3. TÜRKİYE UYGULAMASI
3.7. Endeks Futures Piyasaları
3.7.1. Yatırımcı Gruplarının Özellikleri
3.7.1.2. Yerli ve Yabancı Kurumsal Yatırımcılar
Neste capítulo foi feita uma revisão sobre alguns dos principais marcos da sociologia da ciência, adotando como ponto de partida algumas idéias em comum dos filósofos do Circulo de Vienna, dos anos 1920 e 1930 do século passado, e da teoria mertoniana, de natureza funcionalista, que funda as primeiras noções sociológicas aplicadas à ciência. O foco da sociologia mertoniana está na estrutura social e institucional da ciência, ou das comunidades científicas, sobre a qual valores, normas e regras garantem a continuidade desta instituição e ao mesmo tempo a distingue de outros sistemas sociais. Apesar de alguns pressupostos mertonianos terem sido abandonados, deve-se ressaltar a importância de sua base teórica nos estudos institucionais da ciência. Os imperativos da ciência (mais tarde acrescentados outros tipos) como destacados por Merton permanece como grande referência à prática científica, não podendo ser descartados, nem desprezados como elementos culturais constitutivos de tais práticas. Por outro lado, vimos que a construção do conhecimento, não deve se limitar somente a este aspecto.
Neste sentido, o pensamento Kuhniano, através da noção de paradigma (ciência normal) e quebra de paradigma, processos que inclui a influência de elementos sociais e cognitivos no desenvolvimento da ciência, mostra que esta prática caminha num processo não linear e cumulativo. Tal interpretação abriu caminho para as perspectivas que buscaram o avanço dos estudos sociais da ciência para além dos seus aspectos institucionais ou meramente cognitivos, tomando como objeto os conteúdos do próprio conhecimento científico. A partir do pressuposto de que conhecimento científico é construído a partir de elementos cognitivos e sociais, surgiram novos estudos abrigados no movimento da Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS).
Ainda assim, a influência da sociologia mertoniana permaneceria presente em estudos de tal tendência, principalmente naqueles de perspectiva econômica que destaca o papel da CT&I no desenvolvimento econômico, com o intuito de criar subsídios a políticas públicas de C&T, corrente de estudo dominante nos países avançados e que vem se sobressaindo no Brasil. Exemplo dessa influência é a adoção de práticas da cientometria, área de pesquisa que procura aperfeiçoar métodos quantitativos para medir a produção científica em diferentes níveis, permitindo ainda comparações de políticas públicas de diferentes países.
Estes analistas defendem a necessidade de intervenção e direcionamento da produção da inovação por meio de ações administrativas e de políticas públicas, particularmente, a partir de ações que alteram as condições no entorno da produção. No entanto, os valores
institucionais do mundo da ciência (aqueles descritos por Merton como próprio da boa ciência) deveriam permanecer assépticos ao mundo externo. O rigoroso cumprimento de tais pressupostos garantiria a qualidade de seus resultados. Portanto, não há no interior das formulações da CT&I abertura a jogos de interesses, relações de poder e influências sociais na formulação e produção das C&T. Isso ocorre em grande medida, pelo fato desta tendência abrigar implicitamente valores compromissados, sobretudo, com a ética da eficiência do modelo econômico capitalista (FEENBERG, 2002; DAGNINO, 2006b). Por se deterem a preocupações de natureza normativa assumiram um rumo totalmente diferente daqueles estudos posicionados em geral nas ciências humanas.
A partir deste ponto, foi descrito com maior detalhamento, como o construtivismo social desenvolveu inicialmente sua perspectiva analítica aplicada à ciência. Pinch e Bijker, pioneiros nesta abordagem, fizeram um esforço para adotar uma plataforma metodológica comum aos estudos da ciência e tecnologia. Neste mesmo sentido, Latour, aprofundou as questões de natureza metodológica sugerindo uma micro-sociologia da ciência, com base na etnografia de laboratórios de pesquisa. Estabeleceu, então, a Teoria Ator-Rede, que permite analisar os processos de construção da ciência através das conexões entre os atores em rede, adotando como locus privilegiado de observação o laboratório, local onde as práticas científicas se constituem. Do ponto de vista analítico, o movimento da CTS não só mostrou a viabilidade de se praticar uma ciência da ciência, a partir de um olhar de dentro, permitindo a abertura da caixa-preta da ciência, mas também consolidou a perspectiva de que a produção da ciência é constituída socialmente, tanto no que diz respeito aos contextos na qual está inserida, quanto nas referências cognitivas particulares, inerentes a cada disciplina científica.
No entanto, o pensamento latouriano, uma das vertentes do contrutivismo social, sob perspectiva relativista, não fornece condições de vislumbrar uma ciência institucionalizada como força modeladora do conhecimento. Também não permite vislumbrar elementos políticos, culturais e econômicos constituídos historicamente, como condicionantes estruturais, por não acreditar em tal força modeladora ex ante, concedendo apenas tal status na observação analítica.
Esta linha do Construtivismo deixa de lado o fato de que aspectos culturais, intelectuais ou econômicos recorrentes possam influenciar as relações e interações entre grupos sociais no processo de construção de fatos (científicos) e artefatos (tecnológicos). Ou seja, o Construtivismo ignora as relações de poder previamente instituídas. Ao não atentar para as implicações sociais desse processo e para a forma como ela molda a consciência e a vida das pessoas, o Construtivismo apenas contempla o status quo e suas injustiças sem se
pronunciar sobre os possíveis modelos sociais e tecnológicos submersos a tais realidades em estudo (WINNER, 1993).
Neste aspecto, o teoria do campo cientifico, defendido por Bourdieu, que inclui a noção de habitus e capital cientifico, parece satisfazer de modo mais adequado os mecanismos através dos quais operam os mecanismos relacionados à produção do conhecimento. Neste sentido, torna-se fundamental considerar o papel assumido por instituições cientificas, o modo como se desenrolam os jogos de interesse no interior deste universo social, além de oferecer uma perspectiva sobre o modo como as lideranças científicas surgem e exercem influência e domínio no campo em que atuam.
Na crítica ao excesso de autonomia concedida ao agente no modelo de redes sociais da ciência defendido por Latour, Bourdieu identifica a falta de neutralidade deste autor, e de uma noção que delimite as possibilidades e impossibilidades do ator em rede. Bourdieu pondera este “tudo pode”, que do ponto de vista normativo favorece a defesa de interesses do mundo científico em conexão com o mundo econômico.
A partir de atributos institucionais e individuais dos atores sociais, possíveis devido a idéia de campo social e capital científico, Bourdieu demonstra como o jogo de influências é exercido. Assinala que há parâmetros sociais bem definidos através dos quais oportunidades e possibilidades se abrem, bem como limitações e impossibilidades se impõem. Cenários como estes surgem como resultado do jogo de forças que se constitui nas interações dentro do campo social do qual instituições e atores da ciência participam e atuam.
A idéia de desenvolver uma análise de diferentes correntes científicas (sociológicas) da ciência neste capítulo não foi de dar conta da grande abrangência que o tema suscita, mas de fazer um pequeno recorte neste campo científico, para então manifestar as preferências metodológicas e de perspectivas analíticas. Apesar da grande aproximação com a sociologia de Bourdieu, que neste estudo, orienta a análise do estudo de caso, a intenção não fazer uma adesão unilateral a um único corpo teórico-analítico, como se fosse capaz de explicar e dar conta da grande complexidade que envolve o tema em questão. Mas um fato chama a atenção, a escassez de autores brasileiros nesta área específica de conhecimento, da sociologia do conhecimento científico e tecnológico. A preferência tem sido dada a perspectivas de base econômica de autores da Teoria da Inovação.
Além das categorias analíticas de Bourdieu, também procurou-se utilizar a idéia de translação da Teoria Ator-Rede de Latour, contando desta forma com as diferentes características de tais correntes procurando enriquecer, de modo coerente, a investigação que se apresenta no capítulo quatro. O objetivo a partir de agora será apresentar a história da C&T
e da política espacial, descrevendo os diferentes contextos em que as práticas científicas e tecnológicas nos últimos 60 anos estavam inseridas. A partir da apresentação dos contextos macro-econômicos e políticos, pretende-se criar as condições necessárias para investigar e aprofundar aspectos em escala micro-social, natureza política, que estão intimamente ligados, de um lado, à conformação e definição das políticas públicas e suas implicações e, de outro, ao modo como a produção do conhecimento científico e tecnológico se efetiva. A perspectiva meramente econômica falha, do ponto de vista analítico, por não lidar com a análise das possibilidades inerentes à dimensão social, consideradas fundamentais no desenrolar dos processos aqui em foco.
Há diferenças inconciliáveis entre o pensamento latouriano e de Bourdieu, que se configuram a partir dos pressupostos sociológicos de cada um em relação a prática da ciência. A preferência pelo uso de categorias propostas por Bourdieu nesta pesquisa se deve ao reconhecimento de similaridades pertinentes à lógica dos processos observados de antemão naqueles que deverão ser investigados a partir da proposta de pesquisa deste autor. Isso não quer dizer que os mecanismos descritos por Latour não possam estar presentes também na lógica deste campo de investigação, como a noção de translação como aqui apontado.
No entanto, o mundo contemporâneo da ciência parece ter ampliado as suas conexões com o mundo externo, intensificando suas relações com outros níveis e campos sociais. Neste sentido, a noção de “tradução” ou “translação” oferece um instrumental analítico adicional, e que estaria ausente no corpo teórico de Bourdieu, mais preocupado em caracterizar e definir o campo científico como um sub-sistema social específico.
CAPÍTULO 2
1. Introdução
O ponto de partida adotado para esta revisão da história da Ciência e Tecnologia (C&T) no Brasil, proposta neste capítulo, é o Segundo Pós-Guerra (1939-1945), momento no qual tomou impulso no país o processo de institucionalização desta área (MOREL, 1979). Antes disso, houveram várias iniciativas pontuais relacionadas ao desenvolvimento da C&T no país, mas nenhuma que fosse capaz de criar mecanismos que permitissem consolidá-la institucionalmente. Segundo Schwartzman (2002), “o setor de Ciência e Tecnologia conta com órgãos e políticas governamentais ininterruptas desde pelo menos os meados do século (...) Pode-se falar de inadequação das políticas e de fortes oscilações de orçamento, mas não de sua ausência.” (p. 366)
O propósito deste capítulo não é propriamente descrever os eventos que institucionalizaram a C&T, nem mesmo elaborar uma historiografia da C&T no Brasil, ou de parte dela, trabalho que já vem sendo feito por diversos historiadores. O objetivo aqui é antes identificar processos históricos que suscitaram um sentido muito específico e especial à C&T no terreno da ciência política. Com isso, alguns recortes desta história foram feitos, neste capítulo, com o intuito de destacar eventos que podem ter fornecido significados sobre as forças sociais e políticas atuantes na esfera da C&T. Busca-se entender o modo como determinados atores se articularam e reproduziram este subsistema, ou campo social, nos termos sociológicos de Bourdieu, ao longo do tempo de uma forma muito específica e sociologicamente bem definida. A perspectiva é primordialmente política, mas não despreza a importância de outros aspectos e fatores na influência da condução desta história.
É a partir então do Segundo pós Guerra que uma série de fatores associados - muitos deles atrelados ao terreno da política e da cultura política, e não diretamente ao plano econômico -, deu força à idéia de que sem investir nesta área, o país não teria como alcançar a modernidade tão almejada pela sociedade. Compartilhavam deste ideário de progresso, que deveria estar associado a um desenvolvimento de C&T autóctone, pesquisadores, professores universitários, elites intelectuais, políticos, militares, entre outros segmentos e extratos sociais que se envolviam direta ou indiretamente na consolidação deste processo de institucionalização da ciência. Segundo Schwartzman (2002), “esta maneira de entender a ciência como a portadora do progresso, da racionalidade e do futuro faz parte do contexto social e político em que a ciência se desenvolveu no mundo moderno desde o Renascimento, de um processo muito mais amplo de racionalização e desenvolvimento das economias
capitalistas, e tem sido retomada, nos últimos anos, pelas novas teorias do Capital Humano e da Sociedade do Conhecimento, que seria a característica central da economia globalizada de nossos dias.” (p. 365)
Deve-se ter em mente que, no pós-1945, o desenvolvimento de uma ciência e tecnologia própria não era consensual, como hoje parece ser. Havia presente na sociedade (como ainda há) aqueles que defendiam a modernização a partir da utilização de tecnologias importadas e know how proveniente do exterior. Caberia ao país apenas a formação e capacitação da mão de obra especializada para operar e lidar com este conhecimento. O desenvolvimento e os avanços da C&T nacional após mais de meio século tornaram difícil a ascensão de tal linha de pensamento. Mas, por outro lado, as mudanças neoliberais no âmbito internacional em curso desde os anos 1990 tornaram também impraticáveis políticas protecionistas de fortes vínculos com programas de C&T.
Um dos objetivos deste capítulo é mostrar como se desenvolve e se articula a dicotomia liberalismo x nacional desenvolvimentismo na história das políticas de C&T até os anos 1990. A partir daí, com a adoção de medidas político-econômicas neoliberais (principalmente privatizações e abertura de mercado), observa-se todo um esforço em torno do desafio de desenvolver e tornar setores da economia competitivos a partir do domínio de uma C&T própria, ou ainda, a despeito da falta de uma C&T própria.
Busca-se descrever e explorar os diversos e possíveis aspectos políticos e ideológicos que tanto marcaram a constituição de boa parte da história da ciência e tecnologia no país. A industrialização nacional, com início nos anos de 1940 e 1950, deu-se sem a necessidade de grandes esforços no campo da C&T. Esta perspectiva mudaria aos poucos, com os avanços nos processos industriais das décadas seguintes.
O elemento econômico, sem dúvida nenhuma, é estruturante, mas nem todas as etapas históricas, assim como os condicionantes e mecanismos que movimentaram e movimentam esta história, são explicados e justificados a partir de uma única perspectiva. Senão como explicar, nos idos dos anos de 1950, uma série de iniciativas de C&T, cujas demandas estariam alicerçadas mais a uma percepção de atores da burocracia estatal, que se autonomizou no aparelho de Estado, do que a possíveis demandas de uma burguesia nacional industrial? Se a indústria nacional desta época, e mesmo a mais recente, demandavam pouca iniciativa de inovação, seja por ser cara, seja porque esta indústria utilizava tecnologias rudimentares, então porque esta C&T teria traços primeiro-mundistas em determinados setores e momentos da história brasileira?
Outro aspecto que chama a atenção é a composição dos atores desta história. Trata-se de um campo no qual as disputas políticas estão limitadas a conflitos de interesses de segmentos muito específicos, aos quais não se incluem forças sociais populares, revelando-se ser esta um história de disputa entre elites, fazendo com que a política da C&T ganhasse contornos fortemente elitizantes. Mesmo quando no bojo do pensamento de determinados grupos no poder estivesse presente a preocupação com problemas de ordem social, ainda assim as políticas foram elaboradas e implementadas, via de regra, sem a participação dos setores sociais impactados por tais políticas. Esta característica, deve-se dizer, é marcante ao longo de toda a história da C&T do país.
A história da C&T estabelece ainda uma estreita relação com a evolução do ensino universitário e da pós-graduação, áreas que se conectam diretamente com a produção da C&T, constituindo-se como de grande estímulo à pesquisa e à inovação. Daí, portanto, a necessidade de se mencionar dados e eventos históricos atrelados a estas áreas, consideradas relevantes do ponto de vista da C&T.
As subdivisões deste capítulo foram delimitadas de acordo com as diferentes fases das políticas de C&T. Mas como estas possuem grande correspondência com momentos específicos da política e/ou do momento econômico do país, então, será apresentada seguindo as referências assentadas nestes diferentes domínios da história da vida nacional. Ainda assim, a tendência foi estabelecer uma correspondência maior com os processos políticos.
A primeira parte trata do inicio do processo de institucionalização da ciência, procurando indicar os condicionantes que levaram à criação das entidades de fomento à pesquisa que deram sustentação às políticas de C&T implementadas a partir de então. Ainda neste subitem será abordado o período em que houve um surte de industrialização associado à Segunda Guerra, com entrada de capital externo, que iria modificar as demandas à área de C&T. Trata-se de um dos primeiros conflitos explicitados no interior do governo federal, com repercussão no meio científico, quanto ao modo com que a distribuição de recursos neste setor deveria ocorrer.
A segunda parte deste capítulo abrange o período dos governos militares. As mudanças em relação à C&T não seriam prontamente percebidas nos primeiros governos, embora o tema aparecesse nos discursos presidenciais como um item estratégico ao desenvolvimento do país. Tal percepção se revestia de uma perspectiva geopolítica, apoiada num pensamento econômico desenvolvimentista em defesa da soberania nacional. Este pensamento, já presente nos anos 1940 e na criação do CNPq, é retomado com a ascensão dos militares na política nacional, tornando-se mais forte. Havia também a preocupação com a
ampliação da capacidade militar do país, processo no qual o domínio de tecnologias próprias seria estratégico.
Apesar de o pensamento dos militares se situar muito próximo ao dos pesquisadores e cientistas, o autoritarismo e as intervenções dos governos militares no cotidiano das instituições de ensino superior e de pesquisa, com aposentadorias compulsórias, cassações, prisões e torturas, levaram a uma polarização extrema e um distanciamento irreconciliável entre estes dois segmentos sociais. Apesar de tais conflitos, os militares chegaram a contar com o apoio da principal entidade representativa dos cientistas, a SBPC. Esta relação foi, portanto, cíclica, com predomínio de fortes divergências.
A terceira parte se define, principalmente, pela reestruturação do sistema de C&T e busca de novas fontes de recursos para o setor. Nos 1980, ainda no regime militar, os recursos para a área começaram a escassear diante de sucessivas crises econômicas mundiais que afetaram a economia nacional. Uma série de mudanças e redefinições na estrutura do sistema de C&T se iniciariam nesta fase, mas os poucos recursos ao setor iriam basicamente atender à manutenção da infra-estrutura que havia sido ampliada nos anos anteriores.
Um dos eventos de maior importância desta fase foi a criação do Ministério de Ciência e Tecnologia em 1985. Estimulou-se ainda o surgimento de novas agências, ligadas aos governos estaduais, dedicadas ao fomento da pesquisa e desenvolvimento. Uma forma de ampliar as fontes de recurso e ao mesmo tempo aperfeiçoar os mecanismos de formulação e implementação de prioridades, tendo em vista as disparidades regionais do país.
A última parte aborda o momento em que a economia nacional se estabilizou, com a inflação sob controle e as políticas econômicas aos poucos ajustadas às diretrizes neoliberais. Buscou-se, a partir de então, definir também a política de C&T, que deveria estar em sintonia com este novo modelo econômico. Neste sentido, a inovação ganhou prioridade nos planos governamentais, assim como a necessidade de se azeitar as relações entre universidade, indústria e governo, considerando o setor produtivo como o lócus por excelência da inovação. Este período compreende os dois mandatos do governo Fernando Henrique, e também os dois do governo Luis Inácio Lula da Silva.
2. As bases sociais e políticas da institucionalização da C&T no Segundo Pós-Guerra