En t r e v ist a a o Ex m º Cor An t ón io M or e ir a , Su bdir e ct or da D ir e cçã o de Fin a n ça s do Com a n do Logíst ico Adm in ist r a t ivo da For ça Aé r e a ( CLAFA) e m Ou t u br o de 2 0 0 2
1. Quem elabora os processos de aquisição dos Bens de Consum o Cor r ent e na Força Aérea?
2. Quem pr ocede às aquisições dest es bens?
3. Com o chegam os Bens de Consum o Cor rent e às Bases? Dir ect am ent e dos for necedor es ou ar m azenado e dist r ibuído a par t ir do Depósit o de Alfr agide?
4. Ut ilizam algum sist em a de infor m ação? 5. Quem faz o cont r ole or çam ent al e com o?
En t r e v ist a a o Ex m º Cor Tir M ou r a da Fon t e , e x com a n da n t e da Escola Pr á t ica de I n fa n t a r ia , e m 7 de N ov e m br o de 2 0 0 2 .
1. Consider a benéfico par a um a UEO que os processos de aquisições de det er m inados bens de consum o cor rent e sej am r ealizados por um a ent idade cent r al ( Dir ecção de Aquisições) ?
2. Que vant aj ens e desvant agens ident ifica, par a um a UEO, da opção de r ealizar num or gão cent r al ( CF ou DSF) o pagam ent o das aquisições de bens e ser viços assum idas pelas UEO?
3. Das t r ês hipót eses levant adas, qual a que consider a m ais vant aj osa par a um a UEO, por quê?
4. Considera que a im plem ent ação de um t al m odelo, t r ar ia beneficios par a o Exér cit o com o um t odo? De que t ipo?
En t r e v ist a a o Ex m º Sr . Cor Ca r doso, D ir e ct or da M a n u t e n çã o M iit a r , e m 1 4 de N ov e m br o de 2 0 0 2
1. Quem faz a dist r ibuição dos géner os a t odas as UEO?
2. Já consider ou a MM a possibilidade de subcont r at ar a dist r ibuição?
3. Tem nest e m om ent o a Manut enção capacidade sobr ant e em t er m os de arm azenagem e dist ribuição? Em que m edida?
4. Considera possível em penhar a MM com o ent idade r esponsável pela ar m azenagem e dist r ibuição de Bens de Consum o Cor r ent e a t odas as UEO do Exér cit o? Que adapt ações consider a necessár ias r ealizar ?
5. Considera exist irem beneficios para a MM caso se avance par a um a solução dest e t ipo? Quais?
6. Considera exist irem beneficios par a o Exér cit o? Quais?
En t r e v ist a a o Ex m º Sr . Cor Rosa , D ir do D GM G, e m 1 4 de N ov e m br o de 2 0 0 2
1. Já se pr ocedeu à concent r ação de t odos os depóst os logíst icos no DGMG? 2. Com o são t rat adas as requisições das UEO?
3. Com o é feit a a dist r ibuição dos ar t igos r equisit ados pelas UEO? 4. Qual o t em po que m edeia ent re a r equisição e a sat isfação
5. Tem o DGMG capacidade sobr ant e de ar m azenagem e dist ribuição, ou possibilidade de, com as act uais inst alações passar a ser vir de ent repost o par a os bens de consum o cor r ent e r equisit ados pelas UEO?
6. Caso o DGMG passa- se a ar m azenar e dist r ibuir os lot es de bens de consum o cor r ent e r equisit ados pelas UEO aos for necedor es, que alt er ações pr evê com o necessár ias?
7. Considera que a adopção de um t al m odelo t r ar ia beneficios par a o DGMG? Quais?
En t r e v ist a a o Ex m º Sr Cor Fe lix Pe r e ir a , e x Ch e fe do Ce n t r o de Fin a n ça s do Gov e r n o M ilit a r de Lisboa e m 2 8 de N ov e m br o de 2 0 0 2
1. Ent r e a possibilidade dos CF par a efect uar em , com base nos r egist os da cont abilidade, os pagam ent os aos fornecedores de bens e serv iços das UEO da sua r esponsabilidade, e a sua r ealização na RGFC, inform ando o CF aquela dos v alores a pagar , qual consider a m ais vant aj osa?
2. Que benefícios ident ifica par a o Sist em a de Adm inist r ação Financeir a do Ex ér cit o com a int r odução dest as alt er ações?
3. Das t r ês hipót eses de im plem ent ação do m odelo pr opost o, qual a que lhe par ece que t raria m ais beneficios par a o Exér cit o? Por quê?
4. Considera que o m odelo propost o result aria em beneficios para o Exércit o?
En t r e v ist a a o Ex m º M a j Ge n Lu is Se qu e ir a , D ir e ct or da D ir e cçã o dos Se r v iços d e Fin a n ça s, e m 2 0 de N ov e m br o de 2 0 0 2 .
1. Já exist e algum a pr opost a concr et a par a a localização, est r ut ur a e com pet ências da Dir ecção de Aquisições?
2. Consider a viável que a DA elabor e t am bém os pr ocessos de aquisições dos bens de consum o cor r ent e?
3. Prevê- se para breve a int egração da Repart ição de Tesourar ia da ChAT na RGFC da DSF?
4. Com est a alt eração vê com o viável que a RGFC passe a funcionar com o t er our ar ia cent r al do Exér cit o, efect uando os pagam ent os a for necedor es, quer os da UEO, quer os das Dir ecções Logíst icas?
5. Com est a alt er ação, ent r e out r as, com o o pagam ent o da ADME por t r ansfer ência bancária feit a cent ralm ent e, considera possível a ext inção da Tesour aria das UEO? 6. Caso os CF passem a efect uar os regist os cont abilist icos a part ir dos docum ent os
enviados pelas UEO, os pagam ent os efect uados cent r alm ent e a par t ir da infor m ação pr est ada pelos CF, a ADME e os vencim ent os pr ocessados pelas Secções de Pessoal das UEO, consider a viáv el a ext inção da SSRF, assum indo o CF par t e das suas funções, e a Secção de Logíst ica as r est ant es? ( Requisição e confer ência de bens de consum o cor r ent e, ser viços, et c.)
7. Se se ext inguisse a SSRF, dever - se- á ext inguir a função de Adj unt o Financeir o, ou m ant ê- lo com funções m ais alar gadas, em subst it uição das que lhe são elim inadas? ( fazendo por exem plo a gest ão de um pequeno fundo de m aneio par a despesas a pr ont o pagam ent o e sendo r esponsável pelo r egist o e pr est ação de cont as)
8. A concent r ação dos m eios financeir os na RGFC, com o consequência da ext inção das t esour ar ias, que consequências t r aria par a a gest ão financeir a do Exér cit o?
9. A im plem ent ação do sist em a de aquisições pr opost o, que beneficios t r ar ia, em seu ent ender , par a o Ex ér cit o?
10. Ex ist e, na sua opinião, algum im pedim ent o par a os CF realizar em os regist os das UEO?
11. No caso da ext inção das t esour ar ias, vê a DSF algum im pedim ent o par a a exist ência de um sist em a de fundo de m aneio par a pequenas despesas a pr ont o pagam ent o das UEO, assim com o par a o depósit o bancár io dir ect o na cont a do Exér cit o das r eceit as pr ópr ias das UEO?