2. BÖLÜM: DÜNDEN BUGÜNE ZEKÂT UYGULAMALARI
3.2. Zekâtın KurumsallaĢmasına Diyanet Personelinin BakıĢ Açısına Yönelik Anket
3.2.5. Zekâtın Ekonomik Yönüne BakıĢ
A terceira MIL compreende o acesso à informação de uma maneira eficaz e eficiente. Nas palavras de Grizzle e Wilson (2011, p. 30-35), é a “capacidade para determinar o tipo de informação necessária para uma determinada tarefa e acessar as informações de uma forma eficaz e eficiente”.
Na análise desta literacia identificaram-se oito situações presentes nas falas dos entrevistados. A maior parte deles reconhece-se capaz de localizar informações, de encontrar aquilo que precisa na Internet e também que consegue operar buscadores de uma forma eficiente, conforme pode ser conferido nos quadros abaixo.
Sobre localizar informações de que necessita na Internet Na maioria das vezes sim. Perfeito ninguém é
Eu sou analista de texto.
Pro que eu preciso sim. É suficiente. Com certeza. Sei sim.
Eu acho que consigo tudo. Não tenho nenhuma dúvida. Se eu não consigo eu pesquiso, vou no Google até eu conseguir. Eu consigo.
Sim, sempre, sempre. Às vezes demora um pouco mais, porque às vezes o assunto é um pouco mais, é um pouco mais difícil, mas sempre consigo achar.
Aham. Isso é uma questão de tempo
Sobre utilizar buscadores de forma eficiente Se tiver todas as ferramentas sim.
Eu acho que sim. Com certeza. Porque ela é um mundo. É como a cabeça do ser humano. Você vai, vai e daqui a pouco você acha o fio da meada.
Sempre sim, mas tem que saber colocar com o endereço certo.
Ah sim. Até onde eu sei, eu consigo usar eficiente. Pode ser que haja meios mais eficientes que eu ainda não conheço. Mas até onde eu sei eu trabalho com eficiência.
Enfaticamente apenas um entrevistado afirmou que se considera incapaz de localizar o que precisa na Internet. Para além dele, três atores reconhecem necessidades de aprimoramento de suas técnicas para acesso à informação. Algumas mensagens que comprovam isso estão em falas como:
• “eu acho que hoje eu não consigo utilizar totalmente o potencial que a Internet tem. Mas não porque eu seja necessariamente uma pessoa limitada, mas porque qualquer pessoa que utiliza a Internet é limitada. Porque a Internet em si é muito vasta”, • “ainda sou nesse campo, eu sou limitado. Agora tem uma coisa, eu sou curioso, eu
mexo”,
• “aquela ânsia de buscar algum lugar que eu possa encontrar instrumentos para eu ir pra águas mais profundas”,
• “eu gostaria de aprender a pesquisar, tipo, vamos supor assim, vamos supor que eu esteja na escola e a professora pede pra mim pra fazer alguma matéria e eu não sei. Eu costumo tentar aprender pela Internet” e
• “eu queria até usar mais. Eu uso pouco o Google. Eu confio tanto na minha cabeça que eu quase nunca. Eu precisava consultar mais o Google”.
As mensagens emitidas pelos entrevistados também apontam para exemplificação de locais de acesso frequentes destes atores na Internet, para exemplos de situações de busca e para demonstrações de uma compreensão mais crítica das necessidades e práticas de busca e acesso à informação na Internet, conforme pode ser observado nos exemplos dos quadros abaixo.
Exemplificação de locais de acesso frequentes na Internet
Voce abrir teu site, pra você, o site que você tem o teu email. De repente você viu uma notícia, até que não tem nada a ver com seu trabalho, mas poxa, atiçou curiosidade. Aí eu já ia na parte de notícias. Que é o site do Globo.com
Igual eu tô adepto ao site, ao blog deles. Então tudo que acontece no movimento Catraca Livre, você tá por dentro.
Sempre quando você precisa ter um acesso a alguma coisa, por exemplo, uma Nota Fiscal Paulista, teus e-mails.
Eu uso muito mais o Google. O Google pra mim é própria formação de necessidade Eu uso muito mais a questão de e-mail.
Só jornais, só reportagens. Não tenho tempo pra brincar, pra ver filme, pra ver mulheres. Não que não goste, mas não tenho tempo. Não me permito essas coisas.
Pesquisa sim. Eu fuço muito na área de Direito. Então pesquisa é mais do que necessária. Pode ver a todas as informações que quiser, em site, em jornais, em revistas,
G1, site de esporte, né. G1, Essas coisas mesmo. Parte de esporte, jornais, né, mas praticamente o Yahoo.
Eu gosto muito do Discovery. Eu gosto de ver os comentários.
Pesquisar, pesquisa, pesquisar livro, pesquisar sobre medicamentos, porque eu trabalho na área, sobre novos medicamentos, pesquisar serviços, cursos, concursos.
Procuro tudo pelo Google.
Pesquiso Google, qualquer assunto que eu quero. Site da cidade de São Carlos, pra saber das notícias.
Exemplificação de situações de busca
Aí você tem que correr pra onde tem Internet pra saber onde ficam os pontos que você tem que chegar. E os meios de transporte que você pode estar pegando, onde, táxi, metrô. Que ali indica tudo no Google Mapas.
Eu vou atrás de uma caneta. Vou ver de onde veio a caneta. Colocando uma observação sobre isso. Como ela é feita. Pra mim discutir aquilo. Independente de não tenho
conhecimento. Mas a Internet me ajuda com isso. Porque eu posso buscar ali, tão rápido, imprimir e dar uma de leve, uma lida, pra mim poder discutir aquilo
Eu jogo, vou jogando informação até chegar até onde eu quero. Se eu não consigo, eu pergunto. Mas eu vou jogando perguntas. Por exemplo quando eu pego o Google. Aonde vem, aí eu chego até onde eu quero.
Tenho o nome dele aqui, vou entrar no Dédalus e vou ver lá como é que ficou no final das contas a tese de doutorado dele.
A gente viu que ele tinha, o suposto Caio Castro tinha duas ou três tatuagens. A gente entrou no Google e digitou Caio Castro tatuagem. Apareceu a relação de todas as tatuagens que o Caio Castro tem e a gente já sacou que não era ele. 30 segundos.
Porque nós pesquisa palavra em inglês. Palavra em jamaicano. Tipo essas coisas pra nós saber o significado.
Porque a minha descendência tem, meus pais são libaneses. E encontro descendentes lá no Líbano, em Beirute, e aqui mesmo em Dourado, da parte da minha avó, eu tenho encontrado bastante gente.
Às vezes eu ponho o que eu quero, o tema lá no Google. Eu gosto de filmes antigos. Por exemplo, com a Dóris Day. Então eu ponho Dóris Day, aparece a relação de filmes. Já vou anotando e já faço pesquisa de localizar os DVD.
O que eu fiquei sabendo disso daí foi da boca das meninas que moram junto comigo. Aí eu fui pesquisar isso na Internet hoje. E isso aí é verdade.
Isso é uma coisa de criança, praticamente. Pai pesquisa isso pra criança. Mas outro dia eu tava pesquisando um carrinho de gasolina.
Eu fui participar de uma entrevista de emprego e fui fuçar, fui pesquisar. Fuçar, acho feio falar. Pesquisar no Google. Formas de como se comportar numa entrevista. Você vai vendo, buscando tudo né. Você viu, se você procurar você acha tudo na Internet.
Demonstrações de compreensão mais crítica das necessidades e práticas de busca e acesso à informação na Internet
Você precisa criar uma forma de procura, que tem que ter uma técnia de procura e você tem que ter também um senso de procura. Você coloca lá suas palavras-chave, mas se você errou uma ou se você não colocou uma, você vai ter que pesquisar tanto como se você tivesse numa hemeroteca aqui do Estado.
Quando eu preciso um dado técnico, obviamente eu vou procurar uma literatura técnica. Não dá pra você chegar numa informação técnica através do Google, por exemplo. No Google você pode chegar a sites técnicos. Através destes sites técnicos sim. Mas uma informação técnica você não vai chegar através de um achismo.
É a Dip web, né? Dip web ta aí. Dip web é uma coisa que eu não conheço. Dai eu tenho um pouco de medo pra falar a verdade.
Você tem que ensinar as pessoas de modo geral a lidarem com a quantidade de informações absurda que tem hoje em dia. E você saber filtrar essas informações de modo que você possa trabalhar com elas.
Você tem que ter um modo de lidar com essa quantidade absurda de informações que você tem hoje em dia pra fazer com que essas informações cheguem a ser úteis.