Keywords : Seismic Isolation, Control Algorithms, Artificial Neural Network, Fuzzy Logic, Genetic Algorithms
VII- Hasar Yapıcı:
1.10 Aktif Kontrol Sistemleri ile İlgili Çalışmalar
1.10.5. AVS (Active Variable Stiffness) Sistem
O tema contaminação já aparece no Brasil, em 1975, no Decreto-Lei 1.413, alertando para as possíveis degradações provocadas pelo setor industrial obrigando as indústrias instaladas ou a se instalarem no País a promover as medidas necessárias a prevenir ou corrigir os inconvenientes e prejuízos da poluição e da contaminação do meio-ambiente. Sánchez (2004) aponta que o reconhecimento do tema se dá a partir da década de 1980, mediante a repercussão do caso de contaminação por disposição inadequada de resíduos, pela empresa Rhodia, na Baixada Santista.
Posteriormente, a Lei 6766/79 (Leahmn)), que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano, incorporou alguns cuidados quanto às condições ambientais do solo e subsolo ao proibir o parcelamento, sob certas condições, entre elas:
em terrenos aterrados com materiais nocivos à saúde pública, sem
prévio saneamento;
em terrenos onde as condições geológicas não aconselham a
em áreas de preservação ecológica ou naquelas onde a poluição impeça condições sanitárias suportáveis, até sua correção (Lei 6766/1979, Art. 3º $ único).
A Lei nº 6.938/81, que instituiu as bases da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), criou o Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), com o objetivo de integrar e articular os três níveis de governo e, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), órgão consultivo e deliberativo, com representação da sociedade civil e dos municípios, caso esse possua órgão ambiental estruturado e Conselho de Meio Ambiente deliberativo. Essa lei introduziu mudanças significativas à política nacional, como observa Sánchez (2006, p. 78).
[...] Essa lei trouxe diversas inovações. No plano dos instrumentos de ação, instituiu, entre outros, a avaliação de impacto ambiental e o licenciamento ambiental, até então existente apenas na legislação de alguns Estados. No plano institucional, a lei inovou ao criar uma estrutura articulada de órgãos governamentasi dos três níveis de governo, o Sisnama - Sistema Nacional
de Meio Ambiente. Inovou também ao criar o Conama (Conselho Nacional
de Meio Ambiente), composto por representantes de diferentes órgãos federais, estaduais e por representantes da sociedade civil, incluindo o setor
empresarial, sindical e organizações não-governamentais[...].
Outro avanço introduzido foi o princípio da responsabilidade objetiva do poluidor, que determina que os danos ambientais e a terceiros provocados por atividades exercidas pelo poluidor deverão ser indenizados ou reparados, independente da existência de culpa. A lei estabeleceu também que os municípios, observada a legislação federal e estadual, poderão elaborar normas supletivas e complementares, bem como padrões relacionados ao meio ambiente, princípio recepcionado, posteriormente, pela Constituição Federal (1988), no seu Artigo 23. Os municípios, assim, passam a ser entes fundamentais à proteção ambiental, conforme declara Antunes (200116apud Reis, 2004, p. 361):
[...] Está claro que o meio ambiente está incluído entre o conjunto de atribuições legislativas e administrativas municipais e, em realidade, os
Municípios formam um elo fundamental na complexa cadeia de proteção
ambiental [...].
Além da existência de instrumentos legais, que delegam aos municípios, a competência para o início da gestão ambiental local, observa-se, por parte de alguns setores da sociedade, uma forte corrente em direção à descentralização. Alega-se que haveria melhor tratamento dos problemas locais e que a sociedade estaria
protegida contra a centralização de poder, o que proporcionaria maiores chances de participação pública nos processos decisórios. Por outro lado, como aspectos contrários à descentralização da gestão ambiental, poderiam ser apontados a falta de cooperação entre os municípios e o fato de que o município, nem sempre, é a esfera mais apropriada para determinadas ações, do ponto de vista ambiental, econômico, social e político.
Bezerra e Ribas (2005) afirmam que as gêneses da problemática urbana e ambiental são diferentes, a saber: do privado e do público, dos recursos naturais como bens finitos e como bens ilimitados, da descentralização e centralização da regulação, respectivamente; o que explicaria a dicotomia no trato dessa questão. Os mesmos autores apontam, também, que a legislação brasileira não incorpora a dimensão ambiental nos instrumentos de gestão urbana, remetendo o uso do solo a uma ação setorial limitada à eficiência dos valores econômicos. Há de se considerar ainda os comentários de Costa e Braga (2002) sobre a implementação setorializada das políticas públicas e o pouco diálogo existente entre os vários órgãos.
A Lei de Interesses Difusos (Lei 7.347/1985) merece menção, pois como afirma Sánchez (2006) ela ampliou o conceito de dano ambiental, quando definiu os interesses difusos17, instrumentando o Ministério Público na matéria ambiental.
A Lei nº 9.605/1998 (Crime Ambiental), no Art. 54, define como crime o ato de causar poluição de qualquer natureza, qualificando o delito, quando uma área urbana ou rural, torna-se imprópria para a ocupação humana (§2º, inciso I) ou, por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências, estabelecidas em leis ou regulamentos (§2º, inciso V). O Art. 56, §1º, define como crime “o ato de produzir, processar, embalar, importar, exportar, comercializar, fornecer, transportar, armazenar, guardar, ter em depósito ou usar produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis, ou nos seus regulamentos, assim como a conduta de abandoná-los ou utilizá-los em desacordo com as normas de segurança”.
O Conama que, desde 2004, discutia a política nacional para a gestão de sítios contaminados, promulgou a Resolução 420, em dezembro de 2009, que trata dos critérios e valores orientadores de qualidade do solo e do gerenciamento de
17 Interesses difusos são aqueles comuns a um grupo indeterminado ou indeterminável de pessoas, como ocorre com os
áreas contaminadas. O Art. 3º estabelece que, a proteção do solo deverá ser realizada de forma preventiva, mantendo a sua funcionalidade ou corretiva, restaurando a sua qualidade ou recuperando-a, de forma compatível com os usos previstos. Adota no seu Art. 6º vários termos e definições. Dentre as ações de gerenciamento do órgão ambiental competente, relaciona a necessidade de ampla publicidade e comunicação da situação da área ao proprietário, ao possuidor, ao Cartório de Registro de Imóveis da Comarca onde se insere o imóvel, bem como ao cadastro imobiliário das prefeituras e do Distrito Federal (Art. 31, inciso VIII). Instituiu no Art. 38, inciso X, o Banco de Dados Nacional sobre Áreas Contaminadas, a ser alimentado a partir das informações exigidas em relatório citado no seu caput. Inclui como anexos: o Procedimento para o Estabelecimento de Valores Orientadores de Referência de Qualidade de Solos, a Lista de Valores Orientadores para Solos e para Águas Subterrâneas e o Fluxograma das etapas de gerenciamento de áreas contaminadas. Mediante a Resolução 273/2000, estabeleceu a obrigatoriedade do licenciamento ambiental dos sistemas de armazenamento de combustíveis, exercida no estado de São Paulo pela Cetesb, desde 2001, quando foi instituída a Resolução/SMA nº 5.