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Belgede Türkçe'de Muhammed İkbâl (sayfa 64-69)

doas, és avarento ou parco) IV, 11, 240. “Qui parcus est id solum refugit non largiendo ne sit prodigus...” (O homem parco não doa apenas pelo intuito de evitar ser pródigo...) IV, 14, 242. “At qui in malum usum obolum roganti denegaret parcus esse...” (Agora, quem nega uma moeda a alguém que tenha a intenção de usá-la maldosamente é parco...) IV, 24, 246. “...iniquum est dubia in deteriorem interpretari partem, ut avarum potius quam parcum ...” (...é injusto interpretar da pior maneira as ações duvidosas e chamar alguém de avarento em vez de parco...) IV, 30, 250.

parsimoniă, parsimoniae s.f:

Cf. L&SLD, o verbete possui a seguinte significação: frugalidade, parcimônia, economia6. Em português, possui a mesma significação de “parcimônia”, cf. DHouaiss: “1. qualidade ou característica de parco; 2. ação ou hábito de fazer economia, de

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poupar”. Apesar do termo também ser utilizado para a tradução do seu parente etimológico parcitas, adotamos o termo “parcimônia” para todos os casos por este não corroborar a compreensão do texto, segundo afirmação do próprio autor (ver passagem do livro III, IV, 10 no índice abaixo).

Abaixo, índice de todos os casos onde o verbete aparece:

A. Parcimônia. Livro II. “At multi parsimonia et castigato victu et mira fruga-

litate laudantur...” (Muitos são elogiados por sua parcimônia, moderação ao comer e extraordinária frugalidade...) XXIII, 2, 102. Livro III. “Est enim parcitas sive parsimonia non vitium sed virtus.” (A sobriedade, ou parcimônia, não é um vício, mas uma virtude.) IV, 10, 240. “Et rursus avaricia habet non minus similitudinis cum largitate quam cum parsimonia in eo quod non dat.” (E, novamente, a avareza não é menos similar à magnanimidade do que à parcimônia no que concerne a “não-doação”.) IV, 14, 242. “...hic tenacitatem, il parsimoniam...” (...aquele, parcimônia...) IV, 28, 248.

prōdĭgālĭtās, prodigalitatis s.f:

Cf. L&SLD, o verbete possui a seguinte significação: desperdício, prodigalidade7. Em português, possui a mesma raiz etimólogica do verbete “prodigalidade”, cf. DHouaiss: “1. qualidade ou condição do que é pródigo (...); 2. que dá com largueza (esp. dinheiro); generosidade; 3. gasto excessivo e irrefletido de bens materiais; esbanjamento, desperdício ANT avareza, parcimônia”. Porém, chamamos a atenção para o fato de que no texto, apenas a terceira significação é adequada às intenções do autor, conforme excertos presentes no índice abaixo:

A. Prodigalidade como “gasto excessivo”: Livro I. “At huic vitio non sola virtus

contraria est quam largitatem appellamus, sed etiam aliud quiddam quod vocant prodigalitatem.” (...a ganância tem sido sempre condenada...como um

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vício quase doméstico... Mas, oposto a esse vício, não há apenas a virtude que chamamos magnanimidade, mas há também um outro vício chamado prodigalidade.) IV, 1, 60. “...sed potius inter prodigos collocandos puto, cum ipsorum legam theatra, Iudos, munera et in homines indignos multorum generum largitiones.” (Eu considero que eles estivessem, muito provavelmente, entre os pródigos, pois eu li que fundaram teatros, jogos e premiações, e fizeram vários tipos de doações a homens que não mereciam.) IV, 1, 60. “...in periculum quoque subeamus alterius admittendi et quidem non ex dissimili genere, ut ne ex avaricia in ignaviam veniamus, sed ex eodem, ut ex ipsa quam dixi avaricia in prodigalitatem, que ambe oppugnant liberalitatem.” (...corremos ainda o risco de sermos condescendentes com outro vício, e não de um gênero diverso, como esmorecer da covardia para a avareza, mas de um mesmo tipo, como esmorecer da avareza, já mencionada, para a prodigalidade – ambos vícios que se opõem à generosidade.) IV, 5, 62. Livro III. “...non tamen si quis rex hoc non fecerit, sed e contrario multa colligat ad casus preliorum ac necessitatum, continuo rapacitatis arguetur. Nam prodigus etiam se teste non est.” (...um rei que não tenha feito o mesmo, mas que, ao contrário, tenha acumulado muito para o caso de uma guerra e demais despesas, não será necessariamente acusado de ganancioso, até porque, por seu próprio testemunho, não foi pródigo.) IV, 10, 240. “...ita cum das aut largus es aut prodigus” (...quando tu doas, és magnânimo ou pródigo...) IV, 11, 240.

virtus, virtutis s.f.:

Cf. L&SLD, o verbete tem a seguinte significação: perfeição moral, virtuosismo, virtude8. Assim, no texto, o termo possui as seguintes significações do verbete “virtude”, em português, cf. DHouaiss: “1. qualidade do que se conforma com o considerado correto e desejável. 1.1 uma qualidade moral particular; 2. conformidade com o Bem, com a excelência moral ou de conduta etc.; dignidade (...) 5.1. FIL no aristotelismo, disposição de comportamento adquirida por meio da vontade e do hábito,

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e que se caracteriza por buscar o equilíbrio, a justa medida na experiência dos afetos, em oposição a paixões extremas e descontroladas; (...) 6. FIL no epicurismo, empirismo e utilitarismo, capacidade prudencial e estratégica de conduzir a ação de tal forma a intensificar os prazeres e minimizar as dores; FIL no platonismo, cada uma das quatro virtudes fundamentais – prudência, justiça, fortaleza e temperança – que devem orientar a organização perfeita do Estado e da alma humana; FIL no aristotelismo, cada uma das virtudes relacionadas à vida prática dos seres humanos e desenvolvidas por meio do hábito e da vontade, tais como justiça, magnanimidade, coragem, amizade etc.; virtude moral (mais us. no pl.)”. Predominantemente, o termo é empregado com este último sentido.

Abaixo, índice dos principais casos e seus significados:

A. Virtudes platônicas. Livro I. “..religione ac virtute.” (Todo o meu tratado

é direcionado ao problema sobre o segundo bem, o qual, conforme a antiga tradição, alcançamos de duas maneiras: religião e virtude.) 1, 48. “An tanta, inquiunt, illorum probitas, iusticia, fides, sanctitas ceterarumque virtutum...” (Eles se perguntam se grandes virtudes, como a probidade, a justiça, a fé, a santidade e outras...) 3, 48. “...unam quod numerosior est vitiorum exercitus quam virtutum ut, ne si velimus quidem...” (...o exército dos vícios é mais numeroso que o das virtudes...) III, 1, 58.

B. Virtudes aristotélicas. Livro I. “Aristoteles diligentissime ut semper in

iis libris quos Ethica inscripsit executus est (...) Nam illos transeo qui singulis virtutibus non bina vitia sed complura contraria assignaverunt.” (Aristóteles tratou, como sempre, com o máximo zelo naqueles livros intitulados Ética – embora ele não tenha mencionado a prudência entre as virtudes morais e a tenha relegado entre as virtudes intelectuais.) IV, 3, 60. Livro II. “Agamus itaque primum de fortitudine, deinde de aliis virtutibus si res postulabit” (Falemos primeiramente da fortitude e a seguir das outras virtudes, se for necessário.) I, 2, 136. XXVII, 5, 196. “...ut superius testatus sum ubi prudentiam, iusticiam, ceterasque virtutes agnoscebam” (...quando admiti a existência da prudência, da justiça e de outras virtudes.) XXIX, 2, 210. “Ut virtus non propter genus laudatur sed propter species ex quibus conflatur ipsa virtus, sicut iusticiam, fortitudinem, modestiam.” (O mesmo vale para a virtude que não é

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louvada pelo seu gênero, mas sim pelas espécies que a constituem, tais como: a justiça, a fortaleza ou a modéstia.) XXVIII, 3, 198. Livro III. IV, 3-31, 248. “ingenitum in nobis esse perniciosum quendam amorem ut magis appetamus vitia quam virtutes” (…onde tu dizias ser inata a nós uma perniciosa preferência pelos vícios do que pelas virtudes...) V, 1, 250.

C. Virtudes epicuristas. Livro I. “...nisi ea ratione ut virtutes non sint

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