Auditora 7 anos
Nutricionista 18 anos
Copeira 1 ano 7 meses
3.5 Método da coleta dos dados
Os métodos escolhidos para a obtenção dos dados da referida pesquisa foram a entrevista por pauta com os diretores (apêndice b) e um questionário semiestruturado com os colaboradores (apêndice c).
A entrevista para (RICHARDSON et al, 2009), é uma técnica importante que permite o desenvolvimento de uma estreita relação entre as pessoas. É um modo de comunicação no qual determinada informação é transmitida de uma pessoa para outra.
Para Gil (2002), a entrevista é um instrumento flexível, pois permite maior adaptação às pessoas e ao contexto em que se dá a entrevista. Permite também, a captação da linguagem não verbal do entrevistado, como a expressão corporal, o tom de voz e a ênfase dada a determinadas respostas. Esses fatores enriquecem a análise e consequentemente o resultado da pesquisa.
Na referida pesquisa, o tipo de entrevista escolhido foi a entrevista por pauta, por permitir a exploração mais ampla da questão estudada (LAKATOS; MARCONI, 2010). Nesse tipo de pesquisa o entrevistado adquire liberdade, podendo manifestar livremente suas opiniões e sentimentos sem que o pesquisador perca o objetivo da entrevista.
O formulário da entrevista por pauta é composto de 3 perguntas fechadas e 2 pautas norteadoras (apêndice b). As questões fechadas visam identificar o perfil dos respondentes para assegurar a confiabilidade do estudo de caso. Quanto às duas questões de pauta, foram abordados os assuntos cultura organizacional – caracterização, ambiente, significação e valor agregado, e vantagem competitiva – diferenciação cultural, tendo por base na fundamentação teórica acerca destes temas.
Durante as entrevistas, foram anotados os principais pontos relatados à medida que as perguntas eram respondidas. Os relatos foram gravados pela pesquisadora e então transcritos. A opção por esta forma de registro das entrevistas pretendeu deixar os respondentes à vontade para discorrer acerca do assunto abordado, procurando evitar o desconforto causado pelas interrupções na escrita das respostas.
Já o questionário semiestruturado (apêndice c) que foi aplicado nos colaboradores, além das 3 questões iniciais de confiabilidade, caracterizou-se por 10 questões, divididas em quatro blocos de acordo com as tipologias culturais de Quinn (1984), apresentadas por escrito que traduziram os objetivos específicos da pesquisa em itens bem redigidos (VERGARA, 2007).
Este consistiu em perguntas abertas, que levaram os entrevistados a responderem com frases, necessitando uma maior elaboração nas respostas dadas pelos sujeitos
(RICHARDSON et al, 2009). As questões procuraram revelar a relação entre os funcionários e a organização. A delimitação do quantitativo de colaboradores participantes da pesquisa se deu por exaustão, devido à repetição das respostas extraídas do questionário. Em contrapartida, não houve prejuízo na obtenção dos resultados, por se tratar de uma pesquisa puramente qualitativa.
A utilização desses dois instrumentos – a entrevista por pauta e o questionário semiestruturado, enriqueceram os resultados da referida pesquisa, permitindo que os sujeitos tivessem um maior desprendimento na elaboração das suas respostas.
Também foi utilizada a observação, método considerado fundamental para a pesquisa, e que é sempre utilizado na etapa de coleta de dados, de acordo com Gil (2002). A observação permite que os fatos sejam percebidos de forma direta, sem intermediações. Dessa forma, segundo Gil (2002, p. 110) “a subjetividade, que permeia todo o processo de investigação social, tende a ser reduzida”.
3.6 Pré-teste
O pré-teste é a aplicação prévia do instrumento de pesquisa utilizado para coleta dos dados, a um grupo que apresente as mesmas características da população incluída na pesquisa. Tem por objetivo, revisar e direcionar os aspectos da investigação (Richardson et al, 2009).
Para Gil (2002), o pré-teste não deve ser entendido apenas como uma revisão do instrumento, mas como um teste do processo de coleta e tratamento dos dados. Ele ainda é um importante meio para se obter informações sobre o assunto estudado.
É por isso que (RICHARDSON et al, 2009), recomenda a utilização, nessa etapa, de perguntas abertas, que permitirão ao pesquisador aprofundar o conhecimento no tema pesquisado.
O referido pré-teste foi realizado com os colaboradores do Hospital Albert Sabin, atendendo todos os critérios de resposta do instrumento utilizado, não necessitando de nenhuma reformulação. Os cinco questionários aplicados na forma de pré-teste, foram aplicados, pretendendo capturar as declarações de percepção dos sujeitos e descartados da análise da pesquisa.
3.7 Análise e interpretação dos dados
Para Bardin, a análise de conteúdo é definida da seguinte forma:
A análise de conteúdo é um conjunto de técnicas de análise das comunicações visando obter, através de procedimentos sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens, indicadores (quantitativos ou não) que permitam inferir conhecimentos relativos às condições de produção/recepção (variáveis inferidas) dessas mensagens (2001, p. 31).
Dessa forma (RICHARDSON et al, 2009) complementa que a análise de conteúdo é um conjunto de instrumentos metodológicos cada dia mais aperfeiçoados que se aplicam a discursos diversos.
Portanto, toda comunicação que implica a transferência de significados de um emissor a um receptor pode ser objeto de análise de conteúdo. Como afirma Moscovici (1981 apud BARDIN, 2011), “tudo o que é dito ou escrito é susceptível de ser submetido a uma análise de conteúdo”.
Corroborando com a autora supracitada, (RICHARDSON et al, 2009) afirma ser possível analisar tanto as entrevistas quanto os questionários garantindo a objetividade dos resultados, reduzindo ao máximo a subjetividade do pesquisador.
Para uma aplicabilidade coerente do método, a Análise de Conteúdo deve ter como ponto de partida uma organização. Para Bardin (2011), o processo começa com o tratamento descritivo, depois a fragmentação em categorias, a definição de unidades de contexto e a classificação em registros.
Bardin (2011) orienta que as próximas etapas devem ser a inferência, onde se utiliza a dedução lógica para entender as causas e as consequências dos enunciados classificados por categorias, e por último a interpretação, que procura o significado das características encontradas anteriormente.
A categorização é uma operação de classificação de elementos constitutivos de um conjunto por diferenciação e, em seguida, por reagrupamento segundo o gênero (analogia), com os critérios previamente definidos (Bardin, 2011).
No referido estudo, o processo de categorização usado foi o por ‘caixas’, onde é fornecido o sistema de categorias e repartem-se da melhor maneira possível os elementos à medida que vão sendo encontrados, respondendo aos dois objetivos específicos da referida pesquisa, como demonstrado na figura 6 a seguir.
Bardin (2011) afirma que o processo de análise de conteúdo é simples, porém trabalhoso, caso seja feito manualmente. Atenta para captar todas as informações necessárias, a pesquisadora optou por realizar todas as entrevistas, bem como a aplicação dos questionários. O registro e a organização dos dados foram realizados manualmente, utilizando como apoio o programa Excel 2010 do software Microsoft Office. Apenas as transcrições das gravações foram terceirizadas.
3.8 Limites e limitações
Dos 648 colaboradores do Hospital Albert Sabin, cerca de 70% desse quadro possui dupla jornada, ou seja, possui outro vínculo empregatício, impedindo sua permanência na instituição após o termino de sua jornada de trabalho, dificultando a aplicação do instrumento de pesquisa.
Outro limite foi a impossibilidade de incluir na pesquisa os colaboradores lotados nos setores de média e alta complexidade (urgência, UTI’s e blocos cirúrgicos) por se tratar de ambientes restritos e de grande demandas, não se pode interferir na jornada de trabalho destes profissionais.
Fonte: o autor.
Figura 7 - Ramificação da análise de conteúdo.
Objetivo Específico 1 Dimensões Objetivo Específico 2 Dimensões Dimensões Dimensões Dimensões Codificação Categoria Categoria Categoria Categoria Categoria Categoria Categoria Categoria
A opção de ser feito um recorte da percepção dos entrevistados, também foi um fator da pesquisa; se a mesma tivesse um enfoque longitudinal é possível que as respostas tivessem uma amplitude temporal que apresentasse diferentes contribuições ao estudo.
Como limitação é possível apontar a influência da subjetividade nas percepções dos sujeitos, permitindo aspectos alheios ao assunto pesquisado, tais como os estados emocionais e físicos dos colaboradores, além de sua própria escolaridade, possivelmente estejam refletidos nas respostas dos questionários. No entanto, foi possível minimizar tais aspectos, proporcionando um ambiente favorável para a aplicação do instrumento.
Apesar das limitações, este estudo contribuiu para o aumento do entendimento acerca da cultura organizacional da empresa, bem como sobre as vantagens competitivas existentes, ampliando a visão de mundo dos diretores e colaboradores, contribuindo para o desempenho profissional de todos.
O próximo capítulo tratará da análise dos resultados encontrados na aplicação dos instrumentos (entrevista e questionários) com os diretores e colaboradores do hospital sobre cultura organizacional e vantagem competitiva.