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Ahiret İnancının Gerekliliği

Belgede Kur'anda ahiret hayatı (sayfa 64-71)

B. AHİRET GERÇEĞİ

1. Ahiret İnancının Gerekliliği

Segundo Ausubel, em (Moreira e Masini, 2006), o desenvolvimento de conceitos é facilitado quando os elementos mais gerais, mais inclusivos de um determinado conceito são introduzi- dos primeiro, e posteriormente esse conceito é progressivamente diferenciado, em termos de detalhe e especificidade. Ainda segundo o teórico, o princípio denominado de “diferenciação progressiva” deve ser levado em conta ao programar o conteúdo a ser ministrado. Em termos gerais, o autor se refere ao fato das ideias mais gerais e mais inclusivas da disciplina devem ser apresentadas no início para serem progressivamente diferenciadas. Um modo de organizar o conteúdo a ser ministrado de forma progressivamente diferenciada é através da modelagem de mapas conceituais.

Mapas conceituais, definido de modo simples, são apenas diagramas que representam liga- ções entre conceitos, Figura 3.4. Porém, em um sentido mais especifico, pode-se afirmar que mapas conceituais representam estes conceitos e suas relações de modo hierárquico. Quando este é apresentado em duas dimensões tem-se a representação hierárquica no sentido vertical e horizontal. A importância do uso desta ferramenta, se assim pode-se chamar, dá-se do uso que dela pode ser feito para apresentar conceitos e subconceitos em uma dada disciplina, demons-

Capítulo 3. Embasamento Teórico 19 trando suas relações de formar visualmente clara. Entretanto, não se deve apenas usar os mapas conceituais passando-se conceitos no sentido “cima-baixo”, ou seja, professor-aluno. Pode-se explorar o uso desta ferramenta como forma de conhecer a “bagagem” trazida pelo aluno àquela disciplina. Em outras palavras, com o uso de mapas conceituais o professor pode pedir para que o aluno apresente de forma estruturada o que ele entende de tais conceitos, ou de um conceito maior, quebrando este conceito maior em subconceitos e o organizando através do mapa de forma hierarquizada.

Figura 3.4: Mapa conceitual sobre o conceito de variáveis. Fonte: Cunha et al (2004). Segundo Novak (1977), uso de mapa conceitual na sua abordagem, como forma de mostrar os conceitos de dada disciplina e suas relações, não deve se dar apenas de modo unidirecional, do conceito mais abrangente para o de menor abrangência, mas sim em todas as direções pos- síveis. Deve-se subir e descer no mapa conceitual, não se deve apenas partir do conceito mais geral para os demais, mas sim demonstrar a relação que estes possuem com o conceito mais abrangente, o do topo do mapa. Essa abordagem intenta atingir o que Ausubel denominou de “reconciliação integrativa”. É o estabelecimento de relações entre ideias, conceitos, proposições já estabelecidos na estrutura cognitiva, relação entre subsunçores. Na reconciliação integrativa elementos existentes na estrutura cognitiva com determinado grau de clareza, estabilidade e diferenciação são percebidos como relacionados, adquirem novos significados e levam a uma reorganização da estrutura cognitiva (Moreira, 1997).

Capítulo 3. Embasamento Teórico 20 Do ponto de vista instrucional, no referente à forma como os conceitos são abordados, pode- se mencionar as possíveis vantagens do uso de mapas conceituais, segundo Moreira e Masini (2006):

1. enfatizar a estrutura conceitual de uma disciplina, bem como o papel dos sistemas con- ceituais no seu desenvolvimento;

2. mostrar que conceitos de uma dada disciplina diferem quanto ao grau de inclusividade, abordando estes conceitos em ordem hierárquica de inclusividade que facilite a apren- dizagem e a retenção destes;

3. prover uma visão integrada do assunto e uma modalidade de “listagem” do que foi abor- dado nos materiais de aula.

Além das vantagens citadas os autores ainda enfatizam as possíveis desvantagens:

1. se o mapa não possuir significado para os alunos, eles poderão encará-lo como algo mais a ser memorizado;

2. os mapas podem ser muito complexos ou confusos, o que dificulta a aprendizagem e a relação, ao contrário do objetivo deste, que é facilitar;

3. os alunos podem inibir suas habilidades para construir seus próprios mapas, em função do fato de que já recebem as estruturas de mapas prontos propostos pelo professor, que é demonstrado segundo a própria percepção e preferência do professor.

Entretanto, algumas das desvantagens citadas podem ser contornadas. Para tal, basta que os mapas e sua finalidade seja explicada, e que durante o curso sejam introduzidos quando os alunos já estiverem alguma familiaridade com o assunto. Outro ponto a ser ressaltado, é o de que o professor sempre que criar um mapa deve ter em mente o compromisso entre ser claro e ser completo (Moreira e Masini, 2006).

Neste trabalho, busca-se usar mapas conceituais como uma forma de conhecer melhor os domínios do aluno. Essa abordagem vai de encontro a um dos problemas expostos no capítulo 2, que alguns alunos não possuem conhecimentos prévios de algoritmos, não são bons resolve- dores de problemas e, por isso, apresentam dificuldades no aprendizado. Através do uso de mapas conceituais intenta-se descobrir como o aluno enxerga o conceito de problemas e o uso de algoritmos em sua resolução através das instruções e conceitos como: laços, condicionais variáveis, etc. Essa abordagem, em uma primeira análise, auxilia o professor a entender melhor quais as dificuldades que o aluno poderá vim a enfrentar. Esse conhecimento irá facilitar ao professor se colocar diante de tais dificuldades buscando o melhor meio para amenizá-las, auxi- liando em um melhor aproveitamento na disciplina pelos alunos. É dada, pois, a vantagem ao professor de conhecer, de modificar ou adequar, a metodologia para um melhor aproveitamento

Capítulo 3. Embasamento Teórico 21 na disciplina, no caso particular deste trabalho, algoritmos. Já em uma segunda análise, dá ao professor uma nova ferramenta que pode ser usada para demonstrar aos alunos as relações entre problemas de diversos tipos e os conceitos algoritmos. Além disso, serve para o professor como um modo diferente de se explanar, resolver um determinado problema de algoritmos, expondo de forma clara todos os conceitos utilizados na resolução destes e a participação de cada um deles no processo. Este tipo de abordagem sana a falta de entendimento dos alunos sobre como se resolver um problema de forma algorítmica. Assim, o problema do não entendimento, ou a falta de relação clara do uso de algoritmos para solucionar problemas e os seus conceitos possui uma abordagem nova que procura resolvê-lo.

Belgede Kur'anda ahiret hayatı (sayfa 64-71)

Benzer Belgeler