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1. Vitodens 222-F, Tip FS2A 1 Ürün tanıtımı

1.2 Teknik bilgiler

As transformações sociais de caráter mais recente, norteadas pela lógica da sociedade capitalista e orientadas pelo mercado/consumo, ocasionaram drásticas consequências para a vida em sociedade. Os impasses ou as saídas propostas para resolver as contradições oriundas do desenvolvimento do modelo social vigente, desembocam num conjunto de medidas que visam a regular a vida social, não apenas no plano econômico, mas também, em diversas dimensões: políticas, culturais e sociais mais amplas.

Dentre as supostas saídas, concretizam-se, no âmbito político e econômico, a perspectiva neoliberal e a globalização como vias de possibilidades na superação dos conflitos oriundos das contradições do atual modelo socioeconômico.

Conforme Holanda (2001), o neoliberalismo é uma concepção de mundo, surgida no início do século XX, que se contrapõe ao ideário das políticas estatizantes de influência socialista e das políticas social-democráticas, de influência keynesiana. Segundo Soares (2009) trata-se de um projeto político, econômico e social, de caráter hegemônico, que está fundamentado na subordinação da sociedade ao mercado livre e na não intervenção do poder público, em que o mercado é responsável pela preservação da ordem social. Os elementos fundamentais da política neoliberal estão centrados na desregulamentação dos mercados, na abertura comercial e financeira, que assumem uma convergência forçada nas medidas recomendadas pelo Banco Mundial, aceitas por, praticamente, todos os países.

O advento do neoliberalismo repercutiu drasticamente na esfera dos direitos sociais, fundamentalmente, pelas medidas de minimização da intervenção do Estado na sociedade, das políticas de privatização, da transferência das responsabilidades do setor público para a sociedade civil organizada e para o terceiro setor. Salientam-se, ainda, outras

medidas expressas por meio da desregulamentação dos direitos trabalhistas, da terceirização de serviços, cuja superioridade da esfera privada e do mercado é privilegiada em detrimento do setor público (SADER; GENTILI, 1999; ANTUNES, 2007; FRIGOTTO, 2003).

Assim, com base nas reflexões de Alves (1997), pode-se destacar, ainda, que o neoliberalismo é o resultado politicoideológico do processo estrutural de constituição de fluxos transnacionais de capitais, vinculado à própria dinâmica de reprodução do sistema mundial produtor de mercadorias e dos novos desenvolvimentos culturais, políticos e ideológicos.

Em face da complexificação das relações sociais no cenário contemporâneo, faz- se necessária, também, a compreensão da natureza do fenômeno denominado globalização, para que seja possível descortinar os desafios que se apresentam no século XXI, nas mais diversas esferas de atuação e interação humana. Alves (1997) tece importantes considerações sobre os impactos da globalização no mundo do trabalho, tanto no aspecto da sua regulação quanto na própria conformação estrutural do mercado, ante esse fenômeno de notável proporção, que atinge uma dimensão planetária.

Conforme salienta Alves (1997, p. 168),

A globalização, ou seu processo em marcha, se identifica com a própria característica do movimento do capital, considerado por Marx um processo contraditório, a própria contradição em processo, uma relação social voltada para a valorização do valor, para a produção de mercadorias. E o que é o mundo moderno, com a “globalização”, senão um imenso shopping center, um palco de mercadorias, receptáculo de valores de troca?

Cumpre esclarecer, portanto, que a globalização possui peculiaridades que a distinguem de outros surtos de modernização, por decorrer do entrelaçamento da dimensão comercial, produtiva e financeira. (ALVES, 1997). Conforme Iam (2007, p. 13), “trata-se de uma ruptura drástica nos modos de ser, sentir, agir, pensar e fabular. Um evento heurístico de amplas proporções, abalando não só as convicções, mas também as visões do mundo,” pelo qual os indivíduos deixam de ser o centro e passam a ser tomados coletivamente como povo, classe, maioria, minoria e, por mais que continuem reais e presentes o tempo todo, em todo lugar, ainda assim, já não são ‘hegemônicos’, permanecendo subsumidos pela sociedade global e pelos movimentos da globalização.

Ainda, de acordo com Ianni (2007, p. 209):

Desde que se acelerou o processo de globalização do mundo, modificaram-se as noções de espaço e tempo. A crescente agilização das comunicações, mercados, fluxos de capitais e tecnologias, intercâmbios de ideias e imagens, modifica os parâmetros herdados sobre a realidade social, o modo de ser das coisas, o andamento

do devir. As fronteiras parecem dissolver-se. As nações integram-se e desintegram- se. [...] É como se a história e a geografia, que pareciam estabilizadas, voltassem a mover-se espetacularmente, além das previsões e ilusões.

Ressalte-se, a necessidade de reprodução dessa ordem, agora, em uma lógica globalizada, onde os fluxos de capitais não se prendem mais as determinações nacionais. (ALVES, 1997). É nessa contextualidade adversa que estão inseridos os trabalhadores que, a cada dia, precisam se ajustar a esse modelo atual, caracterizado por mudanças constantes nas esferas produtiva, econômica, financeira, cultural, política e tecnológica.

Tratando de forma mais específica da esfera produtiva, pode-se afirmar que as inovações tecnológicas se fizeram acompanhar de novas formas de gerenciamento e de contratação da força de trabalho, com o objetivo de aumentar a produtividade e os lucros. Com isso, exige-se do trabalhador maior criatividade, revelando, assim, uma exploração sob novos aspectos (TEIXEIRA, 1994). Como afirma Antunes (2007, p. 23):

[...] foram tão intensas as modificações, que se pode afirmar que a classe-que-vive- do-trabalho sofreu a mais aguda crise deste século, que atingiu não só a sua materialidade, mas teve profundas repercussões na sua subjetividade e, no íntimo interrelacionamento destes níveis, afetou a sua forma de ser.

Faz-se oportuno destacar, no mundo do trabalho contemporâneo, o aspecto das novas exigências configuradas no processo de execução das tarefas, quando novas habilidades são demandadas ao trabalhador como velocidade e concentração, ao mesmo tempo em que se restringe a intervenção do trabalhador, como sujeito coletivo, na organização do processo e do ambiente de trabalho. São, cada vez mais, exigidos qualidade e uso adequado do tempo, ressaltando-se como aspecto relevante, nesse estágio do trabalho, a condição do homem ser reduzido a um apêndice da tecnologia, fato que incorre no risco de limitar e impedir que ele realize a satisfação de suas necessidades de reconhecimento e autorrealização através do trabalho (TEIXEIRA, 1994).

Cabe destacar, também, que a mais recente reestruturação nos processos de produção (acumulação flexível) trouxe consigo exigências de elevação do nível de formação dos trabalhadores, justificadas pelas inovações tecnológicas, que ocorrem nos momentos da reprodução do capital. Acrescenta-se a isso, que os discursos propagam, ainda, a necessidade de constante qualificação, mesmo diante de um quadro em que se evidencia uma realidade marcada por elevados índices de desemprego, que se abatem sobre a classe trabalhadora, além da precarização do trabalho e a flexibilização dos serviços.

Nesse contexto, as organizações foram passando por mudanças que representam momentos e formas diferentes que o capital vai criando para garantir e expandir o processo de

acumulação nos níveis obtidos nos modelos anteriores (BRITO, 2005). O surgimento dos novos modelos de gestão empresarial e de pessoas, bem como os novos processos de trabalho adotados pelas organizações, como os Programas de Qualidade Total (QT), Reengenharia, Planejamento Estratégico, dentre outros, tem como finalidade a melhoria dos resultados e envolve todos os membros da organização, independente do nível hierárquico.

Dos trabalhadores, são exigidos novos requisitos, que procuram articular habilidades cognitivas (leitura e interpretação de dados com o objetivo de transformá-los em ação) e comportamentais (responsabilidade, comprometimento, capacidade para o trabalho em equipe, motivação, iniciativa e autonomia. De acordo com Cardozo (2008, p. 170):

Estão sendo requeridos os seguintes atributos: posse de escolaridade básica, formação geral e técnica suficientemente amplas; capacidade de adaptação a novas situações; possibilidade de ocupação de postos de trabalho variados; capacidade de compreensão global de um conjunto de tarefas e das funções conexas, o que demanda capacidade de abstração, de seleção, trato e interpretação de informações; iniciativa para resolução de problemas e, acima de tudo, responsabilidade com o processo de produção.

Nessa perspectiva, a qualificação profissional é posta no horizonte da polivalência e da abstração, como se os trabalhadores tivessem acesso ao conhecimento técnico e científico quando, na verdade, o domínio do saber é uma estratégia vital para a manutenção do capital e para a sua reprodução, sendo o saber uma mercadoria fundamental no âmbito da competitividade (CARDOZO, 2008).

Enfatiza-se, ainda, a necessidade dos trabalhadores incorporarem todo o seu potencial subjetivo, sua criatividade e suas motivações, objetivando a redução dos custos e a melhoria da produtividade e da qualidade dos produtos das organizações. A propagação desses discursos busca favorecer um envolvimento maior dos trabalhadores com a organização, cujo intuito é a incorporação de habilidades necessárias às novas demandas do mundo da produção.

Conforme Brito (2005), destaca-se a necessidade das organizações favorecerem aos trabalhadores o desenvolvimento dessa subjetividade, através dos seus potenciais intelectuais e emocionais, direcionando-se aos interesses da produção. Assim, a gestão do conhecimento, atualmente, é um elemento relevante nas organizações empresariais. Ainda segundo Brito (2005), a gestão do conhecimento implica focar a gestão da empresa, do trabalho e o processo de educação dos trabalhadores na consecução da missão da empresa.

Como analisa Mota (1999), todas essas mudanças observadas no mundo do trabalho definem novas formas de domínio do capital sobre o trabalho, realizando uma

reforma intelectual e moral que visam à construção de outra cultura do trabalho. Essas estratégias de dominação supõem a socialização de valores políticos, sociais e éticos e a produção de padrões de comportamento compatíveis com as necessidades de mudança na esfera da produção e na reprodução social. Para os trabalhadores, além dos impactos objetivos dessas transformações (desemprego, precarização do trabalho, dos salários e do sistema de proteção social), observa-se ainda a fragmentação das formas históricas de organização dessa classe.

Na opinião de Alves (1997, p. 173), observa-se a constituição de um ‘novo trabalhador coletivo’, mais flexível, ou seja, precário, múltiplo, heterogêneo (e, por que não, heterônomo). Não se trata, apenas, da constituição de uma força de trabalho mais qualificada, inserida num efetivo processo de intelectualização do trabalho manual, mas principalmente, a proliferação de uma força de trabalho mais precária, subcontratada, temporária, parcial e o mais. Dessa forma, o perfil do ‘novo trabalhador coletivo’, criado pela série de transformações produtivas que ocorrem no mundo capitalista, é dúplice e contraditório.

Nesse sentido, percebe-se que as mudanças mais recentes operadas no mundo do trabalho afetam diretamente a classe trabalhadora, implicando em suas condições concretas de existência, bem como em sua subjetividade, repercutindo, também, na consciência política e ideológica do trabalhador.

Dessa forma, é necessário, não somente, conhecer e questionar as implicações objetivas e subjetivas do fenômeno da reestruturação produtiva na vida dos trabalhadores, procurando perceber as novas investidas do capital, notadamente, na formação do trabalhador, ou seja, na educação formal ou em outros processos educativos, como capacitações, treinamentos e outras formas de qualificação para o trabalho, que interferem na subjetividade da classe trabalhadora.

Tais questões constituem esclarecimentos necessários para que se possa buscar uma melhor compreensão sobre até que ponto o trabalhador é afetado (objetiva e subjetivamente) pelas transformações do mundo da produção, principalmente, quando precisa dar respostas criativas e dedicar cada vez mais tempo ao trabalho, mesmo com todos os avanços tecnológicos.

Esse contexto societário recente requer esforço teórico para que se perceba a dimensão das consequências dessas transformações, em que os campos da educação e da cultura também são demandados a se reorganizarem em atendimento às novas necessidades do mercado, tendo, nas políticas neoliberais, a forma encontrada de alinhar o Estado aos preceitos da esfera econômica e dos determinantes de um mundo globalizado.

Sendo assim, a educação desempenha um papel importante na reprodução das condições necessárias ao desenvolvimento social, produtivo e econômico dos países, em um mercado competitivo e globalizado,

devendo, por isso, ser uma dimensão considerada nas políticas e nos programas de ajuste e de estabilização demandados pelo processo de reestruturação do Estado, na antiga perspectiva (agora atualizada) de que o desenvolvimento econômico propiciado pelo desenvolvimento técnico-científico garantirá, de forma isolada, o desenvolvimento social (CABRAL NETO; RODRIGUEZ, 2007, p. 13-14) .

Nesse sentido, o campo da educação irá sofrer as implicações da reestruturação política e econômica ocorridas com o intuito de adequar o Estado às determinações da fase do capitalismo moderno, cujas características marcantes estão constituídas no

[...] incremento dos fluxos de capitais que levanta a bandeira da abertura comercial, da transnacionalização produtiva e da desregulamentação financeira ao redor do mundo capitalista, desconstruindo toda e qualquer barreira à livre valorização do valor que assume dimensões planetárias nunca vistas. (ALVES, 1997, p. 166).

Tais discursos justificam as iniciativas governamentais no sentido da reconfiguração do sistema educacional em vigência, em que há um direcionamento para uma formação acelerada com a oferta de cursos sequenciais e de curta duração sem, portanto, uma devida preocupação com a pesquisa. De acordo com Frigotto (2003, p. 144),

Os novos conceitos abundantemente utilizados pelos homens de negócio e seu assessores – globalização, integração, flexibilidade, competitividade, qualidade total, participação, pedagogia da qualidade e defesa da educação geral, formação polivalente e valorização do trabalhador – são uma imposição das novas formas de sociabilidade capitalista tanto para estabelecer um novo padrão de acumulação, quanto para definir novas formas concretas de integração dentro da nova reorganização da economia mundial.

No plano de reconfiguração das relações do Estado e da sociedade (de acordo com os preceitos neoliberais), as políticas educacionais são orientadas por medidas de descentralização na gestão da educação e de incorporação da lógica da gestão privada na gestão pública. As manifestações do ajuste neoliberal no campo educativo apresentam-se nas recomendações dos organismos internacionais como: o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e os organismos nacionais e regionais a eles vinculados (FRIGOTTO, 2003).

Tais recomendações pretendiam tornar a política educacional compatível com as medidas de minimização das responsabilidades dos Estados Nacionais e dos recursos públicos aplicados nas áreas sociais. Nesse sentido, a compreensão das políticas educacionais em curso

requer a percepção de que estas são advogadas e implementadas com vistas a favorecer condições de enfrentamento dos desafios demandados pela nova ordem econômica mundial. Assim, se evidencia um plano de reformas educacionais nos mais diferentes países, dentre os quais se destacam os da América Latina (KRAWCZYK; VIEIRA, 2008). Essas reformas se justificam em consequência da necessidade de utilização do conhecimento instrumental para inserção competitiva dos países latinoamericanos no mercado mundial.

A partir do final dos anos 1960, as reformas marcaram o contexto político educacional em vários países da América Latina, como forma de regulação política e estratégia de mudança com características específicas na condução dessas políticas de acordo com a realidade configurada em cada país. Essas reformas ocorrem em virtude dos condicionantes da reestruturação do setor produtivo e das mudanças institucionais, que alteraram o arcabouço do Estado e das relações sociais no âmbito de uma nova ordem mundial.

As reformas dos anos 1990, com financiamento e assessoramento do Banco Mundial, recomendam descentralização, autonomia da escola, participação, cogestão comunitária e consulta social, ou seja, uma educação voltada para atender às novas exigências emanadas do atual padrão de acumulação capitalista. Por isso, as reformas educativas em curso, só podem ser entendidas no marco das reformas propostas e implementadas na perspectiva neoliberal e, particularmente, voltadas aos princípios do novo paradigma organizativo proposto para a reforma do Estado e do setor público (AFONSO, 2001).

Na verdade, implica nessa concepção a ideia de reformar a educação em todas as suas dimensões, tornando-a mais flexível e capaz de responder às demandas contextuais para aumentar a competitividade dos países, particularmente daqueles em processo de desenvolvimento, para que eles possam se integrar, de forma competitiva, no mundo globalizado.

No que se refere à educação superior, observa-se uma tendência, tanto em nível de discurso quanto de práticas educativas voltadas a formar/qualificar os indivíduos para o âmbito produtivo no cenário contemporâneo, assumindo, portanto, um patamar de destaque no contexto do mercado competitivo global. Segundo Oliveira (2008, p. 50), para atender a tais demandas do capital, “uma das responsabilidades impostas à universidade tem sido estabelecer projetos educacionais que tenham por base a policognição tecnológica para a formação de trabalhadores dentro de um determinado padrão produtivo.”

Recentes pesquisas, tanto em nível internacional como em âmbito nacional, têm constatado que se faz imprescindível oferecer educação superior e de qualidade nos países em

desenvolvimento, sob pena de tornar-se, cada vez mais, difícil para esses países usufruírem a economia mundial desenvolvida com base no conhecimento. Nessa perspectiva de análise, o documento La Educación Superior em los Países en Desarrollo: peligros y promessas, do Banco Mundial/UNESCO (2000, p. 2) destaca que “a educação é reconhecida como instrumento de garantia de maior equidade, pressupondo-se, portanto, que uma sociedade será mais justa e democrática se fundamentada em uma educação igual para todos.”

Notadamente, para as Instituições Brasileiras Federais de Ensino Superior (IFES), as reformas no campo da política educacional configuram um dinamismo diferente que, mesmo não sofrendo um processo de privatização direta, vem passando por diversas transformações expressas em uma série de políticas para o ensino superior, que foram implantadas paulatinamente ao longo da década de 1990 e início deste século, como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES, 2004), a Lei de Inovação Tecnológica (2004), o Programa Universidade para Todos (PROUNI, 2005) e o Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI, 2007).

Essas mudanças configuram um contexto peculiar aos profissionais de secretariado executivo, que também são demandados a se atualizarem, sendo uma das exigências atuais para a ocupação do cargo nas universidades a formação no nível superior, na área específica de secretariado executivo e o desenvolvimento de várias atribuições, incluindo o domínio de idioma estrangeiro e, também, atividades de planejamento e gerenciamento de processos.

Nesse capítulo, foram expostas algumas mudanças ocorridas no mundo do trabalho, principalmente, no âmbito do sistema de produção, que foram implementadas nos momentos em que o sistema capitalista enfrentou suas maiores crises (a crise de 1929 e a atual crise iniciada em meados dos anos de 1970, caracterizadas pela implementação dos modelos fordista e toyotista de produção), e as implicações dessas mudanças para a classe trabalhadora no contexto de um mundo globalizado de políticas neoliberais e seus impactos para a educação.

No capítulo a seguir, será apresentada um pouco da história da profissão de secretariado, desde a sua origem até o seu desenvolvimento no Brasil, além de apresentar o novo perfil desse profissional diante das necessidades constantes de novas competências e habilidades, como forma de atender às exigências contemporâneas.

3 O PROFISSIONAL DE SECRETARIADO EXECUTIVO NA UNIVERSIDADE

Benzer Belgeler