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1. Yeni İslam Devleti fikrini örtük de olsa ilk gündeme geti-
A intervenção foi proposta aos alunos como uma forma de complementar o conteúdo do caderno do aluno de física, com objetivo de facilitar o aprendizado dos conceitos físicos. As atividades da intervenção tiveram o mesmo peso das outras atividades avaliatórias dadas pela professora.
Não houve modificações nas sequências das fases do ciclo de aprendizagem de Lawson, mas devido a frequência dos alunos nas aulas e a imprevistos como: reunião de pais conselhos de classe, etc., a professora alterou a ordem das atividades do caderno de física do alunos (Anexo 3.2.3 diário de bordo), excluiu algumas tarefas de classe e de casa e deixou os experimentos propostos no caderno de física do aluno (v. 1 e 2) para serem feitos nas férias de julho e entregues em agosto (processo dinâmico). Mas, diferentemente do piloto das atividades durante a aplicação, não incluímos ou retiramos questões ou conteúdos das atividades de intervenção. Em ambas as escolas foi aplicada a intervenção na íntegra, exceto pelo fato de que na escola G foi possível passar todos os vídeos (no data-show) sugeridos nas atividades da intervenção, mas na escola M a professora foi obrigada a excluir as questões apresentadas nas atividades de intervenção que necessitavam assistir o vídeo, embora durante as aulas a professora descrevesse por gestos as modalidades esportivas contidas na intervenção para os estudantes de acordo com as dúvidas apresentadas.
Durante a intervenção, segundo os relatos da professora, os estudantes incluíram facilmente a intervenção como parte do conteúdo de física do semestre, sendo que ,
muitas vezes, preferiam responder as atividades da intervenção ao invés das atividades do caderno de física do aluno.
Mas, como dissemos anteriormente, as atividades de intervenção estão entrelaçadas com o caderno do aluno. Os conceitos físicos (suas definições) e algumas de suas aplicações no cotidiano do aluno estão contidos no caderno de física do aluno e são importantes para aplicação dos mesmos nas modalidades esportivas tratadas nas atividades de intervenção. Portanto, é necessário que o professor mescle adequadamente os dois materiais, e para isso é importante que o professor conheça e esteja a vontade com o conteúdo do material que irá utilizar. Não defendemos a ideia de que o professor seja o detentor do conhecimento e tenha a obrigação de se especializar nos conteúdos de biomecânica, mas é imprescindível um estudo adequado para que consiga estabelecer pontes entre os conhecimentos interdisciplinares para mostrar aos estudantes suas correlações e aplicações no seu dia-a-dia.
Durante toda a intervenção a professora passou por situações adversas, não previstas, mas para superá-las não utilizou qualquer receita pronta, contamos com o bom senso e a experiência para contorná-las e atingir o alvo proposto para aula. É papel do professor, demarcar um tempo para conclusão de cada atividade, pois é ele que conhece o ritmo dos estudantes com que está trabalhando.
Pelos relatos da professora notamos que a disposição, a motivação do professor para trabalhar com os estudantes sofre picos como também o comportamento dos estudantes frente às atividades (anexo A3.2.3), mas o professor com objetivos claros para cada aula e seguindo, da melhor maneira possível, provavelmente obterá sucesso na aplicação e um bom índice de aprendizado.
Em cada atividade da intervenção proposta, encontramos os estudantes estabelecendo hipóteses entre si e propiciando discussões sobre os diversos pontos de vista, já que embora as atividades fossem propostas individualmente, os estudantes tinham liberdade para discutí-las uns com os outros e realizá-las em grupos, desta forma não houve interferência no ambiente sala de aula, visto que os alunos não seguem a disposição em fileiras, eles praticamente se “amontoam” em blocos de afinidades que por sua vez forma um “grupão” bem coeso, são bem unidos como grupo, e defendem praticamente os mesmos ideais e seguem um comportamento semelhante.
Da mesma forma que discutem os assuntos inerentes as atividades de intervenção, apresentam picos de discussão, e é comum perderem o foco durante as aulas e passarem a discutirem assuntos diversos. Existe uma mescla de situações que
dependem do dia, o rendimento e o aprendizado está diretamente atrelado a disposição dos estudantes em aprender e como o professor apresenta a proposta para aula. Cabe ao professor encaminhar a atividade, não enfadonhamente, mas garantindo o cronograma por ele elaborado para execução de cada atividade.
A intervenção, como dito anteriormente, foi aplicada em duas escolas diferentes não somente em espaço físico ou corpo docente, mas principalmente em grupo gestor, clientela de alunos e acesso aos recursos didáticos disponíveis em cada escola. Na escola G o acesso aos recursos didáticos como televisão, data-show, livros, materiais escolares, etc. são livres, o professor possui total autonomia para solicitar e utilizar todos os recursos didáticos que a escola possui da maneira que lhe aprouver. Além disso, a movimentação dos alunos para o pátio ou quadra não é vetado, há acessoria dos inspetores para assegurar que todos os alunos permaneçam no local desejado pelo professor.
Já na escola M, o professor encontra grandes dificuldades para utilizar os recursos didáticos (são do mesmo tipo da escola G), pois nunca estão operando adequadamente ou nunca estão montados na sala, mesmo agendando antecipadamente o material. A equipe gestora estabelece várias regras para utilização dos recursos, intimidando o professor ao seu uso e não apóia a saída dos alunos da sala de aula. Estes lados tão distintos das duas escolas, mesmo estando na mesma cidade, abala, de certa forma, a motivação, tanto do professor quanto dos estudantes, pois o recurso que se diz público não faz jus à palavra.
Na escola G há também problemas de indisciplina, mas não são tão acentuados quanto na escola M no ano letivo de 2010. O professor com sua experiência em sala de aula consegue atenuá-los e desenvolver sua proposta de aula e chegar nos seus objetivos.
Segundo os relatos da professora, ao analisar a questão de comportamento adequado em sala de aula, ou seja, valores que esperamos já estar embutidos nos alunos, que fazem parte da constituição do caráter individual através da convivência familiar, é notável a diferença entre as duas escolas pela maneira de tratar o professor, de se portar em sala, da importância dada ao conhecimento.
Além destes aspectos citados, há grandes diferenças no comportamento dos estudantes, que por sua vez se modifica a cada ano, pois todos os anos as escolas recebem novos alunos para 1ª série do ensino médio vindo das escolas municipais de bairros diversos da cidade.