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İkbâl ile İlgili Kitaplar A Çevir

Belgede Türkçe'de Muhammed İkbâl (sayfa 30-38)

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5 RESULTADOS

5 RESULTADOS

Os r esultados ser ão demonstr ados de for ma descr itiva, bem como

por meio de Quadr os, Tabelas, Figur as e Gr áficos.

5.1 Análise Subjetiva

5.1 Análise Subjetiva

Grupo I

Grupo I-- Controle Controle

Todos os cor tes micr oscópicos do gr upo contr ole demonstr ar am mucosa bucal constituída por epitélio pavimentoso estr atificado par aquer atinizado, algumas vezes hiper plásico. Subjacente, o tecido

conjuntivo fibr oso apr esentava-se discr etamente infiltr ado por células inflamatór ias pr edominantemente mononuclear es, com distr ibuição difusa. Obser vou-se, dentr e as células inflamatór ias, escassos polimor fonuclear es

neutr ófilos iNOS+, alguns deles no inter ior dos vasos sangüíneos (Figur as 1 e

2).

Grupo II

Grupo II-- Gengivite associada à placa bacteriana Gengivite associada à placa bacteriana

Os cor tes micr oscópicos r efer entes aos casos de Gengivite associada à placa bacter iana r evelar am mucosa bucal constituída por epitélio pavimentoso estr atificado par aquer atinizado hiper plásico,

apr esentando na r egião do epitélio juncional pequenas pr ojeções e infiltr ação epitelial por polimor fonuclear es neutr ófilos (Figur a 3). Logo abaixo do

epilélio, nota-se moder ado a intenso infiltr ado inflamatór io mononuclear e polimor fonuclear distr ibuído or a aleator iamente, or a em focos separ ados por tr avas de tecido conjuntivo fibr oso. As células iNOS+ estavam pr esentes no

infiltr ado inflamatór io pr incipalmente na r egião subepitelial, no inter ior do

epitélio sulcular (Figur a 4) e de vasos sangü íneos, e em íntimo contato com biofilmes micr obianos. A imunomar cação par ecia ser quantitativamente menor nos planos mais pr ofundos, distante dos focos de infiltr ado

inflamatór io, quando se compar ava com as ár eas mais pr óximas ao epitélio. As células inflamatór ias polimor fonuclear es iNOS+ apr esentavam intensa

imunomar cação (Figur a 3 e 4). Per ifer icamente, notou-se a pr esença de fr agmentos de biofilmes micr obianos em apr oximadamente 60% dos casos.

Grupo III

Grupo III -- Periodontite crônica localizada Periodontite crônica localizada

Os cor tes micr oscópicos deste gr upo r evelar am mucosa bucal constituída por epitélio pavimentoso estr atificado par aquer atinizado hiper plásico com ár eas de intensa exocitose e desor ganização; na r egião do epitélio da bolsa per iodontal notar am -se inúmer as pr ojeções epiteliais (Figur a

5A). Subjacente, no tecido conjuntivo fibr oso, foi obser vado um intenso infiltr ado inflamatór io pr edominantemente linfoplasmocitár io subepitelial

(Figur a 5B) e distr ibuído em focos separ ados por tr avas de tecido conjuntivo fibr oso (Figur a 6A). As células iNOS+ par eciam mais numer osas, em r elação

ao gr upo II, e estavam pr esentes difusamente nos focos de infiltr ado

inflamatór io, no inter ior de vasos sangüíneos, invadindo o epitélio da bolsa per iodontal e em íntimo contato com este epitélio (Figur as 6B e 7), bem como

com os biofilmes micr obianos. As células polimor fonuclear es iNOS+

apr esentavam intensa imunomar cação (Figur as 6B e 7). Não se obser vando imunomar cação em células endoteliais, fusifor mes, epiteliais e mononuclear es (Figur a 6B e 7). Per ifer icamente, obser vou-se a pr esença de

fr agmentos de biofilmes micr obianos (Figur a 8) e pequenos fr agmentos de cemento nos casos examinados.

As pr incipais car acter ísticas micr oscópicas obser vadas nos tr ês

difer entes gr upos estão r epr esentados esquematicamente nas Figur as 9, 10 e 11.

Fotomicr ogr afias de Tecido Gengival Clinicamente

Saudável (Gr upo I)

FIGURA 1 – Amostr a de tecido gengival clinicamente saudável com discr eto infiltr ado inflamatór io pr edominantemente MN (A e B: Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x100).

A

FIGURA 2 – Pr esença de escassas células PMNs iNOS+, no inter ior de

vasos sangüíneos (seta) (A e B: Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x100).

A

Fotomicr ogr afias de Gengivite Associada à Placa

Dentobacter iana (Gr upo II)

FIGURA 3 – Epitélio juncional com pequenas pr ojeções (setas) e moder ado infiltr ado inflamatór io pr edominantemente mononuclear . Obser vam -se ainda, dentina (**) e cemento (*). Em C, maior aumento do epitélio sulcular e células inflamatór ias pr esente s em B. (A, B e C: H.E., aumento or iginal = x12.5, x25 e x100, r espectivamente). Em D, obser va-se intensa mar cação par a iNOS em PMNs disper sos no infiltr ado inflamatór io (Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x250).

FIGURA 4 – PMNs iNOS+ intensamente imunomar cados, pr esentes na

r egião subepitelial (A e C), na super fície do epitélio juncional (C e D), bem como no seu inter ior (B). Em C, maior aumento da fotomicr ogr afia D (Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x250 – A, B e C, e x100 – D).

A

B

Fotomicr ogr afias de Per iodontite Cr ônica

Localizada (Gr upo III)

FIGURA 5 – Inúmer as pr ojeções do epitélio da bolsa per iodontal e intenso infiltr ado inflamatór io mononuclear pr edominantemente plasmocitár io subepitelial. Em B, maior aumento da fotomicr ogr afia A (A e B: H.E., aumento or iginal = x25 e x100, r espectivamente).

FIGURA 6 – Focos de intenso infiltr ado inflamatór io pr edominantemente plasmocitár io (A). Em B, obser vam -se inúmer os PMNs iNOS+ intensamente

imunomar cados, no inter ior de vasos sangüíneos pr óximos ao epitélio da bolsa per iodontal (A: H.E., B: Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x25 e x250, r espectivamente).

A

FIGURA 7 – Inúmer os PMNs iNOS+ intensamente imunomar cados, dentr o e

for a dos vasos sangüíneos. Em B, maior aumento da fotomicr ogr afia A (A, B e C: Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x100 - A, x250 - B e C).

A

FIGURA 8 – Biofilmes micr obianos adjacentes ao epitélio da bolsa (A) (A: H.E., aumento or iginal = x100).

Pr incipais Car acter ísticas Micr oscópicas

Obser vadas nos Tr ês Gr upos

FIGURA 9 – Repr esentação esquemática das células inflamatór ias iNOS+ (destacadas em amar elo escur o), de sua distr ibuição e intensidade de mar cação no tecido gengival clinicamente saudável (gr upo I). Neste gr upo, obser vam -se escassas células inflamatór ias iNOS+ aleator iamente distr ibuídas. Os PMNs iNOS+ estavam pr esentes for a e no inter ior de vasos sangüíneos.

Representação esquemática modificada de

FIGURA 10 – Repr esentação esquemática das células inflamatór ias iNOS+ (destacadas em amar elo escur o), de sua distr ibuição e intensidade de mar cação na gengivite associada à placa bacter iana (gr upo II). Em maior quantidade, as células iNOS+ estão pr esentes no infiltr ado inflamatór io pr incipalmente na r egião subepitelial, no inter ior do epitélio sulcular e de vasos sangüíneos, e em íntimo contato com biofilme micr obiano. Os PMNs iNOS+ pr esentes apr esentam intensamente mar cados.

Representação esquemática modificada de

Representação esquemática modificada de

Representação esquemática modificada de PAGE; SCHROEDER (1 9 9 0 )PAGE; SCHROEDER (1 9 9 0 )

FIGURA 11 – Repr esentação esquemática das células inflamatór ias iNOS+ (destacadas em amar elo escur o), de sua distr ibuição e intensidade de mar cação na per iodontite cr ônica localizada (gr upo III). Neste grupo, nota -se uma amplificação do infiltr ado inflamatór io e das células iNOS+, as quais estão pr esentes pr efer encialmente nos focos de infiltr ado inflamatór io, no inter ior do epitélio hiper plásico da bolsa per iodontal e de vasos sangüíneos, bem como em íntimo contato com biofilmes micr obianos. Os PMNs iNOS+ apr esentam intensa mar cação.

5.2.1 Contagem de células por mm

5.2.1 Contagem de células por mm

Na análise quantitativa do númer o total de células inflamatór ias por m m2, ver ificamos um aumento significante com a instalação e

pr ogr essão da doença per iodontal. Nossos dados r evelar am que, do gr upo I (736,02 ± 560,81) (média ± desvio padr ão) par a o gr upo II (3351,79 ±

1304,98), houve um aumento de apr oximadamente 4 vezes no númer o de células inflamatór ias, e do gr upo I par a o gr upo III (5694,63 ± 2277,64) o aumento foi de apr oximadamente 8 vezes. O númer o de células inflamatór ias também aumentou significantemente (p< 0.0001) do gr upo II par a o gr upo

III.

A análise imuno-histoquímica r evelou um significante aumento no númer o de células iNOS+ por mm2 nas amostr as de gengivite associada à

placa dentobacter iana (Gr upo II), 40.52 ± 39.00, e de per iodontite cr ônica localizada (Gr upo III), 51.55 ± 36.64, quando compar adas ao contr ole car acter izado por tecido gengival clinicamente saudável (Gr upo I), 9.09 ±

23.00 (p= 0.0049). Não houve difer enças significantes entr e os gr upos II e III, quanto ao númer o de células iNOS+ por mm2. Estes valor es, bem como o

númer o total de células inflamatór ias, estão r epr esentados no Quadr o 2 (Apêndice), na Tabela 1 e no Gr áfico 1.

TABELA 1 - Númer o total de células inflamatór ias e de células iNOS+ por mm2

em amostr as de tecido gengival clinicamente saudável (Gr upo I), gengivite associada à placa dentobacter iana (Gr upo II) e per iodontite cr ônica localizada (Gr upo III)

Grupos

Células inflamatór ias (mm2)

(média ± desvio padr ão)

Células iNOS+ (mm2)

(média ± desvio padr ão)

Clinicamente saudável Clinicamente saudável 736.02 ± 560.81a 9.09 ± 23.00A Gen Gengivitegivite 3351.79 ± 1304.98b 40.52 ± 39.00B Periodontite Periodontite 5694.63 ± 2277.64c 51.55 ± 36.64B

Gr upos com let r as difer ent es possuem difer ença est at ist icament e significant e ent r e si, p< 0.0001 e p= 0.0049, r espect ivam ent e (ANOVA e t est e de Tukey, p< 0.05).

GRUPO I GRUPO II GRUPO III 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 9000

TOTAL DE CÉLULAS INFLAMATÓRIAS (MM

2 )

GRUPO I GRUPO II GRUPO III 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 N Ú M ER O D E C ÉL U LA S iN O S + ( M M 2 )

Gr upos com let r as dif er ent es possuem dif er ença est at ist icam ent e significant e ent r e si, p< 0.0001 e p= 0.0049, r espect ivament e; ANOVA seguido por t est e de Tukey, p< 0,05.

GRÁFICO 1 - Númer o total de células inflamatór ias e de células iNOS positivas por mm2 em amostr as de tecido gengival clinicamente saudável

(Gr upo I), gengivite associada à placa dentobacter iana (Gr upo II) e per iodontite cr ônica localizada (Gr upo III).

B B A A B C

5.2.2 Freqüência Relativa (Porce

5.2.2 Freqüência Relativa (Porce ntagem) ntagem)

Na contagem pr opor cional das células iNOS+, obser vamos que estas

células r epr esentar am 1.28% do infiltr ado inflamatór io no gr upo I e apr oximadamente 6% nos gr upos II e III (Tabela 2). Não houve difer ença estatisticamente significante entr e os gr upos II e III quanto às por centagens de células iNOS+ (p> 0.05). Assim, houve um aumento da expr essão de iNOS

com à amplificação do infiltr ado inflamatór io e foi contínuo com o aumento da sever idade da doença per iodontal (Tabela 2).

Quando difer entes tipos mor fológicos celular es er am analisados,

notou-se que apenas os PMNs iNOS+ apr esentavam intensa imunomar cação

nos tr ês gr upos analisados e que estas células aumentavam significantemente, na pr esença de doença per iodontal (gengivite ou per iodontite), quando se compar ava como o gr upo contr ole (p< 0.05). (Tabela 2 e Gr áfico 2). Inter essantemente, um pequeno aumento de PMNs iNOS+ do

gr upo II (5.53 ± 4.80) par a o gr upo III (6.40 ± 2.97) foi obser vado.

Adicionalmente, foi calculada a pr opor ção da por centagem de

PMNs iNOS+:iNOS--. Esta r evelou um aumento pr ogr essivo com a instalação e

sever idade da doença per iodontal. A pr opor ção, acima citada, r efer ente às amostr as de doença per iodontal apr esentavam-se duas a tr ês vezes maior es que o gr upo contr ole (Tabela 2).

Os contr oles negativos, utilizados em todas as r eações, não demonstr ar am imunomar cação positiva, quando da substituição do anticor po pr imár io por PBS-BSA 1% (Figur a 12). Quando da utilização de sor o

nor mal de coelho, obser vou-se mar cação em fibr oblastos e células endoteliais, epiteliais e mononuclear es; indicando que discr etas mar cações obser vadas nestas células, na incubação com o anticor po pr imár io, na r ealidade, er am falsos positivos (Figur a 13) e que somente a mar cação

TABELA 2 - Distr ibuição de células iNOS positivas, de PMNs iNOS positivos e de MNs iNOS positivos em amostr as de tecido gengival clinicamente saudável (Gr upo I), gengivite associada à placa dentobacter iana (Gr upo II) e per iodontite cr ônica localizada (Gr upo III)

Gr upos % PMNs iNOS(média ± d.p.) +

Pr opor ção da % iNOS+:iNOS_- PMNs

Clinicamente saudável

1.28 ± 1.61 1.39

Gengivit e

5.53 ± 4.80* 3.01

Per iodontite

6.40 ± 2.97* 3.33

* Repr esent a dif er ença est at ist icam ent e signif icant e, quando com par ado ao gr upo cont r ole (Gr upo I) (Kr uskall Wallis e t est e de Dunn, p< 0.05);

% = por cent agem d.p. = desvio padr ão

GRUPO I GRUPO II GRUPO II 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

MÉDIAS DAS PORCENTAGENS DE PMN iNOS

+

GRÁFICO 2- Por centagem de PMNs iNOS positivos em amostr as de tecido gengival clinicamente saudável (Gr upo I), gengivite associada à placa dentobacter iana (Gr upo II) e per iodontite cr ônica localizada (Gr upo III).

*Repr esenta difer ença estatisticamente significante quando compar ado ao Gr upo I (contr ole); Kr uskal Wallis seguido por teste de Dunn, p< 0,05.

I

*

FIGURA 12 – Fotomicr ogr afia do contr ole negativo, por meio da substituição do anticor po pr imár io por PBS-BSA 1%, ilustr ando ausência de imunomar cação positiva em gengivite associada à placa dentobacter iana (Imuno - histoquímica, aumento or iginal = x100).

FIGURA 13 – Fotomicr ogr afias do contr ole negativo, por meio da substituição do anticor po pr imár io por sor o nor mal de coelho, demonstr ando mar cação em células mononuclear es (*), células endoteliais e fibr oblas tos (seta) (A). Em B, nota-se mar cação em plasmócitos (A e B: Imuno-histoquímica, aumento or iginal = x250 e x100, r espectivamente).

A

*

*

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Belgede Türkçe'de Muhammed İkbâl (sayfa 30-38)

Benzer Belgeler