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5. MATERYAL VE METOT

5.4. Alaşımların Kristal Yapılarının Belirlenmesi

5.4.1. X-ışınları analizi

Estes dados foram produzidos logo no início da pesquisa, quando os alunos revisavam um conteúdo do livro anterior para que pudessem começar a entrar em contato com tarefas baseadas no conceito de performance e aprendessem a discutir sobre o que se acabara de fazer. O objetivo do PP foi o de possibilitar aos alunos autoavaliações críticas quanto às suas participações, vendo no aparelho de TV como agiam, como usavam as frases, como estava o volume das vozes, quão parecidas eram as conversas com àquelas que acontecem na vida real.

Os alunos haviam estudado o assunto “Descrição Física das Pessoas” em inglês. Durante a unidade do livro que tratava daquele assunto, o PP apresentou aos alunos frases e vocabulário específico referente à ação de descrever as características físicas e pessoais das pessoas por meio de outras tarefas propostas na unidade trabalhada. Essas tarefas desenvolviam falar e ouvir principalmente, nas quais os alunos, além de descreverem as pessoas, já tinham bagagem de informações trazida dos outros cursos para exprimir preferências, expressar opiniões, concordância ou discordância.

Ao participarem das tarefas iniciais de apresentação da matéria, os alunos demonstravam certa dificuldade em encontrar as opiniões e intenções do que queriam realmente dizer nos expoentes das funções ensinadas.

A tarefa proposta para a revisão deste assunto contava com a apresentação de um diálogo. A história do diálogo pautava-se num convite para sair, em que um dos participantes levaria um terceiro amigo. Assim, essa parte da história daria aos alunos a possibilidade de inserir na conversa o assunto que estavam revisando (“What does your friend look like? What’s your friend like?”).

A sala, naquele dia, composta por 7 alunos, foi dividida em 2 pares e um trio para que pudessem fazer a conversa. Mesmo já tendo estudado juntos por mais de um ano e com uma boa exposição e prática do idioma inglês, a sala sentia a necessidade de escrever um script do diálogo antes da performance, deixando de lado a espontaneidade da situação.

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Os alunos apresentavam o diálogo para a sala, enquanto os outros alunos prestavam atenção nas frases usadas pelos colegas para que fossem comentadas ao final da atividade. O diálogo gravado foi apresentado aos alunos ao final da apresentação, no aparelho de TV instalado dentro da sala de aula. Os alunos analisaram suas apresentações, comentaram sobre frases que usaram, erros que cometeram, outras frases que poderiam ser usadas ou simplesmente acharam ‘engraçado’ o fato de estarem se vendo em vídeo.

Os testemunhos dos alunos mencionavam a falta de segurança em usar as estruturas novas, que o ambiente de sala de aula era uma situação totalmente diferente do que acontece quando falamos com um nativo ao vivo, além do receio de errar ou não saber responder a uma pergunta feita pelo colega, desse modo, atrapalhando o andamento da conversa. Todos puderam dar seu testemunho e os que se mantiveram mais quietos na discussão eram instigados pelo PP a dar sua contribuição.

Durante a discussão, o PP mencionou aos alunos que eles já tinham uma bagagem que os deixaria preparados para este tipo de situação. Ademais, essas situações aconteceriam não somente mais vezes no livro utilizado, mas também em situações da vida real, fora da escola.

O PP, durante a preparação para a performance, gravação e posterior discussão, mantinha sempre como objetivo deixar claro para os alunos que eles poderiam sempre participar ativamente das tarefas com o que já sabiam e, assim, atingir resultados esperados na preparação da aula.

4.1.1 - AULA 1 – Análise do excerto da cena 1 - Alunos desempenham cena de convite

Participa ntes

Turnos Análise

AL (6) Oh, good idea! I will invite my friend MA, ok?

Aceitação da oferta do convite. Aluno oferece rebote.

YU (7) Do I know your friend? Desenvolvimento deste rebote. Houve uma problematização para levar a aluna a esclarecer de quem ela estava falando.

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AL (8) No, you don’t. She is with… works with me.

Desenvolvimento da cena. A aluna está se contrapondo, justificando por que ele não conhece essa nova pessoa.

YU (9) Really? What does she look like? Nova oferta proposta. Permanência dentro do tema, pedindo mais detalhes sobre a pessoa, usando o assunto daquela unidade do material didático.

Nesse excerto, houve a permanência dentro do tema proposto na tarefa e nas ofertas dadas pelos alunos. Por ser o primeiro contato dos alunos com este tipo de tarefa e gravação da produção dos dados, a espontaneidade nos enunciados foi pouca. Mesmo assim, houve responsividade nos enunciados dos participantes, pois as respostas eram dadas de forma que a conversa tivesse sentido em relação às perguntas feitas, caracterizando a interação da conversa (BAKHTIN, 2003), sendo o uso do inglês como língua para a conversa mantido do começo ao fim da cena.

A questão da espontaneidade seria também tratada nas discussões posteriores para que os alunos pudessem perceber que a linguagem das cenas precisava se aproximar de como é desempenhada na vida real. Como aponta Gontow (2005, p.8): “Na vida real, as pessoas hesitam, cometem erros, esquecem o que iam dizer [...] eles entendem mal uns aos outros, deixam frases inacabadas, são interrompidos por outros". Este ponto deveria ser claro para os alunos como partes constitutivas das cenas e ser discutido posteriormente. Entretanto, é importante levar em consideração que esta era a primeira vez do contato da sala com uma câmera filmando suas performances.

4.1.2 - AULA 1 – Análise do excerto da cena 2

Particip antes

Turnos Análise

SO (3) Do you remember that have… we have an appointment this week?

Contextualização da cena proposta. MA (4) Yes, I remember. We had a... we have a

party on Saturday.

Aceitação da oferta, mas sem rebote. Houve concordância e acréscimo de informação, mas não houve rebote.

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SO (5) I was invited a friend of mine, he called Alex. Do you mind?

Introdução de nova informação e pedido de informação.

MA (6) No, I don’t. But I don’t… I don’t remember him.

Aceitação da oferta e rebote. Pedido de explicação, buscando mais informações sobre o novo amigo.

SO (7) Hum, I think that you… don’t know him. He’s…

Desenvolvimento da cena. Concordando com o turno 6, quando a aluna diz que não conhece o amigo.

MA (8) What’s he like? Nova oferta com pedido de informação.

Desenvolvimento do tema, mantendo-se dentro dele, continuando o que a colega falou.

SO (9) (riso) …he’s very smart and he’s… handsome, too.

Aceitação da oferta e rebote MA (10) And what does he look like? Desenvolvimento dentro do tema

proposto. SO (11) He has a short brown hair. He has a

medium wei… hate and he’s thin.

Aceitação da oferta e rebote. MA (12) Ooh. He must be funny. Tell him to… Aceitação da oferta.

SO (13) … that I will pick you up. Aluna continuou o que foi dito

anteriormente, complementando a ideia. Aceitação e rebote.

MA (14) Yes. Tell him to... that we… we will pick up him at home.

Aceitação da oferta. Espelhamento com a continuação da ideia.

SO (15) Ok, I’ll tell him. Aceitação.

Nesta cena, ficou visível como as alunas agiram colaborativamente, ajudando na co-construção dos enunciados do diálogo, como esperado em uma conversa como a proposta. Conforme colocado por Pontecorvo (2005), as frases foram complementadas pelo outro interlocutor, completando a ideia ao final, como, por exemplo, o turno 8 ajuda o turno 7, bem como o turno 13 completa o 12. Na apropriação do discurso anterior da colega (VYGOTSKY, 1998), os interlocutores compartilham do mesmo objeto de pensamento dando conclusão à cena.

Mesmo dentro das limitações linguísticas das alunas naquele momento do curso, com enunciados curtos, elas conseguiram criar um ambiente de

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apoio e colaboração para a aprendizagem (LOBMAN; LUNDQUIST, 2007), formulando uma cena conjuntamente.

4.1.3 - AULA 1 – Análise do excerto da cena 3 – Alunos negociam ida ao cinema após a aula.

WĂƌƚŝĐŝƉĂŶ ƚĞƐ

dƵƌŶŽƐ ŶĄůŝƐĞ

MA (3) How about going to the movie after class today?

Aluna faz a proposta. LA (4) Hum! That’s a good idea! I think I’m

going to tell my friend to invite.

Aceitação. A resposta é pertinente e há acréscimo de informação, desenvolvendo- se o tema.

MA (5) Eh… who is this? Aceitação da oferta e rebote.

LA (6) He’s my friend Vitor. Desenvolvimento do rebote

MA (7) Eh… How..eh…what…he…like. What’s he like?

Pedido de informação. LA (8) He’s a little boring but he’s very

intelligent and talkative

Réplica simples com aceitação MA (9) And... what does he look like? Pedido de informação.

LA (10) He has short blond hair and he’s tall and a little Chubby

Réplica simples com aceitação.

MA (11) Ok. So, tell him. Réplica simples com aceitação.

LA (12) Ok. Replica simples, sem elaboração ou

acréscimos.

MA (13) Finish! Finalização da cena.

Neste caso, as alunas desempenharam a cena dentro das instruções da tarefa, com perguntas e repostas corretas, fazendo uso do inglês, contudo ainda não trazendo aspectos de improviso e espontaneidade. Fica apenas claro que a interação entre os interlocutores ocorreu sem problemas. Não existiu um “ir além”, novas oportunidades de perguntas que, segundo Orsolini (2005), pudessem desenvolver novos argumentos para favorecimento do entendimento e aproximar os alunos de uma cena como essa para a vida real.

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As ofertas dadas pelas alunas foram estritamente ligadas ao assunto do livro, tratado naquela unidade, sem fazer uso de outras formas de gerar possibilidades de conversa (“Qual filme iremos assistir?” Qual a personalidade deste seu amigo? Que tipo de filme ele gosta?) para que novas respostas pudessem ser provocadas e, dessa forma, envolvidas nos processos mentais superiores (VYGOTSKY, 2003).

Nas performances feitas, foram poucas as possibilidades de criarem-se ambientes nos quais novos riscos e oportunidades pudessem ser testados pelos alunos no palco da sala de aula. De acordo com Lobman e Lundquist (2007), esses momentos de improviso poderiam gerar experiências sociais que produzissem novos comportamentos e regras, proporcionando a criação de conhecimento usando toda a bagagem aprendida pelos alunos neste curso e nos cursos anteriores.

O fato de que os alunos estavam tendo um primeiro contato com a gravação para produção de dados deve ser levado em consideração, influenciando na criação desta ZPD. Como será visto nos próximos momentos, os participantes foram se apropriando da dinâmica das tarefas de performance ao longo da pesquisa e também o fato de estarem sendo gravados começou a ser mais aceito pelo grupo.

4.1.4 - AULA 1 – Discussão Pós-Performances e Análise – Alunos debatem em português o desempenho das cenas, como agiram e como construíram conhecimento

Particip antes

Turnos Análise

PP (51) Que é que você achou do exercício, YU, pode falar. É bom porque...

O fio condutor passa do PP para o aluno quando o PP pede um ponto de vista, introduzindo a questão controversa para o debate.

YU (52) Porque destrava, eu acho que você destrava o seu vocabulário, aprende a estruturar a conversa, às vezes você nem ouve e quando

Aluno retoma o tema,

complementando com seu ponto de vista.

ϵϴ



você está praticando aquela conversação você acaba ficando mais tranquilo pra você começar a estruturar a frase de uma forma mais correta e ouvir mais. Eu acho que essa ...ah... você praticando além de melhorar o vocabulário, você aprende a estruturar uma conversa do meio até o fim – com começo, meio e fim.

“Porque” está exemplificando ou explicando? As razões da importância do exercício para aquele participante.

PP (53) Vocês acham que pra um exercício desse vocês precisam fazer script antes e precisam ensaiar antes?

Colocação de questão controversa. Pedido de sustentação.

YU(54) No começo, acho que sim. Réplica mínima com ponto de vista.

SO (55) No começo é... Espelhamento – Informação repetida,

demonstrando concordância, mas não acrescida de outras informações. YU (56) ...mas acho que conforme você vai praticando,

você vai melhorando e aí acho que vai ficando natural.

Pertinência dentro do assunto proposto. Uso de justificação com contra-argumentação (“mas”).

Gerúndio usado mostrando que os participantes passam por um

processo, usando a

conjunções conformativa “conforme”. PE (57) Porque na verdade você tem o feedback do

que você falou e o que você fez e ai você vai ver seus erros.

Desenvolvimento do tema, mas não pertinente devido ao uso indevido do termo feedback..

PP(58) Hum. Som que demonstra concordância e

acompanhamento do ponto de vista desenvolvido.

PE(59) É mais fácil. Réplica mínima com ponto de vista.

PP (60) Mas é necessário fazer um script... escrever o texto que você vai dizer e depois fazer a conversa? Que que ‘cê acha disso?

Pedido de esclarecimento, retomando a questão controversa proposta, usando outras palavras.

PE (61) Num primeiro momento, sim. Réplica mínima com ponto de vista.

PP (62) Por quê? Pedido de explicação.

PE (63) Pra você poder estruturar o que é que você vai fazer pra você ter um contexto, senão você fica muito com ela vaga.

Explicação usando razões.

ϵϵ



pedisse pra vocês só lerem a instrução e falar “Agora eu vou gravar. ‘Go!’” Como é que vocês acham que seria? Sem nenhum tempo para ensaio.

parafraseada, ainda dentro do mesmo

tema das outras questões

controversas.

AL(65) A gente ia travar! Réplica mínima com ponto de vista.

SO (66) É. Complementação do turno anterior,

mas sem desenvolvimento

AL(67) Não ia sair nada. Justificativa porque iriam travar, mas

sem explicar o porquê.

PE(68) A gente ia travar. Ia ficar muito mecânico. Complementação da asserção com certo espelhamento.

LA (69) A gente perde o objetivo do exercício. Complementação do turno anterior. PE(70) ... não ia ter o... a descontração, entendeu, da

conversa pra você ter o negócio mais natural. Se você for ler, você não consegue ser natural. Como a gente conversa em Português, a gente conversa naturalmente sem fazer script nenhum.

Complementação do turno anterior. Explicação referindo-se a um modelo (comparação com a fala na língua materna).

PP(71) Então, então... Então, eu me confundi um pouquinho. Se a gente fizer... se eu falar pra vocês “Olha, pessoal, 1 minuto pra ler as instruções e na hora que eu falar já, vocês começam, sem nenhum tipo de ensaio ou preparo.

Retomada da mesma questão controversa dos turnos 53, 60 e 64.

MA(72) Eu acho que... porque eu, particularmente, não consigo falar espontaneamente, falar direto “Ah, invente uma conversa sobre tal assunto...” Eu não sei! Pelo menos no estágio em que eu me encontro do aprendizado, eu não consigo.

Explicação usando razão (“não consigo falar espontaneamente”), justificando esta razão (“no estágio onde estou”), reforçando a questão de opinião individual com o advérbio “particularmente”.

PP (73) O que é que você precisa como aluna antes de fazer um exercício desse?

Pedido de esclarecimento dentro do assunto da questão controversa proposta, possibilitando aos alunos listarem o que seria necessário fazer nesta tarefa.

MA (74) Precisava, assim, combinar o que vai ser falado, estruturar a conversa em si, escrevendo, combinando o que vai ser falado porque espontaneamente não sai nada. Eu

Explicação listando exemplos. Colocação da razão pela qual a preparação é necessária. “Eu tenho mais dificuldade para falar do que para

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tenho mais dificuldade para falar do que para escrever.

escrever".

PP (75) Uh-hum. Som de entendimento,

acompanhamento do raciocínio. SO (76) ...pra falar do que pra escrever. Bem mais. Espelhamento – Informação repetida,

mas não desenvolvida. AL(77) De repente na conversa entra uma frase ou

alguma palavra que eu talvez não saiba dizer em Inglês então que quero falar... cabe na conversa, mas não vou saber em Inglês . Combinando antes eu vou saber o que que é.

Retomada do tema do turno 74 com acréscimo de exemplo baseado na experiência pessoal. Aluna comenta o elemento “espontaneidade” na conversa.

LA (78) Eu acho que a gente vai se perder mais e a gente vai perder o objetivo do exercício. É... conversação. Poder estruturar – igual ele falou, na hora...

Réplica elaborada, mas não desenvolvida dentro do tema, não trazendo a experiência e o ponto de vista da aluna.

PP(79) That’s a point: da gente poder chegar no objetivo do exercício podendo se preparar melhor. Hum. E pra fechar: como é que vocês se sentem num tipo de exercício, assim, onde vocês tem que montar uma conversa que vai acontecer na vida de vocês? Isso aí vai acontecer quando vocês viajarem ou quando vocês morarem um tempo fora ou quando vier alguém pra ... visitar a empresa durante uma semana, é.. “Vamos tomar alguma coisa depois? Vamos almoçar? Vamos...” Que que vocês acham de um exercício assim?

Concordância – réplica simples, mas sem elaboração ou desenvolvimento por parte do PP dentro do aspecto trazido pela aluna. O PP entende que a preparação pode fazer com que os alunos atinjam o objetivo da tarefa com mais facilidade.

PP propõe questão controversa baseado em exemplo da vida real, exemplificando e pede opinião aos participantes do debate, numa tentativa de expansão da percepção sobre o tema, opondo-se à ideia de preparação para tarefas.

SO (80) Eu acho que é bastante objetivo. É... eu acho que é isso mesmo que a gente tem que aprender, dessa forma, no dia a dia. Porque você vai ter que falar qualquer coisa... já fui viajar e tive que falar. Não falava direito, mas tive que falar porque senão não ia comer, não ia fazer nada, entendeu? Você tem que meter a cara, falar errado, eles te corrigem, não tem

Réplica elaborada com acréscimo de informações baseadas em experiência pessoal, mas ainda dentro do tema. Uso do verbo “ter” para demonstrar a força da obrigação de comunicar-se na situação real.

ϭϬϭ



problema nenhum. (risos) Mas você se comunica porque quando você está sobre pressão, ninguém entende o que você fala, você tem que se comunicar pra sobreviver. Então, ‘cê tem que falar alguma coisa. Eu prestava atenção nas pessoas... primeiro, entendeu? Via o que elas falavam, pensava naquilo e aí ia lá e fazia igual.

em modelo.

YU (81) Mas eu acho, que... eu já fiz outras escolas de Inglês que praticavam esse tipo de coisa, acho que é..., essa questão de você treinar o, a conversação, eu acho que é fundamental. Acho que o primeiro ponto assim: eu faria duas aulas estruturais e conversação. Duas aulas estruturais e conversação. Desse jeito aqui assim. Acho que a única forma de você destravar realmente é a questão da conversa porque mesmo estruturando ou não uma conversa anterior, eu acho que ia gente ia conseguir ficar mais solto pra conversar normalmente, independente de você estar na escola ou não.

Réplica elaborada, mas não pertinente ao assunto de como desempenhar a conversa sem script. Aluno desvia o tema para tipo de aula e não de tarefa.

SO (82) É porque a gente tem a mania de falar “Não vou falar, porque eu estou falando errado” “Eu não sei falar, então a gente trava”. Então, eu acho que dessa forma, você vai falar errado, mas você está se sentindo seguro porque você está com pessoas que você conhece, da sua classe...

Réplica elaborada, demonstrando concordância, trazendo palavras avaliativas como “errado” e “seguro”. Não há desenvolvimento do aluno (e do PP) sobre o que é “falar errado” para aquele grupo.

YU (83) E aqui você pode errar, né? Aqui você pode errar.

Complementação do turno anterior sobre “errar” dentro do espaço da sala de aula.

MA (84) Melhor errar aqui do que errar lá, né? No contexto onde você não pode errar...

Espelhamento do turno anterior, com o adjetivo comparativo “melhor”, mas sem desenvolvimento da opinião introduzida.

SO (85) É, sei lá, eu acho que é o único jeito de falar... Complementação dando conclusão ao turno 82, após acréscimos dos colegas.

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MA (86) ... eu não tenho problema nenhum de falar errado. O problema é que à vezes eu não sei mesmo montar a frase, o diálogo, dá branco, não vem na minha cabeça, o que eu vou ter que falar, entendeu?

Oposição à ideia de falar errado, provocando um aprofundamento com a ideia de “dar branco”, esquecer as palavras.

PE(87) Quando você está na frente de um americano ou de um outro que fala fluente, você trava, você olha assim e você não consegue, às vezes você não consegue falar. Você sabe o que você quer expressar, mas... não sai. ‘Cê trava completamente.

Complementação do turno anterior incluído o acréscimo da experiência

Benzer Belgeler