pneumophila 2-3 mm çaplı, beyaz-gri koloni oluşturur
16. Eğer konaklama tesisi yılın belli dönemlerinde kapalı tutuluyorsa, sezon
1.6.3. Ticari Amaçla Kurulmuş İşletmelere Düşen Görevler
Por último falarei de um tapete para mim muito especial. Está naquela categoria dos tapetes que eu carregava há muito, mas só agora pude percebê-los como tal. São as mandalas que, ao longo de minha história formativa e artística, foram-se realizando. Inicialmente, pelos círculos de relação de aprendizagem com Lucimar Belo, que por suas mãos desenhantes e ensinamentos caminhei pelos primeiros dez anos de minha vida como arte/educadora. Depois, com Regina Machado, que com seus contos vem desenhando mandalas ao longo do meu
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caminho, nesses mais de dez anos de convivência. E são essas mandalas que têm contribuído na criação dos meus sentidos.
A mandala, para Jung (2008), é um dos arquétipos da psique humana, símbolo do Self. Seu sentido está na busca da ordem, da integração, da plenitude psíquica. O individual e o coletivo são as estruturas básicas da consciência humana que forjam nosso comportamento. Assim, nossa mandala é esse conjunto de estruturas individuais (universos pessoais) e coletivas (relações, tradições e ancestralidades), que estão interligadas neste ciclo atual de convivência, formando corpo e mente ampliados.
Durante a disciplina realizada com a prof.ª Sumaya Matar, as mandalas emergiram enquanto fazer. Sinto que as fiz em função da minha busca, no processo doutoral, da necessidade de ampliação de corpo e mente. A disciplina formou para mim uma grande mandala, na qual pude compreender os caminhos que deveria tomar para a elaboração do curso-pesquisa. O descobrimento do caminho se fez a partir da minha primeira produção no curso que, após realizá-la, reconheci a mandala:
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Dessa mandala, seguiu-se uma sequência de outras,30 que foram se
constituindo em proposições estruturantes da minha busca. À medida que as ia desenvolvendo, novas compreensões internas ocorriam. As ideias e imagens que carregava comigo sobre o desejo de realizar meu curso-pesquisa foram-se completando e ordenando.
Conectando esse processo pessoal, foram as proposições de formação prática de professores de arte, vivenciadas no curso da profª. Sumaya, que me revelaram alguns elementos básicos e necessários às minhas proposições, dentre elas os relatos das aulas anteriores realizados pelos alunos, em sínteses poéticas. Vivenciei como os relatos dos encontros eram primordiais no fechamento dos círculos de aprendizagem.
No curso-pesquisa, pude observar que as mandalas se desenharam umas após as outras, em todos os momentos e espaços. Todos os tapetes trazidos até aqui, de certa forma, configuraram mandalas. Porém, planejei momentos específicos para que elas surgissem. Assim, inspirada pelo aprendizado com Sumaya, para o curso-pesquisa propus as mandalas de sentidos, que ocorreriam no início e final dos encontros. As mandalas de fechamento eram coletivas e se constituíam nos momentos de reflexão e apreciação dos encontros. Eram realizadas ao final, quando sentávamos em círculo e conversávamos sobre o encontro. Era a hora de fazer os sentidos daquilo que foi vivenciado. Como eram conversas, não farei sua análise, contudo, seus reflexos se faziam no encontro seguinte, nas mandalas de abertura.
Na abertura do encontro seguinte, um professor ficava com a tarefa de fazer a síntese poética do encontro anterior. Era um processo individual de buscar e realizar os sentidos daquilo que se viveu. Realizavam-se as conexões dos círculos de aprendizagens.
As mandalas se constituíram em momentos de profunda significação. Foram
os tapetes revelados pelo que chamo de ―corpo profundo‖. É o corpo imaginante que mergulha no self e toca suas profundezas, articulando os movimentos do ordenar e completar. O lugar dos grandes tesouros guardados, pois assim foram os momentos propiciados pelas sínteses. São locais onde somente as imagens, os sons e a
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Ao longo do curso me propus realizar repostas poéticas para todas as sínteses desenvolvidas pelo grupo. Foi um processo pessoal e para além das solicitações do curso. O registro desses trabalhos está em: (http://imaginarioativo.blogspot.com/2009_06_01_archive.html) acesso em: 12.10.2011
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poesia alcançam, ou mesmo o silêncio.
Assim, apresentarei a seguir as imagens de cinco mandalas,31 com suas
respectivas legendas, na sequência em que foram realizadas. Mas, antes, faço-lhes um alerta: mandalas devem ser apreciadas em silêncio ou se entoando
mantras. Entretanto, como mantras não se traduzem em palavras, trago, para
acompanhá-las, a canção Fênix do poeta das Minas Gerais, Flávio Venturini:
Figura 49 - Ida, Mandala "Pés", em 23.10.2009.
Eu, prisioneiro meu Descobri no breu Uma constelação
Céus Conheci os céus Pelos olhos seus Véu de contemplação
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Foram realizadas sete mandalas ao todo, mas duas delas não produziram registro material, o relato detalhado está no diário (Carta V). Dois pesquisados não realizaram mandalas (Rafa e Rosa).
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Figura 50 - Hara, Mandala "Morte e Vida", em 30.10.2009.
Deus condenado eu fui A forjar o amor No aço do rancor E assim transpor as leis Mesquinhas dos mortais
Vou Entre a redenção
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Figura 51 - Narita, Mandala "Círculos", em 11.12.2009.
Sim Quis sair de mim Esquecer quem sou
E respirar por ti E assim transpor as leis Mesquinhas dos mortais
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Figura 52 - Narita, Mandala "Casulo", em 11.12.2009.
Agoniza Virgem fênix o amor Entre cinzas arco-íris e esplendor
Por viver as juras de satisfazer O ego mortal
Coisa pequenina Centelha divina Renascer das cinzas
Onde foi ruína Pássaro ferido Hoje é paraíso
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Figura 53 - Phandora, Mandala "Transformação", em 08.12.2010.
Luz da minha vida Pedra de alquimia Tudo que eu queria Renascer das cinzas
Quando o frio vem aquecer o coração Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais esplêndida Emoção
O amor