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3. OSMANLI DEVLETİ’NDE MODERNLEŞME DÖNEMİ EĞİTİM

3.2. Modernleşme Dönemi Ortaöğretim Kurumları

3.2.3. Sultanî Mektepleri

Para a construção do índice dos dias médios de vida perdidos pela tuberculose são necessárias três fontes de dados: (a) expectativa de vida condicionada às idades exatas, (b) número de indivíduos mortos, por causa da tuberculose, por faixa etária e, (c) população residente, por faixa etária.

As expectativas de vida condicionada às idades exatas foram obtidas junto ao texto para discussão número 20 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram disponibilizadas informações sobre as tábuas de mortalidades por sexo e grupos de idades, para as Grandes Regiões Nacionais e também por Unidade da Federação, dos anos de 1980, 1991 e 2000.

Os dados obtidos sobre a mortalidade causada pela Tuberculose foram compilados através das informações disponibilizadas pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) [do Ministério da Saúde (MS)], sistema este gerido pelo Departamento de Análise de Situação de Saúde, da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em conjunto com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. As informações foram obtidas junto ao Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (DATASUS) 13.

As informações sobre a população residente também foram obtidas junto ao Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (DATASUS). É importante ressaltar que essas informações disponibilizadas pelo DATASUS possuem outras fontes14.

É importante mencionar que, ao utilizar as informações sobre a população residente disponibilizadas pelo DATASUS, pode haver possíveis divergências com outras estimativas populacionais. Mesmo assim, é uma fonte confiável de dados, visto que são informações de órgãos competentes de caráter governamental e baseia seus dados nas informações disponibilizadas pelo IBGE.

A vantagem de utilizar esta fonte de dados para identificar a população residente é que, como a fonte de dados é a mesma que é utilizada para obter os dados sobre a mortalidade

13 http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205&VObj=http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftoht m.exe?sim/cnv/obt09 14 http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?ibge/cnv/popuf.def

causada pela tuberculose, a forma de apresentação das informações é semelhante, o que facilita na organização dos dados e padronização das informações utilizadas.

O estudo é concentrado nos anos de 1980, 1985, 1990, 1995, 2000, 2005 e 2008, para todas as regiões do Brasil. Desse modo, é possível fazer uma análise precisa dos dias médios de vida perdidos ao longo do tempo, para todas as regiões brasileiras. Ou seja, conhecer a evolução dos anos (dias) perdidos no decorrer de quase três décadas e analisar se houve melhoras ou não no bem-estar social.

Vale mencionar que, nas informações sobre mortalidade nas regiões Sul e Sudeste, o índice de sub-registros é da ordem de 6%, enquanto que para os Estados da região Norte e Nordeste este índice chega a 30% (ANDRADE e LISBOA, 2000). Apesar disso, foi construído um índice de longevidade para estas regiões, que se apresentam com alto grau de sub-registro, visto que seria importante uma análise em nível nacional, embora ocorra este problema.

Para conseguir obter um índice de longevidade proporcionado pela tuberculose, foi necessário, primeiramente, a construção de uma base de dados que pudesse de modo claro e organizado demonstrar os anos médios de vida perdidos pela tuberculose. Sendo assim, a seguir são demonstrados os procedimentos realizados para compilar os dados sobre a expectativa de vida dos indivíduos, o número de pessoas que morreram devido à TB, e também a população residente em cada ano do estudo.

Para obter os dados referentes à mortalidade dos anos de 1980, 1985, 1990 e 1995 foi utilizada a Classificação Internacional de Doença - 9ª Revisão (CID-9). Para realizar uma classificação mais adaptada à realidade brasileira, a Secretaria de Vigilância em Saúde criou a CID-BR-9, que é uma derivação da CID-9. Assim, os dados obtidos nos anos mencionados anteriormente são oriundos da CID-BR-9 e dizem respeito a “Tuberculose pulmonar”, “Outras tuberculoses respiratórias”, “Tuberculose meninges e sistema nervoso central”, “Tuberculose miliar” e “Resíduos de Tuberculose”. Vale ressaltar que o objetivo do índice de longevidade é identificar o número de óbitos causados pela tuberculose, independentemente do tipo de tuberculose que causou a morte.

Com relação aos dados sobre mortalidade obtida para os anos de 2000, 2005 e 2008, utilizou-se Classificação Internacional de Doença - 10ª Revisão (CID-10). Do mesmo modo que foi feito com o CID-BR-9, para adaptar a realidade brasileira foi criada a CID-BR-10. A diferença é que agora, para obter o resultado dos óbitos causados pela tuberculose, reduziram- se para dois itens: “Tuberculose respiratória” e “Outras Tuberculoses”, mas, conforme mencionado anteriormente, o que interessa é o número de indivíduos que faleceram pelo

motivo de estarem com a tuberculose, independentemente de qual tipo de tuberculose esta pessoa estava vinculada.

Vale lembrar que as tábuas de mortalidades por sexo e grupos de idades (faixa etária) para as Grandes Regiões e também por Unidade da Federação, disponibilizadas pelo IBGE, foram para os anos de 1980, 1991 e 2000. Sabe-se também que a variação anual da esperança de vida condicionada não é muito expressiva; a utilização de uma mesma tábua de vida como aproximação para a esperança de vida ao longo de toda a década não apresenta grandes problemas.

Portanto, pôde-se utilizar a tábua de mortalidade de 1980 para a construção do índice dos anos de 1980 e 1985. A tábua de mortalidade de 1991, por sua vez, foi utilizada para a construção do índice nos anos de 1990 e 1995 e, finalmente, a expectativa de vida do ano 2000 foi utilizada para a construção do índice para os anos 2000, 2005 e 2008.

A taxa de mortalidade, a expectativa de vida e a população residente foram subdivididas segundo faixa etária dos indivíduos do seguinte modo: a) menores de 1 ano; b) de 5 a 9; c) 10 a 14; d) 15 a 19; e) 20 a 29; f) 30 a 39; g) 40 a 49; h) 50 a 59; i) 60 a 69; j) 70 a 79; e l) 80 anos ou mais. Outro ponto importante analisado é a diferença existente entre sexos. Em suma, para cada um dos anos escolhidos (1980, 1985, 1990, 1995, 2000, 2005 e 2008) para cada Região (Nordeste, Norte, Sudeste, Sul e Centro Oeste), utilizou-se da expectativa de vida condicionada à faixa etária em questão, o número de óbito que ocorreu em determinada faixa etária e também a população residente com essa mesma faixa etária.