5.1. TARTIŞMA
5.1.4. Anksiyetenin Terapisinde İlişki ve Farklar
A obtenção do mapa de vulnerabilidade ambiental do baixo curso do rio Piranhas-Assu (RN) foi operacionalizada em duas etapas. A primeira consistiu no cruzamento de mapas do banco de dados desse trabalho, resultando no mapa de vulnerabilidade natural. Na segunda etapa, com base no mapa de vulnerabilidade natural, realizou-se um segundo cruzamento que gerou o mapa de vulnerabilidade ambiental.
Os mapas utilizados para a confecção do mapa de vulnerabilidade natural foram: geomorfologia, geologia simplificada, solos/associação de solos e vegetação. O cruzamento dos mapas foi baseado no conceito de estabilidade de cada unidade considerando-se o conceito de análise ecodinâmica de Tricart (1977), onde a estabilidade é classificada conforme a Tabela 3.3.
Tabela 3.3 – Valores de estabilidade de unidades de paisagem (Fonte: MOTTA et al.,
1999, modificada de TRICART, 1977).
Unidade Relação pedogênese/morfogênese Valor
Estável Prevalece a pedogênese 1,0
Intermediária Equilíbrio entre pedogênese e morfogênese 2,0
Instável Prevalece a morfogênese 3,0
As classes identificadas em cada mapa receberam valores numéricos conforme Barbosa (1997), que estabeleceu um modelo com 21 classes de vulnerabilidade à erosão, distribuídas entre as situações de predomínio dos
processos de pedogênese (os quais se atribuem valores próximos de 1,0), passando por situações intermediárias (as quais se atribuem valores ao redor de 2,0) e situações de predomínio erosivo modificador da forma do relevo, morfogênese (as quais se atribuem valores próximos de 3,0).
O grau de vulnerabilidade estipulado a cada classe foi distribuído em uma escala de 1,0 a 3,0, com intervalo de 0,1 (Tabela 3.4). No valor 1,0 prevalece a pedogênese, no 2,0 um equilíbrio entre pedogênese e morfogênese, e no 3,0 prevalece a morfogênese. Esse critério foi utilizado para os mapas de geomorfologia, de geologia simplificada e de solos/associação de solos. Para o caso do mapa de vegetação/biodiversidade, o critério estabelecido foi: 3,0 para ambientes com baixa diversidade de espécies/formações incipientes, normalmente de pioneiras; 2,0 para ambientes com média diversidade de espécies, correspondendo a formações em estágio intermediário; e, por último, 1,0 para ambientes em estágio avançado-clímax, isto é, com alta diversidade de espécies.
Para a porção da imagem que corresponde ao espelho d’água dos canais de maré foi determinado um grau de vulnerabilidade de 3,0 para os mapas de geomorfologia, de geologia simplificado e de solos/associação de solos. Para os mapas de vegetação/biodiversidade e de uso e ocupação do solo, foi concedido o grau 1,0 de vulnerabilidade.
O cruzamento dos mapas foi realizado utilizando-se o módulo Geoprocessing Wizard do software Arcview GIS 3.2 (ESRI, 1998), que possibilita o cruzamento entre dois mapas. Primeiramente foi realizado o cruzamento entre os mapas de geomorfologia e de geologia simplificada, posteriormente entre os mapas de solos/associação de solos e de vegetação/biodiversidade. Na seqüência, foram cruzados os dois mapas resultantes dos cruzamentos anteriores e calculou-se a média aritmética dos valores de vulnerabilidade de cada classe. O resultado da média aritmética foi distribuído em seis classes de vulnerabilidade natural:
1 - sem classificação (menor ou igual a 0,9); 2 - muito baixa (de 1,0 a 1,3);
3 - baixa (de 1,4 a 1,7); 4 - média (de 1,8 a 2,2); 5 - alta (de 2,3 a 2,5), e
Para a obtenção do mapa de vulnerabilidade ambiental foi realizado o cruzamento entre o mapa de vulnerabilidade natural e o mapa de uso e ocupação do solo do ano de 2004.
O critério estipulado para o mapa de uso e ocupação do solo teve como foco principal o grau e tipo de antropização encontrados na área de estudo. Para o cruzamento adotou-se a mesma escala aplicada anteriormente, isto é, de 1 a 3, com intervalo de 0,1 (Tabela 3.5).
Para o caso do mapa de vulnerabilidade ambiental, após o cruzamento, calculou-se a média ponderada dos valores de vulnerabilidade de cada classe, sendo distribuídos em seis classes de vulnerabilidade ambiental:
1 - sem classificação (menor ou igual a 0,9); 2 - muito baixa (de 1,0 a 1,3);
3 - baixa (de 1,4 a 1,7); 4 - média (de 1,8 a 2,2); 5 - alta (de 2,3 a 2,5), e
6 - muito alta (maior ou igual a 2,6).
Na tentativa de se obter um mapa de vulnerabilidade ambiental que representasse mais fielmente as peculiaridades da área de estudo, foi aplicado o método de ponderação de fatores, que permite a compensação entre os fatores através de um conjunto de pesos que indicam a importância relativa de cada fator. Os pesos de compensação indicam a importância de qualquer fator em relação aos demais, conforme pode ser visualizado na fórmula abaixo.
0,2 x [tema 1] + 0,1 x [tema2] + 0,1 x [tema3] + 0,1 x [tema4] + 0,5 x [tema5]
Onde:
Tema 1 = Mapa de geomorfologia
Tema 2 = Mapa de geologia simplificado Tema 3 = Mapa de solos/associação de solos Tema 4 = Mapa de vegetação/biodiversidade Tema 5 = Mapa de uso e ocupação do solo
Tabela 3.4 – Grau de vulnerabilidade das classes dos mapas temáticos.
MAPA TEMÁTICO / CLASSE GRAU DE
VULNERABILIDADE
GEOLOGIA
Formação Açu 1,6
Depósito de sedimentos de praia 3,0
Formação Barreira 2,3
Depósito colúvio-eluvial 2,0
Depósitos eólicos - dunas fixas 2,3
Depósitos eólicos - dunas móveis 3,0
Complexo Gnáissico-Migmatítico 1,3
Depósitos eólicos - dunas móveis 3,0
Formação Jandaíra 1,8
Formação Macau 2,2
Depósito de planície de maré 3,0
Oceano 0,0
Depósito aluvionar 2,8
Depósito de planície de maré 3,0
Depósito flúvio-estuarino 2,7
Formação Tibau 2,5
GEOMORFOLOGIA
Banco arenoso exposto na baixamar 3,0
Banco lamoso exposto na baixamar 3,0
Formas convexas - Relevo de topo convexo com diferentes ordens de grandeza e de aprofundamento de drenagem, separados por vales em "V" e eventualmente por vales
de fundos planos - Dissecação ≤ 250m e aprofundamento da drenagem muito fraca 2,0 Duna fixa - Depósitos de origem marinha e/ou continental remodelados por ventos 2,3 Duna móvel - Depósitos de origem marinha e/ou continental remodelados por ventos 3,0 Superfície pediplanada - Superfície plana elaborada por processos de pediplanação,
ocorrendo em diversos tipos de litologias 1,9
Planície Interdunar - Depósitos de origem marinha e/ou continental remodelados por
ventos 3,0
Planície mangue 3,0
Oceano 0,0
Planície de deflação - Depósitos de origem marinha e/ou continental remodelados por
ventos 2,8
Planície fluvial - Planície e terraço fluvial. Área plana resultante da acumulação fluvial eventualmente sujeita a inundações periódicas ligadas sem ruptura de declive
a patamares mais elevados 3,0
Planície flúvio-estuarino 3,0
Zona de estirâncio 3,0
Formas tabulares - Relevos de topo plano, com diferentes ordens de grandeza e de aprofundamento de drenagem, separados geralmente por vales de fundos planos -
Dissecação > 250m ≤ 750m e aprofundamento da drenagem muito fraca 1,4 Formas tabulares - Relevos de topo plano, com diferentes ordens de grandeza e de
aprofundamento de drenagem, separados geralmente por vales de fundos planos -
Dissecação > 750m ≤ 1.750m e aprofundamento da drenagem muito fraca 1,5 Formas tabulares - Relevos de topo plano, com diferentes ordens de grandeza e de
aprofundamento de drenagem, separados geralmente por vales de fundos planos -
Dissecação > 1.750m ≤ 3.750m e aprofundamento da drenagem muito fraca 1,6 Formas tabulares - Relevos de topo plano, com diferentes ordens de grandeza e de
aprofundamento de drenagem, separados geralmente por vales de fundos planos -
Dissecação > 3.750m ≤ 12.750m e aprofundamento da drenagem muito fraca 1,7
... continuação
MAPA TEMÁTICO / CLASSE GRAU DE
VULNERABILIDADE
SOLOS/ASSOCIAÇÃO DE SOLOS
NEOSSOLOS FLÚVICOS Ta eutróficos + PLANOSSOLO HÁPLICOS eutróficos 2,8
NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS Marinhas órticos 3,0
NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS órticos 2,9
CAMBISSOLOS HÁPLICOS Ta eutróficos + VERTISSOLOS CROMADOS órticos 2,2
CAMBISSOLOS HÁPLICOS Ta eutróficos 2,0
CAMBISSOLOS HÁPLICOS Ta eutróficos + NEOSSOLOS REGOLÍTICOS
eutróficos + CHERNOSSOLOS RÊNDZICOS saprolíticos 2,1 LATOSSOLOS AMARELOS distróficos + ARGISSOLOS VERMELHO-
AMARELOS eutróficos 1,4
LATOSSOLOS AMARELOS distróficos + NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS
órticos 1,8
LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos + ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos latossólicos + NEOSSOLOS
QUARTZARÊNICOS órticos 1,7
LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos + ARGISSOLOS
VERMELHO-AMARELOS eutróficos 1,6
LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos argissólicos +
ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos 1,5
LUVISSOLOS CRÔMICOS órticos + NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos +
PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos + PLANOSSOLOS HÁPLICOS eutróficos 2,6
ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS 1,5
NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos + LUVISSOLOS CRÔMICOS órticos +
PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos 2,3
GLEISSOLOS SÁLICOS sódicos 1,5
PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos + PLANOSSOLOS HÁPLICOS eutróficos +
NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos 2,5
PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos + PLANOSSOLOS HÁPLICOS eutróficos +
NEOSSOLOS FLÚVICOS Ta eutróficos 2,4
Oceano 0,0
VEGETAÇÃO / BIODIVERSIDADE
Influência fluvial - Herbáceas 1,5
Atividade antrópica - Termoelétrica 3,0
Atividade antrópica - Adutora 3,0
Atividade antrópica - Assentamento 2,8
Atividade antrópica - Carcinicultura 3,0
Cidade 3,0
Comunidades 2,8
Atividade antrópica - Agricultura - Cultura permanente 2,5
Atividade antrópica - Pecuária - Pastagem 2,4
Atividade antrópica - Pivô de irrigação 2,5
Atividade antrópica - Poços de petróleo 3,0
Atividade antrópica - Salina Cristalizadora 3,0
Atividade antrópica - Salina Evaporadora 3,0
Agricultura - Cultura cíclica 2,9
Mata de Caatinga Arbustiva aberta 1,0
Mata de Caatinga Arbustiva Arbórea Fechada 1,0
Mata de Caatinga Arbustiva Arbórea Aberta 1,5
Mata de Carnaúba 1,0
Lagoa 1,0
Lagoa temporária 1,5
Influência Flúvio-marinha - Mangue Arbóreo-arbustivo 1,0
Oceano 0,0
Vegetação rasteira 1,5
Influência Flúvio-marinha - Herbáceas 2,0
Água livre 1,0
Dunas móveis 3,0
Tabela 3.5 – Grau de vulnerabilidade das classes dos mapas temáticos. CLASSE GRAU DE VULNERABILIDADE Adutora 1,5 Área alagadiça 1,0 Assentamento 2,0
Mata de Caatinga Arbustiva aberta 1,0
Mata de Caatinga Arbustiva Arbórea Fechada 1,0
Mata de Caatinga Arbustiva Arbórea Aberta 1,0
Produção de camarão marinho 2,8
Mata de Carnaúba 1,0
Cidade 3,0
Comunidades 2,0
Cultura temporária e permanente 1,8
Cultura temporária 2,3 Vegetação de dunas 1,0 Terras áridas 1,0 Lagoa 1,0 Lagoa Temporária 1,0 Manguezal 1,0 Oceano 0,0 Pastagem 2,0 Pivô de irrigação 2,3
Poço de extração de petróleo 2,9
Praia 1,0 Água livre 1,0 Salina: cristalizadora 2,7 Salina: evaporadora 2,7 Termoelétrica 2,5 3.3.5.3 Geodiversidade
Para a determinação dos índices de geodiversidade foram utilizados os mapas de geologia, geomorfologia, solo e vegetação, oriundos de carta topográfica, de sensoriamento remoto e do RADAMBRASIL. Todos esses dados conformam o Banco de Dados Geográficos.
Xavier da Silva (2001) usa como parâmetro base de análise a geomorfologia, contudo, o baixo curso do rio Piranhas-Assu está inserido no semi-árido brasileiro, caracterizado, principalmente, por formações vegetais de Caatinga hiperxerófila, com relevo de planícies com ondulações suaves, não configurando um fator de importante relevância para os fins deste trabalho. A diversidade de ambientes se denota na configuração do solo e da associação de solos, mais complexa que os outros fatores participantes do BDG. Na área de estudo, o fator solo é condicionante para a riqueza da biodiversidade. Portanto, utilizou-se desse fator como parâmetro
base de análise. Os códigos e respectivas classes de solo/associação de solos podem ser visualizados na Tabela 3.6.
Tabela 3.6 - Códigos de identificação e respectivas classes de solo/associação de solos,
para o baixo curso do rio Piranhas-Assu, RN.
Código Solo / Associação de solos
Ae7 NEOSSOLOS FLÚVICOS Ta eutróficos + PLANOSSOLO HÁPLICOS eutróficos AMd4 NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS Marinhas órticos
AQd4 NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS órticos
Ce1 CAMBISSOLOS HÁPLICOS Ta eutróficos + VERTISSOLOS CROMADOS órticos Ce4 CAMBISSOLOS HÁPLICOS Ta eutróficos
Ce6 CAMBISSOLOS HÁPLICOS Ta eutróficos + NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos + CHERNOSSOLOS RÊNDZICOS saprolíticos
LAd11 LATOSSOLOS AMARELOS distróficos + ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos
LAd8 LATOSSOLOS AMARELOS distróficos + NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS órticos LVe1 LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos + ARGISSOLOS VERMELHO-
AMARELOS eutróficos latossólicos + NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS órticos LVe3 LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos + ARGISSOLOS VERMELHO-
AMARELOS eutróficos
LVPe1 LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos argissólicos + ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos
NC47 LUVISSOLOS CRÔMICOS órticos + NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos + PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos + PLANOSSOLOS HÁPLICOS eutróficos
PE118 ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS eutróficos
Re23 NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos + LUVISSOLOS CRÔMICOS órticos + PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos
SKS GLEISSOLOS SÁLICOS sódicos
SS11 PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos + PLANOSSOLOS HÁPLICOS eutróficos + NEOSSOLOS REGOLÍTICOS eutróficos
SS4 PLANOSSOLOS NÁTRICOS órticos + PLANOSSOLOS HÁPLICOS eutróficos + NEOSSOLOS FLÚVICOS Ta eutróficos
Usando-se o ambiente de Sistema de Informações Geográfica do programa Arcview 3.2 (ESRI, 1998) foram gerados os seguintes mapas: Mapa de síntese contendo os indicadores de Geodiversidade Múltipla e Mapa de síntese contendo os indicadores de Geodiversidade Ponderada.
Os mapas de Geodiversidade Múltipla e de Geodiversidade Múltipla Ponderada foram elaborados com base nos resultados obtidos da matriz (Tabela 3.7) gerada para a obtenção dos índices de Geodiversidade Específica, Geodiversidade Específica Posicional, Geodiversidade Múltipla, Geodiversidade Múltipla Posicional, Geodiversidade Ponderada e de Geodiversidade Ponderada Posicional.
Para cada uma das classes componentes da legenda do mapa de solo/associação de solos foi registrado o número de classes dos outros parâmetros (Geodiversidade
Específica). O resultado é tabulado, onde cada linha se refere a um dos tipos de solo/associação de solos. Também foram estabelecidas as posições relativas associadas a cada uma das medições (Geodiversidade Específica Posicional). Das posições relativas foi calculada a matriz de correlações não-paramétricas pelo Coeficiente de Spearman.
Tabela 3.7 – Índices de Geodiversidade Específica, Geodiversidade Específica Posicional,
Geodiversidade Múltipla, Geodiversidade Múltipla Posicional, Geodiversidade Ponderada e de Geodiversidade Ponderada Posicional, tendo o solo como parâmetro base de análise, para o baixo curso do rio Piranhas-Assu, RN.
Solos
Geologia Geomorfologia Vegetação Geodivers. Múltipla Geodivers. Múltipla Posicional Área (ha.) Geodivers. Ponderada Geodivers. Ponderada Posicional GE* GEP* GE GEP GE GEP
Ae7 7 2 8 3 6 3 21 2 43.532,71 4,82 16 AMd4 5 4 9 2 7 2 21 2 4.695,19 44,73 4 AQd4 6 3 4 6 4 5 14 6 7.171,06 19,52 5 Ce1 5 4 2 8 5 4 12 7 31.356,34 3,83 17 Ce4 5 4 2 8 3 6 10 8 20.032,39 4,99 15 Ce6 2 7 1 9 2 7 5 12 310,46 161,05 1 LAd11 6 3 6 4 6 3 18 3 22.435,50 8,02 13 LAd8 2 7 2 8 2 7 6 11 5.422,26 11,07 11 LVe1 6 3 4 6 5 4 15 5 18.126,21 8,28 12 LVe3 4 5 3 7 2 7 9 9 5.201,35 17,30 7 LVPe1 7 2 5 5 6 3 18 3 9.561,43 18,83 6 NC47 5 4 3 7 4 5 12 7 10.436,40 11,50 10 PE118 6 3 4 6 4 5 14 6 10.854,18 12,90 8 Re23 6 3 6 4 5 4 17 4 26.113,88 6,51 14 SKS 9 1 11 1 9 1 29 1 24.445,33 11,86 9 SS11 3 6 3 7 2 7 8 10 1.285,86 62,22 3 SS4 6 3 3 7 3 6 12 7 1.491,03 80,48 2 *
GE: Geodiversidade Específica; GEP: Geodiversidade Específica Posicional
O somatório do número de classes encontrado em cada linha corresponde à Geodiversidade Múltipla e as posições relativas fornecem a Geodiversidade Múltipla Posicional.
A Geodiversidade Ponderada foi calculada segundo a fórmula a seguir. Nela, o coeficiente K tem a função de manter os algoritmos do indicador significativos. No caso desse trabalho foi adotado o valor 10.000.
K * Geodiversidade Múltipla / Área
A posição relativa entre os valores da Geodiversidade Ponderada forneceram o índice Geodiversidade Ponderada Posicional.