D. Yüküm Kavramının Anlamı ve Kapsamı
2. Türk Hukukunda “Yüküm” Kavramının Kapsamı
Em 08/01/1987, Cláudio A. Magalhães Alves em correspondência ao Superintendente da SUPAM, Dalmar Chaves Ivo, informa sobre a nova fase de trabalho na cidade de Diamantina, a qual demandará maior intercâmbio entre a Administração Municipal e a população da cidade. Para tanto, solicita a assistência técnica nesse trabalho em todas as suas fases.
Relatório de Atividade Desenvolvidas por Ação – 1987 elaborado por Lívia Romanelli d’Assumpção. Este relatório trata tanto de Diamantina como de Mariana. Enquanto afirma que nesta não houve condições de trabalho aponta naquela muitos avanços, como: “melhor articulação com a Administração Municipal e diversos segmentos da população, podendo ser mais bem compreendido o trabalho da SPHAN. Melhor articulação e obtenção de contribuições para trabalho junto com outras instituições do poder público. Finalização do primeiro estudo referente a delimitação da área de preservação rígida para Diamantina. Finalização da primeira etapa de trabalho, referente a estudo para circulação de veículos de carga em Diamantina, junto com a EBTU. Obtenção junto ao M.H.U. (antigo M.D.U.) de recursos para serem aplicados na cidade, com vistas a sua melhor preservação.”
Em 12/01/1987, Lívia Romanelli d’Assumpção solicita a Paulo Elias Lopes sua colaboração para convidar a comunidade de Diamantina a participar na Reunião Técnica da 7ª Diretoria Regional da SPHAN / FNpM, com a finalidade de “criar um grupo de trabalho que possa contribuir na discussão de projetos de preservação da cidade”.
Em 14/01/1987, Lívia Romanelli d’Assumpção escreve carta à Henrique10. Na correspondência Lívia discute as novas propostas de trabalho, com foco no centro histórico de Diamantina e sugere que se a experiência apresentar bons resultados seja ampliada a outros centros históricos.
Relata o estudo elaborado sobre a redefinição do perímetro de tombamento, definindo também a área do entorno, sob dois critérios, um mais rígido e outro mais flexível. Depois seriam elaborados os critérios e normas de preservação para cada área. Lívia alerta sobre necessidade da participação dos principais interessados na área, envolvendo assim a sociedade civil e as organizações governamentais.
Narra sobre a primeira reunião organizada por ela e sobre um questionário simples apresentado com o propósito de conhecer qual é a integração ou vinculação das pessoas com a cidade e que tipos de problemas elas vêem em sua preservação. Sua idéia é trabalhar a preservação não somente como “identidade cultural”, mas em conjunto com a comunidade, visando a melhoria da qualidade de vida da mesma. A intenção é a interação com os habitantes da cidade, e diz: “que seriam os nossos ‘assessores’ no trabalho técnico a ser desenvolvido”.
“Estou bastante receosa deste ‘trabalho com a comunidade’, mas não vejo outro caminho agora. Há problemas básicos para a preservação da cidade, como estacionamentos ou abrigos para automóveis, que precisam ser resolvidos em conjunto com as pessoas do lugar.”
“Acho que o Patrimônio já passou da hora de rever suas posturas com relação aos centros urbanos. Temos que adaptar a nossa leitura ao ponto de vista do planejamento urbano (assim como os planejadores urbanos tem que adaptar o seu ponto de vista aos problemas de preservação).”
Em 18/05/1987, Lívia Romanelli d’Assumpção solicita ao vereador Hélcio Augusto Ferreira cópias das leis citadas pelos vereador anteriormente: Lei no 872 de 28/05/1973; Lei no 1.187 de 17/06/1981 – Institui Normas Polícia Administrativa; Lei no 870 de 28/05/1973 – Dispõe sobre Loteamento Urbano; Lei no 871 de 28/05/1973 – Institui Lei de Zoneamento; Lei no 1.273 de 28/09/1983 – Institui Código Tributário e Lei no 875 de 30/06/1973 – Aprova Plano Diretor.
Em 21/05/1987, Lívia solicita recursos para que outros técnicos possam ir a Diamantina na intenção de verificar a proposta para o zoneamento de Diamantina, elaborada pela SPHAN.
Em 14/10/1987, o Secretário de Ação Municipal, Cleon Ricardo dos Santos, em ofício a prefeitura municipal comunica a intenção de realizar “estudos e ações visando dotar a
administração municipal de instrumentos básicos para o desenvolvimento da cidade de Diamantina”. Afirma ainda que o trabalho deverá contar com a colaboração da SPHAN e
que o Ministério do Desenvolvimento Urbano tem verba prevista para Diamantina em 1988.
Em 28/10/1987, o prefeito Antônio de Carvalho Cruz encaminha este ofício à 7ª Diretoria Regional da SPHAN e solicita a elaboração de uma proposta mais detalhada sobre o assunto.
Em 04/12/1987, Lívia Romanelli d’Assumpção, por comunicado interno a Cláudio A. Magalhães Alves, Diretor Regional envia uma proposta de ação em Diamantina, por convênio de cooperação técnica e financeira entre a 7ª Diretoria Regional SPHAN / FNpM, o Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e a Prefeitura Municipal de Diamantina; com a finalidade de “equipar a Prefeitura Municipal de Diamantina com
10
recursos técnicos e humanos para a análise e solução dos problemas de preservação e desenvolvimento urbano da cidade”.
Em 03/08/1987, o prefeito Antônio de Carvalho Cruz e o Diretor da 7ª Regional da SPHAN, Cláudio A. Magalhães Alves, em ofício conjunto ao Secretário de Administração Municipal do MDU, Cleon Ricardo dos Santos reivindicam recursos técnicos e financeiros para estudos e ações visando dotar a administração de instrumentos básicos necessários a seu desenvolvimento.
Em 19/08/1987, Lívia Romanelli d’Assumpção agradece, ao vereador Hélcio Augusto Ferreira, o empréstimo das Leis referentes ao “Plano de Desenvolvimento de Diamantina” executado pelo antigo SERFHAU em 1973.
Em 28/08/1987, o Presidente da Associação Comercial e Industrial de Diamantina, José do Socorro Guieiro, em correspondência ao prefeito Antônio de Carvalho Cruz, anexa o Plano de Metas para a Reestruturação de Diamantina, elaborado por esta associação. Em 10/09/1987, o 1º Vice Presidente, Heliantho Leão Motta o remete à SPHAN.
O Plano de Metas para a Reestruturação de Diamantina elaborado pela Associação Comercial e Industrial abrange: limpeza urbana, animais na via pública, calçamento, preservação de monumentos (“promover campanhas de conscientização da sua importância, a partir das escolas”), chafariz da câmara, chafariz vizinho à Igreja do Rosário, recomposição de passeios e meios fios, equipes guias de turismo e belezas naturais.
Em 01/02/1988, a SPHAN / FNpM desenvolve por meio da técnica Lívia Romanelli d’Assumpção um Relatório sobre o Desenvolvimento da Ação, no qual constam as Diretrizes para Atuação nos Núcleos Históricos do Estado Em 01/02/1988, a SPHAN / FNpM desenvolve por meio da técnica Lívia Romanelli d’Assumpção um Relatório sobre o Desenvolvimento da Ação, no qual constam as Diretrizes para Atuação nos Núcleos Históricos do Estado (Mariana e Diamantina). Neste relatório a arquiteta apresenta os objetivos do trabalho, os resultados alcançados, as dificuldades encontradas e as propostas de continuidade.
Pelo relatório é possível verificar que em Diamantina, no trabalho da SPHAN há melhor desempenho do que em Mariana. Dentre os progressos apontados em Diamantina um deles se refere a “melhor articulação e obtenção de contribuições para trabalhos junto
com outras instituições do poder público”.
As dificuldades apontadas no relatório são: falta de verbas, de definição clara de atribuições e condições de trabalho dos técnicos, diferenças de formação entre os técnicos (dificultando o exame de projetos), fatores políticos influenciando na análise dos projetos - como as divergências internas são refletidas externamente, dificulta a transmissão para a população das áreas históricas uma orientação técnica única. A dificuldade em destaque no relatório é: “falta de interesse, por parte da Instituição, na
preservação urbana”.
Em 13/02/1989, o Diretor Regional da 7ª DR/SPHAN/FNPM, Mauro G. Werkema, escreve ao recém eleito prefeito, João Antunes de Oliveira, parabeniza-o pela vitória e na oportunidade, reporta da obrigação constitucional da elaboração de Planos Diretores e disponibiliza a SPHAN para participar da elaboração de estudos para o mesmo.
O prefeito João Antunes de Oliveira responde em 13/03/1989, e diz que espera “contar com a colaboração dos técnicos dessa Diretoria, para que juntamente com diversos segmentos da comunidade de Diamantina, possamos elaborar o Plano Diretor de Diamantina, para que o mesmo seja submetido à aprovação da Câmara dos Vereadores”.