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2.1.1.5. Fiziksel Çevre Faktörlerin Ergonomi Açısından

2.1.1.5.1. Aydınlatma

São aqueles sujeitos organizados segundo os interesses de grupos diversos da sociedade civil. A sua identidade se define pela atitude ante as conseqüências do intercâmbio comercial regional, por

32 Existe uma forma de Estado proposta para regiões que alcançarem um alto grau de interdependência econômica, o

Estado Transnacional, uma nova organização política-institucional que ultrapassara os limites da configuração tradicional, um “não Estado nacional, não Estado territorial”, segundo palavras de Ulrich Beck, (1999, p.154) Este Estado se formaria para garantir a participação de agentes sociais que reivindiquem seus direitos além das fronteiras. O complemento político da integração econômica é conseqüência da tendência global da sociedade contemporânea: “los estados transnacionales se unen como respuesta a la globalización y desarrollan así su soberanía e identidad regionales más allá del ámbito nacional. Son pues, estados (sic) particulares e cooperativos” (BECK, 1999, p.186). Como tema de estudo se tem desenvolvido na Europa da CE.

conseqüência, é a categoria de atores mais diversa na integração, daí que os chamamos de “diferenciados”.

Contidos nos marcos do Estado nacional, a motivação geral de todos os grupos está em conseguir que seus interesses políticos e econômicos sejam contemplados pelas instituições estaduais, e que as estratégias oficiais se desenvolvam a seu favor. A consciência pratica que desenvolvem surge do conhecimento do papel que cumprem na organização política. Assumem-se como atores que tem direito à informação, à organização e, sobretudo, à participação na tomada de decisões. A sua ação é fundamental para a construção de novos mecanismos democráticos, para modelar um novo espaço público e para definir, sobretudo, a ação civil.

De maneira específica, segundo a postura ante os processos de integração, e de como eles sejam considerados pelo Estado, aqueles grupos de interesse desenvolvem sua particular consciência pratica. Os grupos melhor posicionados, no entanto, são os que compartilham o poder: as novas elites e, secundariamente, os grupos tradicionais têm a negociação direta com os governos, fazem parte dos poderes executivo, legislativo e judiciário, mas, também, sua comunicação com o Estado se dá através dos partidos políticos. Em certo modo, não têm uma necessidade de procurar sua legitimação na sociedade em geral, porque já têm a legitimidade do poder, portanto, apenas respondem a seus grupos particulares.

A consciência discursiva deles se expressa através das próprias ações das instituições estaduais, ou na atividade das empresas privadas que eles dirigem. Estes grupos de interesse têm uma elevada percepção de si mesmos que difundem abertamente, porque se consideram agentes indispensáveis para a sociedade em geral, a qual depende de suas atividades.

Já os grupos contidos na categoria de resistência, fazem da manifestação e protesto constante a base da sua consciência pratica; a esquerda tradicional e os danificados do velho regime usam a ação dos partidos políticos e sindicatos como o meio fundamental de articulação. Mas são os Opositores globalizados que estão revolucionando as formas de fazer política.

Sobretudo a esquerda e os opositores globalizados, porque surgem das reações de defesa e demanda da cidadania, procuram a legitimação de toda a sociedade, buscando ações baseadas no consenso e em mecanismos democráticos. Há, em particular, uma necessidade dos opositores globalizados de construir um projeto novo de sociedade, porque eles surgiram com um claro distanciamento das instituições estaduais, e do esgotamento de partidos e sindicatos.

No campo da integração regional se concentram muitas das suas ações, pois, consideram o globalismo (e seus agentes impulsores) como um adversário direto, no mesmo nível de confrontação

que o Estado. A integração subordinada se converte em objetivo de sua luta, visto que ela representa a concretização da ordem capitalista sem fronteiras.

O discurso que sustenta a consciência discursiva desse grupos exalta certa autoridade moral, porque representam os excluídos e castigados pela ordem globalista e neoliberal. Como seu acesso ao poder é quase nulo, tentam manter a presença na opinião pública como forma de pressão, que se converte, assim, em fonte de legitimidade. Por isso, também, são os que melhor aproveitam as vantagens da rede comunicacional que permite a interconexão entre os que lutam como eles: a solidariedade e o fundamento da sua existência, para manter a conexão entre os movimentos.

Esse é o panorama dos atores-agentes da integração. Já o contexto, cuja lógica explicamos a seguir, diz que a dialética de relacionamentos que acontece entre grupos específicos vai formando espaços sociais que servem de referência para a ação de outros.

2.3 A leitura do contexto

Como falamos no início desta parte, as ações políticas dos atores precedem da consciência das suas próprias características identitárias e da interpretação sobre a situação em que se encontram. Em outras palavras, fazem uma leitura do contexto no qual desenvolvem suas estratégias. O contexto deve ser entendido tanto como o espaço e tempo específico imediato, quanto como uma situação mais ampla e influente.

Esse contexto amplo se forma do resultado de outras interações entre atores-agentes, que ficam como registro para as ações de outros, convertendo-se em uma referência causal. A referência contextual pode ter acontecido antes da situação que acontece, ou paralelamente a ela. A mútua referência dinamiza a integração em geral e o contexto se manifesta, assim como um cenário múltiplo formado dos vários níveis de participação de todos os atores-agentes, formando, sociologicamente, a

visão dos significados da integração que determinará as ações racionais dos atores. Carregados

dessas informações, cada ator estabelece o relacionamento com os demais, cujos resultados estarão incorporando, por sua vez, novos sentidos ao marco da integração.

Desse modo, as decisões dos atores-agentes impulsores, mesmo que estes tenham o poder mais amplo para determinar as políticas de integração, consideram as conseqüências para outros e, sobretudo, as reações políticas que possam afetar as suas decisões futuras. O mesmo acontece com os Estados e os Sistemas de Integração, que ficam atentos tanto ao contexto gerado pelos impulsores como pelos grupos diferenciados. Já estes últimos, fazem a sua leitura do contexto provocado pelos