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TETKİK ESERLER
alguma renitência inicial por julgar não ser capaz. Reforçada positivamente a sua participação. Atualmente necessita de ajuda moderada no vestir da metade superior do corpo (pontuação 3 na
escala de MIF) e de ajuda máxima na metade inferior do corpo (pontuação 3 na MIF). Tolerância ao esforço moderada durante o treino desta AVD. Verifica-se um aumento da independência funcional do Sr. C.A. para este autocuidado, traduzida na MIF e uma melhoria da motricidade fina.
Alteração da NHF de “se
mover e manter uma boa postura”, relacionada com quadro de tetraparésia (grau 2/5 e 3/5, nos membros inferiores e grau 4/5 nos membros superiores), falta de equilíbrio de pé estático, manifestada por dependência completa, com ajuda total, ao nível da locomoção (pontuação 1 na MIF)
Manter a integridade das estruturas articulares.
Manter e recuperar a amplitude dos movimentos.
Conservar a flexibilidade.
Melhorar a circulação de retorno.
Reeducar a imagem psico- sensorial e psicomotora da pessoa.
Explicar ao Sr. C.A. acerca da importância do programa de reabilitação sensório-motor e prévia explicação de como vai decorrer. Pedir a colaboração do Sr. C.A., com a finalidade de o responsabilizar pela sua recuperação.
Proporcionar, se possível, um ambiente calmo, e isento de ruído. Executar mobilizações osteoarticulares passivas em todos os segmentos corporais.
03/10/2014:
Executadas mobilizações osteoarticulares passivas em todos os segmentos corporais, no leito. Sem indicação para o levante. Dispneico e com pouca tolerância ao esforço. 14/10/2014: Executadas mobilizações osteoarticulares passivas, repetidas 10 vezes em cada movimento (do segmento distal para o proximal e em todos os segmentos corporais). Ensino, instrução e treino de mobilizações osteoarticulares: ativas assistidas, ativas e ativas resistidas, repetidas 3
Preparar o Sr. C.A. para a posição sentado e ortostática;
Melhorar o equilíbrio estático e dinâmico, sentado e em pé;
Aumentar a força muscular;
Minimizar o risco de lesões músculo-esqueléticas como consequência da imobilidade; Prevenir a instalação de espasticidade e suas complicações; Reeducar o mecanismo reflexo-postural;
Corrigir defeitos posturais.
Melhorar progressivamente a tolerância ao esforço.
Ensinar, instruir e treinar acerca do programa de mobilizações osteoarticulares: ativas assistidas, ativas e ativas resistidas.
Avaliar a motricidade: força muscular, tónus muscular e coordenação motora, com recurso a instrumentos de avaliação. Ensinar, instruir e treinar exercícios de equilíbrio (estático/dinâmico) sentado e pé.
Ensinar, incentivar e treinar exercícios isométricos e isocinéticos (no leito, na posição sentada e ortostática).
Realizar técnicas de reeducação postural com recurso a espelho quadriculado.
Executar levante e técnicas de transferência, incentivando a colaboração do doente.
Iniciar do treino de marcha, por curtas distâncias que devem ser
vezes em cada movimento, respeitando a tolerância do doente (referia já cansaço). Apresenta tónus muscular normal, e diminuição da força muscular: - grau 2/5 no membro inferior esquerdo proximal;
- grau 3/5 no membro inferior esquerdo distal e no membro inferior direito; - grau 4/5 em ambos os membros superiores.
Sentado à beira da cama ajuda total (pontuação 1 na MIF), tendo o Sr. C.A referido algumas tonturas. Executado treino de equilíbrio estático e dinâmico sentado, ambos eficazes. Realizados exercícios de reeducação postural com recurso a espelho. Transferido para o cadeirão com ajuda completa (pontuação 1 na MIF). Regressou ao leito a pedido do doente passada uma hora. Incentivado à realização de exercícios isométricos no leito, que foi cumprindo.
aumentadas, conforme a tolerância progressiva ao esforço.
16/10/2014: Continuado o programa de RFM já iniciado anteriormente, dado maior ênfase às mobilizações osteoarticulares ativas, ativas- assistidas e ativas-resistidas. Houve um aumento da força muscular do membro inferior esquerdo ao nível do segmento distal, apresentando um grau de 3/5. Realizado treino de equilíbrio de pé estático, sendo ineficaz. Iniciado o treino de marcha por uma curta distância (cerca de 3 metros) com tolerância moderada do Sr. C.A.
19/10/2014: Continuado o programa de RFM já instituído até ao momento. Integradas novas atividades: a realização de exercícios isotónicos de pé. Mantém o quadro de força muscular descrito a 16/10/2014. Melhoria do equilíbrio estático de pé e da qualidade da marcha (menor instabilidade do tronco e membros inferiores e deixa de dirigir o olhar para o chão, assumindo
uma posição mais ereta). Recuperação da independência funcional na marcha, sendo ainda dependente, mas com ajuda máxima (pontuação 2 na MIF) Aumento da distância percorrida, com maior tolerância ao esforço (cerca de 4 metros.
20/10/2014: Continuado programa de RFM. Recuperação da independência funcional na marcha deste a última sessão. Dependente, mas com ajuda moderada (pontuação 3 na MIF). Distância percorrida de 6 metros com tolerância moderada ao esforço do Sr. C.A.
Alteração da NHF “Aprender” relacionada com a ansiedade e quadro depressivo, manifestado por períodos de labilidade emocional, discurso
Diminuir a ansiedade e quadro depressivo.
Reforçar sentimentos positivos de autoeficácia, autoconceito e autoimagem.
Proporcionar ambiente terapêutico e relaxado.
Estabelecer uma relação de confiança e segurança.
Promover o humor saudável.
Com a implementação das atividades planeadas, o Sr. C.A. revelou uma progressiva e positiva alteração da perceção da sua situação clínica - mais otimista no final internamento –
negativista face à sua condição e de comportamentos passivos durante o programa de Enfermagem de Reabilitação. Promover o desenvolvimento de comportamentos adaptativos à sua condição. Promover a sua reinserção socio familiar.
Reforçar positivamente os esforços e as conquistas diárias do Sr. C.A; Incentivar o Sr. C.A. a iniciar do difícil processo de pensar em alternativas e a pensar-se.
Explicar a importância do programa de reabilitação sensório- motor e respiratório, e prévia explicação de como vai decorrer.
Incentivar a sua máxima participação no planeamento e realização de atividades.
Incentivar a recorrer na sua vida quotidiana ao seu suporte familiar (mãe e filhos) e amigos.
assumindo uma postura mais ativa no seu processo de reabilitação.
Embora mantivesse alguns períodos de labilidade emocional, a promoção do humor saudável revelou-se benéfica, tendo o Sr. C.A. esboçado sorrisos em diversas situações e tendo ele próprio provocado situações de humor.