5. DÜNYADA SEKTÖR
5.5. HİNDİSTAN İŞ VE İNŞAAT MAKİNELERİ PAZARI
5.5.1. YILLARA GÖRE HİNDİSTAN'IN İŞ VE İNŞAAT MAKİNESİ SATIŞ ADEDİ
Com o tempo, o primeiro núcleo desapareceu como povoação, pois os moradores se dispersaram pelos aldeamentos indígenas ou por outras moradas mais isoladas, como foi o caso de Salvador Pires, que recebeu, em 1553, uma dada de terra de meia légua na “Tapera que tinha sido alojamento do índio Baibebá, partindo do campo de Piratininga direto á serra [do Mar] por ser lavrador potentado”, como registrou Taques553.
Cortesão, ao estudar o assunto, estabelece três razões para o fracasso desta primeira povoação: “insuficiência de elementos humanos de ocupação; desaparecimentos dos objetivos fundamentais, e reivindicação e expansão espanhola de sentido contrário”554.
Os objetivos fundamentais seriam a abertura e manutenção de um caminho para o Peru e a instalação de um posto avançado lusitano, contrariando as pretensões de Castela, que queria garantir a demarcação do Tratado de Tordesilhas. Para evitar conflitos com os castelhanos, esta foi também a orientação que Tomé de Sousa recebeu do rei, quando proibiu a ida do Pe. Nóbrega ao sertão em busca dos Carijó. O próprio Martim Afonso vedou também a entrada de outros portugueses no planalto, o que inviabilizou este início de povoamento colonial.
Da vida efêmera deste povoado, restaram apenas referências esparsas e uma relação conflituosa de seus moradores com os jesuítas, como se verá à frente.
Quando por lá passou, em 1550, o jesuíta Leonardo Nunes, encontrou pelos campos de Piratininga “christianos derramados entre los Indios”, e na sua avaliação eram “muy duros”. Recomendou “que se ayuntassen todos en un lugar y hiziessen una hermita y buscassen algún Padre que les dizesse missa y confessasse”555.
Não é de se admirar que a vida isolada os fizesse bastante rudes, pois haviam perdido as referências da cultura ocidental, sem terem adquirido todos os padrões indígenas.
553 Ver o título Pires (NPHG, v. 2, p. 72). 554 A fundação de São Paulo..., 1955, p. 165.
A preocupação do missionário era evitar que os portugueses continuassem na vida “pagã”, longe dos sacramentos cristãos, e por isso, foi escolhido um novo local, à borda do campo, próximo ao caminho que levava para o litoral, ficando mais próximo de São Vicente.
Quando o Pe. Nunes esteve no planalto em 1550, encontrou alguns “hombres blancos”, em Piratininga, na aldeia de Tibiriçá, e afirma que insistiu para que “se tornassen a los christianos”, isto é, que voltassem a São Vicente, ou que se agrupassem a outros que se dispunham a fundar uma vila556.
Convém lembrar que João Ramalho e os moradores do planalto foram convocados a retornar a São Vicente, por ocasião do alvará de 1542. Eram vistos como “força” autônoma e não como moradores de um povoado. Por isso, tinham que voltar, “sob pena de mil réis pela primeira vez as tragam do dia que lhes foor notificado e hum mez (...) e quanto aa Força do campo [de Piratininga] seraa do dia da notificaçam a dous mezes”557. Apesar do prazo mais dilatado, nunca atenderam a esta ordem, permanecendo no campo.
Diante deste novo apelo vindo do Pe. Nunes, aceitaram construir uma capela sob a invocação de Santo André. Foi esta igrejinha que Tomé de Sousa encontrou, no princípio de 1553, quando por ali passou.
A vinda do governador foi um marco importante para os portugueses de São Vicente, pois, nesta ocasião transformou Santo André da Borda do Campo em vila, determinando a construção de um baluarte e estabelecendo João Ramalho como capitão- mor, como escreveu ao rei:
hordeney outra villa no começo do campo desta villa de São Vicente de moradores que estavaão espalhados por elle e os fiz cerquar e ayuntar pera se poderem aproveitar todas as povoações deste campo e se chama a villa de Santo André porque honde a cituey estava hûa ermida deste apostollo e fiz capitão
556 Id., ib.
della a Iohão Ramalho, naturall do termo de Coimbra, que Martim Afonso ya achou nesta terra quoando ca veyo 558.
Na sua avaliação, era importante ter uma vila portuguesa num posto avançado do sertão, que se abria para o caminho para o Paraguai e para a rota do ouro.
Os arquivos da Câmara de São Paulo por muito tempo conservaram as primeiras atas de Santo André, mas, infelizmente, algumas foram extraviadas. Estas referiam a 8 de abril de 1553 como data de fundação da vila559.
Segundo este registro, havia já um início de cerca ou muro de proteção, com dois baluartes, tendo “tres Legoas de rocio em roda”, isto é, cerca de 18 quilômetros de perímetro urbano. Assistia a este ato Antônio de Oliveira, loco-tenente do donatário, Braz Cubas, provedor da fazenda, Pedro de Lucena, escrivão da Ouvidoria, e o próprio João Ramalho560.
Por esta ocasião, Santo André deve ter acolhido outros moradores de São Vicente, como João Pires, o Gago, que foi almotacel561, e seu filho, Salvador Pires.
O término da construção do muro e a transferência dos portugueses dispersos para a nova vila não significavam que o agrupamento estava ocorrendo sem dificuldades, pois, na sessão de 8 de fevereiro de 1556 da Câmara de Santo André, era apresentada uma ordem do capitão-mor de Santos, exigindo que os moradores fossem obrigadas a se mudar para a nova vila e “dentro em hu ano [deviam] fazer casa e mãotimentos na dita terra so [sob] pena de as perderen”562.
A cerca ou muro de taipa foi concluído, mas apresentava dificuldade na sua conservação, pois, sem cobertura, era corroído pela chuva. No mês anterior deste mesmo ano, a câmara exigia “com hua certa pena mandasse cubrir a cerqua q’ em allguns lugares
558 Carta de Tomé de Sousa a D. João III, 1.06.1553 (Arq. Torre do Tombo, gav. 18, m. 8, n. 8. In: HCPB, v. 3, p. 365).
559 Ver Certidão passada por Pedro Taques Paes Leme sobre documentos.... 1771. (Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa, documentos de São Paulo, m. 19, no 40. In: PLMH, v. 1, V-VIII parte, p. 264-265). A
Nobiliarchia Paulistana (título Pires, v. 2, p. 72) aparece a data de 8.04.1533, certamente um erro de imprensa, pois contradiz o que o documento encontrado pelo mesmo autor, citado acima.
560 PLMH, v. 1, V-VIII parte, p. 265. .
561 Este e alguns outros cargos da câmara serão explicitados no capítulo 4. 562 ACSA, 8.02.1556, p. 35.
estava pa cair”563. Era também proibida a construção da casas apoiadas “sobre o muro da cerca”, o que levava à sua deterioração564.
É evidente que o muro não contornava todo o rocio, mas apenas o núcleo onde estavam as moradias, pois a população não deveria passar de 20 famílias, 100 a 120 pessoas565. Na eleição para juiz em 1556, foram computados apenas 11 votos, que talvez fossem 11 chefes de família566. A dificuldade em indicar pessoas para os cargos municipais, mostra a exigüidade populacional.
Como toda vila portuguesa, ali foi construída uma Casa do Conselho, onde eram realizadas as sessões da Câmara, além de um pelourinho. Este foi erguido apenas em meados de 1555, dois anos depois da fundação da vila, pois a câmara determinava que se pagasse a Bastião Roiz 500 reis pelo “feitio e carregamto de huas [uns] sepos para ho pelourinho e de does [dois] bamquos” para a municipalidade567.
Os cargos administrativos eram reduzidos, havendo apenas um vereador. Contavam com muita dificuldade para o preenchimento dos mesmos, pois além da pequena população, ocorriam com freqüência os impedimentos, pois muitos deles eram degredados. Este foi o caso de Antonio Cubas, afastado do cargo de juiz, “por ser comprendido em hua pena de degredo e não poder servir o dito carego [cargo] guardando hos segredos da justiça e direito ás partes”568.
Em 1557, não havia quem pudesse ser vereador, pois João Ramalho, que fora indicado, recusava, alegando que “não podya ser vereador pr ter cargo de allcayde mor e guarda deste cãopo [campo]”569. Mas, na sessão seguinte, ele era empossado, o que se vê que não havia alternativa de escolha.
563 Sessão de 25.01.1556, id., p. 34. 564 Sessão de 8.02.1556, id., p. 35. 565
Cortesão acredita que havia em torno de 60 a 70 famílias, num total de 300 pessoas (A fundação de são
Paulo, 1955, p. 189), o que parece demasiado, pois São Paulo, em 1585, após 25 anos de instalação, terá apenas “cento e vinte vizinhos” (CARDIM, Tratado da terra..., 1978, p. 214) e em 1589 a vila já “passava de 150 moradores” (ACSP, 1.05.1589, v. 1, p. 370). Resta saber se estes “vizinhos” eram moradores individuais ou chefes de família.
566
Sessão de 11.11.1556, id., p. 52.
567 ACSA, 7.09.1555, p. 15. Sobre a função do pelourinho e sobre os cargos da vila, ver mais à frente, no capítulo sobre São Paulo de Piratininga.
568 Id., 22.08.1556, p. 41. 569 Id., 5.02.1557, p. 58.
O mesmo ocorreu com o almotacel João Pires Gago, que não pôde pagar 500 réis de multa por não ter limpado os monturos, por estar “homeseado [homiziado]”, isto é, foragido, certamente por algum crime570.
As saídas dos moradores eram freqüentes, deslocando-se para o interior, para trocar de produtos e mantimentos com indígenas, para o comércio de escravos ou para busca de ouro.
Neste ano de 1553, assumia como governador-geral Duarte da Costa, cuja administração foi marcado por conflitos e disputas na Bahia571.
Apesar de suas preocupações ficarem mais voltadas à política local, ocupou-se da capitania de São Vicente, baixando uma provisão para regulamentar as entradas para o sertão, em vista de um controle maior da fronteira sul.
Estipulava várias medidas: impedir a ida de portugueses à terra dos castelhanos, isto é, além da fronteira de Tordesilhas (atual estado do Paraná); impedir a entrada de castelhanos em território português; que o resgate de mercadorias com os indígenas do campo fosse feito de forma eqüitativa entre os moradores, tanto pelos mais abastados, como pelos mais pobres, devendo ir em grupos alternados para não deixar a vila desguarnecida de proteção; que, por ocasião destas expedições, que se tratasse bem os indígenas e que os “línguas” fossem “homens feitos e não moços”, certamente para evitar abusos com mulheres indígenas; proibir a fundição de metais descobertos, como ouro ou prata; e no caso de achá-los, deveriam ser enviados ao rei; como guarda-mor, João Ramalho deveria controlar a entrada no campo, permitindo apenas pessoas que tivessem licença do capitão- mor, à exceção dos jesuítas, que tinham um trabalho missionário572.
A vida destes portugueses era marcada pela cultura indígena, com roças distantes da vila, e com alimentação à base de caça, pesca e farinha de mandioca. A Câmara censurava o hábito dos moradores de espremer a mandioca fora de casa, fazendo com que aquele líquido venenoso escorresse pelas vielas, provocando a morte de porcos que iam
570 Sessão de 22.07.1555 (Id., p. 40).
571 Sobre estes conflitos, ver SALVADOR, Fr. Vicente, História do Brasil, 1500-1627 ([c. 1630]1982, p. 147- 148).
bebê-lo. E, por isso, recomendava que fosse ralada e espremida nos quintais, sendo este líquido canalizado para fossas 573.
As casas eram de palha, como as moradias indígenas, e, por isso, a Câmara proibia que se andasse à noite com tição de fogo pelas vielas, para evitar o risco de incêndio. Era permitido apenas sair com brasas e tições em panelas, sob pena de se pagar uma multa de 50 réis574.
Devia haver várias famílias indígenas morando ao redor deste núcleo, como registrou Ulrich Schmidel, quando por aí passou em julho de 1553, vindo do Paraguai para embarcar-se em São Vicente, com 20 Carijó e alguns castelhanos575.
A presença de João Ramalho no planalto e sua antiga união com uma das filhas do cacique Tibiriçá – que segundo a tradição paulista se chamava Mbicy 576, ou Bartira (deformação de Ybotyra= flor577) –, rendeu-lhe muito prestígio. Deviam viver juntos desde 1520 aproximadamente, segundo o Pe. Diogo Jácome 578, possuindo uma grande prole, com muitas noras e genros indígenas 579.
Este prestígio foi notado por este alemão. Surpreendeu-se com a fama do “cacique branco” que, segundo a versão corrente, era capaz de reunir 5 mil guerreiros indígenas sob seu comando, ao contrário do capitão-mor de São Vicente, que não ajuntaria mais que 2 mil. E dava uma descrição pouco lisonjeira deste régulo e de seus filhos, que se mostravam mais “bárbaros” que os Tupi que ali viviam:
Heureusement pour nous qu’il [Ramalho] était absent, car ce village m’avait tout l’air d’um repaire de brigands. Reinville [Ramalho] était allé chez d’autres chrétiens qui habitaient un
573 ACSA, sessão de 18.06.1557, p. 62. 574 Id., 29.08.1556, p. 45.
575Histoire véritable...., [1599], 1837, p. 245.
576 LEME, L. G. Silva, Genealogia paulistana, 1903, p. 30. 577 VLB, v. 1, p. 140.
578
“(...) averá XX (20) ou XXX (30) annos que está em peccado mortal” (Carta aos Padres e Irmãos de
Coimbra, jun. 1551, CPJ, v. 1, p. 243).
579 “Tiene hijas casadas con los principales hombres desta Capitania y todos estos hyjos y hyjas son de una
india, hija de los mayores y más principales desta tierra” (Carta ao Pe. Luís da Câmara, 31.08.1553, CPJ, v. 1, p. 524).
village nommé Vicenda [São Vicente], pour conclure un traité avec eux.(...) Nous ne travâmes que son fils: nous en fûmes très bien reçus, quoiqu’ils nous inspirât plus de méfiance que les Indiens eux-mêmes, et en quittant ce endroit nous rendîmes grâce ao ciel d’avoir pu en sortir sains et saufs 580.
É possível que esta ausência de Ramalho fosse para dirimir dúvidas quanto à autonomia de Santo André em relação a São Vicente.
Não há muitas informações sobre seu passado. Parece ter sido um degredado, deixando esposa em Vouzela, povoação próxima à Coimbra581. Pelas afirmações do Ir. Pero Correia, ele devia ter chegado ao Brasil por volta de 1510582. Azevedo Marques acredita que tenha vindo na expedição de João Dias Solis, em 1513583.
Quando Tomé de Sousa o encontrou, em 1553, dizia que, embora de idade, “não tem cãa na cabeça nem no rosto e anda nove leguoas a pe antes de yantar”584. Teria nesta época cerca de 70 anos.
Não há um registro de todos seus filhos, mas devem ter sido pessoas de destaque tanto em Santo André, como mais tarde o foram em São Paulo, como se verá à frente.
Tinha muita ascendência junto aos Tupi, não só pelo casamento com Bartira, mas por ter assumido os valores indígenas, como a bravura, a vingança e até os rituais antropofágicos, o que foi motivo de atrito com os jesuítas:
580
“Para nossa felicidade, ele [Ramalho] estava ausente, pois este povoado parecia um covil de bandidos.
Reinville [Ramalho] havia ido até outros cristãos que moravam num povoado chamado Vicenda [São Vicente], para concluir um tratado com eles. (...) Encontramos apenas seu filho: fomos bem recebidos, embora ele nos inspirasse mais temor que os próprios índios, e deixando o lugar, agradecemos a Deus de termos podido sair de lá sãos e salvos” (Histoire véritable...., [1599], Paris, 1837, p. 245).
581 Segundo um suposto testamento, ele teria deixado sua esposa, Catarina Fernandes das Vacas, gráida, tendo partido para o Brasil de forma pouco clara. Sobre este documento, ver PRADO, J.F de Almeida, Primeiros
povoadores do Brasil (1976, p. 84).
582 Carta ao Pe. Belchior Barreto, 20.06.1551 (CPJ, v. 3, p. 222). 583 AHGSP, v. 2, p. 41.
um destes cristãos, trazido um cativo, entregou-o a um irmão dele para o matar. E matou-o com a maior crueldade, tingindo as próprias pernas de vermelho e tomando o nome de quem matara em sinal de honra, como é costume dos gentios; e se não comeu, deu-o ao menos a comer aos índios, exortando-os a que não deixassem perder quem ele matara, mas assassem e levassem para comer 585.
Diante disto, um dos filhos de João Ramalho foi advertido de que poderia ser denunciado à Inquisição por “seguir costumes gentílicos”. E com altivez respondeu “que vararia com flechas duas inquisições”586.
Estes mestiços assumiram plenamente os valores dos povos Tupi. Por isso os rituais e festas indígenas, nas quais participavam, eram duramente combatidos pelo Pe. Nóbrega, resultando em constantes conflitos com aqueles moradores.
Isto explica porque o Pe. Vasconcelos afirmava que os filhos de Ramalho lhe votavam um “ódio mortal”587. O confronto chegou a tal ponto “que os próprios cristãos [de Santo André], pelo amor que tem do Padre [Nóbrega] não deixam que vá lá, porque sabem que ele está ameaçado de morte”, comentava Anchieta588.
Isto já ocorrera com um outro jesuíta, o Pe. Leonardo Nunes, em 1550, bem antes dos missionários instalarem-se no planalto. Ao passar por Santo André, não permitiu que Ramalho assistisse à missa, já que estava excomungado pelo vigário de São Vicente, certamente devido a estas práticas gentílicas. Irritado, o capitão deixou o local, acompanhado de dois de seus filhos, que ameaçaram agredir o padre após a celebração religiosa. Quando se encontravam fora da igreja, disse Ramalho que “era milhor christão que elle e que fazia muito boas obras”. Tendo agarrado o padre, aproximaram-se “os filhos, com suas armas, que são huns homens como salvagens”, e, de joelhos, esperava o
585 Quadrimestral de maio a set. 1554 (CAP, p. 77). 586 Id., ib.
587 VVJA, v. 1, p. 39-40.
missionário pelo pior. Nada aconteceu, pois outros moradores devem ter intervindo. Mas disseram que se ele voltasse, “lhe darião com hum pao polla [pela] cabeça”589.
As entradas e o escravismo indígena praticados não só por eles, mas também pelos demais moradores desta vila e do litoral, levavam a constantes desassossegos na região, como se vê na sessão da câmara de 31 de março em 1558, quando se pedia a reforma dos muros e construção de algumas guaritas, pois havia “nova que nobos [novos] hyndyos [índios] vynhão escõtra [contra] nos”590.
Este apelo está na última ata que se conservou, mas é possível que tenha havido outras sessões com os mesmos pedidos.
589 JÁCOME, Diogo. Carta aos Padres e Irmãos de Coimbra, jun. 1551 (CPJ, v. 1, p. 244). 590 ACSA, p. 74.