• Sonuç bulunamadı

Yeni Depozit İşlemi

2. KONAKLAMA İŞLEMLERİ

2.1. Bölümlerin Kısa Özeti

2.5.11. Yeni Depozit İşlemi

O caráter educativo e social da pena alternativa é considerado um dos meios mais eficazes de prevenir a reincidência criminal. O infrator ao ser beneficiado com essa medida e cumprindo sua pena em liberdade deverá ser constantemente monitorado pelo Estado e pela comunidade, facilitando grandiosamente a sua reintegração à sociedade.

As sanções alternativas, quando empregadas para prevenção e repressão dos crimes de potencial ofensivo de baixa gravidade, têm maior utilidade como meio de recuperação do criminoso, na medida em que conserva o delinqüente no meio social, ao mesmo tempo em que expiando seu erro, através da pena imposta, dá ao condenado o valor de membro útil à comunidade em que está inserido, como agente de transformação social.

Essas medidas não deixam no condenado, o estigma de ex-presidiário, talvez o maior mal que o Estado possa causar à pessoa, pela marca indelével que essa qualidade deixa, cerrando-lhe as oportunidades em todos os setores sociais.

Encontramos em uma das penas restritivas de direito, a prestação de serviços à comunidade, em nosso entendimento, o maior exemplo de evolução do direito penal moderno, porque, ao mesmo tempo em que pune a transgressão praticada, valoriza o condenado, dando- lhe a oportunidade de, por meio de trabalho, demonstrar suas aptidões profissionais e artísticas, as quais serão, certamente, aproveitadas após o cumprimento da sanção, retirando da senda do crime o infrator, levando-o ao exercício consciente da cidadania.

É bastante evidente que as pena restritivas de liberdade faliram enquanto instrumento reeducativo, de conformidade com os objetivos propostos pela política criminal moderna.

Já se demonstrou que delinqüentes apenados com sanções restritivas de direitos tiveram percentagem menor de reincidência, quando comparados com criminosos punidos com reclusão, daí a necessidade de se aperfeiçoar os sistemas alternativos de penas, dentro da realidade penal brasileira.

Entende-se que as penas de reclusão devem ser reservadas a criminosos de reconhecida e indiscutível periculosidade, além dos benefícios atrás elencados, temos que a aplicação sistemática das penas alternativas prevenirá o problema da superprodução carcerária do País.

Por fim, a eficiência e o êxito das penas alternativas dependem de sua aplicação com equilíbrio, da sua execução e da sua fiscalização adequada, do contrário podem levar à impunidade, e não cumprir o seu verdadeiro objetivo. Com base nas discussões e argumentos aqui apresentados a prisão já perdeu sua finalidade de reintegrar, reeducar e ressociabilizar o condenado, devendo somente ser aplicada a crimes de maior gravidade, os quais as penas restritivas não comportem uma substituição.

5

CONCLUSÃO

Desde o início da humanidade, nas eras mais remotas, o respeito às regras comunitárias tornou-se uma necessidade, no sentido de preservar o interesse comum. Assim, tornou-se imperativo que cada indivíduo cedesse parte de seus objetivos pessoais para compor as regras de convivência, permitindo, em contrapartida, que quem infringisse as normas estabelecidas recebesse a punição cabível, prevalecendo o bem geral sobre o individual.

Com a evolução da história, essas regras também evoluíram e impulsionaram a adaptação gradativa dos ordenamentos jurídicos e das modalidades punitivas, embora tenham permanecido os conflitos em torno da finalidade e eficácia das punições.

As penas sempre objetivaram o castigo ao mal praticado pelo infrator. O senso crítico de juristas, filósofos e pensadores do direito, proporcionou a evolução desta tendência punitiva, gerando a possibilidade do surgimento de novas formas de punir. Da mesma forma que a pena de morte e os castigos físicos foram superados, em determinado momento histórico pela pena de prisão, esta também tem sido objeto de questionamento desde o início do século, pois se tornou ineficaz na contenção da criminalidade.

A crise da pena de prisão é observada de maneira transparente através do caos do sistema penitenciário, pois os estabelecimentos prisionais estão sempre superlotados, estimulam a violência e não reabilitam o detento para viver novamente em sociedade. Evidencia-se ,assim, que a prisão não reabilita, mas corrompe, sendo inadiável e necessária a mudança estrutural no direito penal vigente, revendo-se as modalidades sancionatórias previstas nos estatutos repressivos pátrios.

Na maioria das vezes, o cárcere acentua o perfil criminógeno do condenado, tornando-o mais perigoso à sociedade do que na ocasião de sua prisão. Desta forma, a remessa de um cidadão à prisão com o ensejo exclusivo de atender o desejo de um Estado afoito em punir, acaba por representar um temor e uma falta de compromisso com o futuro do condenado e da própria sociedade. De acordo com essa preocupação, os ordenamentos jurídicos penais estão sendo motivados a acolherem a aplicação de penas e medidas não- privativas de liberdade, seguindo as tendências dos diplomas internacionais como a Declaração dos Direitos do Homem e as Regras de Tóquio, que visam resguardar o respeito à dignidade humana do delinqüente.

Entretanto, não se pode negar que a ruptura com o passado punitivo é difícil e impulsiona a resistência, visto que, durante toda a história da pena, sua conotação foi puramente repressiva e qualquer modificação neste propósito acaba por incidir em um prejulgado descrédito, face ao temor e às expectativas dos resultados que serão alcançados. Assevere-se, porém, que os princípios norteadores da aplicação das penas alternativas, não elidem o ideal correcional da pena, mas agrega à resposta penal a possibilidade de reabilitar e ressocializar o infrator para que ele retorne ao seio da sociedade. Da mesma forma, a experiência registrada pelos países pioneiros na aplicação das penas alternativas à prisão demonstram que elas constituem instrumentos contensores da criminalidade muito mais eficazes que a segregação.

Os estabelecimentos prisionais do nosso país não estão mais suportando o seu crescimento populacional, a sociedade vive amedrontada com tanta violência, com fugas e rebeliões em presídios. Dessa maneira, os governos federais e estaduais vêm tentando adotar medidas concretas, visto que a prisão não deve ser vista como o único recurso para controlar essa criminalidade.

Impulsionados por soluções para transformar essa realidade, que é a comprovada ao longo do tempo, somente com a punição do encarceramento, não há recuperação do infrator, e que a pena de prisão não deve servir apenas como um mero instrumento de proteção às camadas sociais. A reeducação e a ressocialização também não acontece, pois o Estado trata com enorme descaso a vida humana que está sob sua tutela. Cabe ao Estado viabilizar caminhos alternativos para que esses objetivos sejam alcançados. Porém, a realidade encontrada nos dias de hoje dentro do sistema carcerário está muito distante da finalidade teórica da pena.

O consenso é que há necessidade de evolução na teoria e na prática penal brasileira e as penas alternativas são uma boa opção porque apontam à consciência dos homens o conceito de sociedade solidária e não a estulta idéia de que a violência se combate com violência.

É muito importante incentivar o Poder Judiciário a aplicar as penas restritivas de direitos e o Poder Executivo a fornecer os meios necessários ao cumprimento e fiscalização desse tipo de pena, porque, além dos benefícios diretos, as penas restritivas trazem benefícios indiretos que aproveitam a todos.

As penas e medidas alternativas, se bem monitoradas, podem se constituir em um fantástico coadjuvante da justiça social, aquela que está farta de só punir as mesmas classes sociais e quer levantar novas frentes de batalhas. Não há dúvidas que a aplicação bem acompanhada de sanções alternativas é bem mais útil à sociedade que a prisão do infrator. Tem-se visto muitos casos de recuperação integral do infrator ao lhe ser dada uma segunda chance.

A atual crise do sistema penitenciário brasileiro decorre do fato de que as penas privativas de liberdade não reintegram e não reinsere o sujeito na sociedade, afastando, assim, o direito penal de sua função de manter a harmonia e a pacificação social. Entretanto, como visto, as penas alternativas ganharam espaço com a Lei nº. 9.714/98 e possuem o objetivo de minimizar crise do sistema prisional, bem como reeducar e reintegrar o condenado à sociedade de modo que ele não volte a infringir a lei.

Em razão dessa falência do fim ressocializador da pena, faz-se necessário a não aplicação de penas privativas de liberdade de curta duração, visto que quando arrancado de seu trabalho, do seio de sua família e do convívio com amigos, o condenado passará por uma situação totalmente degradante dentro de um estabelecimento penitenciário, sendo, possivelmente mais um reincidente.

O que se vê atualmente no Brasil são instituições penitenciárias conhecidas como “escolas do crime” que não cumprem seu papel ressocializante. É importante que a segregação punitiva do infrator de pequeno ou médio potencial constitua a última reação do Estado em face da criminalidade.

além da revolta que parece permear a maior parte dos egressos, por certo, levará consigo o estigma e os olhares preconceituosos de uma sociedade que lhe nega na maioria das vezes oportunidades.

Seria uma utopia crer que os problemas que envolvem o sistema carcerário serão de todos solucionados a partir da aplicação das penas alternativas. Entretanto, a aplicação destas penas é um instrumento eficiente na prevenção criminal e diminuição dos índices de reincidência, sendo mais vantajosa do que o sistema privativo de liberdade.

Após esta abordagem das penas restritivas de direitos, podemos afirmar que a boa utilização das mesmas, por parte dos magistrados, serão certamente uma condicionante para a diminuição carcerária no Brasil.

Com todas as mudanças trazidas pelos legisladores é de se observar a passagem de um direito penal de intervenção mínima para um direito de excesso de intervenção e de total prevenção. No primeiro momento, visualizamos que o direito penal só deverá tutelar os interesses mais relevantes, deixando para os outros direitos legais a tutela dos demais valores da convivência humana, só agindo quando não forem capazes de conceder a tutela. Já em um segundo momento, vê a doutrina humanista e da intervenção mínima, surgindo o sistema de forte intervenção e prevenção, descrevendo normas incriminadoras relacionadas a vários setores da atividade social e humana.

Agora, se percebe de modo geral, a crise do sistema carcerário e penitenciário, em meio à amadora execução da pena privativa de liberdade, que se apresenta falida, soberba e totalmente ineficaz como sanção principal de aplicação com fim de ressocialização. A sociedade em resposta ao legislador, tomado pela necessidade de exterminar a criminalidade e se livrar da violência cada vez mais forte, empurram para as prisões um número alto de elementos, desconsiderando a qualidade e a eficácia desse sistema na reeducação do mesmo, relevando-se apenas na solução do cárcere para inibir a sociedade da presença do criminoso.

Essa tendência prisional justificada pela necessidade de combater a criminalidade, sendo que as prisões devem ser reduzidas ao mínimo possível.

A intervenção penal somente deve ocorrer em face de extrema e rigorosa necessidade, e a pena de prisão deve ser reservada para criminosos perigosos que cometerem crimes graves e gravíssimos, já nos outros casos, deverá se usar de penas alternativas.

Portando, esta nova proposta vem baseada no direito penal em exercer a intervenção mínima, em face do direito tradicional penal que baseia na intimidade por meio de pesadas e severas penas existindo-se, assim, outros meios legais para a execução sem ser as penitenciárias.

O cárcere se criou um abismo entre os detentos e o mundo de fora, o embrutecimento, a revolta com o tratamento injusto e desumano, se tornando uma escola para novos crimes.

O que é de verificar são os fatos reais em geral, sendo que o modo alternativo tem sido uma excelente e eficaz proposta para a aplicação e execução das penas, mostrando junto à sociedade uma sensível melhora quando a reeducação do criminoso. Ao contrário da prisão que é um dos motivos contundentes para a volta da marginalidade. A execução da pena é o primeiro e o último momento em que se torna possível a ressocialização, sendo necessário buscar meios alternativos para tal feito. Com isso visando à tutela e o bem jurídico objetivado. E não esquecendo que a utilização destas medidas alternativas traz uma importante vantagem para a sociedade no quesito da economia, pois ela diminui os levados custos que o Estado tem com a manutenção da prisão, além de outras já mencionadas.

Uma outra alternativa para se pensar na ressocialização, é criar um ambiente propício para tal objetivo, tanto na execução das penas alternativas, como nas privativas de direito, faz-se necessário assegurar o princípio da dignidade humana, especialmente no período da execução onde o indivíduo já está com sua dignidade moral abaixo do normal pelo fato da condenação criminal.

A Lei de Execução Penal brasileira em um dos seus artigos menciona que deverá se respeitar à integridade moral dos detentos, esclarecendo que a pena tem por objetivo proporcionar condições para a harmonia e integração novamente a sociedade.

Injustiças ocorrem, no caso do princípio da presunção da inocência, que é constantemente desconsiderado com tantas prisões, porque se colocam em uma mesma cela indivíduos já julgados e condenados com os que ainda não foram e que ainda poderão ser considerados inocentes aos olhos da justiça. Isso sem falar nos casos de prisões ilegais e irregulares.

A prisão deixa no preso uma marca perpétua que persegue aonde quer que se encontre, sempre possuirá consigo o medo e o fantasma do sistema carcerário.Os motivos

pelos quais a prisão se mantém ainda em funcionamento são porque a maior parte dos condenados são pobres, sem instrução e incapazes de se manifestar contras as injustiças.

Leis não faltam para os direitos humanos dos detentos sejam respeitados, o que ainda falta é fazer a sociedade se perceba nisso, vez que ainda existe pessoas que pensam que preso não é gente e deve ser tratado como um animal, sem direitos, tais que a mesma lei de proteção aos animais não permite estes tipos de abuso.

Em resumo, a utilização de tais Penas Alternativas e a provável diminuição da população carcerária será um dos fatores de respeito à Dignidade da Pessoa Humana, resguardada pela nossa Carta Maior e, exigido pelos maiores organismos internacionais. Outrossim, a economia aos cofres públicos dos valores referentes à subsistência destes presos, bem como, a diminuição dos problemas que a superlotação carcerária provoca, como verdadeira escola do crime ou uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento através de motins.

6 BIBLIOGRAFIA REFERIDA

BARBOSA, Licínio. Direito Penal e Direito de Execução Penal. Brasília: Zamenhof, 1993. BECCARIA, Cesare. Dos delitos e das penas. Trad. Paulo M. Oliveira. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

BETTIOL, Giuseppe. O problema penal. Coimbra: Editora Coimbra, 1967.

BITENCOURT, Cezar Roberto. Falência da Pena de Prisão – causas e alternativas. São Paulo: Saraiva, 2001.

______.Novas Penas Alternativas – Análise político-criminal das alterações da Lei n. 9.714/98. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

______. Novas Penas Alternativas. São Paulo: Saraiva, 2000.

BRUNO, Aníbal - Direito Penal Parte Geral: Tomo 1-Rio de Janeiro: Ed. Forense, 2003.

COSTA JR, Paulo José da: Comentários ao Código Penal. São Paulo. Saraiva. 1986, v.1, p. 270. Apud MIRABETE, Júlio Fabbrini: Execução Penal. São Paulo. Ed. Atlas. 2002, p. 23 DEL-CAMPO, Eduardo Roberto A.. Penas Restritivas de Direitos. 1ª ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 1999.

DOTTI, René Ariel. Bases e Alternativas para o Sistema de Penas. 2ª edição. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1998.

FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Tradução de Raquel Ramalhete. 12 edição. Petrópolis: Vozes,1995.

FRAGOSO, Heleno Cláudio. Direitos dos Presos. Rio de Janeiro: Forense, 1980.

FRANCO, Alberto Silva & Rui Stoco. Código Penal e Sua Interpretação Jurisprudencial, Vol 1, 7ª ed., São Paulo: RT, 2001.

GARCIA, Basileu. Instituições de direito penal, vol. 1. Tomo 1. 4a ed., São Paulo: Ed. Max

Limonad, 1973.

GOMES, Luiz Flávio. Penas e Medidas Alternativas à Prisão. 1ª ed. 2ª . São Paulo: RT, 1999.

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios.Código Penal - Parte Geral, 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000.

HERKENHOFF, João Baptista. Crime: tratamento se prisão. 3º edição, revista e ampliada. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1998.

JESUS, Damásio E. de. Penas Alternativas – Anotações à Lei n. 9.714, de 25 de novembro de 1998. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

______. Penas Alternativas. São Paulo: Saraiva, 1999.

. Código Penal Anotado. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000. ______. Direito Penal, Vol. 1, 25ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.

LEAL, César Barros. Prisão: crepúsculo de uma era. Belo Horizonte: Del Rey, 1998. LUNA, Everardo da Cunha: Capítulos de Direito Penal. São Paulo: Saraiva 1985, v. 1, p. 329 apud MIRABETE, Júlio Fabbrini: Execução Penal. São Paulo: Atlas. 2002, p. 23.

MARTINS, Jorge Schaefer. Penas Alternativas - Comentários à Nova Lei n.º 9714, de 25 de novembro de 1998, que altera dispositivos do Código Penas. Curitiba: Juruá, 1999

MIRABETE, Júlio Fabrinni, Código Penal Interpretado. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. . Manual de Direito Penal. 15ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.

______. Execução Penal - Comentário a lei 7.210 de 11/07/84). 5 edição. São Paulo: Atlas, 1984.

NORONHA, Magalhães. Curso de Direito Processual Penal. São Paulo: Saraiva, 2003. TUBENCHLAK, James. Estudos Penais. 1ª edição. Rio de Janeiro: Forense, 1996. ZAFFARONI, Eugenio Raúl. Em busca das penas perdidas: a perda de legitimidade do sistema penal. Tradução por VÂNIA ROMANO PEDROSA e AMIR LOPES DA

CONCEIÇÃO. Rio de Janeiro : Revan, 1991.

ARTIGOS , PERIÓDICOS E OUTROS

BIANCHINI, Alice. Pressupostos materiais mínimos da tutela penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002

COSTA, Walkyria Carvalho Nunes. Penas Alternativas. Consulex – Revista Jurídica, Brasília, DF, ano V, n. 104, p. 64-65, mai/2001.

DIAS, José Carlos. O Sistema Penitenciário Brasileiro: panorama geral. CEJ – Revista Jurídica do Conselho da Justiça Federal, Brasília, DF, ano V, p.9-11, dez/2001.

FAERMAN, Marcos. Caldeirão do inferno. Revista Problemas Brasileiros. São Paulo: nº320, mar./abr., 1997.

JORNAL CORREIO RIOGRANDENSE. Prisões ficam mais cheias. Caxias do Sul. 15/04/98.

NETTO, Vladimir. Celeiro de Feras. Revista Veja. Ed. Abril, ano 29, n.º 43. Ed. 1467, out./96.

Revista Veja. A punição inútil. Editora Abril, ed. 1368. Ano 27, nº 48, p. 54-55, 1994. S/A. Encarcerado pede ajuda. Jornal Novo Milênio. Ano II, nº 85, Porto Alegre. Março,1997.

S/A. Prisões. Revista Consulex. Revista Jurídica., jul/97, ano I, Brasília: Consulex, 1997.

ARTIGOS DA INTERNET

ARRES, Caubi. Penas Alternativas. Elogica, Recife, ago. 00. Disponível em:

<http://www.wlogica.com.br/users/joandira/penas.html> Acesso em: 28 de agosto de 2000. BARELLI, Walter. Jornal O Estado de São Paulo. Penas Alternativas. São Paulo. Uel, ago. 00. Disponível em: <http://www.uel.br/cesa/sersocial/walter.htm> Acesso em: 28 ago. 2007. CARPENA, Mário Louzada. Uma visão de um presídio e seus habitantes. Datavenia. Porto Alegre, jul. de 1997. Disponível em: < carpena.html:// www.datavenia.inf.br.> Acesso em: 9 set. 2007

CARVALHO, Adolpho Konder Homem de. Violência e Criminalidade. Geocities. Rio de Janeiro, Jun. 98. Disponível em: <http://www.geocities.com/WallStreet/9707/>. Acesso em: 03 jun.2007.

DIAS, José Carlos. O abrandamento das penas . Jornal O Estado de São Paulo. São Paulo. Uel, ago. 00. Disponível em:<http://www.uel.br/cesa/sersocial/abranda.htm> Acesso em: 28 ago. 2007.

Jornal Folha de Londrina. Pena alternativa tem objetivo desviado. São Paulo. Uel, ago. 00. Disponível em: <http://www.uel.br/cesa/sersocial/polemica.htm> Acesso em: 25 out. 2007. Jornal Folha de Londrina. Penas Alternativas . São Paulo. Uel, ago. 00. Disponível

MARQUES, João Benedicto de A. Penas Alternativas: um novo caminho. Folha de São Paulo - tendências/DEB, março de 98. Disponível em: <file:///fz050109.htm.> Acesso em: 31 out. 2007.

SERVIDONI, Mônica Cristina. Novos Rumos para a crise do Sistema Penitenciário. São Paulo, Abril de 98. Disponível em: <file:///A//06.html>. Acesso em: 01 out. 2007.

SILVA, Solimar Soares da. Penas Alternativas no código Penal!. Espírito Santo, Set. 00. Disponível em; <http://www.amages.org.br/artigos/alterna.htm>. Acesso em: 11 set. 2007. SOUZA, Marcus Valério Guimarães de. A importância das penas alternativas na

recuperação do apenado. Jus navegandi. PA, abr. 01. Disponível

em:<http://www.jus.com.br/doutrina/penaalt1.html> Acesso em: 04 ago.2007.

WASSERMANN, Rogério Pena alternativa é a solução, dizem especialistas . Jornal O Estado de São Paulo. São Paulo. Uel, ago. 00. Disponível

em:<http://www.uel.br/cesa/sersocial/solução.htm> Acesso em: 05 out. 2007. Disponível em

http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=368&tmp.texto=77872&tm p.area_anterior=44&tmp.argumento_pesquisa=LIMITAÇÃO%20DE%20FIM%20DE%20SE MANA, acessado em: 25 out.2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

FACULDADE DE DIREITO

CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO

AS PENAS ALTERNATIVAS E SUA EFICÁCIA NA

RECUPERAÇÃO DO CONDENADO

FÁBIO MATOS DE ALENCAR