5.4. Yalan Dünya Dizisindeki Karakter Tahlilleri
5.4.2. Yan (Ara) Karakterler ve Yardımcı Karakterler
A maioria (49,5%) respondeu que apenas cimetidina aumenta o nível sérico da teofilina, somente 1,5% (12 dos 788) acrescentaram metronidazol e eritromicina, ao passo que 21,7% não responderam.
Na questão das drogas incompatíveis para serem infundidas junto com o bicarbonato de sódio, 50,3% assinalaram somente na alternativa do gluconato de cálcio, apenas 8,1% incluíram também adrenalina e dopamina, e 14,7% não responderam (tabela 20).
Tabela 20 – Distribuição de freqüência dos entrevistados segundo drogas incompatíveis de serem infundidas junto com o bicarbonato de sódio.
Drogas Incompatíveis Freqüência Porcentagem (%) Não Informado 116 14,7
Adrenalina 52 6,6
Dopamina 55 7,0
Gluconato de Cálcio 396 50,3
Adrenalina + Dopamina 37 4,7
Adrenalina + Gluconato de Cálcio 27 3,4
Dopamina + Gluconato de Cálcio 41 5,2
Adrenalina + Dopamina + Gluconato de Cálcio
64 8,1
Resultados
46
Sobre as drogas que podem acarretar midríase, 68,7% marcaram apenas a atropina, e somente seis participantes (0,8%) indicaram também hindantoína e abstinência alcóolica, porcentagem bem inferior aos que não souberam responder (58 ou 7,4%).
Com relação às drogas fotossensíveis, 262 entrevistados (33,2%) apontaram apenas o complexo B, 21,2% não responderam e somente 2,2% sabiam também da adrenalina, dipirona e furosemide.
Quanto aos medicamentos com propriedades analgésicas, a maioria (71,4%) acertou ao marcar acetaminofen e morfina, porém, 8 (1,0%) não responderam, e alguns incluíram benzodiazepínicos e/ou curare (10,7%).
Os que acertaram a questão sobre a possibilidade dos corticosteróides em acarretar leucocitose e hiperglicemia representam 74,4%. No entanto, 22,1% acharam que a afirmação era apenas parcialmente verdadeira, 11 participantes (1,4%) acharam que era falsa e 17 pessoas não responderam (2,2%).
Trezentos e noventa e três participantes (49,9%) indicaram que somente opiáceos acarretavam miose e 78 (9,9%) incluíram etanol, e apenas 2 (0,3%) sabiam que, além das duas drogas, hidrato de cloral e metoclopramida também podem ocasionar miose.
Das drogas que podem provocar hipocalemia (tabela 21), 60,4% indicaram apenas furosemide, 19,8% acrescentaram fenoterol, mas apenas 0,4% (3) completaram com eritromicina, trinta participantes (3,8%) responderam que nenhuma das drogas acima podia causar hipopotassemia. Tabela 21 – Distribuição de freqüência dos entrevistados segundo a noção das drogas que podem acarretar hipocalemia.
Drogas Freqüência Porcentagem (%)
NI 81 10,3 FE 35 4,4 FU 476 60,4 E 5 0,6 N 30 3,8 FE + FU 156 19,8 FU + E 2 0,3 FE + FU + E 3 0,4 Total 788 100,0
NI= não informado; FE= fenoterol; FU= furosemide; E= eritromicina; N= nenhuma.
Resultados
48
Foram 478 (60,7%) os que acertaram que a capacidade de ligação protéica de uma droga está inversamente relacionada com a sua atuação farmacológica (tabela 22). Estatisticamente, houve associação (p=0,017) e em todos os grupos predominaram os que acertaram.
Tabela 22 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, segundo a noção da capacidade de ligação protéica com a ação farmacológica.
Ligação Protéica/Ação Farmacológica
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 13 8,8 103 70,1 31 21,1 147 18,7 II 12 6,9 114 65,5 48 27,6 174 22,0 III 9 11,2 53 66,3 18 22,5 80 10,2 IV 56 14,5 208 53,7 123 31,8 387 49,1 Total 90 11,4 478 60,7 220 27,9 788 100,0
O questionário mostrou que 462 participantes (58,6%) não informaram ou erraram na questão sobre qual seria o antagonista seletivo dos opiáceos (tabela 23).
Tabela 23 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto ao conhecimento do antagonista seletivo dos opiáceos.
Antagonista Seletivo dos Opiáceos
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 8 5,4 85 57,8 54 36,7 147 18,7 II 27 15,5 70 40,2 77 44,3 174 22,0 III 11 13,8 39 48,7 30 37,5 80 10,2 IV 104 26,9 132 34,1 151 39,0 387 49,1 Total 150 19,0 326 41,4 312 39,6 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
A análise estatística revelou que existe associação entre os grupos e a pesquisa quanto ao conhecimento do antagonista seletivo dos opiáceos (p=0,031) e mostra o predomínio dos grupos I e III em acertos, e os grupos II e IV em erros.
Resultados
50
Na amostragem geral, 43,8% (345 participantes) não responderam ou erraram sobre a primeira medida na iminência de reação anafilática medicamentosa, que seria a administração de adrenalina (tabela 24). Pela análise estatística não foi encontrado existência de associação (p=0,78) entre os grupos nessa questão.
Tabela 24 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto à primeira medida na iminência de uma reação anafilática medicamentosa.
Primeira Medida na Reação Anafilática Medicamentosa
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 8 5,4 86 58,5 53 36,1 147 18,7 II 6 3,4 100 57,5 68 39,1 174 22,0 III 5 6,3 49 61,3 26 32,5 80 10,2 IV 25 6,5 208 53,7 154 39,8 387 49,1 Total 44 5,6 443 56,2 301 38,2 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
Na questão sobre drogas que poderiam potencializar o bloqueio neuromuscular, um número considerável de participantes (16,6%) absteve- se de responder, enquanto 44,2% assinalaram em bloqueadores de canais de cálcio, 12,2% em magnésio e 11,0% em aminoglicosídeos; apenas 0,3% acertaram integralmente ao incluir furosemide.
Sobre os medicamentos de cunho popular, apenas 25,6% acertaram que o Doril da apresentação em comprimidos contém ácido acetil salicílico e somente 28,8% acertaram o teor alcóolico do Biotônico Fontoura.
Na questão relacionada aos possíveis resultados das politransfusões, 24,5% apontaram em hipercalemia, 19,2% em hipocalcemia, 7,4% em aumento de ferro, 5,6% apontaram sobre os três efeitos, e apenas 2,4% acertaram totalmente ao completar com a alcalose.
Apenas 26,0% responderam que pacientes em tratamento com isoniazida deverão receber piridoxina (tabela 25).
Tabela 25 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto ao conhecimento de suplementação de piridoxina quando em uso de isoniazida.
Suplementação de Piridoxina
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 18 12,2 21 14,3 108 73,5 147 18,7 II 19 10,9 58 33,3 97 55,8 174 22,0 III 12 15,0 25 31,3 43 53,8 80 10,2 IV 106 27,4 101 26,1 180 46,5 387 49,1 Total 155 19,7 205 26,0 428 54,3 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
A análise estatística mostrou que existe associação entre os grupos e o conhecimento de suplementar com piridoxina quando em uso de isoniazida (p<0,001), e foi verificado predomínio dos que erraram em todos os grupos.
Resultados
52
Na questão referente ao antídoto do acetaminofen (paracetamol), apenas 47,2% responderam corretamente em N-acetilcisteína (tabela 26). Tabela 26 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto ao conhecimento do antídoto específico do acetaminofen (paracetamol).
Antídoto do Paracetamol
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 26 17,7 74 50,3 47 32,0 147 18,7 II 21 12,0 120 69,0 33 19,0 174 22,0 III 22 27,5 34 42,5 24 30,0 80 10,2 IV 128 33,1 144 37,2 115 29,7 387 49,1 Total 197 25,0 372 47,2 219 27,8 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
Existe associação entre os grupos e o conhecimento do antídoto específico do acetaminofen (p<0,001), em todos os grupos houve o predomínio dos que acertaram.
Somente 20,5% erraram ou não informaram que o ácido acetil salicílico tem sido relacionado com a Síndrome de Reye (tabela 27).
Tabela 27 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto ao conhecimento da correlação da Síndrome de Reye com o uso de ácido acetil salicílico.
Síndrome de Reye com Ácido Acetil Salicílico
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 8 5,4 124 84,4 15 10,2 147 18,7 II 4 2,3 154 88,5 16 9,2 174 22,0 III 9 11,3 65 81,3 6 7,5 80 10,2 IV 51 13,2 283 73,1 53 13,7 387 49,1 Total 72 9,1 626 79,4 90 11,4 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
Na análise estatística não se verificou existência de associação entre os grupos e o conhecimento da correlação da Síndrome de Reye com o uso de ácido acetil salicílico (p=0,136).
Resultados
54
Muitos participantes (72,6%) não informaram ou erraram sobre a reação semelhante ao dissulfiram causada pelo metronidazol (tabela 28). Tabela 28 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto ao conhecimento da reação semelhante ao dissulfiram do metronidazol.
Reação Semelhante ao Dissulfiram
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 34 23,1 43 29,3 70 47,6 147 18,7 II 57 32,7 44 25,3 73 42,0 174 22,0 III 30 37,5 22 27,5 28 35,0 80 10,2 IV 166 42,9 107 27,6 114 29,5 387 49,1 Total 287 36,4 216 27,4 285 36,2 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
Não foi verificado existência de associação entre os grupos e o conhecimento da reação semelhante ao dissulfiram do metronidazol (p=0,212).
Na amostragem geral, 60,8% dos participantes não informaram, ou erraram, ou não sabiam que a forma estolato de eritromicina é a que mais pode acarretar hepatite colestática (tabela 29).
Tabela 29 – Distribuição de freqüência dos entrevistados por grupos, quanto ao conhecimento de hepatite colestática por eritromicina (estolato).
Hepatite Colestática por Eritromicina
NI Acertou Errou Freqüência Grupo n % n % n % n % I 27 18,4 47 32,0 73 49,6 147 18,7 II 43 24,7 76 43,7 55 31,6 174 22,0 III 21 26,3 28 47,5 21 26,3 80 10,2 IV 102 26,4 148 38,2 137 35,4 387 49,1 Total 193 24,5 309 39,2 286 36,3 788 100,0
NI= não informado; I= internos; II= residentes; III= pós-graduação; IV= médicos.
A análise estatística indicou que existe associação entre grupos e o conhecimento de hepatite colestática com a forma estolato de eritromicina (p=0,022), com predomínio dos que erraram no grupo I, dos que acertaram nos grupos II e III, e praticamente empataram no grupo IV.
Do total da amostragem, somente 97 entrevistados (12,3%) participaram de cursos ou atividades em toxicologia.
Resultados
56