• Sonuç bulunamadı

TAR1HSEL IMGELEM

Os dados das entrevistas trazem uma visão geral sobre a importância de uma IES implantar um setor específico que trate da inserção dos alunos no mercado de trabalho, além do acompanhamento dos egressos em termos de educação continuada, contando com orçamentos reservados para uma maior eficiência dos processos. Nesse contexto, os professores da disciplina de estágio supervisionado são fundamentais no processo de comunicação com o mercado, orientação de carreiras e acompanhamento dos estágios.

Percebe-se a valiosa participação dos agentes integradores, tais como CIEE e IEL, nesse processo. Há uma preocupação no sentido de promover um ensino de qualidade que forme o profissional e o cidadão para o mercado de trabalho.

Constatou-se, ainda, que o governo necessita criar políticas voltadas para incentivar empresas a contratarem alunos para realizarem principalmente o primeiro estágio, além dos incentivos voltados para a expansão do contexto econômico, vitais para a inserção.

À luz de Viégas et al (2010), verificou-se a importância de se ter políticas públicas para a educação profissional e tecnológica que tem como objetivo básico o estabelecimento dos fundamentos conceituais, princípios, pressupostos e diretrizes estratégicas para o desenvolvimento do educando, tendo em vista a sua formação integral e a sua alocação no mercado do trabalho. A existência de políticas que estruturem mecanismos de coordenação, articulação e integração entre as esferas governamentais, procurando fortalecer e consolidar os cursos superiores de tecnologia.

Conforme Brasil et al (2011), a Política Pública para encaminhamento de alunos está diretamente ligada às práticas de políticas públicas para o crescimento econômico e para a educação superior, principalmente no tocante às verbas para a manutenção e expansão do ensino tecnológico, embasadas não somente em informações de mercado, mas principalmente na prática sincronizada com as necessidades da sociedade e no rompimento de novas fronteiras da ciência e tecnologia.

De acordo com os mesmos autores, o conhecimento técnico, o autoconhecimento e as redes sociais interpessoais interagem entre si e são os principais pilares da “trabalhabilidade”, mostrando-se fundamentais em todo o processo de orientação de carreira, demonstrando ser facilitadores da inserção. A ideia do autogerenciamento de carreira poderia ser estimulado pelas instituições de ensino superior, por meio de mudança de paradigma relacionado ao conhecimento prático, à implantação de programas de orientação de carreira e a uma melhor preparação para o mercado de trabalho.

5 CONCLUSÕES

O presente trabalho analisou as políticas públicas e institucionais relativas a inserção de alunos no mercado de trabalho sob a ótica das Instituições de Ensino Superior de Tecnologia, considerando a análise da pesquisadora a partir das duas entrevistas realizadas no Instituto Federal do Ceará (IFCE) e outras duas na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA).

Constatou-se, no primeiro objetivo específico, analisar as políticas institucionais relativas à inserção no mercado de trabalho, que as políticas existentes estão voltadas para o recebimento de demandas e divulgação de estágios e empregos ofertados por empresas parceiras e agentes de integração, além da preocupação na formação de um profissional cidadão, na formação acadêmica que dialogue o setor produtivo, o mundo do trabalho real, com o acompanhamento dos estágios para que o aluno realize estágios ou trabalhe na sua área de atuação, não se tornando uma mão-de-obra barata.

Identificou-se, no segundo objetivo, que a relação da IES com os agentes de integração empresa-estágio é de fundamental importância para o processo de inserção de alunos, nas duas instituições pesquisadas.

O terceiro objetivo trouxe o detalhamento dos processos referentes à inserção de alunos retratado por meio de um fluxo que versa sobre mercado de trabalho aquecido, oferta de estágios, empregos e concursos, divulgação dessa oferta, incentivos para que alunos participem das seleções, acompanhamento do aluno inserido.

O quarto e último objetivo específico procurou detalhar a percepção dos dirigentes em relação aos alunos no processo de inserção registrado pelo interesse do aluno em estagiar o mais cedo possível com o objetivo de se inserir no mundo real de trabalho, criando suas responsabilidades, e exercendo a sua cidadania. Os entrevistados ressaltaram a importância do aluno participar mais das atividades complementares que promovam o conhecimento e assim aumente a sua possibilidade de inserção no mercado de trabalho.

Por meio dos dados levantados da análise das IES´s, observou-se que há esforços para a inserção do alunos e o acompanhamento dos egressos por parte da instituição de ensino, mas não é institucionalizada, ou seja, há a preocupação e realização de ações que promovem essa atividade, porém não existe regimento que o oficialize como Política da instituição.

Segundo informações dos entrevistados há existência de um ciclo onde a realização de políticas públicas que promovam o crescimento econômico do pais,

proporcionam o aumento da demanda por trabalhadores qualificados, somados a políticas públicas de expansão do ensino tecnológico, dentre elas o investimento que promove um ensino de qualidade, assim estagiários e profissionais serão absorvidos pelo mercado de trabalho.

Como existem poucas artigos acerca do tema, acredita-se que o referido trabalho tenha possibilitado contribuir no tocante à apresentação da política institucional de encaminhamento de alunos ao mercado de trabalho, funcionamento do setor responsável, além da avaliação e sugestões de políticas públicas voltadas para esse tema.

Logo, a presente pesquisa visa contribuir para o avanço dos estudos de Políticas institucionais e públicas para a inserção de alunos dos Cursos Superiores de Tecnologia no mercado de trabalho. Os resultados desse estudo podem colaborar para um melhor entendimento e esclarecimento sobre as oportunidades de mercado de trabalho para alunos e egressos de cursos tecnólogos, além de servir como inspiração para estudos futuros com outras IES’s, em outras regiões do pais, com finalidade comparativa.

Quanto às aplicações do estudo de caso são de grande utilidade em pesquisas exploratórias e comparadas. Como toda pesquisa apresenta vantagens e limitações na sua aplicação, merecendo o cuidado necessário quando buscar generalizações. Em nenhum momento o pesquisador deverá desprezar, em busca da simplificação, o rigor científico necessário para sua validação.

Enfim, espera-se que este estudo descritivo contribua para esclarecer algumas peculiaridades da técnica Análise de Conteúdo, evidenciando seu potencial de aplicação nas pesquisas de cunho qualitativo.

REFERÊNCIAS

ARAÚJO, D. S.; OLIVEIRA, A. C. F. de. Educação Profissional no Brasil: Legislação e Reformas no Contexto da Educação Tecnológica. Revista Anhanguera v.13 n.1 jan./dez. p.09- 28, 2012.

AUGUSTO, M. H. O. Políticas públicas, políticas sociais e política de saúde: algumas questões para reflexão e debate. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 1(2): 105-119, 2.sem 1989.

ALVES, E. L. G.; VIEIRA, C. A. dos S. Qualificação Profissional: uma proposta de Política Pública. Brasília: IPEA/DF, 1995.

ALA-HARJA; MARJUKKA; HELGASON, Sigurdur (2000). Revista do Serviço Público/Fundação Escola Nacional de Administração Pública -v.1, n.1nov. 1937) — Ano 51, n.4 (Out-Dez/2000). Brasília: ENAP, 1937.Trimestral. ISSN:0034/9240

Em direção às melhores práticas de avaliação

AMARAL, N. C. Financiamento da Educação Superior: Estado x Mercado. Ed. UNIMEP. São Paulo, 2003.

AZEVEDO, F. de. A cultura brasileira: introdução ao estudo da cultura no Brasil. Brasília: Ed. da Universidade de Brasília, 1993.

BARDAGI, M.; LASSANCE, M. C. P.; MENEZES, I. A. de; PARADISO, A. C. Escolha profissional e inserção no mercado de trabalho: percepções de estudantes formandos. Artigo publicado em 2006. Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE).http://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572006000100007 . Acesso em 14 de setembro de 2014.

BARDIN L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70 - revista e ampliada. 2011.

BECKER, G. S. Human capital: a theoretical and empirical analysis, with special reference to education. New York: NBER, 1993.

BELLONI, I.; MAGALHÃES, H. de; SOUSA, L. C. de. Metodologia de avaliação em políticas públicas: uma experiência em educação profissional. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2003 (Coleção Questões da Nossa Época; v.75).

BOFF, L. M; ORO, I. M; BEUREN, I. M. Gestão ambiental em Instituição de Ensino Superior na visão de seus dirigentes. Revista de Contabilidade da UFBA. Salvador, v.2, n.1, p. 4-13, 2008.

BRASIL. Decreto nº 2.208, de 17 de abril de 1997. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 jul. 1997.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 de dez. 1996. Seção 1, p.27.839.

BRASIL. Ministério da Educação. Censo da Educação Superior 2012. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa. Diretoria de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior. Brasília-DF, 2013.

BRASIL. Ministério da Educação. Censo da Educação Superior 2012: Resultados das principais variáveis. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa. Diretoria de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior. Brasília-DF, 2013.

BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CP nº95/1998. Regulamentação do processo seletivo para acesso a cursos de graduação de Universidade. Conselho Nacional

de Educação. Brasília-DF, 2002. Disponível em:

<http:portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf.>; Acesso em: 12 de abril de 2014.

BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNP/CP nº 29/2002. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional de Nível Tecnológico. Conselho Nacional de Educação. Brasília-DF, 2002. Disponível em: WWW.sbc.org.br>. Acesso em: 12 de abril de 2014.

BRASIL. Ministério da educação. Resumo técnico: censo da educação superior 2012. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Brasília-DF, 2013.

BRASIL.Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL, M. V. de O; LOIOLA, M. E.; TASSIGNY, M. M. As Políticas Públicas de Ensino Superior Tecnológico e a Questão da Responsabilidade Social no Brasil. Artigo aprovado em Rev. Gestão Universitária na América Latina-GUAL., Florianópolis, v.4, n. 2, p. 219-233, mai/ago, 2011

BRITO, M. R. F; SOBRINHO, J. D.; La educación superior em Brasil: principales tendências y desafios. Avaliação, Sorocaba, v. 13, n. 2, p. 487-507, jul. 2008.

CACCIAMALI, M. C.; CHAHAD, J. P. Z. Mercado de Trabalho no Brasil; novas práticas trabalhistas, negociações, coletivas e direitas fundamentais no trabalho. Ed. LTr, São Paulo, 2003.

CALDERÓN, A.I.; LOURENÇO, H.S. Ensino superior particular: terceirização e exploração do trabalho docente.v.5, p. 65-83, 2009.

CAREGNATO, R. C. A.; MUTTI, R. Pesquisa Qualitativa: Análise de Discurso Versus Análise de conteúdo. Artigo produzido como trabalho de conclusão da disciplina “Práticas de Análise de Discurso na Pesquisa em Educação”, do Programa de Pós-Graduação em Educação (FACED) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2006 Out-Dez; 15(4): 679-84.

COMPIANI, L. F. C.; PASSAES, M. F.; PAUL, N. L. F.; PINTO, T. C. dos S. G.; SÓRIO, W. F. Os Estágios Supervisionados nos Cursos Superiores pedem maior atenção. Revista

Eletrônica de Divulgação Científica da Faculdade Don Domênico 6ª Edição – setembro de 2012 - ISSN 2177-4641. Acesso em 14 de setembro de 2014.

CARDOSO, I. Empregabilidade: um desafio ao seu alcance. Artigo publicado em 2002. Disponível m:www.fte.com.br/fte_artigos.php?cod_artigo=16&link_artigo=in#top>. Acesso em abril de 2014.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais (8a ed.). São Paulo: Cortez. 2006. CORBUCCI, P. R. Financiamento e democratização do acesso à educação superior no Brasil: da deserção do estado ao projeto de reforma. Educação e Sociedade. Campinas, vol. 25, n. 88, Especial, p. 677-701, out. 2004.

D’AVILA, G. T.; VERIGUINE, N. R.; KRAWULSK, E.; SOARES, D. H. P. Da Formação Superior ao Mercado de Trabalho: Percepções de Alunos sobre a Disciplina Orientação e Planejamento de Carreira em uma Universidade Federal. Revista Electrónica de Investigación

y Docência (REID), 4, Julio, 2010, 79-96.

http://www.revistareid.net/revista/n4/REID4art4.pdf. Acesso em 14 de setembro de 2014. DOURADO, L. F. Políticas e gestão da educação superior no Brasil e modalidade EAD. In: MANCEBO, D.; SILVA Jr, J. dos R.; OLIVEIRA, J. F. (Org.). Reformas e Políticas. Educação superior e pós-graduação no Brasil. Reformas e Políticas. Educação superior e pós-graduação no Brasil. Campinas: Alínea, 2008.

FERREIRA, A. B. de H. Novo dicionário Aurélio. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. FERREIRA, M. C. Fatores facilitadores e limitantes da inserção no mercado de Trabalho: um estudo comparativo envolvendo profissionais e alunos de graduação de Belo Horizonte. Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado da Faculdade de Ciências Empresariais da Universidade, FUMEC, 2007

FERREIRA, S. As reformas na educação superior: de FHC a Dilma Rousseff (1995-2011) Linhas Críticas, Brasília, DF, n.36, p. 455-472, maio/ago. 2012.

FREIRE, L. L. R. Modelo de avaliação do PRODETUR/NE-III: base conceitual e metodológica. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2005 (Série Documentos do Etene; n.03).http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/01/dilma-faz-balanco-sobre-os-programas- educacionais-no-pais.html. Acesso em 18 mar 2014.

FIGUEIREDO, S. G. A Educação Profissional e Tecnológica nas Políticas Públicas de Educação – análise crítica de seus princípios, finalidade e objetivos. Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Educação Superior da Universidade Federal do Ceará, 2008.

GOMES, C.G.; OLIVEIRA, E.L. Curso superior de tecnologia como instrumento de inserção no mercado de trabalho regional: o caso do norte fluminense. Trabalho apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambu – MG – Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006, 2006.

INEP/MEC - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Brasília-DF, 2013.

IFCE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. (http://www.fortaleza.ifce.edu.br/index.php/o-campus/sobre-nos). Acesso em 14 de julho de 2014.

JARETA, G. Para fazer a diferença. Guia de cursos superiores: tecnólogos 2012. São Paulo: Segmento, 2012.

KORITIAKE, L. A. Qualidade total da empresa à escola: a relação entre as experiências vividas na empresa e na escola pelos alunos estagiários do curso de Desenho de Projetos de Mecânica da Escola Técnica Estadual “Fernando Prestes”. 1999. 165f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade de Sorocaba, São Paulo.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2007.

LE BOTERF, G. Construire les competences individuelles et collectives. Paris: Éditions d’Organisation, 2000.

LÍMENA,M. M.; RAMOS, A. C. P. Formação para o Trabalho: Reflexões sobre Críticas a Graduação Tecnológica no Brasil. VIII Simpósio de Gestão e Tecnologia. 2009.

MANZINI, E. J. Entrevista Semi-Estruturada: Análise de Objetivos e De Roteiros. Depto de Educação Especial. Programa de Pós Graduação em Educação. Unesp, Marília. Apoio: CNPq

MANZINI, E.J. Considerações sobre a elaboração de roteiro para entrevista semi- estruturada. In: MARQUEZINE: M. C.; ALMEIDA, M. A.; OMOTE; S. (Orgs.) Colóquios sobre pesquisa em Educação Especial. Londrina:eduel, 2003. p.11-25.

MELO, A. M. As sete vidas da agenda pública brasileira IN: RICO, E. M. (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 2 ed. São Paulo: Cortez: Instituto de Estudos Especiais, 1999.

MELLO, G. N. Políticas Públicas de Educação. Documento apresentado no seminário " Políticas Públicas de Educação ", realizado no dia 19 de dez. de 1991, no IEA. Revisão de Sérgio Costa Ribeiro.

MOTTA, Alfredo. Múltiplas formas de pagamento, muito mais alunos. Revista Linha Direta: inovação, educação e gestão, Belo Horizonte, Edição 183, Ano 16, junho, 2013. MUNHOZ, G.S. Educação corporativa como processo de desenvolvimento da empregabilidade – um estudo sobre a universidade do varejo (UV). Dissertação apresentada à Banca para Exame de Qualificação do Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Estadual de Maringá, como exigência parcial para a obtenção do título de MESTRE em Administração., 85 fls, 2001

NUNES, E. Desafio estratégico da política pública: o ensino superior brasileira. Revista de Administração Pública. V.41, Rio de Janeiro, 2007.

OLIVEIRA, C. L. de. Um apanhado Teórico-conceitual sobre a Pesquisa Qualitativa: tipos, técnicas e características. Revista Travessias. Publicação do Grupo de Pesquisas em Educação, Cultura, Linguagem e Arte e do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Sociedade da Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná, 2002. OLIVEIRA, J. F.; CATANI, A. M. A reconfiguração do campo universitário no Brasil: conceitos, atores, estratégias e ações. In: OLIVEIRA, João Ferreira (Org.). O campo universitário no Brasil: políticas, ações e processos de reconfiguração. Campinas: Mercado das Letras, 2011.

OLIVEIRA, R. M.; VIÉGAS, R. F.; CAMPOS, A. L. de A.. Políticas Públicas no Ensino Superior Tecnológico. Universidade de São Carlos, 2010.

OLIVEIRA, M. A. M. Políticas Públicas para o Ensino Profissional. São Paulo: Editora Papirus, 2003.

PEDRO, J. G.; RINALDI, R. P.; SABIA, C. P., 2010. Educação Profissional e Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial: Um Estudo de Caso. UNOESTE, Colloquium Humanarum, Presidente Prudente, v. 7, n. 2, p. 68-73. DOI: 10.5747/ch.2010.v07.n2/h088, 2010.

POCHMANN, M. IN: Educação e Sociedade. “Educação e trabalho: como desenvolver uma relação virtuosa?” Revista de ciência em educação. Campinas: CEDES, 2004.

RAMOS, A. F.; FRANÇA, R. L. Educação Profissional: Políticas Públicas para o Ensino Técnico Profissionalizante. Universidade Federal de Uberlândia, 2007.

RAMOS, M. Ciência e tecnologia na institucionalidade CEFET: questões sobre um projeto de universidade tecnológica. Educação Superior em debate, Brasília: INEP, v. 3, 2006.

REVISTA LINHA DIRETA. Múltiplas Formas de Pagamento, muito mais alunos. Ano 16, edição 183, p. 16-17, jun, 2013.

ROCHA, P. D. M. Atributos de Satisfação em Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Empresarial com foco no Mercado de Baixa Renda. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Ceará: Ceará, 2010.

ROCHA, M. B. O curso de engenharia de operação (anos 1960 – 1970) e sua relação coma criação dos CEFETs. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, Brasília, MEC/SETEC, v. 2, 2009.

RODRIGUES, E. A. Tecnólogo, um profissional em busca de reconhecimento e espaço no mercado. Conselho em Revista, edição n. 400, p.15-17, 2007.

ROSA, C. de M.. Políticas Públicas para a Educação Superior no Governo Lula. Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus Araraquara, 2013.

SEVERINO, J. B. D.; KAMIMURA, A. L. M. Tecnólogos: o desafio do mercado de trabalho. Pós-graduação em Docência no Ensino Superior da Faculdade Católica de Uberlândia (2011). SILVEIRA, L. A. Relação universidade-empresa: Fatores Propulsores e Restritivos no Processo de Transferência de Tecnologia nas Empresas Catarinenses. 2005. 223 f. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis: Santa Catarina, 2005.

SILVA, A. H.; FOSSÁ, M. I. T. Análise de Conteúdo: Exemplo de Aplicação da Técnica para Análise de Dados Qualitativos. Artigo científico aprovado no IV Encontro de Pesquisa em Administração e Contabilidade, 2013.

STALLIVIERI, L. O Sistema de Ensino Superior do Brasil - Características, Tendências e Perspectivas, 2006.

TAKAHASHI, A. R. W.; FISHER, A. L. Cursos superiores de tecnologia em gestão: reflexões e implicações da expansão de uma (nova) modalidade de ensino superior em administração no Brasil. RAP, Rio de Janeiro, 2010

TAKAHASHI, A.R.W.; AMORIM, W.A.C. Reformulação e expansão dos cursos superiores de tecnologia no Brasil: as dificuldades da retornada da educação profissional. Ensaio. Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v.16, p. 207-228, 2008.

TAKAHASHI, A. R. W. Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão: reflexões e implicações da expansão de uma (nova) modalidade de ensino superior em administração no Brasil. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO, 32, 2008, Rio de Janeiro, Anais... Brasília: ANPAD, 2008. CD-ROM.

TRUJILLO, F.A. Metodologia da ciência. 3. ed. Rio de Janeiro: Kennedy, 1974

UVA-Universidade Estadual Vale do Aracaú. (http://www.uvanet.br/textos.php?id_texto=1). Acesso em 14 de julho de 2014.

VERGARA, S.C. Métodos de Pesquisa em Administração. São Paulo: Editora Atlas, 2005. VIEGAS, R. F.; OLIVEIRA. R. M.; CAMPOS, A. L. de A. Políticas Públicas no Ensino Superior Tecnológico. Ensino Tecnológico, 2010.

VITORETTE, J. M. B. A Implantação dos Cursos Superiores de Tecnologia no CEFET- PR. 2001. 131 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) – Centro Federal De Educação Tecnológica Do Paraná (CEFET – PR – Unidade Curitiba), Curitiba, 2001.

YANNOULAS, S. C. Atuais Tendências na Educação Profissional. Brasília: Ed. Paralelo 15, 2001.

YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. trad. Daniel Grassi - 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.