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ÖYKÜLERİN İZLEKSEL TAHLİLİ

2. Öykülerin İzleksel Tahlil

2.1. Özgürlük ve Seçim

2.2.3. Ötekileştirme

As leituras de deformações utilizadas foram aquisitadas desde as 12h00min00s do dia 06 de maio até as 03h00min00s do dia 25 de maio, em 2005, com intervalo de 3 horas entre as medições.

A figura 4.26 apresenta o sistema solicitando o arquivo a ser lido, enquanto na figura 4.27 são ilustrados os dados do arquivo selecionado.

Figura 4.26 – Janela de seleção de arquivo a ser lido.

Na figura 4.27, o gráfico vermelho corresponde às deformações medidas pelo sensor ES5-2S, enquanto no gráfico azul encontram-se os valores medidos pelo sensor ES5-2I. Dos valores, percebe-se que a seção inferior encontra-se tracionada, enquanto a seção superior experimenta variações de deformações opostas às de seção inferior. Observa-se que os ciclos das medidas são periódicos, com duração de 8 amostras (24 horas), em média.

Na aba Def-Selecionar, podemos selecionar alguns dos gráficos apresentados na aba Deformações-Abrir. Para ilustrar, será selecionado o gráfico ES5-2S, apresentado na nova aba, na figura 4.28.

Figura 4.28 – Deformações selecionadas: ES5-2S.

Nesse ambiente, os valores extremos do gráfico são apresentados, considerando os dois eixos. Os resultados aparecem à direita do botão plotar, da figura 4.28.

Embora não seja o caso, se fosse necessário extrair ruídos do sinal apresentado, bastaria utilizar os recursos da próxima aba, Def-Filtrar. Somente para apresentar as funcionalidades do ambiente, a figura 4.29 ilustra o sinal da figura 4.28 após ser submetido ao filtro de Savitzky-Golay, utilizando um polinômio de 1º grau,

com intervalo constituído por (2x7 +1) elementos, onde 7 é a dimensão da janela

Figura 4.29 – Visualização dos valores originais e filtrados.

A figura 4.30 ilustra a ativação da janela auxiliar, com seleção de visualização das 10 primeiras medições.

Figura 4.30 – Utilização da janela auxiliar.

Como no caso da seção S5 os valores das temperaturas nas posições dos sensores são conhecidas, não há necessidade de utilizar a aba seção, e nos dirigiremos à aba Temperaturas-Abrir. Nela, ao pressionarmos o botão Abrir será solicitada a seleção do arquivo com os dados da temperatura da seção. Na figura 4.31 são apresentadas as temperaturas na medidas por TS5-2S (gráfico preto)e TS5-2I (gráfico verde).

Figura 4.31 – Apresentação das temperaturas da seção.

Comparando-se os gráficos de deformação com os de temperatura, fica evidenciada a forte influência da variação da temperatura nos resultados medidos.

Na aba Temp-Selecionar, deve-se selecionar as temperaturas de interesse, que serão utilizadas para o cálculo das parcelas lineares da temperatura. Se na aba

Temperaturas-Abrir os gráficos de interesse estivesse em meio a outros, eles

poderiam ser selecionados nesse ambiente, que é apresentado na figura 4.32.

O ambiente dispõe de um campo para introdução do valor do coeficiente de dilatação linear do concreto, que será utilizado no cômputo das deformações devidas à temperatura.

Como a aba Temp-Filtrar tem as mesmas funcionalidades da aba Def-filtrar, já vista, sua apresentação será omitida.

A aba Def-Efeito da Temp apresenta os resultados da deformação após remover os efeitos térmicos conforme a metodologia apresentada no capítulo anterior, gerando também um gráfico correspondente ao melhor ajuste polinomial às deformações corrigidas, utilizando o método dos mínimos quadrados. O grau do polinômio pode ser modificado pelo usuário, bastando introduzir um novo valor no campo. Na figura 4.33 são apresentadas:

a) a deformação original medida pelo sensor ES5-2S (gráfico vermelho);

b) a deformação compensada (gráfico cinza);

c) a curva de ajuste dos dados da deformação compensada (gráfico verde).

Figura 4.33 – Compensação dos efeitos térmicos.

Percebe-se que efetivamente houve uma significativa redução dos efeitos térmicos, embora ainda se perceba uma influência provavelmente oriunda de efeitos térmicos não-lineares.

Após a apresentação dos resultados, é possível gerar os histogramas dos gráficos de deformação antes e após a compensação, conforme se vê na figura 4.34.

Figura 4.34 – Apresentação de histogramas da amostra original e dos valores compensados.

Na aba Componentes-Temp são apresentados os valores das temperaturas uniformes, do diferencial térmico e das temperaturas lineares superior e inferior, sendo apresentada na figura 4.35 com os valores calculados para o caso em estudo.

Removidos os efeitos térmicos lineares, o próximo passo consiste em estimar a deformação devida aos efeitos diferidos. Na aba Fluência, apresentada na figura 4.36, os campos editáveis devem ser preenchidos com as informações da seção estudada. A temperatura utilizada será constante e igual à média anual de Santarém, onde a ponte está localizada, que é de 16 ºC. A entrada dos dados da temperatura é feita mediante a leitura de um arquivo de dados fornecido pelo utilizador do sistema. Os demais parâmetros são adotados de acordo com o documento Ponte sobre o rio Sorraia – Projecto de Execução (GRID, 2003), pelo qual temos: a) t0 = 7 dias; b) tf = 360 dias; c) rh = 70%; d) Ac = 10,478 m2; e) u = 35,953 m; f) fcm,28 = 43 MPa; g) σ = 6,5 MPa; h) tipo de cimento: R;

i) tipo de agregado: Quartzo (admitido).

As temperaturas utilizadas no cômputo da deformação por fluência podem ser consultadas, bastando selecionar a opção Apresentar temperaturas. Um gráfico contendo os dados fornecidos aparecerá na tela, conforme ilustrado na figura 4.37.

Figura 4.37 – Apresentação das temperaturas utilizadas na estimativa da deformação por fluência.

O sistema permite que, dentro do intervalo temporal fornecido, seja selecionado um período qualquer, sendo fornecidos os valores de deformação calculados. Caso seja preenchida a opção Selecionar período, a variação da deformação no período escolhido será considerada para fins de compensação.

No caso em questão, foi utilizado o período aproximado em que foram feitas as medições das deformações, admitindo-se o intervalo [dia inicial, dia final] igual a

[336, 355]. A deformação por fluência no período foi estimada em 3,2.10-6 m/m

(figura 4.38), e este valor será distribuído no intervalo temporal das medições que serão compensadas. A distribuição é feita mediante a geração automática de índices intermediários no vetor das deformações por fluência selecionadas, de modo que são gerados os índices necessários à compatibilização dimensional entre o vetor de deformação original e o vetor das deformações por fluência selecionadas, tornando este último adequado à realização de operações envolvendo o vetor de deformação original.

Figura 4.38 – Apresentação das deformações por fluência em um período selecionado.

A etapa seguinte consiste na estimativa da deformação provocada pela retração do concreto, sendo utilizadas as funcionalidades da aba Retração.

Como no caso da aba Fluência, na aba Retração os campos editáveis devem ser preenchidos com as informações da seção estudada. O método utilizado para a seleção e utilização de deformações por retração em um período também segue o mesmo princípio da aba Fluência. A temperatura utilizada será a mesma empregada no ambiente anterior, sendo constante e igual a 16 ºC. Os demais parâmetros também foram adotados de acordo com GRID (2003), pelo qual temos:

a) t0 = 7 dias; b) tf = 360 dias; c) rh = 70%; d) Ac = 10,478 m2; e) u = 35,953 m; f) fcm,28 = 43 Mpa; g) tipo de cimento: R.

A curva de deformação por retração obtida é apresentada na figura 3.39, e

a deformação por retração no intervalo [336, 355] foi estimada em 4,7.10-6 m/m

Figura 4.39 – Apresentação da estimativa das deformações devidas à retração.

Figura 4.40 – Apresentação das deformações por retração em um período selecionado.

A próxima etapa consiste na operação de remover as deformações diferidas estimadas dos valores de deformação já compensados termicamente. O ambiente onde essa tarefa é realizada está na aba Deformação-Final. A figura 4.41 ilustra esse ambiente, apresentando o resultado final referente às deformações medidas pelo sensor ES5-2S, (gráfico azul). As deformações diferidas aplicadas ao período podem ser vistas na figura 4.42 (retração no gráfico rosa e fluência no gráfico preto).

Figura 4.41 – Resultados do sensor ES5-2S antes (em vermelho) e depois das filtragens (em azul).