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Vergiye Tabi Olmayan İşlemlere İlişkin Yüklenilen KDV

VE BAZI TEREDDÜTLÜ HUSUSLAR

2. GİDER YAZILABİLEN KATMA DEĞER VERGİLERİ 1 Binek Otomobillere Ait Katma Değer Vergisi

2.7. Vergiye Tabi Olmayan İşlemlere İlişkin Yüklenilen KDV

Q81 - Relacionamento com os colegas e as colegas. Q82 - A estrutura organizacional do currículo.

Q83 - A competência dos professores e das professoras. Q84 - Os conteúdos programáticos selecionados.

Q85 - A relação teoria e prática Q86 - Ambiente acadêmico.

Q87 - Atendimento ao aluno e à aluna. Q88 - Exigência de ordem e disciplina. Q89 - Outro ponto fraco.

Justifique.

A tabela 19.1 apresenta a distribuição da Questão 8 por turno, que aponta o item Q85 (relação teoria e prática) com 26,8% (11 discentes), sendo 14,6% (6 discentes) no período maturino e 12,2% (5 discentes) no período noturno, seguido do item Q84 os conteúdos programáticos selecionados, com 24% (10 discentes), sendo 19,5% (8 sujeitos) no turno matutino e 4,9% (2 discentes) no turno noturno. Posteriormente, pelo item Q82 a estrutura organizacional do currículo, com 24,4% (10 discentes), sendo 22% (9 discentes) no período matutino e 2,4% (1 discente) no período noturno (apêndice D, tabela 19.1).

A tabela 19.2 apresenta a distribuição da Questão 8 por igreja. Temos o item Q85 (relação teoria e prática) com 28,2% (11 discentes), sendo 12,8% (5 discentes) no período maturino e 15,4% (6 discentes) no período noturno, seguido do item Q84 os conteúdos programáticos selecionados, com 25,6% (10 discentes), sendo 15,4% (6 sujeitos) no turno matutino e 10,3% (4 discentes) no turno noturno, e posteriormente, o item Q82 a estrutura

organizacional do currículo, com 25,6% (10 discentes), sendo 15,4% (6 discentes) no período matutino e 10,3% (4 discente) no período noturno (apêndice D, tabela 19.2).

A justificativa da questão 8 é desenvolvida a partir das vozes dos sujeitos.

SUJEITOS METODISTAS

Metodistas do turno matutino (sujeitos 6, 8, 9, 12, 14, 15, 16, 17, 19 e 21)

apontaram como pontos fracos do Curso o item Q85 (A relação teoria e prática), Q84 (Os conteúdos programáticos selecionados) e Q82 (A estrutura organizacional do currículo), a partir das ideias centrais:

 Conteúdo (formação pastoral e bíblica);

 Limites na estrutura organizacional do módulo.

Metodistas do turno noturno, não sinalizaram pontos fracos do curso em relação a

questão Q85 (A relação teoria e prática), Q84 (Os conteúdos programáticos selecionados) e Q82 (A estrutura organizacional do currículo).

SUJEITOS DE OUTRAS IGREJAS

Sujeitos de igrejas do turno matutino (5, 20, 24) sinalizaram como pontos fracos do

curso o item Q85 (relação teoria e prática), a partir da ideia central:  Limites na estrutura organizacional do módulo.

Sujeitos de outras igrejas do turno noturno (28, 29, 33, 34, 39 e 41) indicaram

como pontos fracos do Curso o item Q85 (A relação teoria e prática), a partir da ideia central: - Limites na estrutura organizacional do módulo.

SUJEITOS QUE NÃO PERTENCEM A NENHUMA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA

Sujeito 30 e 38 não indicaram pontos fracos do curso, a partir da frequência da questão Q85 (A relação teoria e prática).

Os sujeitos metodistas, de outras igrejas e sujeitos que declaram não pertencer a

nenhuma instituição religiosa, do turno matutino e noturno, em relação à questão 8

sinalizaram a convergência:

 A relação teoria e prática, os conteúdos programáticos selecionados e a estrutura organizacional do currículo.

Em relação teoria e prática, observa-se as seguintes ideias centrais:

 Limites na estruturação dos módulos;

 Carência de conteúdo (formação pastoral e bíblica).

Tendo como referência as vozes dos sujeitos, percebe-se que para a articulação entre teoria e prática, a partir da educação teológica, é primordial o aprofundamento no conteúdo da Bíblia e ministério pastoral, a partir da mediação didático-pedagógica dos discentes em articular os conteúdos, a realidade e suas expectativas quanto à formação que almejam; um processo de avaliação formativa que contemple a diversidade do perfil da turma e não se restrinja apenas à avaliação teórica (provas). Para tal finalidade, é fundamental a utilização da pedagogia da autonomia, como o método pedagógico:

Autonomia, enquanto amadurecimento do ser para si, é processo, é vir a ser. Não ocorre em data marcada. É neste sentido que uma pedagogia da autonomia tem de estar centrada em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade, vale dizer, em experiências respeitosas da liberdade. (FREIRE, 2010c, p. 107)

Neste sentido, a pedagogia da autonomia teria como aporte um currículo que tenha como viés a formação para a humanização, que consiste em estimular o ser humano a colocar em prática o potencial que lhe é inerente, mas que pelas contingências da vida, pode estar deturpado, acomodado, sufocado e depreciado. No entanto, a pedagogia da autonomia pode ser uma inspiração para desabrochá-lo, e desvelar o que há de mais sagrado em ser humano – sua humanidade.

Questão 09 – Considerando seu campo de trabalho, o Curso contribuiu melhor para: Legenda da Questão 09 -

Q91 - Desenvolvimento de competências (exemplo: formação geral, visão crítica, senso ético, valores).

Q92 - Desenvolvimento de habilidades (exemplo: compreensão de textos, pesquisa, clareza de expressão, raciocínio lógico, criatividade, comunicação interpessoal, trabalhos

comunitários).

Q93 - Uma visão integrada de conteúdos. Q94 - A prática das teorias desenvolvidas. Q95 - A oportunidade de estágios adequados.

Na distribuição da Questão 9 por turno, temos o item Q91 (Desenvolvimento de competências) com 87,8% (36 discentes), sendo 56,1% (23 discentes) no período matutino e 31,7% (13 discentes) no período noturno, seguido do item Q92 (Desenvolvimento de habilidades) com 78% (32 discentes), sendo 46,3% (19 discentes) no período matutino e 31,7% (13 discentes) no período noturno (apêndice D, tabela 20.1).

A tabela 54 apresenta a distribuição da Questão 9 por igreja, temos o item Q91 (desenvolvimento de competências) com 87,2% (34 discentes), sendo 41% (16 discentes) metodista e 46,2% (18 discentes) outras igrejas, seguido do item Q92 (desenvolvimento de habilidades), com 79,5% (31 discentes), sendo 41% (16 discentes) metodistas e 38,5% (15 discentes) de outras igrejas (apêndice D, tabela 20.2).

A justificativa da questão 9 é desenvolvida por turno e por igreja.

SUJEITOS METODISTAS

Metodistas do turno matutino (sujeitos 1, 7, 8, 11, 16, 17 e 21) quanto à questão 9 – Considerando seu campo de trabalho, o Curso contribuiu melhor para..., indicaram o item Q91 (Desenvolvimento de competências) e Q92 (Desenvolvimento de habilidades), a partir da ideia central:

 Conteúdo (formação de qualidade).

Metodista do turno matutino (sujeito 16) quanto à questão 9, apontou o item Q91

(Desenvolvimento de competências) e Q92 (Desenvolvimento de habilidades), mas com a seguinte observação:

 Limites na vinculação teoria e prática.

Metodistas do turno noturno sujeitos quanto a questão 9, a partir da frequência Q91

(Desenvolvimento de competências) e Q92 (Desenvolvimento de habilidades), não forneceram a ideia central.

SUJEITOS DE OUTRAS IGREJAS

Sujeito de outras igrejas do turno matutino (20) que sinalizou o item Q91

(Desenvolvimento de competências) e Q92 (Desenvolvimento de habilidades), a partir das ideias centrais:

 Desenvolvimento da capacidade crítica;  Integração teoria e prática.

Sujeitos de outras igrejas do turno noturno (26, 27, 28, 29, 33, 34, 35, 36, 39 e

40) sinalizaram o item Q91 (Desenvolvimento de competências) e Q92 (Desenvolvimento de habilidades), a partir da ideia central:

 Conteúdo (formação de qualidade).

SUJEITOS QUE NÃO PERTENCEM A NENHUMA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA

Sujeito 30 e 38 sinalizaram o item Q91 (Desenvolvimento de competências) e Q92 (Desenvolvimento de habilidades) a partir da ideia central:

 Formação do ser (formação para humanização – visão do ser humano, relacionamento interpessoal).

Os sujeitos metodistas, de outras igrejas e sujeitos que declaram não pertencer a

nenhuma instituição religiosa, do turno matutino e noturno, em relação à questão 9,

sinalizaram como convergência:

A categoria Desenvolvimento de competências (exemplo: formação geral, visão crítica, senso ético, valores) e o Desenvolvimento de habilidades (exemplo: compreensão de textos, pesquisa, clareza de expressão, raciocínio lógico, criatividade, comunicação interpessoal, trabalhos comunitários), as ideias centrais:

 Conteúdo (formação e corpo docente de qualidade);  Desenvolvimento da capacidade crítica.

Neste sentido retomemos as palavras de Sung ao afirmar que:

A educação teológica precisa ajudar os educandos e as educandas a superarem essa visão imediata e adquirirem o “hábito” de suspeitar do que antes aceitavam como óbvio, certo e inquestionável. Só que essa superação não pode ser feita de forma impositiva, autoritária, bancária, pois dessa forma não ocorre a aprendizagem de um pensar crítico, mas sim a aquisição de novos conteúdos. (SUNG , 2011, p. 176 e 177)

Para tanto, é imprescindível a utilização de método dialogal, crítico e criticizador, que implica promover uma educação capaz de colaborar com o educando na organização reflexiva do seu pensamento. Criticizar é ajudar o educando a organizar as suas ideias, os seus pensamentos e a refletir sobre a sua existência a partir das suas vivências, sobre sua vocação ontológica de ser mais (FREIRE, 2008b, p. 114).

Questão 10 - Considerando seu desenvolvimento durante o Curso, assinale a alternativa

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Benzer Belgeler