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1.1.2. ÖTV İadesi Talep Edilecek Malların İmalatta Kullanılma Süresi
Opções farmacológicas se direcionam em grande parte para a disfunção sexual em homens, mais especiicamente para a disfunção erétil. Poucos estudos têm abordado outros componentes da saúde sexual em homens ou mulheres. Devido à complexa e pouco óbvia
interação de múltiplos fatores de comorbidade estáticos e dinâmicos, a avaliação e o tratamento da disfunção sexual é um desaio. A equipe de tratamento que aborde os aspectos psicológicos – médicos, agentes de reabilitação e de enfermagem – bem como interações medicamen- tosas, pode ser mais bem-sucedida do que um praticante solitário. No Serviço de Lesões Medulares de St. Louis, Missouri, EUA, essa abordagem começa com a ação de proissionais de enfermagem que perguntam a pacientes internados e ambulatoriais se estão satisfeitos com a sua saúde sexual e se estão interessados em informações adi- cionais sobre saúde sexual.3 Caso os pacientes se mostrem motivados a falar com um proissional de saúde, eles são encaminhados para um psicólogo, que avalia os problemas do paciente (e, se apropriado, o parceiro), oferece aconselhamento e, se desejado, realiza encami- nhamento para outros membros da equipe médica. Os cuidados são prestados até que as respostas ao tratamento sejam otimizadas.
Tratamento hormonal
A deiciência de testosterona, embora bastante comum em LM, parece ser uma causa rara de disfunção sexual. Quando pre- sente, o tratamento é mais inclinado para melhorar a libido do que a função erétil. Suplementos de testosterona podem aumentar o risco de doença benigna e maligna da próstata. A testosterona é disponível em diferentes formulações.
Agentes Tópicos
Vários agentes farmacológicos têm sido formulados para ad- ministração via injeção intracavernosa ou por esferas intrauretrais em concentrações variadas, tanto de forma isolada como em combinação de diferentes agentes.5 Estes incluem papaverina (relaxante do mús- culo liso), aprostadil (prostaglandina E1) e fentolamina (antagonista alfa-adrenérgicos). O MUSE (sistema uretral de medicação de apros- tadil para a ereção) parece ser menos eicaz do que a papaverina, fentolamina ou aprostadil injetável.
Bombas de Vácuo
Estes dispositivos dependem de pressão negativa para aumen- tar o luxo sanguíneo para o pênis e manter tumescência através de um anel de constrição colocado na base. Modelos mecânicos exi- gem grande destreza manual ou mesmo auxílio de um colaborador, enquanto bombas elétricas podem ser mais fáceis de usar. Enquanto a eicácia é alta, uma falha pode resultar da falta de tumescência proximal ao anel de tensão.9 Uma banda de constrição por si só pode ser útil (e menos dispendiosa) em ocasiões em que ereções podem ser alcançadas, mas não mantidas.5
Inibidores de fosfodiesterase 5 (inibidores de PDE-5)
Inibidores de PDE-5 bloqueiam a enzima que quebra o GMPc cavernoso. O GMPc é responsável, por meio de relaxamento da musculatura lisa, pelo aumento do luxo sanguíneo para o pênis. Em virtude da sua facilidade de uso e taxa de sucesso, agentes como o sildenail, tadalail e vardenail são boas escolhas para o tratamento da disfunção erétil. Em casos de LM em T6 a L5, a taxa de resposta é de 65-75%. Dentre tais fármacos, o tadalail pode apresentar uma ação relativamente mais prolongada. Possíveis efeitos dos inibidores da PDE5 em outros componentes do ciclo de resposta sexual que não o de ereção, mediados através do aumento da liberação de ocito- cina hipoisária, estão sendo investigados.12,13
Próteses penianas
Desde o advento de melhores alternativas e tendo em vista as altas taxas de insucesso devido a infecção e erosão em pacientes com LM, implantes penianos têm muito poucas indicações.5,9 Quando estas são consideradas em casos selecionados, os pacientes devem estar cientes de que, em caso de fracasso e remoção, outras opções não funcionarão mais, exceto para dispositivos de vácuo, visto que o implante substitui o tecido esponjoso nos corpos cavernosos.
Dispositivo de terapia clitorial EROS
EROS é um pequeno dispositivo portátil formado por um copo de silicone macio anexado a um compartimento com uma bateria. Quando ativado, o copo colocado sobre o clitóris promove sucção suave, resultando em aumento do luxo sanguíneo que, por sua vez, parece exercer pressão sobre os nervos do clitóris, facilitando, as- sim, a excitação, a sensibilidade, a lubriicação e o orgasmo.1
Educação do paciente
A educação é essencial.3 Pacientes e parceiros precisam ser en- corajados a verbalizar suas preocupações. A comunicação e a intimi- dade são importantes nas relações sexuais. O sexo não deve se limitar à relação sexual, devendo ser verbalizado. É necessário que se discu- ta como ocorrem as diferentes fases do ciclo de resposta sexual com os pacientes e parceiros para abordar como as modalidades de trata- mento disponíveis podem afetar estas fases direta ou indiretamente. É de grande importância o aprendizado de técnicas, como as de foco sensorial e de mapeamento do prazer, que buscam transformar partes do corpo que normalmente não são associadas ao prazer sexual em zonas erógenas.10 Como a saúde geral e mental e as drogas utilizadas (prescritas ou não prescritas) – incluindo o tabaco e o álcool – apre- sentam forte impacto sobre a saúde sexual, é preciso que se discuta sobre o uso de medicamentos e que se motive os pacientes a aperfei- çoar o comportamento de saúde e a procurar aconselhamento para saúde mental e problemas de relacionamento. Os pacientes precisam entender que os tratamentos disponíveis podem ter efeitos colaterais agudos e crônicos; que a dose não pode ser alterada pelos pacientes sem discussão prévia com o médico responsável pelo tratamento; que as interações medicamentosas podem ser perigosas (i.e., interações entre inibidores de PDE-5 e terazosina ou nitratos); e que os riscos associados com algumas destas drogas, tais como angina, hipotensão, alterações da visão e priapismo podem ser emergências médicas. Os pacientes precisam ser aconselhados a praticar sexo seguro.
É importante ajudar os pacientes e seus parceiros a verbalizar questões comuns relativas às relações sexuais. Estas incluem: aciden- tes urinários e intestinais, espasmos, incapacidade de satisfazer o par- ceiro, ser considerado pouco atraente e insatisfação com método de estimulação sexual. Alguns pacientes perdem o interesse porque a fase de preparação requer muito esforço. O duplo papel de um parceiro como amante e cuidador pode ser um grande desaio. Algumas ques- tões como problemas esincterianos podem ser abordadas através da realização de movimentos miccionais e intestinais cronometrados. Os espasmos podem ser reduzidos através de posicionamento adequado e uso criterioso de medicamentos. Outros problemas podem ser alivia- dos pelo aconselhamento realizado pelo proissional de saúde.
BIBLIOGRAFIA
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