1999 HacizMS m.1 hazırlık çalışmaları sırasında, hangi alacakların deniz alacağı olarak nitelendirileceğine ilişkin büyük tartışmalar yaşanmıştır Özellikle iki husus tartışma konusu
B. İhtiyati haczin kaldırılması
I- Geminin güvence karşılığında serbest bırakılması 1 1999 HacizMS’nin düzenlemes
2. Tasarı düzenlemes
“A gestão de riscos constitui complexa combinação de análise empírica e diálogo público em torno dos riscos que nos preocupam, das medidas adotadas para controlar esses riscos e do sucesso ou fracasso dessas medidas. Nesse contexto, os conceitos importantes são a comunicação dos riscos e o envolvimento público, o princípio precaucional e as perspectivas interdisciplinares e sistêmicas desses riscos” (HILL e DINSDALE, 2003, p.16).
Quais são as conseqüências disto tudo para lidar com a segurança e transformá-la em gestão de riscos? Tudo que envolve a incerteza é, ao mesmo tempo, assustador e desafiador. Ao mesmo tempo, os riscos específicos relacionados a crimes e contravenções têm impactos extremamente danosos ao contexto. Podem ser baixos no aspecto financeiro para a organização, mas o que dizer de uma bolsa roubada na sala da dirigente da organização?
Chegar a uma tomada de decisão repleta de incertezas significa não somente buscar minimizar o impacto de variáveis, mas também alcançar a aceitabilidade destas no ambiente. A dinâmica dos fatores torna a previsão rapidamente em realidade ou numa ocorrência improvável. Por outro lado, o improvável rapidamente pode se tornar fato. Logo, o controle do risco, da indignação, o conhecimento dos atores envolvidos, os atributos pessoais mais marcantes dos decisores e vários outros critérios devem estar sendo estudados, monitorados e avaliados permanentemente como forma de contribuição a atividade.
Ajustes ocorrerão, mas deverão estar dentro do escopo da gestão e não uma correção de rumos para o desenvolvimento de um novo projeto ou futuro processo. Logo, a segurança terá que ser transformada na gestão de riscos e prevenção de perdas de forma adaptativa. Buscando alterar fatores culturais, gerando confiança, desenvolvendo ferramentas específicas e personalizadas, sempre norteadas por uma percepção e sensibilidade aguçadas e embasadas pela técnica. Determinar medidas de segurança transcenderão a implantação do vigilante para um guardião das atividades da organização.
Na apresentação de um novo paradigma, exemplificou-se, em diversos momentos, riscos relativos à segurança para poder mostrar a possibilidade da transição e a inserção da atividade como contribuição a organização, principalmente pelas relações entre atores tanto das causas, quanto das conseqüências.
Então, é licito transcender tal argumento e ampliar o escopo para todos os riscos da organização. Mas quais seriam as mudanças envolvidas?
Diversos pontos de partida e possíveis focos de mudança foram estudados e deram uma contribuição ao processo. Entretanto, vale salientar que o grande salto estará sendo aplicado a partir do momento em que as metodologias específicas da avaliação técnica do risco passem a ser confrontadas com a intuição e sejam englobadas por todos os setores da organização.
Por fim, caberá ao gestor saber definir e gerar pesos específicos para cada situação e cada risco, por meio de um controle sistêmico sobre o ambiente. O fato é que, a gestão de riscos e prevenção de perdas precisará ainda de muitos passos para se sedimentar como um novo benefício às organizações.
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Anexo A – PERGUNTAS PRINCIPAIS DAS ENTREVISTAS
! As características pessoais/profissionais em relação a aspectos de segurança e risco e da propensão a medidas preventivas, associadas as suas carreiras.
! Qual o campo de abrangência que o dirigente considera para a segurança?
! Como são tratadas e delimitadas as perdas na organização? São segmentadas em departamentos? São concentradas? São completamente quantificadas e monitoradas?
! Como o dirigente analisa as soluções de segurança que lhe são apresentadas? Investimento ou despesa, isto é, uma organização com segurança ou uma segurança para a organização?
! Quais são os critérios que o dirigente utiliza para aceitar ou não as sugestões de segurança que lhe são apresentadas? Como isto se coloca: na ocorrência de um fato ou na prevenção deste?
! Quais são os requisitos do profissional escolhido para lidar com a atividade de segurança na sua organização?
! O que o dirigente entende por risco?
! Qual é a sua sensibilidade em relação a aspectos que envolvam o risco?
! Que fatores influenciam a decisão quando há incertezas no processo? Quais os fatores que o dirigente leva em consideração para tomar decisões que envolvam riscos?
! O dirigente considera viável um departamento/setor organizacional, centralizador de todos os problemas que envolvam riscos e perdas, com acesso direto ao dirigente e com interlocução em todos os níveis da organização?