1. İmalatta Kullanılmış (B) Cetvelindeki Malların Teslimleri
1.3. Baz Yağların İhracata Konu Edilecek Madeni Yağ veya Yağlama Müstahzarı İmalinde Kullanılması
• Feocromocitoma • Hipertensão essencial • Pré-eclâmpsia e eclâmpsia
• Dores de cabeça vasculares e outras sem relação com DA
TRATAMENTO
Não é trivial reforçar que o manuseio do paciente começa com o reconhecimento dos sintomas. Embora centros especializados em injúrias medulares estejam em sintonia com esta condição, isso pode não ser sempre o caso entre serviços de urgência ou de cuidados primários. Em centros especializados em lesões medulares, os enfer- meiros devem estar tão familiarizados e confortáveis com a apresen- tação e gestão de DA que, rotineiramente, devem procurar identiicar e aliviar os fatores provocadores, mesmo antes ou simultaneamente com contato com um médico. Às vezes, é o próprio paciente que alerta o proissional de saúde para esta consideração de diagnóstico e de quão fáceis as medidas terapêuticas iniciais podem ser.
Muitos episódios de DA acontecem em casa. Os pacientes e cuidadores podem, sem dúvida, lidar com sucesso com muitos deles; no entanto, eles precisam saber quando devem procurar cuidados médicos. Para esses casos, a educação tanto dos pacientes como dos seus acompanhantes é fundamental tanto para diminuir a ocorrência de DA como para permitir seu reconhecimento.
A DA pode ocorrer durante a gravidez, o parto e o período pós- -parto. Os cuidados da paciente grávida com LM são complicados e re- querem uma equipe experiente em gravidez de alto risco, na condição subjacente e em potenciais complicações. É importante salientar que a toxemia gravídica pode ser um diagnóstico associado ou diferencial.
Embora as características clínicas e isiopatológicas da DA se- jam semelhantes em adultos e crianças, uma consideração especial deve ser direcionada a estes últimos em relação às mudanças no de- senvolvimento da pressão arterial, ao correto dimensionamento dos aferidores de pressão arterial e aos diferentes estilos de comunicação e níveis de educação das crianças; tudo isso requer um foco na famí- lia, que deve estar ciente do amadurecimento contínuo do paciente.
Quando a suspeita clínica de DA é conirmada ao se identii- car uma pressão arterial signiicativamente elevada, o paciente em decúbito deve ser rapidamente levado a uma posição sentada para provocar uma queda ortostática da pressão arterial. Nenhuma rou- pa ou objeto de compressão deve ser retirado a im de aprisionar o sangue nos membros inferiores, fator que pode contribuir para a re- dução da pressão arterial. É importante que os proissionais de saúde iquem atentos ao estado de ansiedade que muitas vezes acompanha a DA, visto que a ansiedade pode agravar perigosamente as respos- tas simpáticas. Uma abordagem metódica reconfortante pode ser o fator mais importante em uma situação em que a pressão arterial inicialmente só aumenta. Como a pressão sanguínea pode variar rapidamente e extensamente em pacientes com LM, o monitorado pressórico deve ser realizado a cada 2 ou 5 minutos até que o pa- ciente esteja estabilizado. Fatores desencadeantes de DA, conforme detalhado acima, devem ser rapidamente identiicados.
Caso o paciente não esteja cateterizado, o procedimento deve ser realizado rapidamente usando lidocaína em gel, evitando o agra- vamento do quadro; caso a DA se agrave, o cateter deve ser veriica- do para constrições, torções, pregas e colocação adequada. O catete- rismo deve ser avaliado por irrigação lenta da bexiga com pequenas quantidades de solução salina a temperatura corporal (novamente para reduzir a probabilidade de exacerbar a DA). Se necessário, o ca- teter deve ser substituído. Caso uma distensão da bexiga seja detecta- da, é preferível esvaziá-la lentamente. Se o quadro não for resolvido, a impactação fecal deve ser considerada e aliviada, novamente fazen- do o uso de lidocaína gel na luva. A realização desse procedimento antes ou depois do tratamento farmacológico permanece controversa.
Se a pressão arterial sistólica permanecer acima de 150 mmHg, o início rápido de agentes anti-hipertensivos de curta dura- ção é o procedimento de escolha, com base na experiência clínica. Na maioria das vezes, a aplicação de 2,5 centímetros de pasta de nitroglicerina a 2% (utilizada por causa de sua facilidade de remoção fácil) é empregada. Outras opções incluem nifedipina de liberação imediata (preferível a formulações sublinguais, cuja absorção pode ser imprevisível) e outros vasodilatadores (hidralazina, diazóxido), inibidores da enzima de conversão da angiotensina (captopril), blo- queadores ganglionares (mecamilamina), bloqueadores alfa-adre- nérgicos (fenoxibenzamina, prazosina), alfa-2 agonistas (clonidina) e, com monitoramento intensivo – se for o caso –, uma pequena dosagem de nitroprussiato de sódio. Não foram observadas reações adversas importantes devido ao uso de nifedipina em casos de DA; esses agentes, entretanto, devem ser usados com precaução em in- divíduos idosos ou pacientes com doença arterial coronariana. Os nitratos devem ser evitados em pacientes masculinos que izeram o uso de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (sildenail, tadalail, vardenail) dentro de 24 horas de um episódio de DA. Tais pacientes devem ser aconselhados a não usar tais drogas por pelo menos 1 dia após o uso de nitratos na abordagem.
Uma vez que o episódio de DA seja resolvido, os pacientes de- vem ser monitorados por pelo menos 2 horas devido ao risco de recor- rência, particularmente nos casos em que os medicamentos pareçam ter conduzido à melhoria em vez da eliminação dos fatores que pro- vocaram a crise. Durante a fase de tratamento, os pacientes também devem ser monitorizados para o desenvolvimento de hipotensão. Em casos em que a causa da DA não esteja clara, a internação deve ser considerada para a continuação do check-up para permitir a busca e o tratamento dos fatores desencadeantes, tais como patologias abdomi- nais e fraturas que podem passar despercebidas devido à percepção da dor diminuída. Os prestadores de cuidados primários de um paciente, e, no caso de uma mulher grávida, seu obstetra, devem ser informados. Deve-se garantir que os pacientes estejam bem informados sobre os fatores causais, sua prevenção e o que fazer em caso de reincidência.
PREVENÇÃO
A reabilitação do staff médico e a educação da enfermagem, dos cuidadores e dos próprios pacientes são fundamentais para reduzir a ocorrência de DA e para permitir seu reconhecimento imediato. Uma atenção especial deve ser dada para eliminar a possibilidade de até mes- mo estímulos mais discretos provocarem um ataque, tais como canetas, dobras e tubos de plástico nos lençóis e cateteres obstruídos. Terapias de reabilitação, tais como a expansão ativa ou passiva de movimento podem produzir DA. Terapeutas ocupacionais devem ter conhecimento sobre essa condição. Instituição de programas de cuidados da pele, do intestino e da bexiga que reduzam a probabilidade do aparecimento de feridas e unhas encravadas; distensão da bexiga ou impactação intesti- nal podem reduzir a probabilidade de se desenvolver a DA. Os pacien- tes precisam ser educados para que compreendam que a adesão a tais programas (que incluem a adesão aos medicamentos e a manutenção de uma dieta equilibrada) pode impedir a DA. É importante também que eles iquem cientes de que é necessário evitar queimaduras e escaldões e que sua pele precisa ser examinada diariamente. Quando saírem para longe de casa, os pacientes devem ser orientados a levar consigo um kit de cateter intermitente.
Para os pacientes com DA recorrente devido a um estímulo per- sistente como uma úlcera de pressão, bloqueadores de alfa-adrenérgi- cos (prazosina, terazosina) podem ser usados até que o problema seja resolvido. Atenção especial deve ser dada aos pacientes sabidamente propensos à DA e àqueles que necessitam de cirurgias ou outros pro- cedimentos. A pré-medicação com nifedipina e anestesia mais agressi- va pode ser indicada. Em alguns pacientes com DA desencadeada pela atividade sexual, podem ser necessários medicamentos proiláticos.
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