• Sonuç bulunamadı

Türkiye’de Çelik Metal Ürünleri Tüketimi

Belgede ÇELİK METAL SEKTÖR RAPORU (sayfa 46-60)

3. Türkiye’de Sektörün Analizi

3.1. Türkiye’de Sektörün Durumuna Genel Bakış

3.1.3. Türkiye’de Çelik Metal Ürünleri Tüketimi

A Seguridade Social está estruturada em complexa estrutura administrativa, visando essencialmente a dar concretude aos direitos previdenciários destinados à cobertura de contingências sociais para o aparo dos indivíduos.

Constituem-se riscos sociais aquelas situações eleitas pelo constituinte originário e garantidas como direitos de natureza fundamental.

A concretização dos direitos previdenciários depende da atuação administrativa destinada à concessão de benefícios, através de ato administrativo. O agente previdenciário não detém poder discricionário na avaliação do direito do segurado ao benefício, pois se trata de ato administrativo vinculado. No entanto, no exercício da função administrativa, é necessária a preservação de certo grau de autonomia funcional, no que se refere à interpretação jurídica e valoração probatória quando da análise de situações concretas.

A despeito dessa autonomia, o ato administrativo denegatório de benefícios, ao ser revisado em sede judicial, ainda que salvaguardada certa margem de razoabilidade na aplicação dos casos singulares, quando da interpretação jurídica ou valoração probatória consentânea ao sistema jurídico vigente, será caracterizado como ato ilícito, uma vez que a contrariedade ao ordenamento jurídico é realidade inafastável. Com efeito, sendo de legalidade a natureza do controle exercido pelo Poder Judiciário, o ato administrativo dissonante da interpretação judicial é considerado ato ilícito.

Dessa maneira, ainda que dentro da margem de razoabilidade na qual se insere o poder-dever exercido pelo servidor público, na avaliação normativo/casuística do pedido de concessão de benefícios, a exclusão da ilicitude do ato com fundamento no exercício regular de direito redundaria em antinomia sistêmica, uma vez que o mesmo ato jurídico passaria a ser considerado ilícito e lícito simultaneamente.

A admissibilidade da exclusão da ilicitude só é válida se considerado apenas o aspecto de valoração subjetiva da conduta pelo servidor público, no plano da responsabilidade aquiliana, por não revelar ofensa a dever funcional. A implicação se limita, no entanto, apenas ao afastamento da responsabilidade

subjetiva do servidor, em eventual ação de regresso. Não resta afastada a responsabilidade civil extracontratual do ente público.

Em face desse ato jurídico reputado ilícito no plano objetivo, o eventual efeito indenizatório não resta obstado pela exclusão da ilicitude do ato administrativo, pois está alocado no âmbito da responsabilidade objetiva do Estado.

No subsistema de responsabilidade civil extracontratual da Administração Pública, considerando a doutrina objetivista pautada no risco, exige-se essencialmente a demonstração de dois pressupostos: o dano e o nexo de causalidade.

Em relação ao dano, constata-se a inexistência de uma nova categoria de danos morais de natureza previdenciária. O abalo na esfera extrapatrimonial dos segurados, em decorrência de eventual denegação de direito previdenciário, deve estar relacionado à ofensa a direitos da personalidade para que reste caracterizado. A ofensa isolada a interesse previdenciário não está juridicamente vinculada à essência da pessoa humana, razão pela qual não estão abrangidas eventuais repercussões de cunho moral no âmbito de proteção da norma previdenciária. De igual forma, a negativa administrativa de direitos previdenciários por si só não implica prejuízos ou ofensas de ordem extrapatrimonial.

Todavia, os prejuízos extrapatrimoniais podem ocorrer indiretamente, em razão da privação das prestações previdenciárias, a qual pode submeter o sujeito necessitado à condição financeira precária e possivelmente lhe infligir dor, sofrimento ou angústia para além do mero dissabor ou aborrecimento, haja vista a natureza alimentar dos benefícios previdenciários.

Como reflexo dessas premissas, constata-se a impossibilidade de presunção dos danos morais por intermédio da ilicitude do ato administrativo denegatório de benefício previdenciário. Não se categorizam os eventuais danos morais ocorridos no âmbito previdenciário, em especial decorrentes do indeferimento administrativo ou do seu atraso, como sendo danos morais in re ipsa.

De outra parte, deve estar comprovada pelo segurado a demonstração efetiva de que esteve exposto a circunstâncias reveladoras de dor, sofrimento ou angústia, pelas dificuldades financeiras que lhe foram infligidas, para que se comprove a presença inequívoca do dano moral.

No que se refere ao nexo de causalidade, o liame causal entre a atividade geradora do risco e o dano verificado, além da consequência naturalística estabelecida entre os danos morais que teriam sido evitados se houvesse a concessão tempestiva do benefício, é necessário o liame normativo, verificado a partir do nexo imputacional deduzido da esfera de risco da atividade previdenciária.

No sistema securitário, cuja finalidade constitucional é dirigida à redução de riscos sociais, mediante cobertura previdenciária custeada por financiamento público, a imputação do dever de indenizar em decorrência da gestão de benefícios previdenciários só se verifica quando a atuação administrativa desbordar dos limites de razoabilidade, no tocante à interpretação jurídica ou valoração probatória na análise casuística de concessão de benefícios.

Portanto, a responsabilidade civil objetiva da Previdência Social só se caracteriza em face de abuso de direito, por implicar ruptura da confiança projetada nos mecanismos de proteção social, à margem dos riscos sociais encobertos pela atuação securitária estatal.

A indenizabilidade de eventuais falhas administrativas decorrentes das inafastáveis dissonâncias interpretativas e de valoração casuística depende de expressa previsão legal, abrangendo o risco administrativo no âmbito de cobertura dos riscos sociais, sob pena de não se configurar o nexo de imputação entre os prejuízos extrapatrimoniais e a atividade de gestão de benefícios previdenciários.

A abusividade da conduta administrativa tem por base a quebra da confiança determinante do nexo de causalidade que se constata na situação previdenciária do segurado, em razão da qual é possível a projeção da probabilidade de êxito na obtenção do benefício previdenciário, sem desprezar as referidas dissonâncias interpretativas aferíveis por critérios objetivamente extraídos do procedimento administrativo.

Em síntese conclusiva, as dificuldades na estruturação sistematizante da responsabilidade civil extracontratual da Previdência Social decorrem essencialmente da natureza dos riscos sociais abrangidos na esfera de gestão previdenciária. Isso porque, na medida em que se destina cobertura a contingências sociais, não se pode desprezar o afastamento da esfera de responsabilização civil, por não ser imputável o dever de indenizar, haja vista que as circunstâncias fáticas

não são sistemicamente agravadas pela gestão de benefícios. O nexo de imputação na gestão previdenciária só se caracteriza pelo abuso de direito, uma vez que implica quebra das expectativas legítimas projetadas pelo segurado, passíveis de serem aferidas na avaliação de sua posição situacional previdenciária, sem se desprezar a margem de razoabilidade da atuação administrativa.

Bibliografia

ABBOUD, Georges e outros. Introdução à Teoria e à Filosofia do Direito. 2ª ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2014.

ABBOUD, Georges. Jurisdição Constitucional e Direitos Fundamentais. São Paulo: RT, 2011.

AGOSTINHO, Theodoro Vicente; SALVADOR, Sérgio Henrique. O Dano Moral

Previdenciário: um estudo teórico e prático com modelo de peças processuais. São

Paulo: LTr, 2015.

AGOSTINHO, Theodoro Vicente; SALVADOR, Sérgio Henrique. O Dano Moral no

Direito Previdenciário: uma necessária abordagem. In: Revista Síntese, Direito

Previdenciário, Ano XII, n. 56, Set-Out, 2013.

ALESSI, Renato. L’Illecito e La Responsabilità Civile Degli Enti Pubblici. 2ª ed.

Milano: Dott. A. Giuffrè Editore, 1972.

ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas

ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2ª ed. São Paulo:

Pioneira, 1999.

ALVIM, Agostinho. Da inexecução das obrigações e suas consequências. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 1980.

ALVIM, Agostinho. Da inexecução das obrigações e suas consequências. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 1972.

ATIENZA, Manuel. Ilícitos atípicos: sobre o abuso de direito, fraude à lei e desvio de

poder. / Manuel Atienza, Juan Ruiz Manero; tradução Janaína Roland Matilda. 1ª ed.

São Paulo: Marcial Pons, 2014.

ARAGÃO, Alexandre Santos de. Direito dos Serviços Públicos. Rio de Janeiro: Forense, 2007.

BALERA, Wagner; FERNANDES, Thiago D’Avila. Fundamentos da Seguridade

Social. São Paulo: LTr, 2015.

BALERA, Wagner. Sistema de Seguridade Social. 7ª ed. São Paulo: LTr, 2014. BALERA, Wagner. Noções Preliminares de Direito Previdenciário. 2ª Ed. rev. e ampl. São Paulo: Quartier Latin, 2010.

BARBOSA, Ana Mafalda Castanheira Neves de Miranda. Do Nexo de Causalidade

personalística dor requisito causal ao nível da responsabilidade civil extracontratual.

Vol I. Cascais: Princípia Editora, 2014. (ISBN 978-989-716-107-0)

BARBOSA, Ana Mafalda Castanheira Neves de Miranda. Do Nexo de Causalidade

ao Nexo de Imputação - Contributo para a compreensão da natureza binária e personalística dor requisito causal ao nível da responsabilidade civil extracontratual.

Vol II. Cascais: Princípia Editora, 2014. (ISBN 978-989-716-108-7)

BARBOSA, Ana Mafalda Castanheira Neves de Miranda. Responsabilidade Civil

Extracontratual - Novas Perspectivas em Matéria de Nexo de Causalidade. Cascais:

Princípia Editora, 2014. (ISBN 978-989-716-109-4)

BARBOSA, Diogo Medeiros. A Responsabilidade civil do INSS por ato que cancela

ou nega a concessão de benefício previdenciário devido. Disponível em:

<<http://medeirosadv.adv.br/2010/09/02/159/>>. Acesso em 10/10/2015.

BASSIL, Rafael Laynes. Dano moral decorrente da demora para análise do processo

administrativo previdenciário perante o Insituto Nacional do Seguro Social - INSS.

Revista Magister de Direito Previdenciário. Ed. 14. Abr/Mai 2013. / Revista Justiça do Trabalho, Ano 27, n. 322, Out, 2010.

BEDONE, Igor Volpato. Imputação de danos na omissão estatal. Dissertação de Mestrado em Direito pela PUC/SP, defendida no ano de 2013.

BERBEL, Fábio Lopes Vilela. Teoria Geral da Previdência Social. São Paulo: Quartier Latin, 2005.

BINENBOJM, Gustavo. Uma teoria do direito administrativo: direitos fundamentais,

democracia e constitucionalização. 2ª ed. rev. e amp. Rio de Janeiro: Renovar,

2008.

BRAGA NETO, Felipe Peixoto. Teoria dos Ilícitos Civis. 2ª ed., rev., amp. e atual. Salvador: JusPodivm, 2014.

BREBBIA, Roberto H. El Daño Moral. Buenos Aires: Editora Bibliográfica Argentina, 1950.

CAHALI, Yussef Said. Responsabilidade Civil do Estado. 5ª ed. rev., atual e amp. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014.

CAHALI, Yussef Said. Dano Moral. 3ª ed. rev., atual conforme o Código Civil de 2002, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005.

CAMPOS, Wânia Alice Ferreira de Lima. Dano moral no direito previdenciário:

doutrina, legislação, jurisprudência e prática. 1ª ed., reimp. Curitiba: Juruá, 2011.

CANARIS, Claus Wilhelm. Pensamento Sistemático e Conceito de Sistema na

Ciência do Direito. [trad.] A. Menezes Cordeiro. 5ª ed. Lisboa: Fundação Calouste

Gulbenkian, 2012. (ISBN978-972-31-0295-6)

CANE, Peter. Atiyah’s Accidents, Compensation and the La., United Kingdom:

Cambridge University Press, 2006.

CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito constitucional e teoria da constituição. 7ª ed., 14ª reimp. Editora Almedina: Coimbra, 2003. (ISBN 978-972-40-2106-5) CANOTILHO, José Joaquim Gomes. O problema da responsabilidade do Estado por

actos lícitos. Coimbra: Almeida, 1974.

CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 17ª ed. rev., amp. e atual até 05.01.2007. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2007.

CASTRO, Carlos Alberto Pereira de; LAZZARI, João Batista. Manual de Direito

Previdenciário. 13ª Ed., São Paulo: Conceito Editorial, 2011.

CAVALCANTI, Amaro. Responsabilidade civil do Estado. Tomos I e II. 9ª ed., atualizada por José de Aguiar Dias. Rio de Janeiro: Editora Borsoi, 1956.

CAVALIERI FILHO, Sergio. Programa de responsabilidade civil. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2014.

CAVALIERI FILHO, Sergio. Programa de Responsabilidade Civil. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2007.

CORREIA, Erica Paula Barcha. O Dano Moral no Direito Previdenciário. In: Revista Síntese Direito Previdenciário. Ano XIII, N. 61, jul/ago/2014, p. 10-20.

CORREIA, Marcus Orione Gonçalves; CORREIA, Érica Paula Barcha. Curso de

Direito da Seguridade Social. 7ª ed. Saraiva: São Paulo, 2013.

CORREIA, Marcus Orione Gonçalves. Os Direitos Sociais enquanto Direitos

Fundamentais. Revista de Direito do Trabalho, vol. 117/2005, p. 149 - 166, Jan - Mar

/ 2005; Doutrinas Essenciais de Direitos Humanos, vol. 3, p. 921 - 941, Ago / 2011; Doutrinas Essenciais de Direito do Trabalho e da Seguridade Social, vol. 5, p. 59 - 80, Set / 2012, DTR\2005\92.

COUTO E SILVA, Clóvis V. do. O Conceito de Dano no Direito Brasileiro e

comparado. Revista dos Tribunais, vol. 667/7, 1991.

DE CUPIS, Adriano. Il Danno. Teoria Generale Della Responsabilità Civile. Vols. I. Milano: Dott. A. Giuffrè Editore, 1979.

DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 26ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.

DIAS, José de Aguiar. Da Responsabilidade Civil. Vol. II. 10ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1997.

DIAS, José de Aguiar. Da Responsabilidade Civil. Vol. I. 8ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1987.

DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil 3. Teoria das Obrigações Contratuais e

Extracontratuais. 23ª ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2007.

DWORKIN, Ronal. O Império do Direito. São Paulo : Martins Fontes, 2003.

ESSER, Josef. Principio y norma en la elaboración jurisprudencial del derecho

privado. Barcelona: Bosch Casa Editoria, 1961.

FAGUNDES, M. Seabra. O Controle dos Atos Administrativos pelo Poder Judiciário. 5ª ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 1979.

FARINELI, Alexsandro Menezes; MASCHIETO, Fabia. Dano moral previdenciário. 2ª ed. São Paulo: Mundo Jurídico, 2013.

FIGUEIREDO, Lúcia Valle. Curso de Direito Administrativo. 7ª ed., rev., atual. e amp. São Paulo: Malheiros, 2004.

FISCHER, Hans Albrecht. A Reparação dos Danos no Direito Civil. (tradução Antônio de Arruda Ferrer Correia). São Paulo: Livraria Acadêmica Saraiva & Cia., 1938.

FREITAS, Juarez. Controle dos Atos Administrativos e os princípios fundamentais. 5ª ed., rev. e amp. São Paulo: Malheiros, 2013.

GAGLIANO, Pablo Stolze e PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo Curso de Direito

Civil. Vol. II, Obrigações. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003.

GAIO. Instituições - Direito Privado Romano. Tradução do texto latino, introdução e notas J.A. Segurado e Campos. Fundação Calouste Gulbenkian: Lisboa, 2010. (ISBN 978-972-31-1321-1)

GARCIA DE ENTERRÍA, Eduardo. Curso de Direito Administrativo. 1 / Eduardo García de Enterría, Tomás-Ramón Fernández; revisor técnico Carlos Ari Sundfeld; tradutor José Alberto Fores Cal. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2014. (ISBN 978-85-203-5691-3)

GLEISER, Marcelo. A dança do Universo: dos mitos de criação ao Big-Bang. São Paulo: Cia das Letras, 1997.

GOMES, Orlando. Obrigações. 8ª ed. Forense: Rio de Janeiro, 1988.

GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil brasileiro. Vol. IV. Responsabilidade Civil. São Paulo: Saraiva, 2007.

HABERMAS, Jürgen; RATZINGER, Joseph. Dialética da Secularização: sobre razão

e religião. Org. e prefácio de Florian Schüller [tradução Alfred J. Keller]. 3ª ed. São

Paulo: Ideias e Letras, 2007.

JUSTEN FILHO, Marçal. Curso de Direito Administrativo. 7ª ed. rev. e atual. 1. reimp. Belo Horizonte: Fórum, 2011. (ISBN 978-85-7700-423-2)

JUSTEN FILHO, Marçal. Responsabilidade civil do Estado. (organizador Juarez Freitas). Editora Malheiros: São Paulo, 2006.

KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. 6ª ed. [trad.] João Baptista Machado. 6ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

KERTZMAN, Ivan. Curso Prático de Direito Previdenciário. 7ª ed., rev., amp. e atual. São Paulo: Editora JusPodivm, 2010.

LARENZ, Karl. Metodologia da Ciência do Direito. 6ª ed. [trad. José Lamego]. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2012, p. 286.

LIMA, Alvino. Culpa e Risco. 2ª ed. rev. e atual pelo Prof. Ovídio Rocha Barros Sandoval. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.

LIMA, Rui Cirne. Princípios de Direito Administrativo. 7ª ed., rev. e reel. por Paulo Alberto Pasqualini. São Paulo: Malheiros, 2007.

LEITE, Celson Barroso. Conceito de Seguridade Social. In. BALERA, Wagner (Coord.). Curso de Direito Previdenciário. LTr.

LUMIA, Giuseppe. Elementos de teoria e ideologia do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

MARTINEZ, Wladimir Novaes. Dano Moral no Direito Previdenciário. 2ª ed. São Paulo: LTr, 2009.

MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da seguridade social. 35ª ed., São Paulo: Atlas, 2015.

MARTINS-COSTA, Judith. A boa-fé no direito privado: sistema e tópica no processo

obrigacional. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1999.

MARTINS-COSTA, Judith. Os Fundamentos da Responsabilidade Civil. In: Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. v. 93. São Paulo: Editora Velenich, 1991, p. 29-52.

MAURER, Harmut. Direito Administrativo Geral. tradução Luiz Afonso Heck, São Paulo : Manole, 2006.

MAYER, Otto. Deutsches Verwaltungsrecht. Leipzig: Verlang von Dicker & Humblot, 1895.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 29ª ed., atual. por Eurico de Andrade Azevedo, Délcio Balestero Aleixo e José Emmanuel Burle Filho. São Paulo: Malheiros, 2004.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 21ª ed., atual. por Eurico de Andrade Azevedo, Délcio Balestero Aleixo e José Emmanuel Burle Filho. São Paulo: Malheiros, 1996.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro, 16ª ed. São Paulo: RT, 1991.

MENDES, Gilmar Ferreira; COELHO, Inocêncio Martires; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2007.

MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Discricionariedade e Controle Judicial. 2ª ed., 11ª tiragem. São Paulo: Malheiros, 2012.

MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 17ª ed., rev. e atual. Malheiros: São Paulo, 2004.

MELLO, Oswaldo Aranha Bandeira de. Princípios Gerais de Direito Administrativo. 3ª ed. São Paulo: Malheiros, 2007.

MORAES, Maria Celina Bodin de; KONDER, Carlos Nelson. Dilemas de direito civil-

constituicional. Rio de Janeiro: Renovar, 2012.

MORAES, Maria Celina Bodin de. Danos à pessoa humana: uma leitura civil-

constitucional dos danos morais. Rio de Janeiro: Renovar, 2009.

MORAES, Walter. Concepção atomista de pessoa. Um contributo para a teoria do direito da personalidade. Revista de Direito Privado, n. 2. p. 187.

MÜLLER, Friedrich. Métodos de trabalho no direito constitucional. 3ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2005.

MÜLLER, Friedrich. Strukturiende Rechtslehre. Berlin: Ducker & Humblot, 1994. NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. Instituições de Direito Civil:

Direito das Obrigações. Vol. II. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015.

NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. Constituição Federal

comentada e legislação constitucional. 4ª ed. rev., atual. e amp. São Paulo: Editora

Revista dos Tribunais Ltda., 2013.

NERY JUNIOR, Nelson; ABBOUD, Georges. Noções fundamentais sobre pós-

positivismo. In Revista de Direito Privado, n. 53, 2013.

NERY JUNIOR, Nelson. Responsabilidade Civil da Administração Pública aspectos

do direito brasileiro positivo vigente: art. 37, § 6.º, da CF/1988 e art. 15, do CC/1916.

Revista de Direito Privado | vol. 1/2000 | p. 29 - 42 | Jan - Mar / 2000; Doutrinas Essenciais de Responsabilidade Civil | vol. 6 | p. 25 - 41 | Out / 2011.

PEREIRA, Caio Mario da Silva. Responsabilidade civil. 3ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1992.

PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcanti. Tratado de Direito Privado. t. I. Rio de Janeiro: Borsoi, 1955-1972.

PÔRTO, Mário Moacyr.

REALE, Miguel. Filosofia do Direito. São Paulo: Saraiva, 1998.

RECK, Maria Helena Pinheiro. A dignidade da pessoa humana e o dano moral no

âmbito do direito a benefício previdenciário. In: Revista Brasileira de Direito

Previdenciário n. 13, Fev/Mar, 2013.

ROCHA, Daniel Machado da; BALTAZAR JUNIOR, José Paulo. Comentários à lei de

benefícios da previdência social. 11ª ed., rev. atual. Porto Alegre: Livraria do

Advogado Editora: Estafe, 2012.

SANSEVERINO, Paulo de Tarso Vieira. Princípio da Reparação Integral -

indenização no Código Civil. São Paulo: Saraiva, 2010.

SANSEVERINO, Paulo de Tarso Vieira. Responsabilidade civil no Código do

Consumidor e a defesa do fornecedor. São Paulo: Saraiva, 2002.

SANTOS, Marisa Ferreira dos; LENZA, Pedro (Coord.). Direito Previdenciário

esquematizado. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014.

SANTOS, Antonio Jeová. Dano Moral Indenizável. 4ª ed. rev. amp. e atual. de acordo com o novo Código Civil. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003. SARLET, Ingo Wolfang. A Eficácia do Direito Fundamental à Segurança Jurídica:

Dignidade da Pessoa Humana, Direitos Fundamentais e Proibição de Retrocesso Social no Direito Constitucional Brasileiro. In: Revista Eletrônica sobre a Reforma do

Estado (RERE). Salvador: Instituto Brasileiro de Direito Público, nº. 21, março, abril, maio, 2010.

SCAVINO, Dardo. La filosofia: pensar sin certezas. Santiago del Esterro: Paidós Postales, 1999.

SCHREIBER, Anderson. Novos paradigmas da responsabilidade civil: da erosão dos

filtros da reparação à diluição dos danos. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.

SILVA, Américo Luís Martins da. O Dano Moral e a sua Reparação Civil. 3ª ed., rev., atual. e amp. conforme o novo Código Civil. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005.

SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das normas constitucionais. 6ª ed. São Paulo: Editora Malheiros, 2002.

SILVA, Virgílio Afonso da. Direitos fundamentais: conteúdo essencial, restrições e

eficácia. São Paulo: Malheiros, 2009.

SILVA, Wilson Melo da. O dano moral e a sua reparação. 3ª ed., revista e ampliada. Rio de Janeiro: Forense, 1999.

SOKAL, Alan e BRICMONT, Jean. Imposturas Intelectuais: o abuso da Ciência pelos

filósofos pós-modernos. [trad.] Max Altmann. Rio de Janeiro: Record, 2012.

SOUZA NETO, Cláudio Pereira de; SARMENTO, Daniel. Direito Constitucional:

STRECK, Lenio Luis; ABBOUD, Georges. O que é isto – o precedente judicial e as súmulas vinculantes. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2013.

STRECK, Lenio Luis. Verdade e Consenso. Constituição, Hermenêutica e Teorias

Discursivas da Possibilidade à necessidade de respostas corretas em Direito. 4ª Ed.

São Paulo: Saraiva, 2011.

TARTUCE, Flávio. Manual de direito civil. volume único. 3ª ed. rev., atual. e ampl.. São Paulo: Método, 2013. (ISBN 978-85-309-4475-9)

Bibliografia de precedentes

BRASIL, Supremo Tribunal Federal, RE 792414, DECISÃO MONOCRÁTICA, Relator(a): Min. LUIZ FUX, julgado em 18/11/2014, publicado em PROCESSO ELETRÔNICO DJe-229 DIVULG 20/11/2014 PUBLIC 21/11/2014;

BRASIL, RE 581352 AgR, Relator(a): Min. CELSO DE MELLO, Segunda Turma, julgado em 29/10/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-230 DIVULG 21-11-2013 PUBLIC 22-11-2013;

BRASIL, SL 47 AgR, Relator(a): Min. GILMAR MENDES (Presidente), Tribunal Pleno, julgado em 17/03/2010, DJe-076 DIVULG 29-04-2010 PUBLIC 30-04-2010 EMENT VOL-02399-01 PP-00001;

BRASIL, Supremo Tribunal Federal, RE 382054, Relator(a): Min. CARLOS VELLOSO, Segunda Turma, julgado em 03/08/2004, DJ 01-10-2004 PP-00037 EMENT VOL-02166-02 PP-00330 RT v. 94, n. 832, 2005, p. 157-164 RJADCOAS v. 62, 2005, p. 38-44 RTJ VOL 00192-01 PP-00356;

Belgede ÇELİK METAL SEKTÖR RAPORU (sayfa 46-60)